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EU COMI MINHA SOGRA

Eu comi minha sogra

Tenho 50 anos, estou no meu terceiro casamento, moro na casa de minha esposa, ela jamais havia casado, e a m�e dela mora conosco, ela tem 51 ano e a m�e 70.

Ela –N- � parda tem 1,70 de altura corpo bem trabalhado em academia , seios platificados lindos, bunda redonda de descend�ncia negra , aposentada de um tribunal federal, uma linda coroa.

A minha sogra, tamb�m aposentada federal, cheia de energia, toma a�a� todos os dia, come muito peixe, faz sozinha toda manuten��o da casa dispensando empregada, tem 1,65 de altura, sem gordura, � uma veia bem empinada, bunda cheia de carne, caminha todos os dias em volta da quadra, voz firme e muita sa�de.

Eu sou da Ilha do Maraj�, pardo, 1,85 90kg, tenho im�veis alugados, malho todos os dias na academia com minha esposa, e tenho um apetite que merece louvor.

Moramos os tr�s juntos a +- um ano e meio, e nos damos muito bem, nossa vida � lazer, casa de praia, e viagens. Uma noite voltando de um evento l� pelas 11:hs da noite, depois de ter tomado uns whisk, falei pra “N” a esposa que chegando em casa queria meter naquele cuzinho, disse: Amor estamos voltando pra casa, pra tua m�e n�o ficar s�, mas hoje quero o “olho de porco” o “boca de macaco” teu cuzinho apertado, (ela adora que eu diga os detalhes de como vou fude-la, ela fica excitada e j� chega em casa molhadinha). Normal que seja assim pois sempre transamos muito, de manh�, de tarde, de noite a qualquer hora.

Minha sogra j� havia confidenciado pra mim que do quarto dela, dava pra escutar nossas travessuras, e at� recomendou que eu pedisse a filha pra gemer e gritar mais baixo sen�o os vizinhos poderiam reclamar; eu devo ter ficado vermelho, e prometi fazer a solicita��o, mas nunca falei nada. Na verdade j� havia observado que ela tanto escutava na porta como observava pela janela da �rea, Eu e “N” j� sab�amos disso, mas o assunto era velado.

Chegando em casa, minha sogra tava no banho, as noites em Bel�m s�o quente e � normal o paraense tomar 4 a 5 banhos por dia, fomos pro nosso quarto tiramos a roupa e come�amos a sacanagem, “N” chupava meu pau que estava latejando de duro, colocava entre os seios e quando subia dava uma chupadinha fazendo uma espanhola gostosa, depois ficou de quatro na cama e eu passava �leo de castanha do Par� na sua bunda e abria aquele cu apertado pra lubrificar por dentro, passei �leo na pica e pincelava sua buceta de baixo pra cima, ela j� come�ava a gemer e pedir, “me fode com essa casseta gostosa, come a tua escrava do jeito que quiseres”, eu de malino, dava tr�s enfiada na buceta depois tirava e pincelava a entrada do cuzinho, ela estava em del�rio, quando escutamos um barulho no banheiro social, “� a mam�e” – N- gritou, se enrolou numa toalha e saiu no corredor abriu a porta do banheiro e disse –R- a mam�e esta ca�da, eu sai nu ainda de pau duro e falei : Pegue o carro e coloque no p�tio que eu vou vestir tua m�e; enquanto N - fazia essa tarefa de pegar a camionete na garagem dos fundos e coloca-la no p�tio, eu socorria minha sogra desfalecida no banheiro, muito safado fiquei olhando e confirmei de quem –N- havia herdado aquele enorme cap� de fusca, a veia tem um bucet�o lindo com pouco pelo mas com l�bios que sobram dos limites da buceta, primeiro a coloquei sentada sobre a tampa do vaso, ai fiquei de c�coras e n�o resistindo, dei uma chupada naquele pinguelo carnudo gostoso, esse foi o rem�dio, a sogra recuperou-se e meio assustada disse : “ o que foi que aconteceu, porque voce esta aqui, onde esta –N- ?”, respondi: a senhora desmaiou, vou lhe levar pro quarto, -N- n�o precisa saber t� certo? ela respondeu: “depois conversamos, tu n�o tem sussego, parece que vivi pra isso”, tentou ficar de p� mas as pernas estavam fracas, falei ent�o, segure no meu pesco�o e fazendo assim, n�s dois de p�, escanchei as pernas dela na minha cintura, como temos altura aproximada, no caminho pro quarto dela minha pica foi ro�ando na bucetona de minha sogra e antes de entrarmos no quarto dela, meu pau todo lambuzado de �leo, encontrou a entradinha que a mais de 25 anos, n�o sentia o calor de uma pica, ela deu um gemido de dor e prazer: aaaaiiiaaannhhh! dei mais alguns passos agora fazendo um movimento de entra e sai naquela buceta apertada, e chegamos a borda da cama, quando a sentei e tentei deita-la a danada n�o me largou ai entendi, eu disse: espera ai; olhei meu cacete e acreditem tava sujo de sangue, sem vergonha como s� eu sou, falei pra ela: tirei seu caba�o e agora vou terminar, ela retrucou: a –N- ta aonde? Respondi: ta l� pra garagem e ainda demora, deitei em cima da sogrinha que j� tran�ou as pernas nas minhas costas fazendo um frango assado na beira da cama, e dava estocadas lentas entrado e saindo naquela buceta guardada pra mim, enquando mordia seu pesco�o e falava no seu ouvido o quanto ela era gostosa, ela gozou, senti sua respira��o ofegante por duas vezes antes de ouvirmos o carro estacionando na garagem, sai de cima ainda de pau duro, me limpei e me enrolei com a toalha, e joguei um len�ol sobre ela.

-N – chegou apavorada perguntando: como a Mam�e esta? Ao que ela mesma respondeu “estou �tima, mas tem males que vem pra bem; preciso me cuidar melhor” ; -N- ajoelhou-se na beira da cama e inclinou-se pra conversar com a m�e, foi quando encostei a pica contida pela toalha mas ainda dura, na racha de sua bunda, vi quando os pelos do seu corpo inteiro arrepiaram-se, minha sogra tamb�m percebeu o tremor em sua filha e maliciosamente recomendou: “V�o pro quarto de voces se eu precisar eu aviso, estou �tima, j� te falei”

Quando entramos no quarto –N- falou: tu parece macaco prego, pode o teto desabar , mas tento safadeza t� tudo bem, ao que respondi: Vira essa bunda pra c� que eu to cheio de tes�o pra arrebentar essas pregas. Ela porem observou, “tu vistes como a mam�e ainda � inteira, e muito bonita de corpo?” respondi: “ e tem um capo de fusca original, egua do bucet�o” E –N- falou: “ acho que ela ainda tem tes�o, s� n�o tem coragem de admitir, tu sabes que ela nos observa pela janela? Por isso deixo a janela aberta, s� de sacanagem”, -N-que n�o desliga nunca ficou deitada de pernas pra cima (frango assado) e eu enfiei devagar e progressivo no cuzinho onde s� brinco em ocasi�es especiais, olhando pra carinha dela de dor e prazer, fui metendo com delicadeza deixando o boca de macaco engolir espontaneamente minha pica inteira, s� ent�o come�ei os movimentos calculados, pra deixar sempre as pregas intactas, preservando sempre aquele cu apertado, que � de uso particular meu. –N- sempre tem m�ltiplos orgasmos, e n�o foi diferente dessa vez, gemia e gritava dizendo “come essa bunda que � s� tua, goza dentro do meu c�, que a minha vida � dar prazer pra essa pica, goza dentro de mim goza aaaaaaaaaaaahhhh!” enquanto minha sogra olhava pela janela agora n�o se escondia mais de mim, e at� sorria e mordia os l�bios.

Fudemos boa parte da noite –N – teve 6 orgasmos, mas eu n�o consegui gozar, s� pensando no bucet�o da minha sogra, isso aconteceu ontem 250509, mas ainda essa semana eu vou tra�ar minha sogra pode esperar. Ho veia gostosa. Chico Maraj�.

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