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O BI, O GAY E A PUTA

Ola! Tenho uma historinha interessante pra voc�s. Estou namorando com uma garota que n�o sabe das minhas aventuras, tenho 20 anos, tamb�m saio com homens, mas sou s� ativo, tenho duas pessoas que no que diz resp�ito a sexo, s�o meus confessores, entre n�s n�o existe segredo, nem pudor. Ambos s�o colegas de faculdade e s�o um ano mais velho que eu (21 anos); ele � loiro, olhos verdes, 1,75 de altura, magro e � homossexual, por�m n�o muito afemindado, discreto eu diria; ela � morena, cabelos e olhos castanhos, 1,65, n�o � muito bonita de rosto, mas � muito gostosa e eu sou negro, 1,70, corpo atl�tico e, mod�stia a parte, sou bonito, n�s tr�s juntos sempre chamamos aten��o, cada um com seu p�blico.



Vou contar agora como n�s dividimos o mesmo quarto de motel, em uma bela noite de quarta-feira, depois da aula.



N�s s� tivemos duas aulas naquele dia, da� come�amos a conversar na pracinha do campus, ela sentada de pernas abertas (como se o banco fosse um cavalinho, sabe?), ele a sua frente e eu de p�, pr�ximo a ela com a m�o em seu ombro. Sem que ningu�m esperasse, ela disse pra Dinho: "n�o amor, d�i demais, eu n�o sei como voc� aguenta?" Ele sem entender disse: "o qu� menina, que d�i demais, t� ficando doida �?" Ela: "Homem, voc� sabe, Dar o c�, d�i demais, o que � que eu fa�o pra conseguir d� sem doer, eu j� dei algumas vezes, mas sempre doeu. "E eu s� ouvindo o papo deles, sem falar nada. "Bem" disse Dinho: "tem v�rias coisas que podem t� fazendo com que voc� n�o sinta prazer dando o c�, ou os caras que voc� saem s�o muito brutos, impacientes, v�o com muita sede ao pote, ou voc� n�o t� sendo lubrificada direito." A partir da� eu e Dinho tentamos de todas as formas poss�veis, atrav�s de palavras e gestos ensin�-la como ficar com o rabinho t�o molhadinho quanto a buceta, ela falou que nunca tinha usado os m�todos que n�s falamos (lubrificantes, g�is ou cremes), Dinho ent�o disse que nunca andava sem "KY" na mochila, e deu um tubinho a ela, mas ela disse que s� tentaria dar o c� agora se fosse com algu�m que ela confiasse muito e soubesse fazer o servi�o direitinho, eu sou louca pra gozar dando o meu rabinho, a minha irm� vive dizendo que è �timo, que nunca mais vai dar a buceta e que s� quer levar pau no cu, agora. Dinho, que sabia que eu era louco pra fuder com ela, piscou pra mim e disse: "porque n�s n�o vamos agora fazer essa brincadeirinha?" "Como assim?" perguntou ela: "Virou homem agora foi?" ele disse: "eu n�o, mas o Denis sempre foi homem e pele que ele me diz, � profissional em comer em cuzinho! Aproveita cachorra, voc� tamb�m morre de tes�o por ele que voc� j� me disse!" Quando ele disse isso, eu estremeci, meu pau j� come�ou a dar sinal.



O Dinho tinha vindo no carro do pai dele, ela ficou um pouco assustada, n�o falou nada, mas foi a primeira a entrar no carro. Entramos no primeiro motel que vimos. No quarto parecia que n�s j� t�nhamos sa�do v�rias vezes, eu sem arrodeios, a agarrei por tr�s, encoxei legal, j� de pau duro, ela tava com um shortinho jeans, meio desbotado, desfiado em baixo e uma regatinha verde, eu a essa altura j� tava s� de Bermuda, de p� mesmo ela baixou-se e abriu o z�per da bermuda e procurou quase desesperada meu cacete, come�ou a lamber bem devagar como quem sabia exatamente o que tava fazendo, mamou como uma puta que �, no meu pau deixando-o bem ensopado, Dinho que at� ent�o tava s� olhando, tirou a roupa, deitou na cama nos chamou, e disse: "Voc�s achavam que eu ia ficar s� olhando? Vem pra c� cachorra que esse pau hoje vai ser de n�s dois." Eu, apesar de nunca ter falado pra ningu�m, era louco pra comer o cuzinho do Dinho, ele � magrinho, mas tem uma bunda de por inveja em muitas mulheres e pelo que uns amigos me contaram ela d� o c� como ningu�m, pulamos na cama, eu e ela, e come�amos uma suruba quer eu jamais esquecerei, os dois me despiram totalmente, e come�aram a disputar o meu pau, Dinho chupava com uma delicadeza impressionante, seus l�bios pareciam plumas acariciando a cabecinha do meu cacete, j� ela parecia um motor, sua boca quase dilacerava toda a minha pica, ela e ele juntos formavam o boquete perfeito, eu delirava com aquele anjo e aquela diaba me chupando, ele ent�o saiu e deixou ela chupando mais um pouco, depois de uns tr�s minutos ele disse: “ � querido agora voc� vai dar esse seu rabinho gostoso pra ele”, dito isto, pediu pra ela continuar mamando e posicionando ela de quatro come�ou lamber o seu cuzinho , ela foi gostando passou a mamar com mais intensidade eu tive que cont�-la, se n�o eu gozaria antes de penetr�-la, Dinho deixou seu cuzinho no ponto pra ser comido, n�o precisava nem lubrificar, mas mesmo assim ele ensopou o rabinho dela, notei que seu pau, apesar de pequeno estava visivelmente ereto, jurava que ele iria com�-la, mas n�o, ele pediu pra ela deitar de lado e me ordenou: “Vem safado come o cuzinho dela bem gostoso, mas vai com calma, o que ela quer � prazer e n�o dor.” Eu sabia exatamente o que fazer, pedi s� que ele desse uma ultima lubrificada no meu cacete, mas com a boca, � claro, ele n�o hesitou e caiu de boca no meu pau, enquanto isso, eu bolinava seu anelzinho, sem nem sentir j� tava com dois dedos atolados no cuzinho dela ela nem reclamava, j� come�ava a gemer gostoso, eu empurrei a cabe�a de Dinho de perto de mim e comecei minha primeira investida, fui colocando devagar, sem for�ar, mexendo somente o quadril, a cabe�a foi entrando,ela quis recuar, mas findou ajudando e come�ou a rebolar no meu pau, eu ent�o forcei um pouco e sem dificuldade meu pau j� entrara quase todo, Dinho pediu pra mim acelerar, comecei a bombear com mais for�a, ela deu um gritinho surdo, mas mandou eu continuar, eu ent�o senti que era hora de arrega�ar o daquela puta, cravei minha m�o na sua bunda e meti feito um monstro, Dinho inteligentemente, colocou seu pau na boca dela, eu j� n�o precisava fazer mais nada, ela era quem ditava o ritmo das estocadas, eu j� n�o aguentava mais eu estava prestes a gozar, ela pediu que eu gozasse na sua boca e que nunca havia deixado ningu�m fazer isso, fiquei tirei meu pau do seu direto pra sua boca, ela mandou que eu tirasse as m�os, ela queria que eu gozasse s� com vai e vem dos seus l�bios, isso seria ela mamava como ningu�m, n�o demorou pra mim encher sua boca de porra, ela quis cuspir, mas Dinho n�o deixou, e disse: “N�o agora voc� vai ter que engolir.” Ela engasgou um pouco, mas engoliu tudo, no final ainda gostou. Perguntei se tinha doido dar o cu pra mim, ela disse que n�o e agora s� daria o cuzinho a mim. Dinho ficou satisfeito em ter conseguido fazer com que a amiga sentisse prazer como ele, e virando pra mim disse: “� querido, voc� adorou o cuzinho dela, mas agora eu quero minha recompensa...”



Mas isso fica pra o pr�ximo conto, espero que tenham gostado. Comentem. Beijo! E at� a pr�xima.

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