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A BUNDINHA DO MEU IRM�O CA�ULA � UMA TENTA��O!



Ol�, meu nome � Wallisson e tenho 19 anos. O que vou relatar aconteceu quando eu tinha 19 anos e meu irm�ozinho ca�ula, o Nicolas, tinha 19 anos. Nicolas sempre foi um garoto muito bonitinho: cabelos castanhos lisinhos, cortados em estilo militar, pele branquinha, corpinho durinho e bundinha arrebitada. Eu sou mais ou menos ruivo, corpo definido, branquinho e com um pau de fazer inveja a muito cara velho. Nunca tinha observado o Nicolas com outros olhos, at� um dia em que o vi indo para o banheiro s� de cuequinha branca, bem apertada... Cara�a! Aquela bundinha arrebitada me chamou aten��o; fiquei observando e, quando dei por mim, estava de pau duro. Com a desculpa de usar o banheiro, entrei e observei o Nicolas tomando banho: uma vis�o! Parecia uma garotinha, bem gostosinha e que bunda! Logo imaginei meu pau naquele cu. Tive que tocar punheta a noite toda. E assim fui levando a vida, cada vez com mais tes�o no Nicolas. Mart�rio mesmo era quando ele sentava no meu colo par brincar (parecia que fazia de prop�sito) e rebolava

Uma manh�, nossos pais haviam viajado, acordei para o caf�, s� de cueca e me sentei à mesa, na cozinha. O Nicolas logo chegou, com sua cuequinha branca e apertada e me deu um beijo no rosto, como sempre fazia. Sentou na minha perna e disse que tinha saudades de quando �ramos pequenos e brinc�vamos de cavalinho. Enlouqueci! Quando dei por mim, disse a ele:

- N�s podemos brincar de novo. S� estamos n�s aqui. – e logo o ajeitei no meu colo, de frente para mim, bem em cima do meu pau, que j� torava a cueca. Quem flagrasse a cena, se excitaria com a pose em que nos encontr�vamos.

Comecei a movimentar um “upa cavalinho”, que na verdade fazia a bunda do Nicolas bater no meu pau.

- Seu pau ta engra�ado... – disse ele – ta cutucando minha bunda... – e deu um leve sorrisinho.

- Ent�o � melhor a gente tirar as cuecas. – disse eu.

Tiramos as cuecas e logo encaixei aquela bundinha no meu pau. Comecei a olhar o Nicolas bem dentro do olho e perguntei:

- Ta gostando do cavalinho, maninho?

Ele, que j� percebera o que estava acontecendo, apenas respondeu:

- Si-si-sim.

Notei que o pau dele, embora pequeno, estava endurecendo; aumentei mais ainda os movimentos e ele come�ou a transpirar. Sem cerim�nia, segurei o pau dele e comecei uma bela punheta. O guri come�ou a gemer e me pedia para n�o parar. Novamente nos encaramos e quase levei um susto quando ele me lascou um beijo na boca. N�o me fiz de rogado e chupei a l�ngua dele. O guri gozou na minha m�o e eu espalhei minha porra pela bunda dele.

Nos encaramos e eu disse:

- Vem comigo.

Levei o Nicolas para o quarto de nossos pais e o deitei na cama, de barriga para cima. Beijei seus p�s, lambi cada cent�metro de seu corpinho branquinho e durinho. Chupei rapidamente seu pauzinho, pois queria mesmo era me demorar naquela bunda: mordi aquelas n�degas e lambi muito aquele cu. O Nicolas se contorcia de tes�o e minha l�ngua queria penetrar a alma daquele tes�ozinho. Subi nas lambidas e nos beijamos novamente. Disse a ele:

- Agora � sua vez. Vai mamar o pau do mano.

Ele n�o se fez de rogado e abocanhou minha jeba. Falei para ele imaginar que estava chupando um belo sorvet�o, que logo daria um caldinho todo especial para ele. O guri descia a linguinha a cada cent�metro e acariciava as bolas envoltas nos meus pentelhos ruivos. Fez um boquete como poucos fariam. O peguei no colo, o beijei novamente e disse:

- Vou te comer. Posso?

- Mas a� eu n�o vou ser viadinho, mano?

- L�gico que n�o! – respondi – Entre irm�os n�o existe esse lance.

O beijei de novo e comecei a acariciar seu pau. O deitei na posi��o frango assado, lubrifiquei o cuzinho com minha saliva e, para ele se acostumar, fui colocando os dedos: um, depois dois... O Nicolas rebolava que nem uma puta no cio. Aquilo me enlouquecia mais ainda! Comecei a enfiar meu pau, bem devagar. Passou a cabe�a e o cu dele, ferozmente, foi abocanhando cada cent�metro da minha vara. Quando ele se acostumou, comecei a bombar, at� sentir minhas bolas batendo naquela bunda tesuda. Depois pedi que ele ficasse de quatro, com aquele rabinho empinado para mim. Era mais excitante ainda comer o Nicolas naquela posi��o, pois sua bunda ficava ainda mais saborosa. Eu n�o resisiti e comecei a estapear aquele guri safado. O Nicolas gemia e rebolava. Finalizamos nossa trepada com uma cavalgada de tirar o f�lego: nos beijando de l�ngua enquanto meu pau entrava at� o talo no cu do meu maninho. Gozamos juntos, encharcados de suor. O Nicolas sorriu para mim e eu o beijei. Dormimos juntos e abra�adinhos. Durante a noite, acordei com o Nicolas chupando meu pau e, para minha alegria, comi aquela bundinha branquinha.

Ficamos um bom tempo nesse joguinho, at� o dia em que nosso pai descobriu...

Mas isso � assunto para o pr�ximo conto!

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