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1� VIAGEM-3� NOITE

1� viagem-3� noite



Esperando carga



Amanheceu, acordamos com o barulho do pessoal que veio para descarregar, o que fizeram rapidamente, fomos ate a cidade mais pr�xima, e a transportadora nos indicou a empresa onde ir�amos carregar. Chegando l�, encontramos outro caminh�o da frota que estava aguardando carga e que s� iria carregar dois dias depois. A nossa carga era de urg�ncia e Juca entrou na firma e eu fiquei esperando na portaria. O motorista do outro caminh�o, Orlando, um mulato bonito, corpo esbelto, forte e muito educado. Viu-me na portaria, e convidou-me para ir ate seu caminh�o para conversarmos e ouvirmos musica para passar o tempo, pois iria demorar o carregamento. Fui, e quando entramos na cabine, notei que estava tudo limpinho e arrumado, ele logo tirou a camisa e falou para eu ficar a vontade, pois estava muito calor. Ao ver aquele belo peito musculoso senti um arrepio, meu cuzinho come�ou a piscar, ele percebeu e disse que gostava de ficar a vontade. Aproveitei e disse que se quisesse poderia ficar pelado eu n�o tinha nada contra mas no intimo eu queria mesmo era ver a rola que estava guardada. Na mesma hora tirou o short com cueca e tudo, pos para fora um belo cacete j� duro e falou para que eu tirasse tamb�m e ficasse a vontade. Ao ver aquela vara cor de �bano dura, pulsando em minha frente, n�o resisti e sem tirar o olhar dela e passando a lingua pelos labios, me despi. Ele para provocar ainda mais, arrega�ava e deixava ver uma cabe�a vermelha que parecia um chap�u, meu cu piscava eu estava realmente excitado. Pulei para traz na cama, ele pulou junto, fechou as cortinas, eu hipnotizado pela vara agarrei-a e com a tes�o que estava sentindo, n�o sabia o que fazer primeiro, fui logo de boca e mamei a vontade deixando ela mais nervosa ainda e Orlando gemia, enfiava o dedo no meu cu que j� estava babado de tes�o. Sem pensar, virei-me, fiquei de quatro em sua frente, oferecendo lhe o meu cuzinho, e ele come�ou a enfiar, eu facilitava abrindo as nadegas o mais poss�vel e logo senti aquela chapeleta pular para dentro. Doeu um pouco, mas a tes�o era bem maior, ele lubrificava o pau com saliva e empurrava, entrava, peda�o por peda�o, aquilo me levava a loucura, sentia meu cu sendo alargado e eu n�o sabia se chorava ou se ria de tanta tes�o, estar com um cacete daqueles na bunda n�o era para qualquer um. Estava no auge do tes�o quando passei a m�o e percebi que Orlando tinha guardado toda sua ferramenta dentro de mim, ele bombava firme tirando, deixando s� a cabe�a e empurrava em seguida de uma s� vez. Sentia meu cu ser massageado por aquela vara, ele bombou varias vezes e percebi que ela estava ficando mais grossa, e de repente aqueles jatos fortes de leite quente, inundaram minha bunda. Ele grudou-se a mim e s� tirou depois que ela amoleceu, eu me sentia realizado, mas ainda com fome, meu buraquinho piscava quando eu olhava para aquele pau. Agora estava mole, ent�o mais do que depressa agarrei e fui punhetando-a e assim que ela deu sinais de vida novamente, abocanhei a e fiz a mais gostosa chupeta. Chupava e enterrava toda aquela pica em minha boca, mordiscava a cabe�a, apertava os l�bios e massageava aquele belo pau, descia ate o saco babava, e sugava, fazendo a vara sofrer em minha boca que logo recebeu seu caldo, quente e espesso, mas gostoso. Orlando estava entregue, todo suado, deitado de costas, deitei-me em cima e comecei a lamb�-lo, sugava aquele suor, mordia seu pesco�o, seu peito e fui descendo ate chegar novamente em seu saco. Quis chupar seus gr�os, mas ele n�o deixou dizendo que estavam doloridos, ficamos um tempo conversando, e ele me convidou para fazer algumas viagens com ele, dizendo que eu ia gostar. Eu punhetava seu pau esperando que ele ressuscitasse logo, queria mais um pouco daquele belo cacete, logo come�ou a dar sinais de vida e eu para adiantar o processo fui de boca e mamei sugando lhe o caldo que escorria. Orlando estava deitado de costas e eu de quatro no meio de suas pernas chupetava sua rola deliciosa. Quando a vi dura fiquei de p� de pernas abertas de frente para ele e vim descendo, descendo ate senti-l� encostar-se a minha bunda, ele a direcionou e l� fui eu vara abaixo ate sentar no seu colo. Comecei a cavalgar e dar bundadas no seu saco, ele tentava cutucar, mas eu balan�ava mais r�pido, ate que ele me abra�ou e rolamos. Fiquei por baixo, com ele no meio de minhas pernas. Ele ergueu bastante minhas pernas, quase me dobrando no meio, deixando meu cu direcionado ao seu pau. Nunca tinha dado nessa posi��o, achei maravilhosa, ele estocou e encostou o saco no meu rabo e bombava firme. Bombou a vontade, eu me deliciava com a posi��o, com a vara que era gostosa e com ele, que falava coisas que qualquer pessoa gosta de ouvir nessa hora. Ejaculou na minha bunda e eu tamb�m gozei lambuzando minha barriga. Ficamos um pouco deitados e ele refor�ou o convite para eu viajar com ele, ate que gostaria, mas, expliquei que j� viajava com Juca, e que ele n�o deveria saber de nada. Voltei a brincar com seu pau que estava mole, o fiz endurecer de novo e abocanhei e fiz uma deliciosa chupeta, chupava o pau, lambia os gr�os ia ate seu rego e passava a l�ngua no seu cuzinho, voltava no pau e esfregava na minha cara e abocanhava de novo. Orlando olhava admirado eu brincar com sua rola e quando j� estava no ponto, virou-me, for�ou para que eu ficasse de quatro e mandou a pica sem d� no meu rabo, abra�ou-me pela cintura e como um alucinado bombava sem parar. Meu cu ardia, mas ele n�o parava, demorou em gozar, e quando o fez ficou grudado ate o pau amolecer e sair de dentro a ultima gota. Fiquei satisfeito e com o rabo pegando fogo, minha vontade era abra��-lo e enche-lo de beijos, mas n�o sabia se ele iria gostar. Descansamos, me arrumei e fiquei pronto esperando o Juca sair para seguirmos, enquanto isso, convers�vamos e ele falou que sempre viajava sozinho e seria muito bom ter um companheiro na viagem, com um cu guloso como o meu. Expliquei que trabalhava e fazia horas extras e as descontava em dias de folga, por isso demorava em viajar e que foi nessa viagem que tanto eu como o Juca nos libertamos da inibi��o e passamos a desfrutar nossa bissexualidade. J� est�vamos a quatro dias rodando, eu estava preocupado com meu servi�o, n�o sabia quando �amos voltar, mas, adorei conhece-lo e de tudo que fizemos, eu tamb�m queria uns dias com ele, mas isso e outro assunto que irei contar depois

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