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NATURISMO E SEXO EM FAM�LIA II

Sou leitor ass�duo deste site e resolvi dividir minhas experi�ncias com todos voc�s. Me chamo J�nior, e o que vou contar agora � a continua��o do conto "Naturismo e sexo em fam�lia", quando descrevi como vivem os familiares pra quem trabalho e seu estilo de vida nada convencional mas muito prazeroso. Todos s�o adeptos da filosofia de vida naturista, ou seja, viver em comunh�o com o pr�ximo e a natureza atrav�s do nudismo e sem falsos pudores nem camadas sociais, sendo todos iguais uns aos outros. Quer um exemplo? Dois homens caminham pela rua, um trajando palet� e gravata, e o outro maltrapilho e sujo de graxa. Na dire��o deles vinha uma senhora que automaticamente mostrou apreens�o em rela��o ao homem mal vestido. Ela os julgou pela roupa que vestiam sem saber que um era mec�nico e trabalhava 8 horas por dia e o outro um estelionat�rio que aplicava golpes em bancos. No naturismo n�o h� distin��o de classes, as pessoas se mostram como s�o realmente. Mas posso confessar, naturista que sou, que a crane � fraca e pode rolar uma sacanagenzinha. Bem, vamos ao que interessa. Ap�s ter firmado amizade com a irm� mais nova e seu irm�o, a Sabrina de 19 e o S�rgio de 15, e logo em seguida a irm� mais velha, a Sandra de 19, foi a vez de Suzana, de 19 anos, depois que eu a flagrei com sua melhor amiga na piscina aos beijos e abra�os apaixonados, descobrindo assim que era l�sbica e que ningu�m da sua fam�lia sabia, exceto a Sandra que j� a flagrou noutra oportunidade. Iniciamos al� um relacionamento de cumplicidade e troca de experi�ncias como se nos conhecessemos h� muito tempo. N�o era diferente de suas irm�s e irm�o, pois me tratavam como se fosse da fam�lia: a Sabrina me tinha como um tio que fazia seus gostos e lhe mimava muito; o S�rgio tinha em mim seu irm�o mais velho, por viver rodeado de mulheres e n�o ter muita amizade com o pai; da Suzana eu seria mais como aquele amigo gay que toda l�sbica tem e divide com ele suas conquistas e decep��es (mesmo n�o sendo gay); j� com a Sandra eu tinha uma amizade colorida, que mais adiante irei contar com detalhes como aconteceu. Minha rotina era essa: cuidar da seguran�a de toda a fam�lia e da casa, dirigir o carro da fam�lia, levando a m�e ao trabalho e os filhos pra faculdade, escola e cursinhos, inclusive shoppings, clubes, praias e at� baladas, que tamb�m irei relatar mais adiante. Com o passar do tempo fui me enturmando com todos, mesmo j� ter tido uma amizade anterior com meus patr�es, seu Gilberto e dona Cl�udia, e sendo recebido com extrema confian�a e afinidade por todos, sem falar na dona Severina e na Ana, cozinheira e empregada da casa. O patr�o caminhava toda manh� ao redor do campo e pelos jardins da propriedade juntamente com a patroa e a Sandra antes de sairem para o trabalho e faculdade, todos nus como vieram ao mundo, para em seguida tomarem o caf� da manh� e continuar suas obriga��es di�rias. O S�rgio e a Sabrina acordavam um pouco mais tarde e tamb�m tomavam seu caf� pelados na cozinha. A Suzana era a �nica que andava vestida, s� tirando a roupa nos finais de semana na piscina e na praia, ou em festas e reuni�es em clubes de nudismo ou em sua casa mesmo. N�s os empregados n�o fic�vamos sem roupa, a n�o ser nos dias de festinhas e encontro de adeptos organizados pelo dono da casa na churrasqueira e na piscina, com jogos de futebol, t�nis, v�ley e outros esportes, onde eu permanecia de sunga e a Ana de sukini (aqueles bikinis da calcinha grande), que depois de um tempo passou a ficar de topless por id�ia do S�rgio. Nunca fui tratado com indiferen�a por ningu�m da dal� nem pelos convidados, que alguns eu j� conhecia. Muito pelo contr�rio. Houve vezes que durante os encontros fui obrigado a ficar pelado tamb�m por ordem de todos para n�o ficar exclu�do, e me divertia como todo mundo, sem esquecer que estava al� atrabalho e com obriga��o de salvaguardar a tudo e a todos, por isso n�o tomava bebida alc�lica, ficando no suco e refrigerante. Fiz amizade com a namorada da Suzana e com o namorado da Sandra, duas pessoas nota dez. A primeira, uma morena clara, alta e corpuda, com seios grandes e cintura fina, uma bunda avantajada estilo mulher�o, muito simp�tica e extrovertida chamada Adriana, e ele um cara bem apessoado, alto bonit�o, modelo fotogr�fico, corpo malhado estilo Gianechini, mas bem simp�tico e comunicativo chamado Alex. Ficamos t�o amigos os cinco que come�amos a sair juntos para dan�ar e beber, sempre depois do meu hor�rio de trabalho sem nunca descuidar da seguran�a de ningu�m. Numa dessas baladas aconteceu o que iria me incerir de vez naquela fam�lia de nudistas de bem com a vida. Viajamos de Jo�o Pessoa para Recife para curtir uma boate GLS naquela cidade. Revi muitas amigas e amigos meus e nos divertimos a be�a. Eles bebiam e dan�avam como loucos, enquanto eu tomava meus chopinhos e observava os v�rios casais hetero ou n�o se beijarem e trocarem car�cias. Quando sou puxado pela Sandra pro meio do sal�o para dan�ar com ela e o namorado. Ela se esfregava nele e em mim com muita sensualidade me deixando super excitado, que ela notou pois n�o uso cueca e o volume na minha cal�a era evidente. O Alex pegou no meu pau e disse:-"t� gostando n�? ela tamb�m gosta de voc�." Fiquei com mais tes�o ainda. Me disse que eles curtiam m�nage e swing, e que gostariam de sair comigo para um lugar mais calmo. Questionei sobrea Suzana e sua namorada, no que me falou que elas tamb�m podiam participar e que j� havia tido um caso com a Adriana antes dela se tornar bissexual. Fui atr�s delas para falar sobre nossos planos mas s� encontrei a uma, a irm� da Sandra que beijava outra gata que n�o sua namorada. Ela havia ido ao banheiro com outra garota tamb�m. Ou seja, as duas gostavam de ficar com outras meninas sem atrapalhar o namoro (swing diferente). Falei que sairiamos dal� pra um lugar mais aconchegante para continuar a balada e elas adoraram a id�ia, convidando tamb�m as duas meninas que as acompanhavam (que at� hoje eu n�o sei o nome). Fomos pro Sunshine, um motel que geralmente � utilizado por casais por haver quartos grandes com piscina, hidro, pista de dan�a, duas camas em andares diferentes e sauna, pr�ximo a BoaViagem. Chegamos l� no meu carro, um 206, com 7 pessoas dentro, estacionei na garagem e subimos para o quarto. A Suzana, junto com a namorada e as meninas, ficaram na pista de dan�a e na cama no primeiro andar, e n�s (eu, Alex e Sandra) fomos para a piscina que fica no terra�o. Ela me abra�ou e beijou com viol�ncia enquanto ele tirava sua roupa e a dela. Eles se beijaram e aproveitei para tirar a minha. Cai de boca naquela xaninha depilada estilo moicano e chupei seu grelinho at� faz�-la gozar, enquanto ela chupava o pau do namorado, que por sinal era enorme (o meu mede uns 19 cm e o dele cerca de 22 cm). Depois invertemos as posi��es e ela passou a me chupar e seu namorado enfiava na sua buceta com for�a. Falou pra mim que queria dois ao mesmo tempo. Me posicionei para enfiar no seu buraquinho mas fui impedido por ela me apontando sua xota dizendo:-"a� n�o que sou virgem, enfia na buceta junto com meu gato." Obedeci e tive uma sensa��o diferente ao ro�ar meu pau no pau de Alex. Ela gozava alucinadamente junto com o ele e eu. Fui tomar uma ducha para me refazer e molhar a graganta com uma cervejinha. Desci e fiquei assistindo um show de mulher bonita se comendo de todas as maneiras. A Suzana chupava a xaninha de uma menina enquanto essa era beijada pela outra e chupada por Adriana que estava de quatro para o meu lado me causando uma ere��o imediata. Arrisquei me aproximar com medo de ser expulso dal� e fiz um carinho no bumbum da namorada de Suzana, que n�o esbo�ou rea��o negativa. Passei a lamber seu cuzinho e chupar sua bucetinha enfiando minha l�ngua bem fundo causando-lhe um gozo repentino. Ousei mais e fui colocando meu pau na sua entradinha quente e lambuzada. Sua rea��o foi de jogar o quadril para tr�s recebendo de vez a minha rola e rebolando freneticamente. Quando estou quase gozando vejo a Sandra chupando a irm� e o Alex deitado na cama sendo chupado pelas meninas e pela cunhada. Tirei meu pau de dentro da Adriana e fui comer a Suzana que n�o deixou por ser ainda virgem, me satisfazendo ent�o com uma das meninas que al� estavam. Gozei no seu rosto, que foi lambido por Sandra e sua irm�. Me virei para a segunda menina que me ofereceu seu cuzinho pois tamb�m era virgem. Comi aquele cuzinho delicioso que j� era acostumado a levar rola e quando iria gozar o Alex pega meu pau e me faz gozar em sua boca. Aquela noite foi incr�vel. Depois eu conto como foi a volta para casa. At� mais.

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