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JUCA, O MELHOR AMIGO DO MEU IRM�O � PARTE V

Juca, O Melhor Amigo do Meu Irm�o – Parte V (Revela��o)



Quando acordei pela manh� continuei confuso... Quem teria sido a outra pessoa que me possuiu naquela noite e de uma forma t�o rude... Com certeza n�o tinha sido o Juca, pois sempre foi muito carinhoso ao me possuir e ao retirar sua rola de meu rabinho... Sempre de maneira carinhosa, devagar, deixando-me muito excitado, fazendo-me às vezes implorar para n�o retirar seu membro de dentro de mim...



Fui tomar meu banho e “N�O CONSEGUIA PARAR DE PENSAR NO QUE HAVIA ACONTECIDO � NOITE (PARTE IV)... NOS SONS QUE ESCUTEI... NA MANEIRA QUE FUI SODOMIZADO... NA GOZADA FORTE DENTRO DE MINHA BUNDA, DE UMA ROLA ESTRANHA DE ALG�UM QUE N�O VI, POIS ESTAVA VENDADO”...



Do coment�rio feito ao Juca, dizendo ter adorado foder um carinha com uma bundinha toda arrebitada, macia e do cuzinho apertadinho... Ao relembrar esses detalhes, cheguei a ter uma ere��o e isso mexeu muito comigo... Ao terminar o banho, vesti uma calcinha branca, fio dental, com al�as laterais bem finas... Ficou maravilhosa, pois estava bem bronzeado e fui deitar na cama, estava cansado e com muito sono... Despertei com vozes no quarto e percebi que meus olhos estavam vendados, meus pulsos amarrados e com os bra�os esticados acima de minha cabe�a... Minhas costas estavam apoiadas em algo macio, deixando-me um pouco mais elevado em rela��o à cama... Minhas pernas estavam livres... Fiquei nervoso e gritei: “JUCA CAD� VOC�... JUCA”... Mas s� escutei vozes: “AII... AIII... JUQUINHA... METE MAIS... MAIS... TÁ GOSTOSO... METE TUDO AT� O TALO, NESTE RABINHO QUE VOC� DESVIRGINOU... DEIXA-ME SER SUA MULHERZINHA... VAI ME COME GOSTOSO... ISSO... ASSIM... UUUIIII... VAI MEU MACHO, COME... FODE TEU MELHOR AMIGO DE NOVO”...



Juca estava transando com algu�m, cuja voz j� tinha escutado em algum lugar, àquela sensa��o de s� escutar, come�ou a excitar e tive uma ere��o... A pessoa com quem Juca transava, urrava, gritava alto, pedindo para que enfiasse mais forte, que continuasse at� gozar dentro de sua bunda, que o fecundasse... Escutei Juca gemendo e outra pessoa gritando: “ISSO MEU MACHO... AAAAAAAAAAI... QUE GOSTOSO... AAAAAAAI... COMO � QUENTE... MAAAIS... QUERO MAIS FORTEEEE... POR FAVOR, MEU GARANH�O”... Por um breve momento s� escutava os dois ofegantes...



Aquela voz, aonde tinha escutado?... N�o conseguia lembrar o dono daquela voz, apesar de ser t�o familiar... Sentir uma m�o alisando meus peitos e uma l�ngua quente percorrendo meu pesco�o e chupando os bicos de meus peitos... Fiquei arrepiado e excitado, mas ao senti minha rola ser abocanhada por uma boca quente e macia, eu gritei: “AAAIIIII... HUUUM”... A sensa��o daquela boca quente, do deslizar da l�ngua por toda a extens�o de meu p�nis... “ESTAVA ADORANDO... ESSA SENSA��O NOVA... UUUUIIIIII”... Logo depois sentir outra l�ngua abrindo caminho em minha bunda... “CARAMBA!... SOLTEI GRITINHOS... COMO ESTAVA GOSTOSO SER CHUPADO... SER DEGUSTADO... SEM PODER VER SEUS ROSTOS... GEMIA E ME CONTORCIA TODINHO... FICAVA TODO ARREPIADO QUANDO MEUS BICOS ERAM SUGADOS”...



Sentir aquela l�ngua quente for�ando e penetrando minha rodinha foi maravilhoso... Nesse mesmo instante sentir um cacete duro, �mido, quente e latejando, encostar-se em meus l�bios e pedir passagem... N�o fiquei acanhado e comecei a passar a ponta de minha l�ngua em movimentos circulares na cabecinha daquela rola... Quando comecei a chup�-la como a um pirulito, pude ter uma no��o do volume... Minha rodinha sentia outro membro lubrific�-la e pedir passagem, for�ando sua entrada... Gemia e n�o parava de chupar àquele cacete grosso, duro e gostoso... Meus bicos deixaram de ser sugados e puder sentir minha bunda ser invadida por um cacete que queria chegar o mais r�pido poss�vel ao fundo do po�o, sem paradas, apenas avan�ando, mais e mais e mais, sem d�, sem pena... Estava doendo, pois era uma rola muito grossa... N�o aguentei e gritei: “AIIIII... TÁ DOENDO... AIIIIIII... AAAAAAAAAAAHHHH...



N�o adiantou gritar, continuou a empurrar aquele mastro e iniciou um movimento de vai e vem forte... Gemia e continuava a chupar mais e mais... Percebi mesmo vendado, que o cara que estava chupando meus bicos, batia uma punheta e dizia: “ISTO... VAI MANO... VAMOS FODER GOSTOSO ESSA BICHINHA... EU TAMBEM QUERO SER CHUPADO E COMER ESTA BUNDINHA”... Senti quando o dono da rola que eu chupava come�ou a gemer e a se contrair todo, segurando minha cabe�a para que n�o conseguisse tirar a rola dele de minha boca...



Nesse momento sentia pela primeira vez um macho gozando dentro de minha boca... Puxa vida!... Come�ou a escorrer por minha boca e para minha surpresa continuei a chupar aquela rola que estava latejando r�pido e de repente ele tirou sua rola de minha boca e gritou: “VOU GOZAR EM CIMA DE VOC� SEU VEADO”... Sentir o jorro daquele esperma quente em cima de meus peitos e rosto... Logo ap�s sua voz abafada: “VENHA SUA PUTINHA... AGORA CHUPE E LIMPE ESTE CACETE... MINHA GATINHA DELICIOSA”... Introduziu novamente sua rola minha boca e passei a chup�-la e a limp�-la com minha l�ngua... Quando pensei que tudo ia se acalmar, escutei: “SAIAM QUE AGORA VOU VIRÁ-LO DE BRU�OS E ENTERRAR MEU CACETE AT� O TALO, NESTA BUNDA GOSTOSA”...



Fui virado de bru�os pelo macho que comia minha bunda e deixando todo o peso de seu corpo em cima de mim, sua rola entrou rasgando de uma s� vez e ficou toda enterrada em meu rabinho... Era grossa, latejava muito dentro de mim... Como era cruel aquele homem... S� pensava em foder minha bunda, tinha prazer em me ver gemendo e implorando para parar... Algumas vezes me deixava de quatro e fazia um vai e vem forte e r�pido, tirando seu cacete de dentro de minha bunda e o enfiando com tudo... Sentia seus test�culos batendo em minha bunda... Gritei... Implorei... Pedi: “POR FAVOR... EU FA�O O QUE VOC� QUISER... SOU SUA PUTA... SUA VADIA... SUA BICHINHA... MAS PARE... POR FAVOR... MEU MACHO GOSTOSO”...



Foi burrice implorar daquela maneira, para que parasse... Minhas palavras parecem que o deixaram mais excitado e louco, pois aumentou o ritmo de seus movimentos e de forma bruta enfiou e tirou sua rola grossa de dentro de meu rabo, muitas vezes num ritmo forte e brutal, at� que gemendo gritou: PUTA QUE PARIU!... PORRA! VOU GOZAAAAAAR”...



Foi diferente de tudo que j� havia sentido antes, mas sentir aquele macho com sua rola dura toda enterrada dentro de minha bunda, se contorcendo e falando que tinha sido a bunda mais gostosa que j� havia comido, foi realmente excitante e incr�vel... Contraiu-se muito e a press�o que sua rola exercia em minha bunda era muito gostosa... Minha rola ficou super sens�vel e apesar da forma rude e grotesca como me comeu, esse homem consegui fazer o que s� o Juca tinha conseguido antes, deixar meu p�nis super sens�vel a ponto de eu quase gozar de pau mole... Retirou logo seu cacete de dentro de mim de maneira r�pida e isto doeu, me fazendo gritar: “AAAAIIIII”... Imediatamente falou: “DEIXA DE FRESCURA SUA BICHA... DEIXA DE SER VADIA”... Permaneci de bru�os por alguns minutos e um pouco assustado com o que havia acabado de acontecer... Alguns minutos depois algu�m soltou meus bra�os e fui desamarrado... Quando retirei a venda, vi que era o Juca... Juca sorriu e eu perguntei: “O QUE ACONTECEU?... QUEM S�O ELES JUCA?”... Juca apenas sorriu e mandou que tomasse banho, para poder jantar... Juca n�o comentou nada e ap�s o jantar fui dormir...



No dia seguinte enquanto escovava meus dentes, tomei um susto ao virar e olhar para a porta do banheiro... Um homem negro, alto e musculoso estava me observando e sorrindo disse: “COMO VAI AMIGUINHO?”... Aproximou-se por tr�s de mim e puxou-me de encontro a seu corpo... Meu cora��o disparou... Sentir seu cacete aumentar de volume e ro�ar em minha bunda, que estava protegida apenas com uma calcinha fio dental rosa... Fiquei sem conseguir falar nada, paralisado e tremendo... O Negro come�ou a lamber meu pesco�o e arrancou minha calcinha... Eu estava em p�nico... O negro baixou o seu cal��o e me empurrando-me de encontro à bancada da pia, deixou-me de quatro e come�ou a esfregar a cabe�a de sua rola em meu anel... N�o sei o que aconteceu comigo, n�o conseguia fazer nada, estava passivo, aterrorizado e me sentindo totalmente dominado...



O Negro come�ou a cuspir em sua m�o e a esfregava saliva em meu cuzinho, deixando-o todo lubrificado... Sem perder tempo come�ou a for�ar sua rola de encontro a meu anel... Sentia aquela cabe�a abrir caminho, sem pedir permiss�o, apenas satisfazendo às vontades do dono... Ela abria o caminho para dar passagem àquele mastro volumoso, que era enterrado cent�metro a cent�metro, sem discuss�o, em total submiss�o e passividade dentro de meu rabinho empinado... O Negro chupava e mordia minha orelha, meu pesco�o e puxava minha bunda empinando-a de encontro a seu cacete, enterrando-o mais e mais e de forma involunt�ria apertei aquela rola maravilhosa com meu anel... O Negro falou: “EITA CADELINHA DO ANEL APERTADO... ISSO APERTA MAIS... SATISFAZ TEU MACHO VEADINHO... BEM QUE ME DISSERAM QUE ESSE SEU CUZINHO � DELICIOSO”... J� n�o sentia medo, apenas gemia: “AAAAAIIIIII... MAIS NEG�O... MAIS... EU QUERO MAIS”... At� hoje n�o sei por que falei aquilo, porque agir daquela maneira louca, mas sentir a for�a de seus m�sculos, o calor de seu corpo em contato com meu corpo e o seu dom�nio total sobre mim, deixou-me louco para ser possu�do, fodido, enrrabado, comido por aquele macho negro...



N�o estava me sentindo mais t�o inocente, principalmente depois de tudo que experimentei na noite passada... “COMO AMEI... COMO ADOREI SENTIR �QUELE NEGRO ME COMENDO... ME DOMINANDO... ME FODENDO... SEM PERGUNTAR SE EU QUERIA DAR... SIMPLESMENTE ME COMEU E INJETOU DENTRO DE MIM SUA ESS�NCIA DE MACHO”... Sentir poder, pois apesar de ser um homem forte, musculoso e dominador, n�o conseguia resistir aos apertos de meu anel... Ao apertar v�rias e v�rias vezes aquela rola maravilhosa com o meu cuzinho, enquanto ele fazia um vai e vem, pude sentir o exato momento em que sua rola come�ou a latejar rapidamente e a press�o em minha bunda aumentou... O Negro gemia e se contorcia de tanto prazer... Gozou forte dentro de mim sussurrando sacanagens... Ainda dentro de mim falou: “O BRANQUELO... ADOREI COMER SUA BUNDA... SEMPRE DIVIDO AS COISAS DO JUCA... VOC� REALMENTE SUPEROU MINHAS EXPECTATIVAS... SORRIU E FOI TIRANDO SEU CACETE DE DENTRO DE MIM, VESTIU SEU CAL�AO E SAIU DO BANHEIRO”...



Ap�s o banho fui à cozinha para tomar o caf� da manh� e escutei àquela voz familiar, que n�o conseguia lembrar a quem pertencia... Ao entrar na cozinha, tomei um baita susto, pois l� estavam O JUCA, O NEGRO E O MEU IRM�O... Fiquei p�lido ao ver meu irm�o... N�o podia afirmar, pois estava vendado, mas aquela voz que escutei quando o Juca transava com outro homem, era muito parecida com a voz de meu irm�o... Meu irm�o abra�ou-me e disse que tinha vindo me buscar... Minha cabe�a ficou a mil e at� hoje n�o consigo encarar o meu irm�o... N�o posso provar, mas acho que foi meu irm�o o cara que me comeu quando fui vendado pela primeira vez (Parte IV) e tamb�m o cara que transou com o Juca, pois a voz que escutei era muito parecida com a dele... Como se n�o bastasse tudo o que estava sendo revelado, o pior estava para acontecer quando retornei para minha casa... Fiquei t�o confuso com tudo em minha cabe�a, que me esqueci de tirar a calcinha fio dental que vestia na casa do Juca... Mam�e ao entrar em meu quarto flagrou o exato momento em que estava tirando a calcinha fio dental e o pior foi como iria explicar as marquinhas de biqu�ni que eu tinha...



Sandro Becker



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