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UMA VEZ A M�E DO MEU AMIGO

Sempre senti atra��o por mulheres mais velhas que eu, aquelas que ainda sejam atraentes.

Eu e A sempre fomos amigos desde crian�a, sempre frequentei sua casa com livre acesso, apesar de A ter uma irm� que chamasse a aten��o de qualquer homem, sua m�e era que despontava nos meus olhares.

M deveria estar entre seus 40 e poucos anos, sua pele de cor branca, cabelos negros, estatura m�dia entre 1,65, um quadril escultural acompanhado de um belo par de pernas que s� delineava cada vez mais sua bunda, que para mim era perfeita, seus seios eram do tamanho m�dio para grande, do jeito que eu gostava (e gosto), enfim uma mulher simp�tica bonita que sempre me atendia com um lindo sorriso.

Com o passar dos anos minha adolesc�ncia foi chegando, e meu desejo sexual florescendo com as qualidades de M. Nunca havia arriscado uma cantada, pois toda mulher casada � extremamente s�ria, poderia estar assinando minha desgra�a com esse relacionamento. Continuei a frequentar sua casa, sempre com a desculpa de estar acompanhado de A.

Esse desejo s� se realizava em minhas masturba��es no banheiro, ainda mais quando uma vez a peguei passando �leo nas pernas somente com uma langeri vermelha e sua calcinha fio dental que deixa a mostra toda sua bunda deliciosa.

Desejava sentir sua pele de perto, possuir todo aquele corp�o, de chupar aqueles belos seios.

At� que um dia tive a oportunidade de test�-la.

Era um feriado como qualquer outro, fui à casa de meu amigo sem avisar e l� estavam somente ele e sua m�e assistindo filme no quarto dele, um filme rom�ntico locado por ela, o quarto estava com a luz apagada, deixando entrar somente uma luz pela fresta da porta, ela estava com um shorts curto estilo de pijama e uma camiseta que por baixo s� sustentava um belo par de seios bem delineados, pois n�o usava suti�. Sentei-me no canto da cama e comecei a assistir aquele filme, onde logo um casal estava num ardente e demorado beijo. Ao ver aquela cena logo imaginei-me beijando-a, e percebi que ela poderia estar carente de sexo.

Ela com um pequeno len�ol sobre suas pernas escondia todo aquele corpo maravilhoso, ora se descobria e deixava amostra sua bunda que por estar deitada de lado na minha frente n�o pude deixar de perceber, ora se cobria novamente, eu imaginava que ela poderia estar me provocando, mas logo deixei esse pensamento de lado, pois n�o queria me arriscar.

Algum tempo depois meu amigo teve que sair, e eu como um rapaz educado falei que iria embora, pois nunca deixara na cara o meu desejo. Ela insistiu que eu ficasse e terminasse de assistir o filme. Fiquei, pois qualquer avan�o seria inusitado. E isso foi um grande avan�o, ficar em um quarto escuro com a mulher que mais desejaria transar assistindo um filme rom�ntico.

Algum tempo se passou e varias cenas ardentes despontaram no filme, eu somente imaginando possuir aquela mulher. Ela inquieta retirou o len�ol de cima de suas pernas e pude ver melhor todo aquele monumento.

De repente ela me pergunta se A estaria a namorar escondido, e por esse motivo teria tido que sair. Eu respondi que n�o sabia.

Ela explica que por eu ser o melhor amigo de A poderia responder algumas coisas, ent�o ela indaga se ele teria muitas namoradas. Eu respondo que somente ele ficava com algumas meninas nas baladas por ai, quando sa�amos juntos.

E de repente veio à pergunta crucial, e voc� tem muitas namoradas? Eu respondo que tive algumas, e sempre saiamos à noite sempre procurando algumas garotas para um relacionamento.

Ela indaga novamente: Que tipo de relacionamento? Sempre fico com algumas garotas.

Somente fica? Ela pergunta.

Eu surpreso com a pergunta e feliz por ter chegado a esse n�vel respondo:

Fico com elas, e se for interessante vou mais fundo.

Ela ri com o duplo sentido de minha resposta.

Ap�s esse di�logo voltamos a prestar aten��o no filme, e ficamos alguns minutos em sil�ncio. Eu somente admirando aquela mulher.

Nos deparamos com mais uma cena ardente, dessa vez o homem retirava a blusa da mulher e acariciava seus seios. Eu inquieto com a situa��o falei que iria me retirar. Ela insiste que eu fique:

Vai perder o final do filme.

Ela ent�o explica que estaria alugando esses tipos de filmes pois estava um pouco carente, seu marido n�o era o mesmo, e toda vez que iriam transar era a mesma coisa.

Fiquei muito surpreso com o desabafo dela, e percebi que o caminho estava aberto, ou por abrir.

Disse que era uma mulher muito bonita, que chamaria a aten��o de muitos homens, e inclusive de jovens como eu. Ela deslogiada falou que eu estaria a falar isso s� para anim�-la.

Percebendo que n�o era somente eu que estava afim, resolvi partir para o ataque final.

Sempre achei à senhora uma mulher atraente muito linda, e com a liberdade do nosso dialogo confessei que ela era meu fetiche.

Ap�s isso fui em sua dire��o e como estava de lado virei-a de barriga para cima, e fui ao encontro de seus l�bios num beijo ardente de uma mulher experiente carente e de um adolescente com seu sonho er�tico sendo realizado.

Nos beijamos durante algum tempo, e desci pelo seu pesco�o dando algumas mordidinhas de leve escutando seu gemido baixinho. Retirei sua camiseta e me deparei com os seios mais belos do mundo, n�o resisti e comecei a beij�-lo passando minha l�ngua em seus aur�olos para provoc�-la, ora num ora no outro, vendo aqueles biquinhos durinhos pelo tes�o comecei a chup�-lo me deliciando com tamanhos seios.

Desci at� seu umbigo, e por ali fiquei beijando seu ventre, percebendo seu estado de excita��o retirei seus shorts e deparei-me com uma linda calcinha, desci beijando suas pernas at� chegar aos p�s, onde voltei novamente, agora beijando a parte interna de suas coxas, retirei sua calcinha e deparei-me com uma linda buceta com alguns pelos pubianos na parte superior e todo seus l�bios depilados. Estava completamente �mida, donde parecia um vulc�o, estava muito quente, sedenta por sexo. Mesmo sem muita experi�ncia, comecei a chup�-la, ora dava beijinhos, ora enterrava a l�ngua, e assim se foi algum tempo at� que ela chegou ao orgasmo, contraiu seu corpo por algum tempo e logo ap�s veio seu liquido sexual em grande intensidade, que a tanto tempo n�o sentia tamanho prazer.

Logo ap�s ela ficou totalmente sem for�a por algum tempo, enquanto isso eu brincava com seu clit�ris. Deixei-a em estado de excita��o novamente, deitei-me na cama e ela veio por cima de mim, posicionou meu p�nis na entrada de sua buceta e foi sentando em cima dele, senti cada cent�metro que penetrava aquela buceta deliciosa, quente e �mida. E com toda sua experi�ncia come�ou a cavalgar com maestria, segurava sua m�o e via aqueles peit�es balan�ando na minha cara, o que me excitava mais ainda.

Saiu de cima de mim, queria ser fodida por v�rias posi��es, botei-a de quatro e a penetrei novamente, estava em transe com a vis�o de meu p�nis entrando naquela buceta, aquele bund�o de quatro sendo oferecido a mim.

Fazia movimentos lentos, degustando todo aquele prazer, at� que percebi que seu orgasmo estava chegando novamente pelo extremecer de seu corpo. Acelerei as estocadas, deliciado com o barulho de meu saco batendo em suas n�degas, at� que num momento vi estrelas, gozamos juntos. Um gozo demorado muito prazeroso, onde o volume demonstrava todo o prazer do sexo. Ca�mos desfalecidos na cama, e ela maravilhada falou que poucas vezes tinha sentido tamanho prazer. Tinha sido muito bom termos gozado juntos. Ficamos no papo algum tempo, eu admirado por possu�-la, e admirando aquela maravilhosa mulher.

Vi novamente o sorriso em seu rosto, estava totalmente saciada. Ela deitou de lado, e eu acochei por tr�s, o que me levou ao estado de excita��o novamente, abriu as pernas para a passagem do meu membro, e eu a provocava somente alisando sua buceta com a cabe�a de meu p�nis. Passava a m�o por toda sua perna, e a outra levei aos seus seios, apertando seus biquinhos. Num estalo resolvi for�ar a entrada de seu �nus, nunca haveria comido um. Ela relutou um pouco, e pedi se ela nunca teria feito aquele tipo de sexo. Ela respondeu que j� tinha feito, mas somente com seu marido. Levantou da cama e buscou um gel, passou por todo meu p�nis e pediu que eu passasse no seu �nus, ficou de quatro novamente e deixou toda sua bunda amostra, derramei um pouco do gel no seu �nus, e com um dedo espalhei. Percebi que aquele lugar n�o era muito explorado.

Fui penetrando, for�ando a cabe�a lentamente, fazendo-a sentir mais prazer do que dor. Numa escapada senti a cabe�a de meu p�nis ser alojada por aquele �nus quente e apertado, fui for�ando mais e mais, ela gemia de prazer, at� que num momento senti todo meu p�nis naquela bunda enorme, deixei ele quieto por algum tempo at� ela se acostumar, e comecei as estocadas. Dava tapas em suas n�degas, at� que ela pediu que n�o deixasse marcas, retirava quase todo o p�nis para provoc�-la e ela empurrava sua bunda contra minha barriga, agora quase n�o sentindo dor e sim prazer. Deitei-me sobre suas costas e com uma m�o apertava com for�a seus seios, e com a outra busquei sua vagina que naquela altura estava muito molhada, e comecei a masturb�-la.

O prazer que sentia era quase t�o maior quanto o de comer sua vagina, uma sensa��o um pouco diferente que era maravilhosa, percebendo meu estado de excita��o, estava quase pronto para gozar, ela se retira de quatro e manda-me sentar na beirada da cama, eu a obede�o.

Vem aproximando seus l�bios carnudos de meu membro e inicia um delicioso boquete, envolvia minha glande com sua l�ngua, sabia como enlouquecer um homem, ponhava inteiro na sua boca, ora investia na cabecinha. Eu prestes a gozar, pe�o que use aqueles lindo seios argumentando que era mais uma fantasia minha.

Ela me atende e envolve meu p�nis com seus peitos, fode ele com deliciosos movimentos, mais uma sensa��o nova pra mim, mas muito gostosa, ela com cara de safada esperava meu orgasmo em seus seios.

E por fim ele veio, ejaculei por toda a extremidade de seus seios, e um pouco em seu rosto, ela novamente coloca meu p�nis em sua boca e o suga at� deix�-lo limpo. Deitamos novamente na cama, eu de barriga pra cima, e ela punhetando e brincando com meu p�nis, ela falou que a experi�ncia foi maravilhosa, e que n�o pod�amos arriscar, mas quando tiv�ssemos oportunidade voltar�amos a nos encontrar.

Eu me vesti e fui para a sala esperar meu amigo voltar.

Ela foi tomar banho.

E assim come�amos nossa primeira transa, mas houveram outras loucuras que fizemos durante algum tempo.

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