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MINHA TIA ERA VIRGEM

Esse fato ocorreu em janeiro deste ano e � ver�dico.

Quando meus av�s morreram ficaram a morar na casa deles tr�s filhos solteir�es: tio Joaquim, tia Catarina e tia Elizabete. Tio Joaquim veio a falecer pouco tempo depois da morte da minha av� e tia Catarina decidiu por ir morar com uma sobrinha em Aracaju, Sergipe. Sendo assim, tia Elizabete (ou Bete, como a chamo), passou a morar sozinha, acompanhada por C�cera, uma antiga empregada.

Tia Bete tem 68 anos, mas possui um corpo e a mente de algu�m com 25. Medindo cerca de 1,66 mts., pesa 62 quilos, tem seios grandes, fartos, cintura fina, coxas grossas e uma bunda maravilhosa. Ela sempre foi a minha musa inspiradora de grandes sonhos de sacanagem, embora eu nunca tenha deixado isso transparecer para ela.

Eu tenho 51 anos, sou casado, tenho tr�s filhos (dois rapazes, um deles casado, e uma garota) e minha mulher � executiva de uma empresa do segmento varejista. Em janeiro deste ano, Virg�nia (minha mulher) teve de participar de uma conven��o de dirigentes da sua empresa no Rio de Janeiro, levando a nossa filha com ela. O filho solteiro decidiu viajar com a namorada at� Salvador, Bahia, para passar alguns dias por l�. Fiquei s�, portanto, pelo menos por uma semana, tempo que a minha mulher ficaria pelo Rio de Janeiro.

Numa ter�a-feira, à noite, voltando do trabalho, decidi fazer uma visita à tia Bete. Chegando l� notei a tia Bete apreensiva, pois C�cera teve de ir à cidade onde nasceu, para acompanhar um parente que adoecera. Tia Bete teria de passar aquela noite, e as seguintes, portanto, sozinha. Prontifiquei-me a ficar com ela, ent�o, o que seria bom para n�s dois, ambos sozinhos por aqueles dias.

Ajustada a situa��o, a tia Bete me perguntou se eu n�o queria tomar um banho, enquanto ela preparava alguma coisa para comermos. Como moro pr�ximo a ela, fui em casa pegar alguns pertences pessoais e, na volta, entrei no banheiro para dar uma molhada no corpo. Ao entrar no banheiro, vi uma calcinha pendurada na torneira do chuveiro, l� deixada pela tia Bete. Embora sessentona, aquela mulher usava uma calcinha de dar inveja a qualquer menininha de 20 anos!

Aquilo me chamou a aten��o e me deixou de pau duro, a refletir como uma calcinha daquela caberia num rabo t�o enorme e gostoso como o da tia Bete.

Saindo do banheiro, coloquei um short folgad�o, sem cueca por baixo, e fui jantar. Tia Bete tamb�m j� havia tomado um banho e estava com um vestidinho soltinho, de um tecido bem fino, sem suti� (os seios apareciam com os bicos intumescidos) e com uma calcinha min�scula, como bem pude notar.

Ap�s o jantar, fomos para a sala assistir televis�o. E a�, depois dos notici�rios, a tia Bete me convidou a assistir um filme na tv a cabo. Para a minha surpresa, ela contava com acesso a um canal de filmes er�ticosporn�s. Logo ela sintonizou naquele canal e eu lhe perguntei se ela sempre assistia filmes ali, ao que ela me respondeu que sim, dizendo-me, ainda, que ali ela ficava a observar o que deixara para tr�s, por nunca ter se casado ou se relacionado com algu�m. E me afirmou: - sabe, meu querido, ainda sou virgem!

Nessa hora, o meu pau vibrou! Eu sabia que ela nunca tivera um namorado firme (minha m�e, irm� dela, j� me dissera isso), mas n�o sabia da virgindade dela.

A�, eu falei: - tia, a senhora n�o sabe o que est� perdendo! N�o h� nada melhor do que um belo momento de amor, de entrega total, de pleno gozo. Ela ent�o me retrucou: - o problema, sobrinho querido, � que nunca encontrei um homem a quem eu pudesse me entregar, de forma respons�vel, s�ria, nem que fosse por uma �nica vez. Eu ainda penso em perder a minha virgindade, em sentir um homem dentro de mim, me dando prazer, fazendo comigo o que eu vejo acontecer nesses filmes que assisto. Mas n�o sei onde encontrar esse homem, ou se ele sequer existe.

Olha, meu pau j� n�o se continha dentro do short. E a tia Bete j� havia notado isso. Tanto que num determinado momento ela falou: - meu querido, o que est� acontecendo com o seu cal��o, que est� com uma barraca armada? Eu disse: - olha tia, a senhora me deixou com um imenso tes�o, pois at� hoje eu s� tirei a virgindade da minha mulher. Eu fico a pensar como seria tirar a sua virgindade tamb�m. Ela, com os olhos brilhando, me falou: meu filho, voc� faria isso comigo, por mim? Falei: - l�gico, tia, pois a senhora � um tes�o!

De repente, aquela mulher que sempre me pareceu serena virou uma leoa. Deu-me um beijo na boca com uma sede enorme, jogou a sua l�ngua de encontro à minha e j� passou a massagear o meu pau com sua m�o direita. Imediatamente, eu me pus em p�, puxando-a ao meu encontro, enquanto come�ava a tirar o seu vestido. Gente, quando vi aqueles seios fiquei louco. Que belo par de peitos, com o biquinho durinho, que logo comecei a lamber e sugar.

Aos poucos, fui puxando a tia Bete para o quarto dela. Ao chegar l�, deitei-a na cama, com carinho, e passei a lamber cada mil�metro do seu corpo. Quando cheguei ao meio das suas coxas, parei e puxei a sua calcinha e n�o acreditei no que vi: uma xaninha totalmente depilada, com um grelo fant�stico, que logo recebeu a ponta da minha l�ngua.

A tia Bete se contorcia, gemia, me chamava de gostoso e pedia pra que eu metesse logo, tirasse o seu cabacinho. Passei, no entanto, uns dez minutos a pincelar com a minha l�ngua aqueles l�bios vermelhos e aquele grelo lind�ssimo, fazendo a tia Bete ter gozos seguidos, que a faziam tremer em cima da cama. At� que, num determinado momento, ajustei o meu cacete na entrada da sua xana e iniciei a melhor e mais gostosa introdu��o que j� fiz em toda a minha vida. Aos poucos, os meus 19 x 6 cms. de pau foram sendo engolidos por aquela boceta virgem, fazendo a tia Bete derramar l�grimas, ao tempo em que contraia aquele par de coxas fant�sticos por conta da dor que estava sentindo. Devagar, com carinho, sugando os biquinhos dos seus seios, fui introduzindo cada cent�metro do meu cacete naquela fornalha de amor. De repente, um grito (mais de liberdade do que de dor) saiu da garganta da tia Bete e eu senti um l�quido quente escorrer pelo meu pau at� o len�ol da cama: era o filete de sangue que denunciava o fim da virgindade da tia Bete. Da� em diante, encaixei o meu pau totalmente dentro daquela deliciosa boceta, num ritmo alucinante, acompanhado do levantamento da p�lvis da tia Bete que, como uma louca, gozava despudoradamente, me chamando de tes�o, meu amor, meu querido, at� que, n�o aguentando mais, eu liberei o mais forte jato de porra de toda a minha vida, enchendo a xaninha da tia Bete de esperma, que tamb�m escorreu at� o len�ol.

Extenuados, ficamos a nos fitar por um longo tempo. A tia Bete, ent�o, puxou-me totalmente contra o seu corpo e, assim, ficamos inertes por um longo tempo, beijando-nos e sugando as nossas l�nguas.

Depois, levantamo-nos e fomos, juntos, ao banheiro, para nos lavar. A tia Bete estava em estado de �xtase, sempre me acariciando e pegando no meu pau. Disse-me, ent�o: - meu querido, quanto tempo perdi na minha vida. Por que n�o fizemos isso antes? Ao que respondi: - ora, tia, tudo tem o seu dia. E ela replicou: - voc� ser�, de agora em diante, o meu homem. Quero te-lo sempre comigo, fazendo amor comigo, me fazendo gozar alucinadamente.

Entramos no banheiro e ficamos a nos acariciar, passando sabonete um no outro. E a�, com toda aquela troca de carinhos, n�o deu outra: meu cacete voltou a dar sinais de vida. Passei a ro��-lo, vez em quando, na entrada da xotinha da tia Bete e, colocando-me por tr�s dela, passei a aponta-lo para a porta do seu cuzinho que, cada vez que ali eu passava, ficava a piscar, como a pedir para acolher a minha vara.

Tia Bete notou meu interesse no seu rabinho e disse que seria muita emo��o para um s� dia. Eu, no entanto, ponderei que aquele deveria ser o dia das grandes descobertas do amor para ela. E fiquei a acariciar a entrada do seu rabinho, passando o dedo sempre melado com um pouco de condicionador para cabelos. Depois, com muito jeito, fui encaixando a cabe�a do meu cacete na entrada do cuzinho da tia Bete que, no in�cio, demonstrou preocupa��o. Eu disse a ela que se acalmasse, que eu teria muito cuidado e paci�ncia, que n�o lhe causaria qualquer trauma. E, aos poucos, ao tempo em que beijava o pesco�o e acariciava o clit�ris da tia Bete, fui introduzindo o meu pau no cuzinho da minha ador�vel titia, at� que senti o meu saco batendo na entrada da sua xaninha. Sim, meu pau foi inteiramente abduzido por aquele cuzinho maravilhoso, com que tanto sonhei em ter um dia. E, num vai-e-vem fren�tico, despejei outro jato de esperma no cuzinho da tia Bete, que gozava enlouquecida, despejando, dessa vez, um jato de urina que me deixou envaidecido.

Depois, saciados e devidamente banhados, voltamos para a cama, totalmente nus, e dormimos o resto da noite agarradinhos, como marido e mulher. E nos dias seguintes, at� o retorno da minha mulher e da fiel escudeira C�cera, fizemos muito amor.

Hoje, a tia Bete sempre encontra uma maneira de me ter junto a ela. E ningu�m desconfia da raz�o que levou a minha tia a ser mais feliz e estar mais aberta para as coisas da vida.

Se voc�, mulher com mais de 40 anos deseja viver momentos de intenso prazer, me escreva: [email protected]



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