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COMO FUI ENRABADA PELO MEU IRM�O

Ol�, meu nome � Daiane, tenho 21 anos, sou morena clara, com uma bunda empinada e seios bem firmes.
O que vou contar agora aconteceu h� uns dois meses. Eu n�o moro mais com meus pais, ent�o fui passar
uma semana em que eu estava de folga (trabalho como secret�ria), na casa deles.
Na casa moravam meus pais e meu irm�o Diego, 19 anos, bem malhado (ele joga futebol).
Durante o dia, fic�vamos s� eu e meu irm�o em casa, j� que meus pais sa�am para trabalhar e s� voltavam
ao anoitecer. Eu dormia no mesmo quarto de quando eu morava l�, s� de calcinha e suti�, mas com a porta aberta.
Nunca tivemos vergonha uns dos outros l�.
Todo dia quando eu acordava, sentia que minha bunda estava "colando", como se alguem tivesse passado
algo melado nela. Isso aconteceu em 3 dias seguidos, at� que eu resolvi descobrir o que estava acontecendo
e coloquei uma c�mera que eu tinha, escondida no guarda roupa e deixei ele um pouco aberto, para filmar o que
acontecia e fui dormir. Quando acordei no outro dia, reparei que estava melada de novo, ent�o tranquei a porta
do meu quarto e liguei a c�mera no meu notebook, pra ver o que era aquele melado em mim. Depois de assistir
fiquei chocada: meu irm�o entrava no meu quarto e se masturbava em cima de mim! No fim, ele gozava na minha
bunda, acho que pra mim n�o acordar.
Passei o dia inteiro pensando naquilo. No come�o, fiquei revoltada que ele fizesse aquilo, mas depois de
assistir o v�deo mais algumas vezes naquela manh�, acabei sentindo tes�o. Quando anoiteceu, fui tomar um banho
e me masturbei pensando em meu irm�o. Antes de dormir, coloquei uma calcinha fio dental bem sexy e me deitei.
Mas s� fingi que dormia, queria ver o meu querido irm�ozinho em a��o. Depois de uma meia hora que meus pais
tinham ido dormir, meu irm�o espiou na porta para ver se eu estava acordada. Fingi que estava dormindo, mas n�o
deitei de bru�o, como costumava. Dessa vez deitei de barriga para cima, para ver se ele faria alguma coisa.
Ele se aproximou, j� com o seu pau duro, mas ainda de cueca, e cheirou minha boceta. Depois tirou ele
pra fora e eu olhei com os olhos o m�nimo poss�vel abertos e vi: meu irm�o era bem dotado para a idade: uns 19 cm
de pica, eu acho, e bem grossa. Eu estava solteira, e fazia um bom tempo que n�o via um pau t�o de perto. Fiquei
encatada! Ele come�ou a bater uma punheta, enquanto cheirava minha boceta (que à essa altura j� cheirava a boceta
molhada, de tanto tes�o que eu estava sentindo). Ele ficou louco ao sentir aquele cheiro e come�ou a se punhetar
com mais vontade. Quando ia gozar, se aproximou dos meu peitos e gozou, ma lambuzando toda. Eu fingi que
dormia todo esse tempo, ent�o ele achou que eu n�o ia perceber e saiu do quarto sem me limpar.
No dia seguinta, assim que acordei, fui assistir ao v�deo da noite anterior, e me masturbei algumas vezes.
Depois tomei um banho e desci para o caf�, levando minha c�mera. Resolvi que ia chantagear ele, eu estava louca
pra ser comida por ele, aquele pau grosso... Como eu tava muito tempo sem, resolvi n�o perder tempo, chamei ele
pra assistir tv comigo depois do caf� e j� fui direto ao assunto:
- Olha Di (era assim que eu o chamava), eu tenho uma grava��o bem legal na minha c�mera. - falei,
ligando ela na tv e colocando o v�deo.
Na hora que ele come�ou a ver o que era, ficou branco. Ele n�o teve coragem de me olhar no rosto.
Ent�o eu falei:
- Legal esse "filminho", n�o �, Di? - falei, com voz de safada.
Ele n�o respondeu. Ficou calado, olhando para a tv.
- Eu vou mostrar isso para a mam�e e para o papai, a n�o ser que voc� fa�a uma coisa por mim...
- O que voc� quer? - ele perguntou, ainda sem me olhar.
- Quero que voc� fa�a comigo tudo o que imaginou enquanto batia aquela punheta!
N�s discutimos um pouco, ele n�o queria, ent�o deitei minha cabe�a no colo dele e comecei a acariciar
a pica dele por cima so short e reparei que ele estava sem cueca. Logo ele ficou duro e, como eu percebi que ele
n�o ia fazer nada, enfiei minha m�o dentro do short e comecei a pegar e massagear aquele membro grosso, que
crescia a cada movimento da minha m�o. Um pouco depois, ouvi ele gemer baixinho, ent�o comecei a punhet�-lo
sem tirar o pinto dele de dentro do short. Quando ele gozou, deu um gemido alto e eu senti a porra quente do meu
irm�o escorrer entre os meus dedos. S� parei quando ele se levantou e foi para o banheiro.
Mais tarde, resolvi que era hora de me satisfazer tamb�m. Depois do almo�o, ficamos na mesa, conversando,
como se nada tivesse acontecido. Ent�o n�s nos levantamos e fomos para o sof�, assistir um filme. Eu nem lembro
qual era o filme, porque na hora que ele sentou no sof�, eu j� deitei de novo a cabe�a no colo dele e coloquei a m�o
dentro do short. Ele demorou um pouco mais para ficar duro, mas, quando ficou, parecia ainda mais excitado do que
de manh�, ent�o eu nao perdi tempo: fiquei ajoelhada no sof�, tirei o pau dele pra fora (que parecia ainda maior, agora
que eu o via de dia), e ca� de boca.
O pau dele era uma del�cia! Parecia doce, eu chupava com vontade, ia para suas bolas, voltava para o pau...
De repente ele colocou as m�os na minha cabe�a e empurrou para baixo, me obrigando a engolir aquele cacet�o. Eu
engoli feito uma puta e continuei chupando com gosto, at� que a pica dele come�ou a latejar, e eu senti que logo ele
iria gozar. A� ent�o eu parei de chupar e levantei a cabe�a, olhando pra ele com cara de safada. Ele tentou me beijar,
mas eu n�o deixei, uma coisa era fazer sexo com o meu irm�o, outra era beij�-lo (sempre considerei o beijo mais
�ntimo do que o sexo).
Fiquei de quatro em cima do sof� e ele come�ou a me chupar. Ele n�o tinha muita pr�tica nisso, mas at� que
estava bem gostoso. Deixei ele me chupar at� eu gozar, ent�o pedi:
- Mete em mim, Di! Enfia essa pica grossa na minha boceta!
Ele colocou sem d�, tudo de uma vez. Eu gritei de prazer, e ele come�ou a bombar com muita for�a. Eu
gemia feito uma cadela. Mas durou pouco, logo ele falou que iria gozar, e eu deixei ele gozar dentro de mim mesmo.
Depois que ele gozou, chamei ele pra tomar um banho. L� eu comecei a chupar o pau dele de novo, que logo ficou
duro feito uma rocha. Dessa vez parecia que ele ia demorar a gozar, ent�o n�s terminamos o banho e voltamos para
o sof�. Eu fiquei de quatro de novo e ele me chupava. Ele come�ou a enfiar um dedo no meu cu, dois, tr�s... At� que
eu falei:
- Quer comer o meu cuzinho, Di?
E, sem esperar esposta, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar ele de novo. Deixei o pau dele bem
babado e fiquei de quatro de novo. Ele veio por tr�s de mim e come�ou a enfiar no meu cuzinho. Eu era bem apertada,
nunca tinha dado o cu pra um pinto muito grosso. Ele enfiou inteiro, parecia que eu estava sendo rasgada. Depois
que eu acostumei com aquela jeba dentro de mim, comecei a rebolar. Ele metia com for�a, tirando e colocando de
novo as vezes. Eu enlouqueci, gemia tanto que acho que at� os vizinhos ouviam meus gritos. Mas eu n�o ligava, estava
sendo enrabada com gosto pelo meu pr�prio irm�o! Depois de mais ou menos uma hora, ele anunciou o gozo, ent�o
eu me ajoelhei na frente dele e disse:
- Eu quero tomar o seu leitinho, Di! Goza na minha boca, vai!
Ent�o ele come�ou a se masturbar, mas eu n�o queria assim; peguei o pau dele e comecei a chupar e punhetar
ele, at� que gozou. Aquela porra quente na minha l�ngua me deixou louca! Eu sugava tudo, e mesmo depois dele ter
gozado, eu continuei chupando, na esperan�a de que ficasse duro de novo. Mas n�o deu tempo, ouvimos o port�o
abrir e cada um foi pro seu quarto!
Depois disso, eu fazia quest�o de ser enrabada pelo meu irm�ozinho todas as noites e nos dias em que eu
fiquei l�!
Na pr�xima vez eu conto como dei pra ele e pros meus dois primos de uma vez s�! Espero que tenham gostado.
Meu e-mail pra quem quiser falar sobre sexo: [email protected]
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