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SONHO AMERICANO

Segue a hist�ria de quando perdi minha virgindade pela primeira vez, aos 19 anos.

Eu sempre fui um garoto mimado e cheio dos deleitas da vida. Fui morar em Minnesota com minha irm� mais velha quando nossos pais morreram. Decerto que foi bom ficar num continente distante e rodeado por pessoas novas e inusitadas. Passei dois dias dentro da casa at� a semana de aulas come�ar. Com minha picape, estacionei num lugar vago e distante da escola, e segui para a multid�o de alunos que gritava de felicidade ao rever os amigos. Claro que corei quando alguns olhares femininos ca�ram sobre mim, afinal, era inevit�vel, quando se tem cabelos castanho-avermelhados, pele bronzeada e olhos verde-escuros. Tinha um 1,80 de altura e corpo atl�tico devido aos oito anos de v�lei que fiz no Brasil. A quest�o � que em menos de um minuto dentro da sala de aula e as americanas ficavam se engra�ando comigo.

Sem esfor�o algum, j� havia uma orla de amigos a minha volta. Fizeram vota��o dentro da sala para o novo integrante do Gr�mio Estudantil – e eu fui o escolhido. Me deram as instru��es e os hor�rios, e uma garotinha loiro-oxigenada balan�ou se atirou em mim e me levou para um corredor, na hora do recreio, at� o escrit�rio do Gr�mio. A porta se abriu, fui empurrado para dentro e depois se fechou.

Um homem estava sentado atr�s mesa de carvalho, usando um sobretudo preto, moreno-claro de cabelos escuros. Seus olhos eram negros como a noite e tinha um sorriso impetuoso no rosto. Eu fiquei vidrado em seu rosto robusto, nos l�bios carnudos e nos azuis debaixo das grossas sobrancelhas. Ele levantou-se e se aproximou de mim em dois passos, a m�o esticada na frente.

- Prazer, Leonardo. Sou o presidente do Gr�mio Estudantil. Mas todos me chamam por Daniel.

Eu tinha plena certeza que falava ingl�s fluentemente, mas naquele momento senti as palavras fugirem de minha boca. Tudo que pude fazer era aceitar o cumprimento e sentir o choque de sua m�o grossa na minha. Ent�o nos sentamos e ele explicou todos os princ�pios de ser um integrante daquele grupo, e como tratar o corpo docente da escola. Perguntou porque eu fui escolhido, e disse que n�o sabia. Ele riu e me fitou intensamente antes de retomar a conversa.

No final, nos despedimos com mais um comprimento que deixou minhas c�lulas eletrizadas, e corri para a aula de educa��o f�sica. Havia perdido o lanche, mas n�o me importei.

Minha modalidade foi v�lei, obviamente. Todos elogiarem minha performance e fui escolhido capit�o do time. Dei de ombros. O professor pediu se eu n�o poderia ficar depois da aula pra arrumar a quadra. Me deu a chave que levava a piscina, e deu ordens de que eu poderia nadar ali depois disso.

Ap�s os t�rminos das aulas, j� suando de tanto jogar e treinar, guardei tudo como havia pedido e me dirigi para dentro do gin�sio at� as portas duplas que levavam a piscina. Era grande e s� a luz do fundo iluminava o local. Tirei a roupa e entrei apenas de cueca l� dentro, n�o ligando se poderia fazer isso ou n�o. A �gua era quente e me deliciei ali dentro, dando v�rios mergulhos e depois descansando meu corpo na borda.

Ouvi a porta ranger e passos de algo at� parar perto da minha cabe�a. Levantei os olhos e me deparei com uma sunga branca que marcava com precis�o o p�nis da pessoa. Engasguei quando encontrei os olhos do Daniel me fitando maliciosos.

- Sozinho aqui, Leon? – ele sussurrou, agachando ao meu lado.

Sai da borda e encostei minhas costas nos azulejos, porque minhas bochechas estavam queimando e meu p�nis pulsava descontrolado.

- E-eu j� tava de sa�da. – me vi gaguejar. Mas ent�o a �gua se mexeu do lado e ele estava pairado perto de mim, os cabelos negros molhados na nuca e aquele sorriso presun�oso de novo.

Ele riu e se juntou ao meu lado, seu ombro encostando no meu. Tentei n�o ofegar, muito mesmo demonstrar que estava excitado. Porque j� era constrangedor, e ainda mais com um homem. Era primeira vez que isso me acontecia. Daniel percebeu meu sil�ncio e virou para me encarar com certo divertimento no olhar. Senti minhas bochechas pegando fogo quando ele tirou uma mexa que ca�ra em meus olhos. Mas depois o silencio se quebrou quando disputamos corrida. Foi bom, passamos 19 minutos brincando dentro da piscina at� que resolvi sair, sentindo meus dedos dormentes.

Daniel riu atr�s de mim e parei de frente a ele para olha-lo.

- Que foi?

- Nada. � que, bom.. Sua cueca � bem transparente. – e com isso fitava de minha cintura abaixo ainda rindo fraco.

Corei e virei na mesma hora, a vergonha me tomando em cheio. Meu Deus, ele viu meu p�nis! Eu s� sabia pensar nisso, o cora��o acelerando. Ele estava volumoso e Daniel viu isso.

Ent�o ele abra�ou-me pela cintura e passou o queixo sobre minha cabe�a, j� que tinha 1,90 de altura. Suas m�os desceram at� a bainha da minha cueca e alisava o nariz no l�bulo da minha orelha.

- Vejo que voc� quer. – ele sussurrou, deliciado. – Voc� quer que eu te foda, n�?

Gemi baixo quando sua m�o acariciou meu pau grosso e pulsante. Sua outra m�o agarrou o bico do meu peito e apertou-o, me roubando outro gemido. Virei meu rosto e tentei encontrar seus l�bios: - Eu q-quero..!

Ent�o ele me levantou e passei minhas pernas por sua cintura. Daniel me deitou na borda da piscina e me beijava com f�ria, nossas l�nguas brincando uma com a outra. Desceu os l�bios at� o pesco�o, e percorreu a linha do meu tronco sugando cada parte at� chegar aonde a cueca impedia. Meu p�nis estava volumoso e eu queria ser saciado, ent�o ele sorriu pra mim e arrancou a cueca, deixando meu cacete pingando e ardendo de prazer. Urrei quando sua boca o abocanhou, fazendo suc��es moderadas e me deixando insano. Arquei as costas: - Forte. Mais forte. E fui atendido quando passou a chupar com mais velocidade, subindo e descendo. Gritei v�rias vezes enquanto ofegava e abria minhas pernas, os meus mamilos duro de tes�o.

Anunciei que iria gozar e achava que ele pararia por ali, mas Daniel esperou at� o meu leite espirrar dentro de sua boca e ele engoliu tudo.

Eu me sentia vulner�vel, vendo ele se levantar e tirando a sunga branca que revelou seu p�nis de 20 cm, grosso e enorme. Ele sorriu com minha surpresa e balan�ou ele pra mim.

- J� foi comido na bunda?

- N-nunca.

- Relaxa. – sussurrou ele me puxando pelos bra�os e me beijando com fome. – Vou ser carinhoso.

E sentiu sua l�ngua umedecendo a entradinha pequena e intacta, e meu pau voltava a pulsar com ardor. Ele terminou de lambe-lo e postou minha perna esquerda no seu ombro, afastando a outra com a m�o. A cabe�a do seu cacete enroscou na entrada e me corpo arqueou de puro tes�o, me deixando a beira da loucura. Eu n�o conseguia enxergar mais nada, tudo que eu queria era ser arrombado. Gemi baixo e clamei para que penetrasse, e ele enfiou com cuidado. Sentir aquele grosso pau dentro de mim me fez gritar de surpresa, e a dor que se seguiu era incomodante. Daniel esperou um pouco para ver se eu relaxava, e tentei segurar as lagrimas nos olhos. Depois enfiou mais ainda, encostando suas bolas em mim, e fez um movimento de vai e vem com carinho me deixando acostumar com seu p�nis. No come�o eu sentia dor, mas depois ele se transformou em um prazer que se atenuou com a for�a do seu cacete no meu c�.

- Aaah, harder, harder! – gritei, de bru�os. Ele usou mais da for�a e senti ser arrombado sem piedade, gritando de prazer e descontroladamente. Daniel arfava, o corpo ereto e a m�o bombardeando meu �rg�o gotejante. Eu gemia alto e me segurei em seus ombros, botando minha cabe�a na curva e bufando em seu ouvido. Meu corpo balan�ava com a for�a de sua penetra��o, e gritei que iria gozar, porque a fogo que queimou em meu ventre era forte e incontrol�vel. Joguei meu tronco para tr�s e Daniel apoiou-se tamb�m para tr�s, levantando minha bunda com seu cacete para cima. Gozamos juntos, num �pice enlouquecedor, e eu havia perdido minha voz e f�lego com meu grito de luxuria. Voltei ao seus bra�os e esperei ali, sentido seu leite escorrer da minha bunda at� a parte de tr�s das coxas. O meu saiu viscoso e sujou seu tanquinho, mas ele n�o se importou.

Impressionante. Nos beij�vamos com do�ura e ele suspirou em meu ouvido, arfante. Sorri e me deleitei quando nos enroscamos juntos no piso frio, a cabe�a deitada no seu peito.

- Voc� �... extraordin�rio. – disse quase sem voz. Estava todo suado.

- E voc� tem um traseiro delicioso. Voc� � delicioso. – Daniel respondeu, beijando minha nuca. – Acho que estou me apaixonando.

- Tamb�m. – e nos beijamos.

Depois disso, tomamos uma ducha e repetimos a dose.

Os dois �ltimos anos escolares que se seguiram, continuamos namorando e todos j� sabiam da nossa rela��o – foi bastante prazeroso ver as garotas murcharem com essa noticia. Quando completei 19 anos fomos a Yale, e l� ele me pediu em noivado. Hoje, com 24 anos, temos 2 anos de casados e vivemos felizes num apartamento em Bruxulas, B�lgica, onde ele tem uma firma de publicidade.

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