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APRONTANDO NA PESCARIA

Primeiramente gostaria de agradecer a todos que me mandaram e-mails, comentando sobre o meu primeiro relato. O que eu vou contar hoje rolou neste ultimo feriado de P�scoa. Quando tem algum feriado prolongado eu aproveito pra viajar e pescar. � quase sempre a mesma turma: eu, meu cunhado e mais dois amigos dele. Com exce��o do meu cunhado, todos s�o casados. Minha esposa sempre fica na casa da minha sogra. Neste feriado foram mais 3 colegas de trabalho do meu cunhado. O mais novo � o meu cunhado que tem 29 anos. O resto do pessoal tem entre 35 e 50 anos. A gente se reuniu na casa de meu cunhado na quinta feira à noite, dividimos a bebida e a comida em dois carros e sa�mos l� pelas 3 da madrugada. O local onde a gente pesca, fica numa represa, a uns 200km de Curitiba. O problema � que o lugar � de dif�cil acesso, com um bom trecho de estrada de ch�o. Quando a gente chegou j� tava dia. N�s deixamos os carros a uns 300 metros de onde a gente montou o acampamento. Eu tenho a minha barraca pra duas pessoas e um dos amigos do meu cunhado tamb�m. Normalmente quem n�o tem barraca dorme no carro ou embaixo de uma lona que a gente estica entre as arvores, para proteger as coisas do sol e da chuva. Nessas pescarias, a gente sobrevive basicamente de carne ( churrasco ) e cerveja. A gente pesca prepara o almo�o, come e volta a pescar. Ao anoitecer a gente p�ra a pescaria, faz uma fogueira e prepara mais um churrasco. A gente se diverte, falando besteira, tirando sarro, coisas t�picas quando se re�ne um bando de marmanjo cheio de cerveja. Depois de algumas horas, alguns voltam pro rio, pescar com lanterna, mas a maior parte vai dormir. Quando eu estava me dirigindo pra minha barraca, um dos colegas do meu cunhado, o Marcos, me perguntou se tinha um lugar sobrando na barraca. Eu falei que sim e fui deitar, enquanto Marcos e mais dois continuavam bebendo em volta da fogueira. Eu tava quase dormindo quando o Marcos entrou na barraca. Achei que ele devia estar meio b�bado, j� que o homem n�o parava quieto. Virava de um lado para o outro e vez ou outra esbarrava nas minhas costas, j� que eu estava deitado de lado. E aquilo come�ou a me excitar. Em nenhuma das outras pescarias eu tinha sentido aquela sensa��o. Talvez, devido aos �ltimos acontecimentos com meu patr�o, eu estava me sentindo mais solto. S� sei que fingi estar dormindo e deixei rolar. Ele ficou se esbarrando em mim por mais algum tempo, at� que se acalmou e dormiu. E eu tamb�m. No outro dia, pela manha j� percebi uma certa diferen�a na conversa. Ele se sentou do meu lado, puxando assunto. Quando fui at� o rio, ele foi junto, pescar quase do meu lado. N�o tinha percebido antes, mas enquanto falava comigo, ele sempre dava uma ajeitada no pau ou aquela co�ada no saco. Depois do almo�o, quando est�vamos indo pro rio novamente, ele pediu pra eu segurar os apetrechos de pesca dele, porque tinha que dar uma mijada. Enquanto mijava, puxava assunto, fazendo eu olhar pra ele. E meu olhar ia automaticamente pro pau dele, que n�o era t�o grande quanto o do seu Agenor, mas j� fazia um bom estrago. Na noite de s�bado, est�vamos todos novamente ao redor do fogo, bebendo. Meu cunhado e mais dois j� tinham ido dormir no carro. Eu falei que j� tinha bebido demais, que tava quase desmaiando de sono e fui pra barraca. Imaginado uma repeti��o da noite anterior, deitei s� de cueca. N�o demorou e o Marcos tamb�m veio se deitar. Ele acendeu a lanterna e eu fingi estar dormindo. Pelo barulho, ele deve ter tirado a cal�a, apagou a luz e se deitou do meu lado. Aos poucos foi se aproximando, encostava o joelho em mim e tirava. Como eu n�o falava nada ele continuava. Encostou a m�o na minha bunda e deixou assim por um tempo. Como eu n�o esbo�ava rea��o ele aproveitou. Enterrou a cueca na minha bunda, como se fosse uma tanguinha e ficou alisando. Pelo barulho, com a outra m�o ele devia estar batendo uma punheta. Eu estava louco de tes�o, com vontade de pular sobre aquele pau que devia estar duro como pedra e enterrar at� o fundo do meu cu. Mas achei melhor deixar ele pensando que eu estava dormindo, desmaiado por causa do cansa�o e da cerveja. O meu medo de meu cunhado ficar sabendo de alguma coisa mais concreta, foi maior que o meu tes�o. E ele realmente aproveitou. Eu percebi que ele ficou de lado e se encostando mais em mim, come�ou a esfregar o pau melado na minha bunda. Aquilo sim foi uma tortura. Depois de um tempo nessa brincadeira, ele se virou, mas sem tirar a m�o da minha bunda. Acredito que ele estava gozando. Ent�o ele se virou pro outro lado e dormiu. E eu ali, louco de tes�o, com o pau muito duro, e n�o podia nem bater uma punheta. Levei um tempo ate conseguir relaxar e dormir. De manha, quando acordei, marcos j� tinha levantado. E o resto do dia, tudo rolou como se nada tivesse acontecido. Pra falar a verdade, se tivesse terminado aqui, eu nem teria enviado este relato. O problema � que dia 1ª de maio tem outro feriado prolongado, com outra pescaria marcada e com o mesmo pessoal. De inicio, pensei em n�o ir, pra evitar a tenta��o. Sempre tem o perigo de meu cunhado ficar sabendo de alguma coisa. Mas como o Marcos tamb�m � casado, acredito que ele n�o iria espalhar para os outros o que tinha rolado na barraca. Resumindo, na madrugada de s�bado vou pescar e s� volto na ter�a. Se rolar alguma coisa interessante, volto a contar pra voc�s.



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