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SEXO COM COLEGA DO ONIBUS

Chamo-me Adriana e tenho hoje 31 anos, mas essa historia aconteceu quando tinha aproximadamente 23 anos, loucuras de uma pessoa inconsequente que a se ver livre, longe de todos (fam�lia, pessoas conhecidas e noivo) foi capaz de cometer atrocidades. Bom mais vamos come�ar: Nesta �poca tinha acabado de entrar na faculdade, morava em uma pequena cidade e viajava de �nibus, saia direto do trabalho para a faculdade em outra cidade, tomava banho no vesti�rio da empresa, quando entrava no �nibus percebia um olhar diferente de um dos colegas, mas como nunca tinha falado com ele achei que poderia ser inven��o da minha parte, mas percebi que a cada dia os olhares aumentavam e ficavam cada vez mais provocantes, at� o dia em que na hora de vir embora o lugar ao meu lado estava vago ele sem hesitar pediu se poderia sentar, eu disse que sim, tinha um cheiro bom, um perfume suave e gostoso, ent�o come�amos a conversar, nos apresentamos, ele me disse que se chamava Fernando e estava fazendo direito, me contou onde estava trabalhando e das novas oportunidades de trabalho que estava se abrindo para ele e eu tamb�m falei das minhas. Disse n�o me conhecer e perguntou por onde eu andava que ele n�o tinha me conhecido antes, afinal como poderia ter deixado tamanha mulher (morena clara, olhos castanhos e cabelos encaracolados na altura dos ombros e 1,74 de altura, 66kg, busto uns 80,83 e quadril 105cm) passar por ele sem que ele percebesse j� que a cidade era pequena, dei risadas l�gico, mas estava achando o Maximo aquela conversa, pois seus olhares deixavam claro suas inten��es para comigo.

Isso aconteceu por varias vezes, pois precisava ter minha confian�a e saber que eu tamb�m estava afim e poder me convidar para algo mais. Os dias foram passando e virou um habito dele sentar-se ao meu lado, foi s� uma quest�o de tempo o convite apareceu.

Convidou-me para sairmos numa sexta-feira, ele viria de carro para a faculdade e passava l� para me pegar, eu relutei um pouco, pois assim como eu tinha noivo ele tamb�m tinha uma alian�a no dedo e tamb�m estava noivo, ent�o nos dois sab�amos que n�o teria muito sucesso aquele envolvimento, seria somente para dar uns beijos e talvez para foder um pouco, eu j� tinha isso em mente e ele tamb�m, porque conforme convers�vamos ele falava coisas em meu ouvido para me provocar, me chamava de gostosa, dizia que seria capaz de fazer qualquer coisas para me ter somente uma vez, j� era fato o que aconteceria, pois quando falava comigo, pegava no meu bra�o com for�a e isso despertava em mim algo muito bom pois ele tinha muita for�a, dava a entender que seria muito louco essa noite. Enfim sendo mulher cheia de tes�o e principalmente louca por um pau diferente, estava enlouquecendo de tes�o por esse dia chegar e ficava s� imaginando, ele era diferente dos homens que j� tinha sa�do, diferente na apar�ncia, era de estatura mediana meio forte e loiro de olhos verdes, voz forte de locutor. Ent�o quando veio o convite s� fiz um pouco de “doce” e logo aceitei. Ele passou na minha faculdade e me pegou, fomos num barzinho chamado “onda do peixe” como ainda era cedo n�o tinha muita gente, ele pediu uma cerveja e eu tomei junto, logo me beijou e percebeu que eu era fraca para bebida, ent�o n�o deixava meu copo vazio, mais tamb�m percebi que ele queria me embebedar, ent�o parei de beber e comemos algo, depois por baixo da mesa ele tentava algo, sempre puxava minha m�o em dire��o ao seu pau que estava duro em ponto de bala, eu somente tocava por fora da cal�a, ele colocando minha m�o toda hora e tamb�m colocando a m�o na minha buceta e nos meus peitos, beijava meu pesco�o intensamente e eu j� estava louca, afinal as preliminares j� estavam acontecendo ali mesmo em um local publico por baixo da mesa, com nossas l�nguas passando um no pesco�o do outro, ele me apertando toda de um jeito bem ordin�rio, selvagem, at� que ele falou: “vamos sair daqui?” l�gico eu respondi mais que depressa: “vamos!”. Sa�mos ent�o dali e ele entrou em um motel que eu nem vi onde ficava e qual era o nome, s� vi quando sa�mos (Manhatan). Lembro-me que o quarto era bem pequeno, apertadinho. Ai louco de vontade de fuder ele veio em cima de mim e foi arrancando minha roupa com uma for�a tamanha, me jogou em cima da cama, tirou minha calcinha com os dentes, meteu a boca com tudo em minha buceta. Me chupava como nunca antes havia sido chupada e ao mesmo tempo metia o dedo, eu j� estava muito molhada, mas parece que ele queria mais, eu j� estava quase gozando e ele n�o parava, ent�o retribui seus carinhos, chupei ele um pouco, mas ele estava muito excitado e n�o me deixou fazer por muito tempo e logo arrancou da carteira a camisinha, colocou como um furac�o e socou com tudo na minha buceta que estava muito molhada e deu muitas bombadas com muita for�a parecia querer colocar dentro dela at� o saco que por sua vez era muito grande e eu sentia batendo forte na minha bucetinha, me lembro de ter gozado muito r�pido e ele tamb�m mais o tes�o era tanto que rapidamente se recuperou trocou a camisinha e mandou ver novamente me fudendo dessa vez de 4, mais na buceta, n�o deixei que colocasse no c�, ele batia muito na minha bunda e me chamava de gostosa, dizia que eu era muito quente ent�o ele gozou e gritava, quando isso aconteceu eu achei o maximo, parecia que estava com extase muito louco, quando terminamos eu logo disse que teria que ir embora pois n�o poderia voltar com ele pois meu pai me esperava todos os dias chegar da faculdade no inicio da madrugada, no ponto onde o �nibus parava na minha cidade) ent�o n�o dava pra voltar com ele.

Isso foi na sexta, quando foi na segunda feira ele sentou novamente ao meu lado na volta e me disse que tinha sido maravilhoso que precis�vamos repetir, ent�o eu disse quem sabe, algum dia, que eu n�o poderia afirmar nada, pois tinha algu�m, ele disse que tamb�m tinha e que iria se casar com ela, ent�o perguntei pra que ent�o aquilo? Ele disse: “tes�o! s� isso, a gente pode curtir junto sem culpa de nada e pronto”, concordei com ele j� que a id�ia foi dele mais eu tamb�m queria repetir, mas o tempo passou e conversamos outras vezes, ele parecia ate ter esquecido mas eu queria de novo, outra vez as pessoas que viajavam no �nibus n�o poderiam nem desconfiar porque ele tinha um compromisso e temia algu�m contar. Ent�o um dia na faculdade meu celular tocou era ele e estava de carro e perguntou se eu queria vir embora com ele pois n�o teve uma aula e estava saindo mais cedo, eu disse que sim, n�o foi nada planejado, foi de repente ele chegou entrei no carro e ele foi direto para nossa cidade, no caminho ap�s sairmos da cidade peguei no pau dele estava duro, abri a cal�a e chupei gostoso, ele ficou doido, disse que eu estava deixando ele louco, ent�o sa�mos um pouco da cidade, eu tirei a cal�a e a calcinha e fiquei com a buceta de fora e ele com a m�o nela e dirigindo, nessa loucura toda, esperamos passar o ped�gio ent�o passou a cidade mais pr�xima quando encostou o carro do lado da pista e disse que precisava me fuder gostoso, porque se era pau que eu queria ent�o iria me dar, arrancou sua cal�a, deitou meu banco veio para cima de mim e come�ou a fuder, parecia que eu iria entrar dentro do banco de tanta for�a que ele fazia, depois ele deitou no meu banco e eu sentei em cima do pau dele e fiquei fazendo cavalinho de costas para ele, me lembro que era muito apertado porque eu estava no colo dele e de pernas fechadas ele pegava na minha bunda mordia e fodia, mas tivemos que parar logo porque vimos que o �nibus da faculdade passou por n�s e ficamos com medo de algu�m ver a gente, pois est�vamos no caminho que ele fazia, ele disse que precisava terminar aquilo, que ficar daquele jeito n�o dava ent�o ele voltou a dirigir mas ficamos atr�s do �nibus sem ultrapassar para ningu�m nos ver e s� ent�o vimos que o �nibus na nossa frente n�o era o nosso ent�o ficamos mais tranquilos ent�o quando entrou na cidade pegamos a primeira rua deserta na entrada da cidade, ent�o ele s� abaixou minha cal�a que era de tecido mole e veio novamente para cima de mim, fiquei com medo devido o local, mas isso me deixava com mais tes�o, ent�o a essas alturas me fudeo no aperto mesmo o banco do carro foi l� pra tr�s e desse vez gozou na minha perna nas minhas coxas, n�o tinha nada para limpar abriu o porta luvas desesperado para n�o sujar o carro, me limpou, vestimos a roupa e ele me deixou em casa, antes de meu pai sair para me buscar. Essa aventura com Fernando terminou ai, ele quis outras vezes, mas eu n�o quis mais, sempre que entrava no �nibus eu sentava com outra pessoa ou sentava no corredor para que ele n�o sentasse comigo, assim acho que o interesse foi passando e acabou, afinal ele s� queria pegar uma gostosa para fuder de vez em quando e conseguiu.



















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