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AVENTURA GOSTOSA COM O PROFESSOR DA FACULDADE.

Ol�, este � meu 1ª conto e espero que voc�s gostem.

Sou uma jovem morena, cabelos longos, peitos grandes, magra, por�m gostosa, um pouco t�mida, mas com muito fogo no corpo. Ele � um homem com quase trint�o , branquinho, alto, musculoso, sedutor, inteligente, todo solto, muito atraente e gostoso pra caralho! Bota caralho nisso!

Desde a primeira vez que me deparei com ele na faculdade, comecei a acreditar, n�o em paix�o a primeira vista, mas algo parecido e muito forte que me deixava ati�ada, euf�rica, cora��o pulsante e muito tes�o s� de olhar pra ele.

Eu estava num momento de mudan�as, ent�o resolvi deixar a minha timidez de lado e fazer algo louco para ver se sa�a da rotina. Foi ent�o que resolvi mostrar para ele meu interesse. Comecei entregando alguns bilhetes com "diretas" para ele, no in�cio com pura inoc�ncia,mas no final voc�s ver�o no que deu. Depois procurei me informar sobre ele e sua vida, foi a� que eu descobri mais um pouco dele, seu telefone e email e o melhor, que ele era solteiro. Ent�o mais uma vez me declarei e expus tudo o que sentia para ele. Ele me deu um bom retorno dizendo que gostou do meu jeito e atitude e foi justamente isso que me deu mais coragem de querer e conseguir algo melhor com ele.

Tudo foi ficando �timo para mim, principalmente quando come�amos a teclar pelo MSN e passar horas descobrindo as coisas boas da vida.Conversamos ao vivo tamb�m, mas nada demais. O problema de tudo foi minha timidez no in�cio porque eu falava, falava e n�o conseguia por em pr�tica meus desejos. Ele querendo me ter e eu com um medo absurdo de ser vulgarizada, pois sendo quase uma virgenzinha (comida por uma pica s�) achava aquilo tudo muito r�pido.



Vou sintetizar esta longa hist�ria agora para n�o ficar cansativo. Depois de v�rios meses conversando e ap�s ele ter demonstrado interesse e passado confian�a para mim, o mesmo me convidou para efetivarmos um encontro e eu aceitei.Nossa meu cora��o chega disparou. N�o sabia se estava fazendo a coisa certa, mas enfim foi o melhor que fiz. Combinamos de nos encontrar num shopping e ent�o entrei no seu carro para irmos at� a sua casa. Chegando l� conversamos um pouco, tomamos uma brisa e ent�o resolvemos ficar em um canto mais confort�vel. Eu n�o imaginava nada do que ia acontecer, mas era de se esperar. Este homem, meu professor particular (posso assim dizer), mandou eu ficar mais pr�xima dele e come�ou a tocar em mim e logo depois a beijar minha barriguinha e lamber meu umbigo. Nossa! Aquilo foi tiro e queda para eu ficar toda excitada e molhadinha. Barbaridade! Fiquei com medo do que pudia terminar aquilo, mas estava gostando de tudo. J� que cheguei at� al�, que o melhor acontecesse ent�o! Foi ent�o que resolvi tomar um banho para relaxar mais. Logo ap�s sair do banheiro me deparei com ele s� de cueca em cima da cama me olhando de um jeito avassalador.Foi ent�o que ele pediu para eu tirar a roupa e ficar mais a vontade. Tireia blusa, a cal�a e ele em seguida complementou tirando meu sutian. Sentei do lado dele e come�amos a nos beijar, acariciar.Ele sempre pegandoe m meus pontos fracos (pesco�o, peito, grelinho) e eu massageando aquela pica saltitante. Parecia at� que eu tinha colocado "cebola" na minha buceta gostosa, porque ela s� fazia lacrimejar de muito tes�o que estava sentindo.Ele percebendo tudo, me provocou mais ainda e come�ou a chupar deliciosamente meu peitos salientes, deixando-os durinhos e a pegando neles com intensidade. Ave maria! Aquela m�ozona perfeita em meu corpo me deixou com mais calor. Ele n�o perdeu tempo e deitou-se e me colocou bem em cima dele exatamente em cima daquela porra de pica gostosa. Nessa hora eu j� estava em outro mundo porque comecei a ro�ar e rebolar em cima dele, beijando-o ardentemente e puxando seu cabelo. Naquele clima de prazer resolvemos ficar sem nada no corpo e ent�o continuei ro�ando, s� que ele me pediu logo para chupar seu pau.N�o esquecendo de dizer, logo que sentei nele ele j� estava de pau duro e ao chegar neste ponto resolvi mostrar minha habilidade em chupar pica. Lambi seu pau, chupei aquela cabe�a magn�fica e rosada e engoli seus ovos de vez como uma esfomeada. Ele j� gemia de prazer e eu tamb�m .Foi ent�o que ele ia empurrando minha cabe�a pra baixo e eu entendi que ele queria mais emo��o, foi a� que comecei a lamber seu cuzinho branco.Putzgrilla!(como diria na novela). Aquele homem foi no inferno de tanto prazer. Percebendo que ele gostou e for�ou minha cabe�a com l�ngua para dentro do seu cu, enfiei meu ded�o indicador todo no seu rabo e mostrei para ele o que ele merecia. Ele ficou louco! Imagine uma bunda branca, durinha e gostosa!!Imaginou? Era a bunda dele.Perfeita, fiquei louca! Depois disso j� n�o aguentava mais aquele tes�o, safadeza m�tua e aquelas preliminares ent�o resolvi cavalgar em cima dele. Mostrei pra ele como se faz quando se subestima o poder de uma garota receosa. Azunhando fortemente seu peito forte, ia dando socadas gostosas subindo e descendo feito uma jega no cio. Foi a� que sussurrei para ele:

- Me come professor! me fode! Eu quero ver agora o que voc� tem para me ensinar!

Ele todo descarado e fogoso me botou em cima dele,segurou o meu quadril e come�ou a me puxar dar socadas fortes e profundas. Eu j� n�o sabia mais se gemeria ou se gritaria para aquela vizinhan�a toda ouvir. Eu sentia todo aquele orgasmo chegando e pedia mais, continuava recebendo e beijando e puxando seus cabelos, gritando nomes sacanas, ele me chamando de putinha particular dele. A putaria chegou no cl�max que eu esperava. Ele era perfeito. Quando ele j� n�o aguentava mais e estava perto de gozar, me colocou de quatro naquela cama.Eu falei que n�o brocasse meu cuzinho, pq ele era praticamente virgem, mas pedi para fuder minha buceta do jeito que ele quisesse. Essas palavras foram suficientes para aquela boa gozada quente come�ar a sair e n�s gemermos, foi a� que ele pediu para gozar a minha cara e depois a minha boca. Fiz tudo com imenso prazer.



Ap�s este coito fudi�o tomamos banho e descansamos um pouco. Nossa! Ele parecia um anjo do meu lado. Foi a melhor experi�ncia que eu podia ter naquele momento. A� ele disse:

- �, para quem estava t�mida e com medo voc� me pareceu muito danada viu!

Ent�o eu sorri e disse que nem eu me conheci naquele ato.Ap�s isso fui embora pra casa toda dolorida das pernas pra baixo.



Foi tudo muito surpreendente. At� hoje lembro deste momento e espero que venham mais encontros por a�.

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