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N�BIA - ANAL DEPRAVADO

N�bia era a garota de programa mais valorizada da casa, todos os homens com quem saia tornavam-se ass�duos frequentadores daquele antro. Havia outras garotas competentes e bonitas, mas era N�bia a menina dos olhos de Dona Samantha, a feliz propriet�ria da Ag�ncia de acompanhantes Love me. N�bia tinha chegado com fome e magra demais, mas Samantha percebeu que ela tinha potencial, e depois de trein�-la e deixa-l� mais rechonchuda, percebeu que havia acertado em sua decis�o. A garota tinha algo mais, e era o olhar doce, que a fazia parecer virgem. Al�m de seu corpo estonteante. Na tarde de estr�ia da garota, Samantha a levou ao banheiro e depilou cuidadosamente seu �nus e sua vagina, deixando-a impec�vel. N�bia sentiu um prazer imenso ao ser depilada por aquela mulher vulgar e ao mesmo tempo t�o carinhosa. Ent�o Samantha disse que ela deveria agora higienizar seu cuzinho, pois os clientes ricos pagavam muito bem por uma boa foda anal. E eles n�o queriam cus sujos. A Cafetina pegou a mangueirinha do chuveiro e enfiou no rabo de N�bia, que gritou de dor e tes�o. A �gua quente come�ou a jorrar dentro dela, e suas pernas se estremeceram. Samantha arrancou a mangueira e pediu que ela expulsasse a �gua. N�bia fez for�a, e jorrou de volta a �gua que estava em seu cu, acertando respingos no rosto de Samantha, que gargalhou estridentemente.

Naquela noite, N�bia vestiu um shortinho preto bem apertado, sem calcinha e um suti� rendado, preto tamb�m. Nos p�s,usava sand�lias de saltos alt�ssimos. E ficou por ali, vagando no bar do recinto, esperando pelo seu primeiro cliente. Os olhos de Samantha brilharam quando uma fila de tr�s homens bem sucedidos se formou diante dela, todos requisitando N�bia. Ela obedeceu a ordem da forma��o da fila, e recebeu adiantado dois mil e quinhentos reais.

_Fa�a o que quiser dela, ela disse ao cliente.

Ele se chamava Stephan, e era um empres�rio do ramo metal�rgico.

Eles entraram no quarto, e N�bia sentou-se na cama. Stephan sentou-se ao seu lado, e tomou um gole da cerveja que trazia nas m�os.

_Como voc� veio parar aqui, linda?

_Fugi de casa, N�bia respondeu.

_Por qual motivo? Quis saber o cliente.

_N�o gosto de falar nisso, se o senhor n�o se incomodar.

_Tudo bem. � que fiquei curioso. Gosto de conhecer um pouco a garota com quem vou transar.

_E voc�? Por que trai sua mulher? Perguntou N�bia olhando para a alian�a na m�o do cliente.

_Bem, depois de algum tempo de casado, a rela��o j� n�o � mais a mesma, e temos que sentir emo��es novas, sabores diferentes...

_Ent�o voc� vai me saborear? Perguntou N�bia inclinando o pesco�o para o lado do cliente.

Nesse momento, ela conseguiu quebrar toda a concentra��o que Stephan tinha em tentar manter uma conversa, e ele sentiu o p�nis endurecer. Sim, ele ia sabore�-la. Ainda mais agora, que ela o havia provocado. Ele tirou rapidamente os sapatos, meias e sua cal�a social. N�bia sentiu um calafrio percorrer sua espinha ao ver o volume do pau sob a cueca. Ele abaixou a cueca, e deixou saltar a rola grossa e quase totalmente dura. Mandou N�bia ficar de quatro, e apalpou suas n�degas, deslizando os dedos atrevidos por todos os cantos de sua bunda, sentindo o calor de sua boceta e pressionando seu cu com o indicador. N�bia gemia baixinho, adorando a forma com que ele a usava para sentir novas emo��es. Ele puxou aquele micro-short para finalmente ver o produto, e sentiu sua saliva se avolumando, tendo que engolir, para n�o literalmente babar sobre aquele rabo perfeito. Achou que fosse a boceta mais linda que j� havia visto, e n�o acreditou na forma com que o cu dela piscava, como se estivesse desesperado para ser preenchido, chamando, chamando...

N�o resistiu e abaixou-se, enfiando a l�ngua naquele cuzinho, e depois lambendo a boceta. E ficou assim, lambendo um pouco de cada um, trocando para sentir os diferentes sabores de N�bia. Sua boceta tinha o doce sabor da inoc�ncia perdida, ainda fresca, com pouco uso. Seu cu tinha o sabor adstringente da deprava��o e da loucura. Stephan sentia o pau latejar e retirou-se daquela posi��o, oferecendo o pau para ela chupar. Ela abocanhou e massageou com a l�ngua toda a extens�o da rola, at� que ele percebeu que n�o conseguiria segurar o gozo, e pediu que ela desse uma boa cuspida para lubrificar. Ela obedeceu prontamente e cuspiu com gosto uma grande quantidade de saliva, fazendo o barulho caracter�stico de cuspida, e deixando o cliente louco de prazer. Ele ent�o se posicionou atr�s dela, que permanecia obedientemente de quatro, e enterrou lentamente o pau naquele cu guloso. N�bia gemia cada vez mais alto, e Stephan enfiava e tirava o pau com vontade, quase como um louco. Ele a fodia de qualquer jeito, queria apenas meter naquele cu apertado, e as estocadas eram violentas, sem nenhum tipo de preocupa��o com performance ou carinho. N�bia delirava com aquela foda, ela se sentia a mais vadia das cadelas, aquele homem estava totalmente fora de controle, t�o grande que era o prazer que ela o fazia sentir. Ambos gemiam alto, at� que Stephan n�o aguentou, e deixou escapar seu leite dentro do cu dela, e puxou o pau repentinamente, que saiu do cu dela mas continuou soltando a porra, que acabou por respingar tamb�m na boceta molhada e nas pernas dela. Ele se vestiu rapidamente e saiu sem dizer nada. N�bia permaneceu de quatro e olhou por sobre as costas para se ver no espelho atr�s dela. Sorriu docemente sentindo-se realizada, ao ver-se de quatro, com o cuz�o ainda dilatado e melado de porra.



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