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UMA MASSAGISTA INESQUEC�VEL 1 - VERIDICO

Primeiro queria agradecer a todos pelas observa��es e coment�rios do meu Primeiro Conto relatado anteriormente. Ent�o vamos a mais um ver�dico conto er�tico vivido por mim.

Meu nome � Lukas e esse conto aconteceu quando tinha uns 20 anos. Tinha 1,87 de Altura, Moreno Claro, Cabelos e Olhos Castanhos e um corpo pronto pra viver o sexo e o amor em sua plenitude.

Durante a Copa do Mundo de 94, sa�amos sempre no fim do expediente para assistir aos jogos no tel�o de um badalado bar em MG.

Depois de muito chopp e futebol, convers�vamos todos e entre todos que ali estavam. Meu amigo Maurcos estava de bate-bapo com Carla, uma Cawgirl muito animada e afim de se divertir. Junto com Carla, sua amiga Critiane (Cris), se mostrava mais t�mida, mas com bons olhares pro meu lado, o que logo fez Carla me apresent�-la.

Cris tinha uns 30 anos, mais ou menos 1,65 altura, pele clara, cabelos levemente loiros e lisos, olhos esverdeados e seios perfeitos que pareciam querer furar sua camisete de ceda branca. Um tipo de saia social justa no corpo e a camisete por dentro da saia me dava à impress�o de uma secret�ria gran-executiva muito atraente, daquelas que agente n�o se importa em ficar na sala de esperas desde que seja olhando pra ela.

Depois de apresentados nossos papos foram se estendendo sem nos aprofundarmos muito na vida pessoal. Me fez perceber que dever�amos viver uma noite de cada vez.

Minha excita��o foi ao auge quando descobri que Cris era uma massagista profissional que atendia em um sal�o de est�tica para mulheres. Foi quando perguntei se ainda aceitaria atender a mais um cliente. Pra minha surpresa Cris disse que se fosse pra mim seria mais caro, mas, que eu poderia pag�-la sem precisar de dinheiro, desde que eu estivesse muito disposto.

Sentado ao seu lado j� muito pr�ximo n�o editei e dei um beijo bem gostoso naquela boquinha de princesa. Ficamos nos leves amasso at� que Carla desanimou de sua ca�a e chamou Cris pra ir embora. Cris demonstrou querer ficar, mas, naquela noite tinha acertado de dormir na casa de Carla que estava sozinha com a viagem dos Pais. Percebendo a excita��o da amiga, Carla sugeriu no ouvido de Cris que me convidasse pra ir à casa de Carla. Claro que aceite!

Carla fez quest�o de nos colocar em uma linda su�te em sua “mans�o”. Apesar de estranhar tanta amizade, vim a descobrir que Carla tentava a todo custo levar Cris pra ca�a de um novo amor, visto que Cris h� quase tr�s anos n�o se relacionava com ningu�m desde sua separa��o.

Isso me deixou louco, e ao chegar à su�te convidei Cris pra tomar um delicioso banho. O Clima frio dava mais vontade de possu�-la, mas como dois irm�os tomamos um banho sem qualquer provoca��o de minha parte. Cris parecia reviver uma primeira vez, com pernas e voz tr�mula e um cora��o disparado. Eu por sua vez estava com meu membro duro como uma pedra, mas ensaboava Cris como se n�o fossemos mais que dois pequenos menininhos sem mal�cia. Ao sair do banho pedi a Cris que n�o se secasse, pois faria isso pra ela com meus l�bios. Senti Cris se arrepiar em um misto de frio e tes�o e comecei a beber toda �gua que escorria de seu corpo. Meus l�bios sugavam sua pele molhada, percorrendo suas orelhas e pesco�o. Cris se arrepiava e suspirava murm�rios de “aiiii, que del�cia...”, “me bebe, me chupa, me enlouquece...”, “Ai meu gostoso”. Abocanhei o bico dos seus seios enquanto ro�ava meu cacete na porta de sua xoxotinha. Senti uma imensa lubrifica��o e desci minha l�ngua at� bucetica deliciosa. Depois de sug�-la como quem chupa uma doce laranja, comecei a passar suavemente minha l�ngua entre os l�bios de sua bucetinha. Quando minha l�ngua a enlouquecia ao circular seu grelinho eu o envolvia com meus l�bios dando pequenas sugadas. Cris se melava mais e mais de tes�o e implorava sem pudor: “Por favor me fode, me come, entra dentro de mim, Ai eu n�o aguento, Ahhhh! !. Eu vou go, goz, zaaaarrrrrrrr! Ahhhh!!!

Cris se descontrolou e puxou minha l�ngua pra dentro de sua xoxotinha tremendo freneticamente e gozando como uma louca. Suas pernas me prendiam pra n�o parar de chup�-la at� o ultimo gozo. Sentia seu quente orgasmos em toda minha boca e mesmo sem ar a chupava como um cachorrinho tarado por sua cadela.

Cris Gozou muito em minha l�ngua e sem deix�-la relaxar a coloquei de quatro e introduzi meu membro rodeado de veias latejantes que pareciam explodir de tes�o. Numa rea��o animal a socava puxando sua cintura pra que meu cacete entrasse todo naquela bucetinha deliciosa. Cris tinha por maninha jogar os bra�os pra tr�s, enfiando sua cabe�a debaixo do travesseiro arrebitando ao m�ximo aquela xoxotinha. Segurei seus bra�os e comecei a pux�-la e cavalg�-la at� que Cris come�ou a dar gritos hist�ricos de tes�o abafados pelo colch�o: “Ahhhh, Ahhhh, Aiiiiiii, Meteeeeee, To gozaannnnndoo, Aaaaaiiiiii, .

Cris gozou muito e comecei a sentir que n�o aguentaria segurar muito, foi quando Cris me surpreendeu arrancando meu membro da sua xoxotinha e come�ou a me chupar e punhetar como uma louca grata pelo orgasmo que teve. Cris colocava todo meu membro em sua boca e alternava em um vai-e-vem delicioso com chup�es na cabe�a vermelha do meu cacete at� que n�o aguentei e por cavalheirismo avisei iria gozar. Neste momento recebi um presente inesperado, Cris parou de chupar e punhetar e apertou fortemente meu membro no exato momento de gozar n�o permitindo por 5 segundos que minha porra sa�sse. Isso me provocou uma IMPLOS�O de orgasmos quando Cris relaxou o apert�o em meu membro e imediatamente voltou a me punhetar e a chupar fortemente quando explodi em jatos cont�nuos de muito orgasmo enchendo sua boca e cara de muito leitinho quente. Eu me senti sendo virado ao avesso, principalmente porque Cris n�o parava de chupar mesmo ap�s gozar tanto. Pra finalizar Cris envolveu meu membro com uma de suas m�os deixando meia cabe�a de fora, lubrificou a ponta com o orgasmos que tinha em sua boca e com a palma de sua outra m�o fazia movimentos circulares na cabe�a do meu kacete. Uma louca sensa��o estendeu meus gemidos de orgasmos me provocando algo nunca sentido antes. Gozei muito at� suplicar piedade. Foi o maior orgasmo que tinha sentido at� ent�o. Cristiane me fez uma deliciosa massagem e passamos o resto da noite nos beijando e namorando gostoso at� o dia amanhecer, como um casal realizado pelas del�cias que s� uma maravilhosa noite de prazer pode proporcionar

Ficamos juntos por um bom tempo e outras transas maravilhosas foram vividas com Cris, se gostarem do relado desta experi�ncia provavelmente vou contar em outra oportunidade.



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