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NAMORO ANAL ATR�S DO SOF�

Eu quase nem acreditava: ela estava de quatro, atr�s do sof�, à minha espera.



No fundo do corredor, seus pais dormiam. Seu irm�o, num quarto mais pr�ximo, jogava videogame.



Desde o come�o de nosso namoro, aquele sof� era nossa cama, nosso lugar de del�cias. L� eu havia apalpado, beijado, sugado e mordiscado seus peitinhos duros, de bicos rosados. Dois peitinhos pontudos, firmes e virgens, que cabiam certinho na palma das m�os – foi nosso primeiro contato intimo. L�, tamb�m, eu alcancei sua bocetinha pela primeira vez. No come�o, alisava a coxa e tocava, apenas de leve, a calcinha. Sentia o volume, a textura, a forma da bocetinha em flor, que ardia. Meu pau latejava, tremia de desejo, que eu desafogava em casa, debaixo do chuveiro. Depois, comecei a alisar a bocetinha, ainda por cima da roupa �ntima, enquanto ela, gemendo no meu ouvido, apertava meu pau sobre a braguilha, mas logo em seguida tirava a m�o, assustada. Com o tempo, fui botando a calcinha de lado e fazendo os dedos dan�arem em seu clit�ris, e nos grandes l�bios, seus pentelhinhos perfeitos, enquanto ela delirava, abria minha braguilha e me batia uma punheta. Depois, comecei a chup�-la; fazia-o com vigor, mas com cautela, pois n�o queria romper o cabacinho. Ela tamb�m passou a me chupar, a esfregar minha pica em seus peitinhos, mas s� deixava eu gozar entre eles, ou nas coxas. Com o tempo, ela come�ou a gostar que eu gozasse em sua boca; no come�o, cuspia, mas depois passou a engolir – adorava engolir tudo. Eu, ent�o, comecei a lamber seu anelzinho. Ela enlouquecia com aquilo, e tinha de meter uma almofada na cara para n�o gritar e acordar a casa toda. Tentei meter o dedinho, mas ela n�o deixou. Comecei a esfregar o pau na roelinha, a pass�-lo pelo reguinho apertado daquela a linda bunda em forma de cora��o. Eu gozava sobre as n�degas dela, e ela adorava, mas (frustra��o que eu tinha!) eu nunca havia metido nela de verdade.



– Eu sou muito nova pra perder a virgindade...



No entanto, naquele dia, havia alguma coisa diferente nela. Eu senti logo, assim que cheguei. Assist�amos à TV, eu, ela e seu pai, e bastava ele se levantar para tomar �gua, ou ir ao banheiro, que ela me apertava o cacete, lambia os l�bios. J� tarde, quando ele foi dormir, ela me beijou profundamente, e abriu o suti� na minha cara. Lambi as pontinhas, beijei, engoli o que pude. Depois ela botou a calcinha de lado, deitou sobre o tapete e se abriu. Chupei a bocetinha, lambi o orif�cio. Perto de gozar, ela parou, me fez sentar, ajoelhou-se e me chupou a pica, lambendo a cabecinha, engolindo as bolas, enfiando tudo at� a garganta. Parou, me encarou e repetiu, com um sinal:



– Eu sou muito nova pra perder a virgindade...



Olhou para tr�s do sof�; foi para l�, com uma almofada na m�o. Baixou a calcinha at� os joelhos, virou-se de quatro, com a cara enfiada na almofada, e esperou. Vi a roelinha piscando. Lambi-a, chupei a bocetinha. Ela rebolou, esfregou o bumbum na minha cara, abafando os gemidos. Saquei o pau, que latejava, do�a de tes�o. Encostei a cabe�a no anelzinho, e fui for�ando. Quando passei pela roelinha, ela destravou um grito, que afundou na almofada. Inclinei o tronco, e comecei a massagear seu clit�ris. Ela foi rebolando, levando a bunda para tr�s, o que fazia o cacete ir-se enterrando, lentamente, gostosamente, naquele cuzinho quente, entre aquelas n�degas apertadas. Quando ela sentiu meus p�los tocarem a entrada de seu �nus, parou, levou uma m�o a cada n�dega, abriu-as e disse:



– Fode, mas com carinho.



Comecei no vaiv�m, de leve. O pau entrava, sa�a, ela gemia, rebolava, vinha para mim. Aumentei a for�a; acelerei; ela gostou; meti a valer. Batia a virilha em suas carnes traseiras, que tremiam em ondas de tes�o. Ela enlouqueceu e, n�o fosse a almofada em que atolou o rosto, teria acordado o mundo com seus urros, seus del�rios.



Gozei, quase morro de prazer; enchi seu �nus de porra, e quando ela sentiu o l�quido quente inund�-la, gozou tamb�m, feito doida, esfregando a bunda em mim, rebolando, toda aberta, toda vadia, descabelada, o olhar perdido no al�m, o corpo em brasa.



Sa� dela. Ela permaneceu de quatro, curtindo, alisando os peitinhos. Ficou assim um tempo, depois deitou em meu colo. Alisei seus cabelos. Voltamos ao sof�. Ela veio para o meu peito. Beijei-a. Olhei seus olhos pretos, sua boca, seus cabelos longos. Amava-a, amava-a profundamente e, para ser sincero, nunca havia visto na vida coisa mais bonita que ela, naquela do�ura de esconder o rosto em meu pesco�o, e quase cochilar, linda, lenta, fazendo tremer o meu cora��o.



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