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DESCOBRINDO O QUE N�O QUERIA 1



Tenho 35 anos sou simpatico e namoro desde os 19 e de l� pra ca eu sempre tenho namorada, nunca fico sozinho por ser bom papo, descolado, ser alt�o e de corpo definido e de ter meu trampo pra sustentar as baladas que as namoradas curtem. Na moral eu sou um cara comum sem problemas.

Semana passada eu estava num restaurante bem proximo do shopping Vit�ria, aqui em Vit�ria capital do ES, e l� e um casal muito interessante mandou um chope pra minha mesa. Estranhei mas o gar�om que levou o chope mostrou o casal e eram bem simpatic�es e a mulher era uma gata�a fuderosa. Notei que ela ja tinha passado dos 30 mas era uma lourona bonita pra caraleo e o cara era mais jovem e meio franzino e largad�o, tipo baixinho e meio inofensivo.

Eu agredeci o chope de longe e depois que acertei a conta fui na mesa deles fazer uma gra�a porque podia ser algum conhecido ou cliente que eu n�o estava reconhecendo e eles me convidaram pra sentar e levar um lero.

Sentei e fiquei de cara quando amulher falou na lata que eles eram namorados e que ela tinha me achado um tes�o e queria saber se eu topava comer ela junto com o namorado. Porra na hora eu achei que era sarro porque essas paradas a gente l� em conto metido a er�tico e nunca acontece mas estava l� acontecendo comigo e eu vacilando e achando que era suadouro ou arma��o dos dois.

Levei um papo pra sondar o terreno e eles eram bem educados e o cara era t�o fracote que na m�o ele ia se dar mal comigo ent�o eu dei a doida e resolvi topar mas avisei que ainda ia demorar duas horas pra eu sair.

Eles toparam esperar e eu achei que era garganta e eles iam pular fora rindo da minha cara. Na hora marcada encontrei com eles j� estava no corredor, parados me esperando cheios de bolsas.

Eu pensei fudeu, a parada � a s�rio. Ou � foda mesmo ou vou ser assaltado e pensei em pular fora. Como n�o tinha mais compromisso naquele dia eu pensei mais um pouco e resolvi deixar rolar.



n�s fomos pra garagem conversando e eu tentando fazer cara de paisagem mas sem tirar os olhos do corpo da loura�a que era super gostosa,com um burr�o e um sorris�o de dentes perfeitos. O papo era casual e interessante e eu fui relaxando. Na garagem o cara pegou um Mazda que eu nunca tinha visto mas eu fingi que nem notei e nem elogiei o carr�o dele nem fiz coment�rio.

Ela botou as bolsas no banco de tr�s e sentou na frente com o cara. O carro tocou pra zona nobre da cidade e o papo foi ficando cada vez mais sacana e mais explicito. Ela virou pra tr�s, abriu uma das bolsas e mostrou uma langerie que tinha comprado esp�cial praquela noite e eu babei. Vermelha, super tesuda e provocante.

Chegamos no motel e n�o tinha vaga e a mulher ficou uma arara. O cara nem esquentou e tocou pra outro motel. Esse era bem caro e tinha vaga e eles pegaram um puta suite. A mulher estava cada vez mais safada nos papos e pronta pro abate. O cara s� dava risada e dizia pra eu n�o esquentar que ela era ninfa mesmo e estava tudo certo.

Entramos na suite e como na �rea externa tinha uma piscininha com mini cascata escorrendo ela j� falou pra gente tomar um banho ali mesmo j� se conhecendo melhor. Eu fiquei meio surpreso mas j� tinha entregado a deus e liguei o foda-se. A loura�a, vou chamar de jana�na pra facilitar, pegou sobonete e toalha pra todos no banheiro e trouxe pra piscina.



Cara a Jana�na tirou a roupa primeiro at� meio na afoba��o e sem muito estilo mas a filha da puta era muito da gostosa. Toda branquinha, peit�o com mamilo rosadino, uma bunda linda, coxas e pernas maravilhosas e a bu�a era s� uma fendinha sem nenhum pentelo e nem aquelas carninhas aparecendo. Era toda durinha e s� o sorriso j� me levantava o pau.

O baixinho piscou o olho e perguntaou se ela estava aprovada e eu nem respondio direito e fui tirando a roupa. Botei bem longe deles tudo dobrado pra proteger a minha carteira e meus documentos. Eu ainda estava desconfiado e resolvi n�o dar mole.

Tirei a roupa e a muilher j� na piscina se ensaboando na maior farofada parou pra aplaudir. Dai o baixinho tirou a roupa tambem e eu ja cismei logo com o pau do cara que era maior que o meu e estava mol�o ainda. J� fiquei meio depr� e tal mas tudo bem.

Entramos na piscina e o baixinho me passou a gata e ficamos no maior amasso com ela me ensaboando, lambendo o meu pesco�o e passando a m�o nos meus ovos e no meu pau. Empinei facinho pra ela. O cara ficou se ensaboando, mergulhou e depois sentou na borda da piscina, de perna aberta se punhetando e olhando a gente.

� o seguinte, o meu pau tem 19 cm e o do cara ela daquele que apontava pra cima e passava do umbigo dele. Tinha mais de 20 cm na boa e a grossura era bem mais do que o meu pau.

Numa hora l� que a Jana�na estava lambendo o meu ombro e me chamando de gostoso eu olhei pro baixinho e o cara estava sentado de perna aberta, todo curvado com uma m�o puxando o pau pra cima, a outra abrindo o buraquinho do mijo com os dedos e lambendo ali com a propria lingua. O cara tinha pau comprido e espinha flex�vel suficiente pra se chupar e eu me senti meio no prej� novamente. Mas foda-se eu saquei que os dois eram realmente putos e a noite ia ser daquelas de ficar na memoria pra sempre.

O cara me olhou, riu e perguntou se eu n�o estava interessado em chupar a bu�a da Jana�na. Ela sentou na borda da piscina, abriu as pernas e eu chupei aquela micro buceta toda babadinha com um creme cheiroso que me deixou maluc�o com a pica quase estourando. Aquela bu�a era fant�stica. A porra da mulher nasceu pra dar aquela bu�a e gemia gostoso com as minhas chupadas.

Eu olhei pra cima e o baixinho j� tinha se chegado com a toalha e estava enxugando a loura�a. Ele come�ou a mamar nos peitos dela e mandou eu lamber o grelo forte que ela gostava. A gostosa gozou bonito de perder o folego.

Eu aproveitei pra sair da piscina e me enxugar porque o frio estava pintando mas o pau n�o arriou nem assim. A safada caiu de boca em mim e me pagou uma gulosa que eu quase vi estrelas. Ela chupava bem babado com perfei��o, molhando os ovos e lambendo nas �reas sens�veis do saco e da virilha.

Eu avisei que ia pagar mico de gozar e ela parou. O cara ficou me zoando e a mulher foi no quarto e voltou com uma camisinha. Eu so pensava que tinha que comer aquela puta primeiro porque quando o baixinho enfiasse aquele caralh�o nela ia afrouxar a bu�a completamente e perder a gra�a.

Ela me deu a camisinha, eu encapei a pica mas ela foi correndo pro quarto e n�s fomos atras. Ela pegou a sacola e vestiu a langerie sexy que tinha comprado e ver aquela mulher toda gostosa vestindo a calcinha cavada e as meias de seda me deu um tes�o monstro. O pau babava sozinho dentro da camisinha.

Ela deitou na cama e o baixinho mandou a letra tipo pode fuder ela do jeito que vc quiser. Eu pulei nela, que se arreganhou e eu puxei a calcinha pro lado e meti o pau na press�o. Mesmo toda babada aquela micro buceta era um aperto s� e o pau entrava e saia bem cremoso numa lubrifica��o grossa e perfumada.

Olhei pro cara pra saber se ele estava na dele ou aprontando alguma. O baixinho estava sentado na poltrona de novo arreganhado, olhando pra gente todo curvado e se chupando.

A gata estava meio a�rea de tes�o mas manjou que eu estava de olho no cara e falou pra eu n�o me preocupar que o namorado dela era bem puto e adorava ver ela entrando na vara. Perguntou se eu tinha inveja da habilidade dele de tocar bronha se chupando e eu confessei que era interessante e que se todo homem pudesse fazer aquilo com certeza ia fazer.

O baixinho estava tarad�o, de olho amba�ado olhando pra gente e se chupando pra valer numa posi��o meio ginecol�gica. Ele curvou a espinha no encosto da poltrona, puxou as pernas em dire��o aos ombros, botou os bra�os por cima das coxas se agarrando nas pontas das bra�adeiras da poltrona e for�ando o corpo a se curvar mais e se mexer pro pau entrar e sair da boca.

Achei aquilo uma puta devassid�o e deprava��o dele fazer isso na frente de um estranho metendo o ferro na mulher dele e mesmo aquela micro bu�a sendo uma delicia eu gozei mais r�pido so de tes�o de comer a mulher com o baixinho fazendo aquela sem vergonhice pra gente ver.

Dei-lhe uma gozada mara, bem demorada e enchi a camisinha de porra. Tentei segurar pra ela gozar junto mais n�o deu porque ver aquele cara se chupando era um levanta tes�o fuderoso, ainda mais que o c� dele estava virado pra gente e dava pra ver ele dar umas piscadas fortes no c� de trincar caro�o de ameixa. Confesso que aquela deprava��o toda do exibido me deixou louc�o e apressou a minha esporrada.

Virei pro lado pra voltar a respirar com meu pau meia bomba. Tirei a camisinha e fui no banheiro jogar no vaso, qdo voltei pra sala a mulher estava agachada com a cara na bunda do baixinho lambendo o cuz�o dele enquanto ele se chupava. O safado revirava os olhos e a mulher enfiava os dedos no c� e abria pra chupar por dentro do buraco que ficava.

Eu nunca tive problemas com isso e ja tive duas namoradas que curtiam lamber o meu c� e eu sinto tes�o mas nunca tinha visto assim aquela cena �ntima exposta pra eu ver sem ser em video de putaria. O baixinho n�o estava nem a� pra mim e a minha pica subiu de novo.



continua...





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