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TRANSEI COM A CASADA DA NET

Ol�, sempre gostei de contos er�ticos, mas nunca me atrevi a contar minhas aventuras. Resolvi colocar agora para compartilhar, e tb para que quem sabe alguma gata me escreva para uma aventura.



Este relato aconteceu no come�o de 2007, na �poca eu tinha 27 e ela 32. Sou solteiro, oriental, descendente de japoneses (n�o sou mesti�o), 1,77m, 70kg, corpo em forma pois pratico esportes, mas n�o sou musculoso. Ela loira com cabelos ondulados, olhos castanhos, linda para a idade, 1,70 e 50kg, seios pequenos, pernas grossas e uma bela voz suave.



Gosto de mulheres mais velhas que eu, s�o mais maduras, seguras de si e vividas, e por isso resolvi entrar no chat do Terra, onde conheci ela. O papo come�ou bem e logo nos identificamos. H� algumas pessoas com quem vc conversa mas o papo n�o flui, e por mais interessante que vc ou a pessoa seja, n�o h� assunto, n�o �? Com ela n�o era assim, ela me contou que era psic�loga, casada e m�e de 2 filhos crian�as (8 e 9 anos). Casou jovem pois havia engravidado, e apesar do marido ser bom e sustentar a casa com um �timo trabalho, n�o a satisfazia amorosamente.

Acho que a maioria das mulheres traem por falta de amor, e n�o de sexo. Esse era o caso dela, mas eu s� saberia disso depois.



Milene (nome fict�cio) e eu convers�vamos pelo msn muito pouco, pois como m�e n�o tinha o tempo livre, s� que a dita cuja n�o colocava foto no msn, apenas uma em que aparecia de costas rindo. Pela foto era magrinha at� mesmo meio sem sal, mas aquele semblante e o cabelo me deixava excitado.

Acho que 1 m�s depois eu forcei ela a se encontrar comigo. Forcei, pois ela vivia querendo fugir de mim... para ela estava gostoso esse joguinho de sedu��o, mas eu queria mais, estava sem sexo e queria sair com uma mulher casada carente.

Marcamos numa sexta no shopping Ibirapuera de S�o Paulo, eu fui depois do trabalho, e por ser sexta me vesti mais casual, uma cal�a clara, sapato e uma camisa esporte para fora da cal�a. Ela me ligou dizendo que estava na porta do shopping. Fui apreensivo, e de repente vejo saindo de um carro uma loira alta com o sorriso mais lindo, cabelos soltos e um vestido florido que a deixava deslumbrante.



Nos cumprimentamos com um abra�o, e logo a levei para dentro do shopping, at� chegar ao meu carro, pois hav�amos marcado de sair. Eu, como todo bom oriental, estava t�mido, mas procurava conversar sempre, fazendo ela rir. E ela gelada pela aventura. Fomos a um bar tranquilo com pista de dan�a, comemos um pouco e conversamos muito. Eu j� n�o estava nervoso, s� queria agrad�-la dando toda a aten��o poss�vel, e ela retribu�a com seus sorrisos e car�cias que fazia em meu cabelo.



1:30h depois sugeri que sa�ssemos de l�, ela ainda sem gra�a perguntou se t�nhamos que sair mesmo, e eu falei que n�o tinha mais volta, rs. Chegando no motel j� a coloquei sentada na mesinha e tasquei-lhe um beijo daqueles de deixar ofegante, abracei-a com for�a apertando seu corpo contra o meu. Suas pernas se abriram e me envolveram por tr�s. Puxei seus cabelos para tr�s, para fazer sua cabe�a se erguer, e fiquei lambendo e mordiscando seu pesco�o enquanto ela gemia baixinho.

Adorava fazer aquilo, na verdade as nossas preliminares j� haviam come�ado umas 2h antes.

Ali sentada mesmo fui levantando seu vestido revelando suas coxas macias. Elas estavam bronzeadas e eu podia ver os pelinhos loiros de suas pernas, que del�cia ver aquilo, uma loira gostosa toda para mim. Ela estava com uma lingerie preta pequena, desci e beijei sua barriga, mordendo e esfregando a l�ngua, ia subindo mas ela me puxou para cima para beij�-la novamente.



Ent�o peguei ela no colo e levei para a cama, deitei sobre ela e tirei sua sand�lia, e comecei ali mesmo com o banho de beijos. Beijei seis p�s, chupei seus dedos, o que fez ela gemer e rir ao mesmo tempo. Beijava cada parte de suas pernas, lambia e mordiscava, sentindo o cheiro de sua pele macia e bronzeada. Fui subindo at� suas coxas, mas chegando perto da calcinha ela me puxou novamente. Percebi que ela queria prolongar aquela situa��o de preliminares, ent�o deixei. Fui beijando seu corpo todo, a barriga, e depois de um bom tempo ela me deixou tirar o suti�. Que del�cia, os bicos eram pequenos e rosadinhos, e os seios n�o muito grandes, mas tinham aquela marca de biquini que me deixava louco. Chupei com vontade cada um deles, mordi o biquinho dos seios, lambi, fiz movimentos em volta com a l�ngua enquanto apertava o outro com a m�o, e ela me acariciava os cabelos. Estavamos realmente fazendo amor e n�o s� transando, est�mos fazendo o amor que ela sempre buscou nesses 19 anos de casada, e por isso para ela tinha que ir com mais calma.

Ela tamb�m j� havia tirado toda minha roupa e me beijado meu corpo todo, torax, barriga, peito, pesco�o, e nisso meu pau j� estava latejando e doendo de tanto tes�o.

Ficamos nisso por horas, luzes, m�sica, tudo j� hav�amos testado tamb�m, mas ela n�o deixava tirar sua calcinha. Eu perguntei o porqu�, mas ela n�o quis dizer, ou n�o sabia... ela s� n�o deixava. Juro pra vcs, fiquei frustrado. N�o briguei com ela pois n�o podia brigar com aquele rosto lindo e a voz sedutora.



Bom, fiquei tentando convenc�-la a fazer amor comigo, mas ela n�o deixou. Podem pensar todas as formas que tinha para faz�-lo pois eu tentei. Mas eu olhava nos olhos dela, ali deitada na cama s� de calcinha, e pude entender que para ela n�o era s� uma aventura, um caso de uma trepada inesquec�vel onde rola de tudo. N�o, para ela era fazer amor, amar e ser tocada por m�os que realmente a fizessem arrepiar toda. No final, n�o aguentei e acabei batendo uma punheta no pr�prio carro sozinho, depois que a deixei, tamanho meu tes�o.



A levei para a casa da amiga (pois ela n�o mora em SP) de madrugada, no total ela contou que ficamos juntos 8 horas direto.



Pessoal, quando comecei a escrever pensei num conto porn�, mas este fato � na verdade um conto er�tico de amor. Espero que n�o tenham perdido tempo, e mais pra frente com certeza irei contar as transas que tive com Milene (nome fict�cio), que a� sim foram incr�veis.



A gata que quiser uma aventura casual, transar, foder, chifrar ou qualquer coisa do g�nero, me escrevam, pois posso ser discreto, mas sou muito safado. Meu msn � (tirem os espa�os do email a seguir): c s s i o _ [email protected].



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