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O CURR�CULO DA NEGRA ME RENDEU UMA TRANSA

O relato que passo a contar para voc�s aconteceu h� alguns anos atr�s, quando eu ainda era casado e me rendeu uma bela de uma transa.

Foi um per�odo que teve um feriado (n�o me recordo qual) e fomos passar esses dias na casa de minha sogra, aqui mesmo em Natal-RN, s� que em outro bairro. Tive que voltar em casa no segundo dia que est�vamos por l�, para deixar algo e ver como estavam às coisas, pois ficar�amos quatro dias fora de casa.

Fui de �nibus coletivo, que estava bem vago devido ao feriado e por ser cedo da manh� (umas 9 horas por ai), quando em determinada parada entra no �nibus uma negra, n�o muito bonita, mas de um corpo que por onde ela passava n�o dava para passar despercebida, estava usando uma blusa com um decote que mal escondia os seus fartos seios e uma saia folgada, mas que delineavam o seu corpo, com um belo bumbum e par de coxas. N�o tive como conter o olhar e fiquei olhando-a, secando-a com o olhar, desejando-a, com um tes�o, n�o s� eu como os demais passageiros do �nibus. Eu estava sentado nas cadeiras que ficam quase pr�ximo a porta de descida do �nibus, as cadeiras que ficam em uma altura mais elevada.

Eis que ela vem com um sorriso no rosto e senta ao meu lado, quase n�o contive a excita��o, meu cacete ficou duro na hora. A vontade era de tocar nela, passar as m�os nas pernas, coxas, alisar aquela bunda, mamar aqueles seios fartos,... Em determinado momento ela puxa conversa perguntando a hora e dizendo que tinha ido deixar um curr�culo em um restaurante, pois estava saindo do restaurante em que trabalhava e j� estava procurando um novo emprego e que teria que providenciar outro curr�culo para entregar; eu aproveitando a deixa e com segundas inten��es falei que poderia fazer o seu curr�culo j� que trabalhava com inform�tica (na �poca eu fazia alguns trabalho extras de inform�tica, tipo digita��o, cart�es, pesquisas na internet, entre outros, quando estava de folga do trabalho e da universidade – inclusive tem um conto meu que relato a foda que tive com a vizinha a partir da realiza��o dos trabalhos de inform�tica), ela ficou toda animada e perguntou quando eu poderia fazer, eu de pronto disse que poderia fazer agora, j� que estava indo para casa e naquele dia como era feriado eu n�o iria trabalhar. Ela concordou e mil pensamentos passaram por minha cabe�a, n�o via a hora de fuder aquela negra gostosa e fazer o seu curr�culo. Falei em que bairro morava e quando estava se aproximando de minha parada me levantei e ela me acompanhou. Quando desci eu disse onde era a rua que morava, mas que achava melhor por precau��o eu ir à frente (n�o seria interessante chegar acompanhado de algu�m, com alguns vizinhos bisbilhoteiros que eu tinha) e que depois de uns 19 minutos ela poderia chegar por l� para fazer um trabalho de inform�tica, na frente da casa tinha uma faixa dizendo os servi�os que eu fazia em inform�tica, n�o seria dif�cil ela acertar. Segui em frente, entrei em casa, estava ansioso, com muito tes�o, parece que tinha a certeza que iria fuder a negra gostosa. Aproveitei e coloquei algumas revistas er�ticas masculinas e quadrinhos er�ticos dentro de uma cesta que deixa com revistas. Passados os 19 minutos combinados ela chega batendo palmas no port�o, perguntando se eu fazia trabalhos e se hoje poderia fazer o curr�culo (com uma cara de riso a safada), eu disse que sim e pedi que a mesma me acompanhasse e entrasse, ainda bem que nesse momento n�o tinha nenhum dos vizinhos em frente às casas, nem passando na rua.

Pedi que a mesma sentasse no sof� da sala, ofereci �gua e liguei o computador e disse que ficasse a vontade que voltaria logo. Fui para o quarto, troquei de roupa, coloquei um cal��o mais folgado e tirei a camisa, ficando mais a vontade. O meu tes�o era tanto que n�o dava para esconder o quanto o meu cacete estava duro. Quando cheguei à sala, notei que ela dirigiu o olhar para o meu cacete duro, mas tirou a vista bem r�pido. Sabia que eram s� quest�es de minutos para fuder aquela negra gostosa. Sentei ao lado dela no sof�, afastado um pouco e falamos sobre o que faz�amos, ela disse que era separada, que trabalhava como cozinheira em um restaurante, mas que estava saindo e por isso estava procurando um novo emprego, etc. Pedi para ela me mostrar um curr�culo que ela tinha, era daqueles comprado em livrarias para ser preenchido, disse a ela que iria fazer um curr�culo bem bonito para a mesma. Aproveitei para tocar em suas coxas enquanto olhava o curr�culo e perguntava sobre alguns dados que estavam faltando, ela n�o esbo�ou nenhuma rea��o em contr�rio o que aumentou ainda mais o meu tes�o. Aproveitei tamb�m e toquei em seus bra�os, enquanto convers�vamos, notei que ela ficou arrepiada.

Levantei-me, coloquei uma cadeira pr�xima ao computador caso ela quisesse sentar j� estaria ali e disse que ficasse a vontade e apontei para a cesta de revista, j� na expectativa de que ela pegasse alguma das revistas er�ticas, com fotos, contos, etc, que eu iria digitar o seu curr�culo. Fui para frente do computador fazer o curr�culo e ela pegou algumas revistas e come�ou a folhear, notei que ficou bem interessada nas revistas er�ticas, se detendo nas fotos de an�ncios e tamb�m nos relatos. Em determinado momento fui at� a cozinha tomar �gua e ao banheiro e de um corredor eu podia observar ela sem ela perceber, notei que ela estava ofegante e em determinado momento alisou os seios por cima da blusa e a buceta por cima da saia. Cheguei de surpresa na sala, ela teve que se recompor de repente assustada, tentando disfar�ar o que estava fazendo, pedi desculpas e ofereci um copo de �gua, ela aceitou e fui pegar. Sentei ao seu lado no sof� e notei os biquinhos de seus seios durinhos de excita��o e perguntei tamb�m se ela estava gostando das revistas deixando-a toda sem jeito, ela disse que nunca havia visto uma daquelas revistas e que tinha muita curiosidade de folhear, mas se sentia envergonhada em comprar, etc. Eu disse que ela podia matar a curiosidade e folhear a vontade e me afastei para mais pr�ximo dela, j� alisando o seu bra�o e subindo a m�o em dire��o a seu pesco�o, orelha, ela fechou os olhos e ficou toda arrepiada, eu desci a m�o pelo seu bra�o e aproveitei para tocar o biquinho dos seios durinho com o polegar, com a outra m�o alisei suas coxas e fui subindo sua saia para poder chegar a sua buceta, vi que estava com uma calcinha branca de renda, que estava bem molhadinha de tanta excita��o e tes�o que sentia, alisei a sua buceta por cima da calcinha, afastei um pouco a calcinha e pude sentir o calor de sua buceta com pouco pelinhos, molhadinha, fiquei massageando o grelinho duro, enfiando os dedos e ela gemendo, dizendo que n�o estava mais aguentando o tes�o, que ia gozar, eu afastei um pouco e arranquei a sua calcinha e pedi para ela abrir as pernas e ficar mais na ponta do sof� e cai de l�ngua em sua buceta de pelos negros, um grelo vermelho, que chega brilhava de t�o molhadinha que estava, percorri toda a sua extens�o, enfiando a l�ngua, massageando o grelinho, mordendo-o com os l�bios e com esse entra e sai de minha l�ngua em sua buceta e chupando-a bem gostoso ela gemendo muito, gozou em minha boca, me brindando com o seu mel gostoso e cheiroso. Depois me pediu para meter logo nela, que queria sentir o meu cacete. Eu tirei a sua blusa, deixando salta os seios fartos de bicos grandes e durinhos e tirei tamb�m a sua saia, deixando-a nua, em seguida tamb�m tirei o meu cal��o e cueca e ficando em p� e ela sentada no sof� pedi para ser chupado, ela abocanhou o meu cacete, lambendo engolindo, enfiando at� a garganta e voltando, chupando a cabe�a, colocando o saco na boca, ela chupava com maestria, pense numa l�ngua de veludo que ela tinha, eu n�o aguentando, disse que ia gozar e ela aumentou o ritmo, at� que gozei gostoso, inundando a sua boca e tamb�m gozando em seu rosto e seios, em seguida eu a coloquei de p� e a beijei e chupei os seus seios fartos, mordendo e sugando os biquinhos, sentindo o gosto de meu esperma e fazendo a gemer de excita��o.

Fui ao quarto e peguei um colchonete e coloquei em cima do tapete da sala e deitamos, em pouco tempo o meu cacete j� estava duro, alisei a sua buceta, que estava encharcada pelo seu gozo, massageava o seu grelinho duro, enquanto ela me punhetava. Coloquei uma camisinha e fui para cima dela, coloquei o cacete na entradinha e meti com for�a, na sua buceta gulosa e apertadinha, fazendo-a gritar e gemer de prazer, pedindo para eu arrombar ela, para fuder ela como uma cadela, uma puta, que queria ser a minha putinha, e assim metendo gostoso nela, enfiando o dedo em seu cuzinho e chupando os seus seios, gozamos gostoso mais uma vez. Est�vamos suados de transa t�o fren�tica. Agora para tudo ficar completo s� faltava fuder a bunda daquela negra gostosa, meter em seu cuzinho apertado. Fui ao quarto de peguei o lubrificante K-Y, j� aguardando o momento certo. Coloquei-a de quatro e fui para a sua frente e pedi para ela lamber e chupar o meu cacete que estava todo lambuzado de porra mais uma vez, ela abocanhou gostoso e quando ela ficou dura como uma rocha eu fiquei por tr�s dela e passei a chupar a sua buceta, percorrendo toda a sua extens�o, sentido o gosto de seu n�ctar, enfiando, lambendo, massageando o grelo, mordendo com a l�ngua, depois passei a l�ngua em seu cuzinho, que ficou piscando e ela se contorceu toda, enfiei um dedo, depois enfiei dois e ela rebolando gostoso, gemendo, coloquei a camisinha no cacete, derramei o lubrificante em minhas m�os e lubrifiquei o seu cuzinho, enfiando um depois dois, ate que consegui enfiar tr�s dedos em seu cuzinho, ela gemendo e pedindo para eu fuder a sua bunda, dizendo que queria sentir o meu cacete lhe arrombando. Eu coloquei o meu cacete na entradinha de seu cu e numa estocada com for�a, meti gostoso, fazendo-a gemer, gritar, rebolar em meu cacete, eu aproveitei e dei umas palmadas em sua bunda, ela pedia para eu arrombar ela... que del�cia de cuzinho apertado a negra tinha, que gostoso. O meu cacete ficava apertado dentro de seu cuzinho. E assim metendo gostoso em seu cuzinho, com ela rebolando em meu cacete e eu massageando o seu grelinho duro, chegamos a mais um orgasmo delicioso, ca�mos exaustos, eu ainda com o cacete atolado em seu cu, at� que ele foi ficando mole e tirei o cacete de seu cu.

Ficamos algum tempo deitados, at� que me levantei fui pegar uma toalha e indiquei o banheiro a ela tomou o banho, vestiu a roupa, enquanto eu finalizava o seu curr�culo, imprimi algumas c�pias do mesmo e entreguei a ela e disse tamb�m que ela pegasse algumas revistas, ela pegou umas tr�s ou quatro (entre as de quadrinhos er�ticos e as outras com contos e an�ncios) e nos despedimos. Eu disse que caso ela precisasse de algum curr�culo era s� me procurar, j� que ela sabia onde poderia me encontrar.

Depois de um tempo liguei para ela que disse ter se juntado com um cara e que estava dif�cil de nos vermos e disse que tamb�m estava trabalhando e que os curr�culos foram de grande utilidade.

Essa foi uma das transas mais interessantes que me aconteceram, pela situa��o, pela forma como eu a conheci. Espero que voc�s tenham se deliciado com o relato e que mantenham contato para trocarmos id�ias, nos conhecermos, fazer mos amizades e quem sabe n�o realizamos algumas fantasias juntos. Principalmente se voc� morar em Natal ou no RN ou estiver de passagem por aqui, mas desejo fazer contato com pessoas independente de onde morem. Aguardo voc�s, um grande abra�o.

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