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UM BANHO MEMOR�VEL!

Sou daquelas pessoas que aprenderam com a vida a esperar o inesperado. Afinal vamos aprendendo a lidar com os momentos da vida, em que n�o podemos deixar a oportunidade passar.

Sempre tive namoradas e me considero um homem m�sculo, com um belo corpo, devido ao fato de praticar esportes, em especial a capoeira, que adoro. Mas como nunca estamos satisfeitos com o que temos ou como estamos resolvi entrar para uma academia, dessas com personal trainer e tudo mais.

Me senti um novo homem e estava feliz com os resultados da malha��o. Meu instrutor tinha experi�ncia de sobra e fazia um trabalho muito bom comigo. Apesar de tentar n�o ser machista, nunca fui de observar corpos masculinos, seja como um todo ou em partes. Contudo, J�lio, meu personal trainer, tinha um corpo bastante bonito, totalmente definido, sem exageros, exatamente como eu gostaria de fazer com o meu pr�prio corpo. E no auge de seus 40 anos, dava inveja na garotada que treinava por l� no turno da noite.

Come�amos a desenvolver uma amizade muito legal e sempre que poss�vel estic�vamos o tempo de treino, entre um bate papo e outro.

Como eu treinava no hor�rio ap�s as 21 horas, pela tranquilidade do local, fic�vamos at� a academia fechar. Fazia essa rotina todos os cinco dias da semana.

Confesso que o ambiente de academia � bastante estimulante. Os corpos expostos por um longo tempo despertam fantasias e desejos dos mais diversos. � muita gente bonita junta num mesmo espa�o.

Mas como disse no inicio, o inesperado acontece. Certa vez minha namorada havia me perguntado se eu havia pensado em ter algum tipo de experi�ncia com outro homem. Refutei imediatamente! Isso jamais passara pela minha cabe�a e nem eu quereria que passasse. Levamos para o lado da brincadeira e ficou por isso mesmo.

Num dia desses, enquanto estava no banho da academia, me veio essa lembran�a rapidamente, mas n�o dei vaz�o a ela, at� porque estava sozinho l� naquele dia.

Mas, com o passar dos dias, me peguei observando mais atentamente os outros rapazes que tomavam banho ali. Busquei ser o mais discreto poss�vel, porque n�o queria que pensassem nada a meu respeito que levantasse d�vidas sobre minha masculinidade.

Me percebi atra�do pela famigerada curiosidade masculina sobre o tamanho do p�nis do outro. Quest�o de auto-afirma��o? Pode ser, mas passei a reparar nos homens no banheiro todos os dias. E foi nessas “repara��es” que me vi impressionado com o tamanho do p�nis do J�lio. Al�m de um corpo todo definido, com a musculatura do ombro formando um trap�zio torneado, deixando as costas retas, afinando para uma cintura que moldava um bumbum perfeito, redondo, firme, sobrepondo a dois pares de pernas, n�o muito lisas, que apresentavam coxas grossas, torneadas por demais. Seu t�rax, com um pouco de pelo, mostrava o famoso “tanquinho” sem nenhum grama de barriga e ali, pouco abaixo, meus olhos admiravam um membro arqueado, por�m grosso, com uns 19 cm talvez. Minha cabe�a come�ou a fantasiar como seria esse homem quando estava excitado. Um pensamento ligeiro logo se desfez, permaneceria, entretanto, cada vez mais tempo presente em minha cabe�a.

Tanto foi que n�o estava mais em condi��es de tomar banho junto com J�lio, pois a mera vis�o de seu corpo se desnudando j� me deixava excitado. Me assustei inicialmente, mas achei que somente minha cabe�a saberia a causa daquela excita��o e portanto estava seguro. Ledo engano.

Em um dos dias, numa sexta-feira, se n�o me engano, J�lio demorou mais que o normal pra entrar no chuveiro. Havia me pedido uma carona, pois mor�vamos na mesma regi�o, e eu prontamente assenti. Fui para o vesti�rio e me despi, indo para debaixo do jato quente e relaxante. Como estava s�, aproveitei pra deixar a �gua mais quente e gerar aquela fumacinha gostosa dentro do box onde me encontrava. Me perdi da hora. Comecei meus devaneios e quando dei por mim estava completamente entumescido, com um p�nis rijo e me acariciando com um tes�o enorme. Sempre tive a bunda definida por conta da capoeira e era meu sucesso com as mulheres. Mas naquela noite, enquanto me deliciava com a imagem dos corpos dos rapazes da academia, senti um toque sutil, por�m firme tocando minha bunda. Arrepio e surpresa me possu�ram. J�lio estava ali dentro do meu boxe, encoberto pela fuma�a, totalmente nu, com seu membro j� n�o t�o arqueado e me olhando fixamente. N�o tive rea��o alguma. Estava petrificado, sem saber o que fazer. Mil coisas passaram pela minha cabe�a, desde empurr�-lo firmemente e questionar o que era aquela atitude at� me entregar as suas m�os quentes e firmes que novamente vinham ao encontro de meu bumbum.

Um misto de desejo e medo se apoderou de mim, mas por um desses estratagemas do destino, me senti puxado para junto de J�lio que cerrando os olhos me beijou longamente. Sentir seus l�bios nos meus me fez esquecer quaisquer conceitos ou “pr�-coinceitos” que j� pudesse haver formulado. Medo, pudor j� n�o mais imperavam. Deram lugar ao desejo e à vontade de conhecer o novo. N�o com essa racionalidade com que agora escrevo, mas com um �mpeto que me fez entregar tudo que tinha naquele momento – a mim mesmo.

Ap�s o longo beijo, senti que nossos corpos colados buscavam mais espa�o. Eram os p�nis de ambos que explodiam, na demonstra��o vis�vel do desejo. Agora podia sem medo ver e tocar aquele pau grosso, maior que o meu, latejante e que me fazia delirar. Deslizei minha m�o sobre ele lentamente. Meu primeiro toque fez J�lio tremer, o segundo toque, com as m�os espalmadas fazendo esticar a pele rubra, o fez gemer. N�o havia como deixar de ver bem de perto, aquele monumento de sexo, que agora me dava uma nova oportunidade de sentir outros prazeres. Escorreguei meu rosto pelo peito de J�lio que, encostado na parede, ofegante, deixava-se levar pelas minhas novas descobertas de um novo corpo e senti cada m�sculo firme, modelando minha descida, mesclada com espuma e �gua. Meus olhos fechados, aumentavam a sensa��o do tato e minha pele presenteava-se com novas descobertas. Os pelos pubianos grossos e fartos me fizeram perceber que era hora de abrir os olhos e contemplar meu desejo mais insano, ali na minha frente um obelisco, um monumento ao desejo. N�o cabia em mim de tes�o. Jamais havia sentido aquela sensa��o, tudo era novo e intenso. Acariciei mais uma vez a cabe�orra, com aponta dos dedos passando por cada pedacinho dela, como que redesenhando as linhas de um cone perfeito. J�lio gemia de tes�o, tocava em pontos sens�veis que faziam seu corpo tremer e sua voz rouca sussurrar meu nome. Que del�cia!

N�o me contive mais e dei-lhe um beijo nos test�culos. O vigor de suas pernas n�o permitiu que ele arqueasse o corpo, mas me instaram a continuar com minha empreitada. Meus sentidos nada mais distinguiam. Percebi que sempre desejara aquele momento e agora sorvi seu p�nis grosso como o glut�o abocanha seu sorvete mais delicioso. Suguei com vontade, envolvendo seu pau com minha l�ngua, movendo minha cabe�a para frente e para tr�s. A �gua quente me dava mais tes�o e me estimulava cada vez mais. Os gemidos daquele homem me faziam querer mais e mais... ficar ali por horas a fio... Senti um visco em minha boca, mas sorvi-o tamb�m sem me deter. T�-lo em plena excita��o valia tudo naquele momento. Minhas m�os cobi�osas buscavam seu bumbum dur�ssimo e suas coxas de pelos sens�veis e macios. Me agarrei a elas e fui subindo, ro�ando meu corpo contra o dele ate nos encontrarmos em mais um beijo que agora prefigurava uma �pica batalha de l�nguas desejosas de sucumbir à vontade da outra.

Nossas m�os l�pidas e fagueiras bailavam sobre nossos corpos encharcadas, inebriados pela vol�pia do momento.

Gentilmente, J�lio me tomou em seus bra�os e me virou. Tomava agora conta da situa��o e era sua vez de me dar prazeres inimagin�veis at� ent�o. O pau dele estava completamente duro e era grande demais, fiquei hipnotizado com aquela vis�o.

J�lio ent�o come�ou a ro��-lo em mim a partir das pernas, subindo em um remelexo que me deixou mais excitado ainda. Percebi que aquilo era mais prazeroso que eu pudesse sonhar. Pensei em minha namorada. Pude vislumbrar, ainda que por um min�sculo peda�o de tempo, as sensa��es que ela poderia sentir naquela situa��o. Foi nessa hora que me apoiei na parede e empinei meu bumbum redondinho. O recado foi entendido e recebido com carinho de um beijo na ponta de minha orelha e beijos safados pelo meu pesco�o. J�lio me tomou pela cintura e lentamente tocou minha bundinha com seu pau. Tremi, de medo e de prazer, numa mistura que n�o sei ate hoje como explicar. Seus dedos am�veis e safados auxiliavam no processo de propiciar uma sensa��o agrad�vel. E assim foi. A cada movimento, uma ousadia nova, um avan�o maior.

Num momento em que eu relaxei, J�lio ent�o me penetrou n�o muito depressa e eu senti “tudo aquilo” me preenchendo, me rompendo, num misto de prazer e desejo. Suas m�os agora me abra�avam a cintura e tocavam meu membro. Sentia um prazer duplo, de seus movimentos atr�s de mim, num frenesi de vai-e-vem, e de suas m�os, mexendo com habilidade �mpar em meu pau duro e latejante, fazendo-me esquecer de qualquer coisa fora daquele momento. Est�vamos s�s, livres pra nos expressarmos e assim o fizemos. Fomos aumentando os gemidos e pedidos de mais e mais.... Nomes surgiam, desejos secretos eram verbalizados enquanto a velocidade dos movimentos faziam com que busc�ssemos mais rapidamente o gozo.

Num �pice da vol�pia insandecida, urramos juntos e nossos paus jorravam o gozo contido. Dentro de mim e em sua m�o, a prova cabal de que nada pode ser descartado como possibilidade de prazer. Um beijo carinhoso e terno selou a cena, ainda com direito a car�cias suaves que acompanhavam nosso retorno à normalidade de nossos corpos.

A �gua ca�a no ch�o, os olhares ainda se entrecortavam e eu aprendi que homens s�o uma fonte de prazer quase inenarr�vel.

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