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AMOR DE FILHA( LESBICAS INCESTUOSAS)

Amor de filha ( l�sbicas incestuosas)



Oi, eu me chamo D�borah, gostaria de relatar a voc�s leitores, uma experi�ncia muito excitante que aconteceu comigo e com minha filha Marina. � uma longa est�ria, mas muito excitante, voc�s v�o adorar.

Me divorciei a tr�s anos de meu marido, e resolvi definitivamente n�o ter mais nenhum caso amoroso com nenhum homem em minha vida, pois fui v�tima de grande decep��o amorosa em meu casamento, hoje j� me sinto recuperada do trauma, mas enfim, descobri que � dif�cil viver sem um amor. Mas isso n�o tem muita import�ncia n�o �? Vamos ao que interessa.

Sou uma mulher madura, 36 anos de idade, Morena clara, cabelos lisos e castanhos at� os ombros, olhos cor de mel, 1,70m de altura, 60 kg , frequento academia de gin�stica tr�s vezes por semana, tento manter meu corpinho em forma, gosto de me sentir desejada.

Minha filha Marina n�o fica para tr�s, � uma linda garota, se parece um pouco comigo. Esta com seus 19 aninhos de idade, morena clara, cabelos pretos e anelados um pouco abaixo dos ombros, olhos pretos, 1,67m de altura, deve ter uns 55 kg, � um pouco mais magra que eu, enfim, esta na flor da juventude e com um corpo maravilhoso.

Bem, como n�o tive nenhum caso amoroso ap�s meu div�rcio, me satisfazia com masturba��es usando alguns brinquedinhos que se encontra em qualquer Sex shop, mas um certo dia me aconteceu uma coisa inesperada. Estava eu, malhando como sempre vazia na academia quando surgiu uma mulher muito bonita, nunca antes vista naquele local, aluna nova com certeza. Era uma loira com mais ou menos seus 40 anos, um corpo de colocar inveja em muitas garotinhas de 20. Me senti estranha ao reparar aquela mulher, estava sentindo algo estranho ao ver aquela mulher malhando, fazendo belos movimentos, muito provocantes. Eu pensei comigo mesma, n�o pode estar acontecendo isso comigo, eu nunca fui disso, sempre respeitei, mas nunca levei jeito para o lesbianismo. Fui para o vesti�rio tomar um banho e refletir um pouco no que acabara de acontecer, quando me despi notei que eu estava molhada, e havia at� marcado a calcinha. Fiquei algum tempo no chuveiro, e notei a entrada de mais algu�m no vesti�rio, tal foi a surpresa quando vi aquela linda mulher entrando. Pela primeira vez na vida fiquei constrangida na frente de uma mulher, ela se aproximou e me dirigiu a palavra, me perguntou se a �gua do chuveiro era quente, pois odiava �gua fria, e enquanto falava colocou a m�o embaixo do chuveiro, quase me tocando. Eu me assustei e arredei subitamente para tr�s, ela sorrindo disse pra eu me acalmar, que s� queria sentir a temperatura da �gua, e estava longe de suas pretens�es tocar em uma mulher nua, disse que era super h�tero, que afinal estava na academia para ficar mais bonita para seu marido. Totalmente sem gra�a eu disse que n�o era isso, que arredei para ela poder sentir a temperatura, e fui logo lhe apontando o chuveiro mais quente do vesti�rio, o qual eu mal aguentava suportar a temperatura, e lhe dizendo pra experimentar aquele. Ela sorriu e disse que estava tudo bem, que foi apenas um mal entendido, e se dirigiu ao chuveiro que indiquei. Continuei meu banho e tentei me conter pra n�o olhar aquele corpo, que estava me deixando louca e sem entender o porque. Ela se ensaboava e me deixava com mais tes�o, eu resolvi ir embora porque se n�o ia acabar dando na cara o meu interesse por ela. E como ela mesma disse, era super h�tero, eu n�o me entendia, pois, havia ficado chateada ap�s ela dizer isso.

Voc�s devem estar pensando, e a filha? Onde entra nessa est�ria?

Calma, estou chegando l�.

Depois dessa mulher eu comecei a reparar mais nas mulheres, estava me sentindo muito atra�da pelo lesbianismo, e como n�o tinha onde me satisfazer eu comecei a procurar algo sobre o assunto na internet, fui em sites de procura e achei sites maravilhosos sobre o assunto, lia v�rios contos, via varias fotos, e at� me masturbava bastante vendo aquilo tudo.

E um dia eu decidi que teria um encontro com alguma mulher, n�o estava mais me aguentando de vontade de possuir e ser possu�da por uma mulher. Pensei em at� contratar uma garota de programa, mas n�o tinha coragem, pois tenho muito receio de doen�as, essas coisas.

Um dia lendo um conto, eu me excitei muito, era um conto onde m�e e filha faziam amor, a m�e ensinava a filha sobre a arte do sexo entre l�sbicas. Tive orgasmos m�ltiplos lendo esse conto e me masturbando, e comecei a pensar entre eu e Marina. N�o estava mais aguentando e resolvi arriscar, sabia que a Marina n�o era nenhuma santinha, teve um namorado, e j� havia transado com ele, pois j� havia me contado sobre sua primeira vez.

A Marina sempre entrava na internet ap�s eu acabar de usar o PC ( ap�s a meia noite), resolvi deixar pistas sobre meu interesse, no primeiro dia acabei de usar o PC e deixei aberta algumas fotos de l�sbicas, para ver qual seria sua rea��o, fui para o banheiro e liguei o chuveiro , fiquei olhando pela greta da porta enquanto ela navegava, e para minha surpresa ela admirou demoradamente cada foto, e depois entrou em alguns links dos sites sobre o assunto.

Fui fazendo isso durante alguns dias e algumas vezes ela se masturbou discretamente em frente ao PC, achando que eu estava no banho. Tinha medo de tentar algo, mas chegou a um ponto que eu tinha que tentar, ou ent�o eu morreria de tes�o. Foi quando eu deixei o meu conto preferido na tela, o de m�e e filha, antes dela chegar e fui para o banho. Fiquei observando da greta e vi quando ela come�ou a se tocar lendo tal conto, e eu j� n�o me aguentava mais te tes�o, fui para o chuveiro e tomei um gostoso banho, coloquei uma camisolinha bem pequena e fui ver no que dava.

Cheguei desapercebida atras dela, e fiquei observando aquela cena, ela se masturbando lendo aquele conto maravilhoso.

Quando ela me percebeu, se assustou e me pediu desculpas, e disse que eu n�o deveria deixar aquelas janelas abertas pra ela ver. Eu disse que as deixei de prop�sito, e que queria reler aquele conto junto dela. Me sentei ao seu lado e comecei a ler, ela ficou est�tica ao meu lado, quando acabei de ler eu perguntei se ela havia gostado. Ela disse que tinha se excitado muito com o conto.

Disse pra ela fechar os olhos, dei um beijo em sua boca, o qual ela n�o correspondeu, afastou-se um pouco e me perguntou se o que faz�amos era certo, eu s� respondi que n�o sabia, mas que estava sentindo algo muito forte e inconsequente por ela, e que juntas poder�amos nos ensinar a arte do amor entre duas mulheres, ela ficou me olhando por uns cinco segundos, me puxou e continuou o beijo, mas agora muito calorosamente. Nos beijamos muito, eu sentia sua l�ngua se entrela�ar à minha, e com isso o nosso tes�o aumentava.

Ela disse, m�e, faz amor comigo bem gostoso, faz. Eu a levei para meu quarto e paramos ao lado da cama, come�amos a nos beijar novamente, mas agora um beijo muito mais caloroso, come�amos a nos acariciar, fui descendo a m�o at� sua bunda, acariciando ela todinha, sentindo nossos seios durinhos se esbarrando. Ela fazia o mesmo comigo. Ela estava de saia, eu estava de camisola. Nos explor�vamos bem gostoso por baixo de nossas roupas, a �nica barreira eram as calcinhas. Eu sentia sua umidade entre as pernas e ficava louca, sugava seu pesco�o e acariciava sua bucetinha por cima da calcinha, ela quase desfalecia em meus bra�os, se entregou completamente a mim, segurava minhas n�degas bem forte enquanto eu a bolinava bem gostoso. Tirei sua Blusa e comecei a chupar seu seios, eram m�dios e estavam durinhos, uma del�cia. Ela me pediu para deitar pois estava com as pernas bambas, eu a coloquei em minha cama e continuei a mamar em seus seios, que del�cia, que tes�o. Enquanto isso eu arredava sua calcinha para o lado e acariciava bem gostoso sua bucetinha, ela gemia e pedia mais. Ela me pediu pra tirar sua calcinha, pois estava machucando, eu a tirei e cheirei, tinha um cheiro maravilhoso de sexo, de desejo, e ofereci para ela sentir, ela cheirou profundamente e disse que estava uma del�cia, e perguntou se eu queria sentir o gostinho tamb�m. Eu logo voltei a acariciar e a ouvir seus gemidos, vai mam�e, faz gostoso, me enlouquece. Passei meus dedos bem gostoso em sua xaninha, e depois os chupei, era um gosto maravilhoso, e ela come�ou a me pedir, me chupa vai, chupa sua filinha, chupa gostoso. Ao ouvir esses apelos eu n�o aguentei mais, fui descendo...descendo ate chegar em sua boceta, ela tinha os cabelinhos aparados , ralinhos, estava inchadinha de desejo, e super molhada. Comecei a lamber bem gostoso, ela foi abrindo as pernas cada vez mais, vai mam�e, isso mam�e, estou arreganhadinha s� pra voc�. Ela se contorcia de desejo, eu perguntei se ela me queria, ela disse que queria muito, e teria que ser j�. Eu disse que primeiro queria fuder ela um pouquinho e sentir ela gozar em minha boca. Me fode mam�e, vou gozar bem gostoso pra voc�. Coloquei um dedo e comecei a socar, bem devagar, ela gemia muito alto, estava louca de desejo, eu n�o me aguentando mais, vai mam�e, p�e mais um dedo, me fode toda. Coloquei dois dedos e fui fudendo bem r�pido, e ao mesmo tempo chupando toda sua boceta, seu clit�ris, era deliciosa, muito cheirosa. Fui fudendo e chupando, fudendo e chupando, at� que ela n�o aguentou mais e teve um orgasmo em minha boca, que del�cia, chupei tudo.

Logo ap�s ela fechou os olhos e pediu para eu abra�a-la, disse que tinha sido maravilhoso e que queria me satisfazer tamb�m, mas precisava se recompor do que eu havia lhe causado, eu disse que estava �timo, que ainda tinha-mos a noite inteira pela frente, e que ela poderia se recompor que eu estaria esperando, ela olhou no fundo dos meus olhos, e disse que tinha-mos n�o s� a noite, mas o resto de nossas vidas para aproveitar-mos ao m�ximo, que a partir daquele dia tudo mudara, e sorrindo me deu um caloroso beijo, ficamos muito tempo nos beijando, talvez quase meia hora.

Eu estava em cima e ela embaixo, abra�adas, nos beijando, quando ela carinhosamente foi descendo seus bra�os at� minhas n�degas, me acariciando de forma deliciosa, eu sentia um calor muito forte e pensava comigo mesma, que delicia, vamos recome�ar. Ela abria minhas n�degas com suas m�os e me perguntava, gosta assim mam�e? Gosta de ficar abertinha? Arreganhadinha pra mim? Eu estava ficando louca, ela sabia acariciar e conduzir as palavras, me deixando em �xtase, sem voz, e eu respondi gemendo, adoro filha, continua vai. Ela pediu pra eu me levantar e se sentou na beirada da cama, tirou minha camisola me deixando apenas de calcinha, eu perguntei se queria que tirasse a calcinha, ela disse que n�o, que ainda n�o era a hora, esse seu jogo me deixava louca, ela me pediu pra sentar em seu colo, de pernas abertas, e de frente pra ela, eu o fiz, ela me puxou para bem pr�ximo dela e voltou a me beijar, logo ap�s empurrou-me um pouco para traz e come�ou a mamar em meus seios, e dizia, estava com saudades desse biquinho gostoso, voc� nunca mais me deu depois que eu parei de mamar quando crian�a. Eu disse, agora � todo seu, agora sou toda sua. Ela continuou chupando meus seios e puxou minha calcinha bem pra cima, enfiou ela toda em meu rego, e come�ou a acariciar bem gostoso a minha bunda, me abria, me arranhava, me arreganhava , fui deixando tudo acontecer, ela me perguntou se eu estava gostando, eu logo respondi que sim, que estava muito gostoso, e sussurrei em seu ouvido, continua. Ela iniciou em minha boceta, come�ou a me bolinar por cima da calcinha, que a essa altura j� estava encharcada, eu implorei a ela que arredasse a calcinha e me fudesse gostoso, ela como boa filha obedeceu, colocou dois dedos e foi socando bem gostoso, me fudeu gostoso enquanto sugava e mordia meus mamilos, depois iniciou um delicioso joguinho, tirou os dedos e os chupou, um por um, de maneira bem sexy, depois recolocava em minha bocetinha , fodia mais um pouquinho e me dava pra chupar, fez isso v�rias vezes me deixando louca de tes�o. At� que cheguei a um ponto que n�o aguentava mais, queria ser chupada. Ela se levantou e pegou em minha m�o, foi me conduzindo para o banheiro, eu sem entender perguntei o que ela pretendia, ela fez sinal com a m�o na boca para eu me calar, eu obedeci, era mais um joguinho, e que me enlouquecia. No banheiro, ela ligou a hidromassagem, disse que seria muito bom tomar-mos banho juntas, enquanto a banheira se enchia, ela tirou minha calcinha e me sentou no bid�, pediu pra eu me sentar bem na beiradinha, eu obedeci, ela abriu minhas pernas e iniciou uma cuni-l�ngua , chupava todo meu sexo, me enlouquecia, era delicioso olhar para baixo e ver minha filha chupar minha boceta, eu dizia coisas como: chupa vai, chupa a mam�e gostoso, chupa a mam�e, gostosa, estava-mos ambas nuas e isso me dava mais tes�o ainda, ela chupava muito gostoso, come�ava a lamber em baixo e percorria toda extens�o de minha racha, depois parava em um s� ponto, no grelo, no clit�ris, eu gemia muito alto, acho que talvez os vizinhos estivessem escutando. Quando percebemos, a banheira j� transbordava, ela correu para desligar a �gua, foi logo entrando na banheira e dizendo que a �gua estava uma del�cia, a espuma estava muito gostosa, fui para a banheira, entrei e ela me pediu para beija-la, nos beijamos como loucas, sentindo o gosto de nossos sexos em nossas bocas, sentamos de frente uma para a outra e entrela�amos nossas pernas, de modo que eu pudesse toca-la e ela pudesse me tocar, ela disse que queria me lavar e queria que eu a lavasse, come�amos a nos tocar em baixo da �gua, nos toc�vamos como se nos lav�ssemos, era uma verdadeira siririca, ficamos assim por um bom tempo, gemendo, nos beijando, nos tocando, nos amando. Ela nos interrompeu e pediu para levantarmos me disse que queria uma coisa, mas estava meio constrangida, eu disse que poderia se abrir comigo, que eu e ela agora �ramos amantes, ou n�o �ramos? perguntei. Ela me respondeu com um beijo, e voltamos a nos acariciar, agora de p�, abra�adas, nos toc�vamos por tr�s , eu a boceta dela e ela a minha. Ela foi subindo a m�o e voltou a acariciar minha bunda, abria minhas n�degas, as arranhava, e dizia, sua bunda � muito gostosa, � deliciosa, e voltava a me beijar, de repente ela foi mais ousada, colocou o dedo m�dio em meu cuzinho e come�ou a acariciar, eu comecei a rebolar de tes�o, ela perguntou se eu j� tinha levado por tr�s, se tinha vontade de tomar no cu, aquelas palavras me enlouqueceram, quase gozei s� de ouvir. N�o respondi a sua pergunta, n�o com palavras, eu lhe disse, me beija. Nos beijamos com muito tes�o, talvez no auge do tes�o, me encaminhei para a beirada da banheira e me posicionei de bru�os, da cintura pra cima eu estava deitada do lado de fora da banheira, meus joelhos apoiados no fundo da banheira, como se estivesse de quatro. Olhei para Marina que estava em p� atr�s de mim, ela aproximou-se e se ajoelhou atras de mim. Eu disse, se quiser meu cuzinho vai ter que chupa-lo, ela iniciou uma chupada muito gostosa, circulava ele todo com a l�ngua, depois lambia minha boceta at� chegar no cuzinho, era delicioso. Come�ou a me bolinar gostoso com o dedo, e queria me penetrar, eu pedi que esperasse mais um pouquinho, pois ainda n�o me sentia preparada, pedi para ela ir at� o arm�rio do banheiro e pegar um vidrinho azul, ela disse que iria pegar mas que era pra eu n�o sair daquela posi��o, perguntou o que era, eu respondi, vaselina, conhece? Ela disse que sim, que agora tinha entendido. Ela voltou a se ajoelhar atr�s de mim, e continuou me chupando o cu, eu pedi pra ela lambuzar o dedinho e me lambuzar, me deixar bem lubrificadinha, ela enfiava o dedo no vidro e depois passava no meu rabinho, era delicioso aquilo. Eu pedi pra ela come�ar a penetrar e lubrificar por dentro, mas bem devagarinho, ela come�ou colocando o dedinho, lambuzava e enfiava devagarinho em mim, foi me deixando bem molhadinha, quando estava entrando gostoso eu pedi pra ela trocar o dedinho, colocar o m�dio e me comer o cuzinho, vai filinha quero tomar no cu bem gostoso. Vou te comer mam�e, te fuder bem gostoso, arreganha mais um pouquinho vai, eu abri mais as pernas e ela come�ou a me comer, socava bem gostoso no meu cuzinho, eu estava delirando de tes�o, ela come�ou devagarinho e depois foi socando bem forte, me fudendo bem gostoso. Ficamos fudendo assim durante quase meia hora, paramos quando eu gozei, estava com tanto tes�o que gozei sem ao menos ela tocar em minha boceta. Logo ap�s ela me perguntou se eu queria mais, eu disse que precisava me recompor. Ela deu um sorriso, e disse, quero levar por tr�s tamb�m mam�e, estou louca de vontade de dar o cuzinho. Pedi a ela que ficasse na posi��o que eu estava, comecei a chupar aquele cuzinho gostoso, fiz tudo o que ela fez comigo, lubrifiquei aquela bundinha que muitas vezes j� havia passado talquinho e fodi bem gostoso, ela delirou de tes�o at� gozar. Fomos para meu quarto e dormimos, no outro dia acordei com ela chupando meus seios, disse que n�o resistiu, e perguntou se eu queria mais. Come�amos a transar novamente, mas agora usamos alguns de meus acess�rios, como um vibrador. Foi uma del�cia, ela adorou. Hoje somos amantes, mas nos encontramos pouco, pois Marina foi estudar fora. Mas quando nos encontramos � uma del�cia, � uma mistura de amor, saudade e muito tes�o. Bom, espero que tenham gostado do conto, vou deixar meu e-mail, se algu�m quiser trocar uma id�ia. � [email protected]

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