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MONSIEUR P

N�o vou dar meu nome, nem me descrever. Ningu�m acredita mesmo... verdade, a levar a s�rio o que aqui se escreve, o Brasil s� tem mulher gostosa e homem sarado e bem dotado!



Meu pai e militar e foi transferido para SP, o que me obrigou a transferir pra c� a faculdade tamb�m Primeiros dias, estava no Departamento Feminino – uma sala s� para as garotas – e comecei a bater papo com umas meninas da minha sala. Reclamei que os homens do Rio eram mais...interessantes. Protestos delas, eu precisava um tempinho pra acostumar. Uma disse: “al�m disso, aqui tem Monsieur P!”



-Queeem?



-Monsieur P. O m�ximo em mat�ria de homem.



-T� vendo? Paulista � muito discreto. N�o vi nada t����o assim..



-Claro. Ele s� aparece uma semana depois que come�am as aulas. Segunda, l� pelas dez, voc� vai conhec�-lo.



Confesso que fiquei curiosa, mas era quarta, e na sexta j� n�o lembrava da hist�ria. Veio a segunda. Desci para tomar um caf�, e ao passar na frente da Atl�tica quase ca� para tr�s. O tal Monsieur P s� podia ser aquele. Enorme, um e noventa e tal, quase outro tanto de ombro a ombro. Cabelos negros, revoltos, sorriso de comercial de creme dental, iluminado. Os olhos, jamais vi iguais: azul escuro, mas brilhantes. Sabe safira? È isso. Elegant�ssimo num terno claro, com o n� de gravata mais perfeito que j� vi. A garota que me falou dele me apresentou. Muito simp�tico, falou de um monte de lugares do Rio que eu adorava e ele tamb�m. Tocou o sino, e fiquei sem caf�.



-E a�, que tal?



-Muito bonito e simp�tico. Cara legal. (dei uma maneirada)



-Mmmm...n�o t�o legal. Ele � sedutor demais. Se deixar falar, ele come.



-Ihh... Nesse papo eu n�o caio.



-No meu, talvez n�o. Mas no dele...todas n�s j� ca�mos. O bom � que ningu�m se arrependeu.



O Mestre entrou na sala e me concentrei na aula. Ao sair, fui bater o ponto na Atl�tica e l�, Monsieur P perguntou como eu estava me adaptando, eu disse que a mudan�a n�o estava completa. Convidou-me para almo�ar. Como eu ia comer na cidade mesmo, topei.



Ela tinha raz�o. Vai ser sedutor assim na puta que pariu! Resultado: aceitei o convite para jantar no dia seguinte.



Me pegou, elegant�rrimo, terno escuro, camisa discretamente listrada num carro lindo, imponente.



Chegamos num restaurante acoplado a uma boate. Nunca tinha visto isso: Maître, gar�ons, gerente, barman, todo mundo foi puxar-lhe o saco. Quando apareceu o chef perguntei se ele era o dono dali. Ele disse que n�o, mas gostava de papo com o pessoal de restaurantes e bares. Comi como uma rainha, bebi como uma princesa e fomos dan�ar. Na primeira lenta, ele traduzia no meu ouvido a m�sica com uma voz que...bom, fiquei molhada. Senti um tes�o in�dito. Pedi pra ir embora.



-Para casa?



-Para onde voc� quiser.



E dei-lhe um beijo. Sua boca era macia, quente, sua l�ngua �gil, vi a hora que ia estar com o joelho molhado.



Chegamos a um bel�ssimo apartamento, que s� fui ver depois. Entrei beijando-o e arrancando as roupas. Ele roeu deliciosamente meus seios, os bicos de um tamanho que eu nunca tinha visto.



Ele levou aquela boca at� minha buceta. Fui à loucura. Quis retribuir.



DECEP��O!!! Um pintinho rid�culo, uns 3 cm, fininho, mol�ssimo. Mas era tarde, ele voltou à minha buceta, p�s um dedo e eu senti o que n�o sei explicar. Era um gozo por cima do outro, cada vez mais forte, sem fim, e me aconteceu algo que eu tinha ouvido falar, mas n�o acreditava: ejaculei!!



Agarrei seu pau e bati uma punheta alucinada como eu. Quando me acalmei e fui por na boca, quase ca� da cama.



Aquele pintinho rid�culo tinha se transformado num senhor caralho! Um palmo meu, uns 18-19 cms, grosso o bastante para te encher, mas n�o o bastante para machucar. Dur�ssimo, mas ao mesmo tempo, macio. N�o sabia o que fazer, estava gulosa para chup�-lo, mas minha buceta pedia pica. Atendi o pedido dela, montei e ele deslizou para dentro. Que del�cia!! Me enchia toda, e ele chupando meus seios...Ele virou, papi-mami e metia e tirava, ora com for�a, ora suave, às vezes r�pido, outras bem devagar, me fazendo sentir cada mil�metro. Gozei. Gozei. Gozei. Gozei de novo. E pedi;



-Por favor, esporra na minha boca!



Eu adoro beber porra...



Ele disse para eu abrir a boca. Tirou aquele caralho maravilhoso da minha buceta e de l� de baixo mesmo, mandou um jato que veio no meu nariz! Levantei a cabe�a um pouco e o segundo jato veio na minha boca. E o terceiro, e o quarto. Ele avan�ou sobre meu corpo. Vieram o quinto e o sexto. O s�timo veio quando ele j� estava dentro da minha boca. Gozei de novo e semi-apaguei. Quando reabri os olhos, aquelas safiras sorriam para mim. A� fui olhar com calma. Que corpo lindo ele tinha! Musculoso, mas nada artificial. Pernas lindas, pelos na medida certa e...incr�vel! aquela pica ainda dur�ssima!!



-Nossa, voc� quer mais?



-E voc�, quer?



Claro que eu queria. Nos meus at� ent�o cinco anos de trepadas, nada tinha chegado perto. Ele me deitou de lado, dobrou minha pernas e colocou uma um pouco à frente da outra. Ajoelhou entre minha bunda e as pernas, e colocou aquele pau gostoso de leve.Que tes�o! Nunca tinha feito assim! Quando entrou tudo, come�ou a foder cadenciadamente, enquanto acariciava meu cuzinho. Fiquei preocupada, pois sempre me machucava, mas estava t�o bom... quando dei por mim, estava gozando maravilhada, e havia tr�s dedos no meu cuzinho!. Tomada de louco tes�o gritei



-Fode meu cu, agora!



E ele foi colocando delicadamente. Dor? Nenhuma. Prazer? Muuuuuito. Quando tinha entrado tudo, come�ou a me foder. Cada vez mais fundo, cada vez mais r�pido. De repente, sem parar de foder, ele come�ou a tremer e vibrar seu corpo. Brotou do fundo da minha alma um grito que jamais imaginei:



-AHHAHHHHH! EU T� GOZANDO PELO CUUUUU!!!!!!!!!!



Gritei sem pensar, sem consci�ncia. Mas era verdade. Dar a bunda era gostosinho, mas aquilo era GOZAR DE VERDADE



N�o devia ter come�ado a escrever. Terei que parar para tocar uma siririca. Eu volto.

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