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ELA TINHA DUVIDA COM RELA��O A CALCINHA.

Ol�, meu nome � Daniel, tenho 26 anos, moreno, 1,80, um cara normal.

Hoje vou contar uma transa com uma gata, a Nana. Loira, baixinha, rosto lindo e 33 anos muito bem vividos. Sempre fomos muito amigo, nos conhecemos gra�as a uma ex namorada minha, elas eram melhores amigas.



Desde a primeira vez que bati os olhos nela me encantei com tanta beleza. Nana sempre cuidou bem do seu corpo, vivia na academia, muscula��o, aulas de dan�a e por a� vai, al�m de ser muito simpatica e exalar da sua essencia um fogo inacreditavel.



Nossa transa aconteceu por acaso, combinamos com todos os amigos de almo�ar na casa de Nana em um s�bado, como mor�vamos perto me ofereci para ir mais cedo ajudar nos preparativos e ela concordou. Cheguei por volta das nove horas da manh�, ela tinha acabado de acordar, por isso demorou um pouco para abrir a porta, mas essa pequena demora valeu muito a pena, ao abrir vi aquela mulher que mais parecia um anjo, toda de branco com uma luz que vinha da janela da cozinha a contornando.

Imediatamente percorri com os olhos seu corpo, ela usava uma blusinha branca que deixava parte da barriga a mostra e marcava bem seu busto que estava sem suti�, podia ver o relevo dos bicos sobre a blusinha. Completando seu visual uma cal�a mais larga de tecido muito fino, perfeita para noites de sono. Era possivel gra�as a luz que vinha por tr�s dela ver sua calcinha, branca tamb�m. Somente aquele instante ja fez por valer meu dia, que estava apenas come�ando. Ela me chamou para entrar, passamos pela sala e fomos at� a cozinha. Conversamos sobre diversas coisas sem import�ncia, ela reclamou da pregui�a que a consumia, disse ainda querer dormir mais um pouco antes de come�ar os preparativos. N�o me opus e perguntei se ela queria que eu voltasse mais tarde foi quando ela me perguntou se eu nao gostaria d ficar por ali mesmo faznedo companhia. Topei, � claro. Fui indo em dire��o ao sof� e j� fui ligando a TV e na mesma hora ela me repreendeu falando que se fosse pra eu ficar na sala era melhor ir embora mesmo, j� q ela deitaria na cama em seu quarto e que n�o tinha problema que eu fosse junto. Atendi seu pedido e subimos para o quarto, la deitamos e ficamos conversando um pouco ao tempo que viamos tv. Tinhamos intimidade para fazer isso mas ateh o momento n�o passavamos da conversa. Passada uma hora mais ou menos ela se levantou e disse que iria tomar banho e que enquanto isso eu poderia ficar ali. Ela come�ou a escolher sua roupa deixando por ultimo a escolha da calcinha. Depois de alguns minutos de indecis�o ela saca da gaveta uma calcinha rosa, joga sobre a cama, proximo da minha perna e olhando para minha cara ja com um sorriso nos labios me pergunta o que eu achava daquela, se ela ficaria bem usando aquela calcinha. Comecei a sorrir tmb entendendo sua malicia e retruquei que a calcinha era bonita mas que para saber se ficaria bem nela seria preciso ve-la vestida. Ela soltou um largo riso, me olhou nos olhos e me disse que era bem safado, que nao acreditava no que tinha ouvido. Pegou suas coisas e foi para o banho. Passados mais alguns minutos ela desliga o chuveiro e grita la d dentro que logo sairia foi quando eu disse que deixaria o quarto para que ela pudesse se trocar. Prontamente ela me respondeu que nao era preciso sair, podia ficar a vontade. Fiquei por ali mesmo ateh que finalmente ela sai do banheiro enrolada na toalha, cabelos molhados e com o mesmo sorriso nos labios. Fiquei estasiado com a cena e sem falar nada ela abriu um pouco a toalha me mostrando da cintura para baixo, ela vestia a calcinha. Depois de alguns instantes ela me pergunta se agora era mais facil d dar uma opiniao se eu tinha gostado da calcinha. Disse que ela tinha ficado linda e logo ela me respondeu que agora precisava entao de um suti�o para combinar, foi quando ela soltou por completo a toalha e ficou na minha frente com a pele um pouco molhada vestida apenas com a calcinha. Disse pra ela que tdo aquilo tava me deixando maluco, ela se aproximou e sem nenhuma palavra me beijou. Ficamos um bom tempo nos beijando ateh que suas maos come�aram a levantar minha camisa, desabotoar minha cal�a. Pronto estava eu apenas de cueca e apenas de calcinha. Ja era possivel sentir meu pau pulsando de tsao dentro da cueca que foi tirada com muita habilidade com sua boca. Agora sem roupa alguma estava eu sobre a cama daquela mulher sentindo sua boca cheia de tesao abocanhar meu penis. Como ela chupava bem, parecia profissional. Ap�s algum tempo ela parou de me chupar e voltou a me beijar, logo corri com minhas maos para tirar sua calcinha, foi quando ela me parou e disse q ja que eu havia gostado tanto ela nao queria tirar a calcinha. Puxou entao a calcinha um pouco para o lado e colocou minha mao na sua vagina completamente molhada d tsao. Aquilo foi incrivel, ela come�ou a se virar ficando de quatro na cama me mostrando sua bunda deliciosa e dizendo que eu poderia fazer oque quiser agora. Puxei a calcinha o maximo que consegui e comecei a bjar sua bunda, passei minha lingua pelo seu anus ateh chegar na vagina. Que gosto delicioso. Nao demorou muito eu comecei a apontar meu pinto na sua buceta. Entrou com tanta facilidade. Senti todo seu calor. Quanto mais eu penetrava mais velocidade e for�a ela me pedia, quando me dei conta ja puxava seus cabelos enquanto a penetrava como um animal. Ela gemia muito anunciando que iria gozar, me segurei o maximo que pude para que ela pudesse ter todo seu extase. Feito isso disse pra ela que ainda queria mais, eu queria algo diferente. Me faz sua escrava ela disse. Tirei meu pau da sua vagina e fui posicionando no cu. Ela fez um HMMMMM e disse para ir devagar. Foi o que fiz. Logo ela come�ou a comandar os movimentos. Novamente estavamos os dois como animais, mas dessa vez eu comia aquele cuzinho. Ela voltou a gemer e pediu que gozasse ali mesmo, nao me segurei mais. Gozei muito, enchi seu cuzinho com meu gozo. Ela esfaleceu sobre a cama. Ficamos ali deitados alguns minutos e ao nos levantarmos ela tirou a calcinha e come�ou a esfregar na vagina, colocou na minha mao e pediu que eu visse se ali tinha o cheiro dela. Disse que sim, foi quando ela me disse que era um presente pra mim. Eu poderia levar a calcinha para lembrar sempre dela e que aquilo seria tmb nosso sinal. A proxima vez que eu quisesse transar com ela eu deveria levar a calcinha e entregar para ela, assim ela saberia o q eu pretendia.



O dia passou, os amigos chegaram e foram, e ela me convidou para dormir na sua casa.

Transamos a noite toda come�ando por um otimo boquete. Mas isso conto depois.

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