O conto relatado a seguir foi me mandado por uma pessoa amiga que n�o teve coragem de public�-lo, pois mora em uma cidade pequena e tem medo de ser descoberta. A partir de agora passo a relatar em primeira pessoa. "Moro numa cidade do interior onde todos ser conhecem, e muitas familias ainda tem o costume de frequentar a igreja e se confessar. Eu, que n�o podia fugir a regra tamb�m me confessava, mas apenas os assuntos corriqueiros, quando uma amiga mais velha me disse que eu deveria contar tudo, at� os meus pensamentos errados. No inicio fiquei meio inibida, mas pensei melhor e achei que deveria pagar pelos meus pecados, fui ao confessionario e contei ao padre que n�o era mais virgem, senti que ele se remexeu na cadeira e depois come�ou a fazer perguntas a respeito como quando foi, como foi, o que senti, etc... a partir dai comecei a pensar mais a respeito e percebi que ficava excitada apenas contando isso a ele. E a cada vez que ia la, tinha mais pensamentos errados a serem contados de modo que minha confiss�o se resumia ao assunto sexo. As vezes ficava t�o excitada que chegava em casa e me masturbava como louca imaginando eu com o padre pois ele chegava a perguntar coisas meio duvidosas como em que posi��o eu ficava, se eu gostava, se sentia muito prazer, essas coisas... Certa vez, cheguei em casa e fui tomar um banho, quando o chuveirinho passou pela minha vagina e senti um tremor diferente, passei de novo e a mesma coisa... foi ai que descobri outra maneira prazeirosa de me dar prazer, fazia isso todos os dias no banho, e contei isso ao padre, ele por incrivel que pare�a me disse que era bom eu descobrir meu corpo e meus pontos mais sensiveis. Eu fiquei assustada, mas ao mesmo tempo excitada e dizia ao padre que nà o conseguia mais me segurar, que me masturbava todos os dias e que pensava nele, perguntei a ele o que deveria fazer para acabar com isso, ele me disse que pensaria em algo e que eu voltasse depois das 5. Voltei e fui procur�-lo nos fundos da igreja, ele estava distraido e n�o viu quando eu cheguei, estava mexendo com algumas bebidas e me ofereceu um gole, eu aceitei pois estava nervosa por estar l� sozinha com ele. O que eu n�o sabia � que ele havia misturado algo para me deixar meio sonolenta, a bebida estava doce, eu gostei e pedi mais um pouco. E ai quando eu estava mais solta, come�amos a conversar e fui ficando meio tonta, mas ainda lucida, pude ver qual era a inten��o dele, ele disse que tentou mas que n�o conseguiu e agora eu estava l�, de sainha, uma blusa fininha... tentando ele a mais um desafio. ele disse que talvez teria o remedio certo para mim, eu sorrindo disse a ele qual seria, ele me disse que s� daria o tal remedio se eu n�o contasse a ninguem, pois sen�o todo mundo iria querer. Eu concordei, me sentando num sof� que estava ali perto, ele foi chegando e disse que o remedio era muito bom, mas que talvez eu estranharia, pois ele era tipo um supositorio, eu disse que tudo bem, entà o ele me virou de costas deitada no sofa e disse que o remedio era um pouco incomodo porisso ele iria passar uma anestesia e que eu n�o me preocupasse. Eu estava sem condi��es de reclamar, mas tbm nem queria pois aquela massagem estava me excitando, pois ele fazia movimentos circulares no meu anelzinho me fazendo dar leves reboladas, e as vezes escorregando o dedo at� minha xaninha que ja estava toda meladinha, ele dizia que esse meladinho iria ajudar a entrar o remedinho, eu quietinha... ele disse que quando a bundinha esquentava � pq tava pronta pra receber o remedio, ent�o ele chegou a lingua pertinho e disse que ia ajudar a esquentar e delicadamente foi colocando a lingua no meu reguinho e me chupando, aquilo tava me levando ao delirio e eu gemia baixinho, e sei que ele estva gostando daquilo, pq a cada gemido meu, ele abria mais minha bundinha colocando a lingua mais no fundo. Depois de quase me levar ao gozo, ele parou de repente e disse: acho que j� ta prontinha pra levar o remedinho, dizendo isso foi tirando a roupa e montando em cima de mim, disse para n�o me preocupar que depois que tomasse esse remedinho tudo ia melhorar, eu disse que sim, que podia ir em frente que eu estava preparada ent�o ele foi abrindo minha bunda com as mà os e foi encaixando sua pica, que por sinal era bem grossinha, de modo que doeu um pouco e eu gritei, ele segurou meus cabelos e disse que eu tinha que ser forte, que logo iria passar, e foi colocando eu fui relaxando e a coisa foi melhorando, quando dei por mim, ele estava me fodendo com muita for�a e eu estava adorando, impinava mais a bunda pra ele colocar mais, e ele dizia, isso.... rebola bastante pro remedinho entrar todo...... vc vai ficar saradinha.....metia t�o bem aquele homem..... quando metia eu ouvia ele me xingando baixinho de cadela, putinha, vagabunda, piranha.... eu disse pra ele falar mais alto e ele me puxou pelo cabelo, e disse no meu ouvido que eu era a putinha mais gostosa que ele j� tinha fodido e disse que eu precisava de muito remedio, que eu era uma cadelinha bem obediente e que o pau dele tinha encaixado certinho no meu cuzinho porisso ele queria mais vezes... eu disse que faria tudo que ele quisesse pq ele metia gostoso demais.... quando eu disse isso ele encheu meu cu de porra dando um urro como um animal e me puxando com for�a pra tras. Quando acabamos, ele tirou o pau de mim ja meio sem for�as e vimos escorrer do meu reguinho um monte de porra, ele viu e disse como vc ve passei mais remedio do que deveria, tanto que esta at� escorrendo, porisso nada mais justo do que vc limpar o tubinho do remedio, vc n�o acha? Eu disse que tudo bem, e pedi que ele n�o contasse a ninguem, mas antes que eu acabasse de dizer isso, ele pegou minha cabe�a e levou em dire��o ao seu pau e eu comecei a chupar.....hum....chupei muito e queria ver aquele pau em p� de novo, isso logo aconteceu, ficou dur�o e ai pude ver a beleza que era aquela pe�a rara, devia ter uns 18cm e era bem grossinho, eu passava a lingua em toda a cabe�a fazendo aquele macho gemer na minha m�o.... que delicia.... dai ele me levantou e disse que iria me dar mais remedio, perguntou se eu queria eu disse que sim. Ent�o ele me deitou no sofa e come�ou a me chupar, chupava muito gostoso, quando passava a lingua no meu grilinho em circulos, ou chupava com for�a, ou bem de leve me fazendo levantar o quadril levando minha xana at� sua boca..... ele dizia.... Potranquinha, vc quer mais vara, quer? eu disse que queria o remedio, ele disse est� bem... e levou a cabe�a do pau at� a entradinha e ficou pincelando um bom tempo, eu j� nà o estava mais aguentando de tes�o e perguntei se ele n�o iria colocar, ele disse que eu teria que implorar, ent�o tomada de desejo eu disse, por favor, me penetre.... ele disse assim nà o, quero que vc pe�a, implore como uma puta de verdade.... entao eu disse.... coloque seu pau em mim.....enterra essa pica logo em mim, seu filho da puta!!! quando disse isso ele colocou a cabe�a, mas como estava toda encharcada, com um movimento meu enterrou tudo de uma vez, me fazendo soltar um longo gemido de prazer, ele sorria ao dizer, � disso que vc gosta, n�o �, pois entà o tome! e come�ou a me foder como louco, eu adorando tudo aquilo pedi pra ficar em cima dele, ele me virou e disse cavalga gatinha... eu cavalgava com muita maestria pois queria gozar mais.... esqueci do mundo la fora e cavalguei muito at� que o gozo foi chegando, eu n�o aguentei e gritei muito fazendo meu macho gozar tbm.... assim que terminamos, me dei conta da hora e tive que me recompor pra poder ir embora, mas quando ia saindo olhei pra ele e disse que tinha adorado o remedio, ele sorrindo me disse que sempre que precisasse eu poderia tomar aquele remedio totalmente gratis, assim sempre que preciso vou la, tomo varias doses daquele remedio e logo estou bem, pronta pra outra!