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LOUCURA SURREAL

Um desejo realizado....



Como n�o quero me identificar, vou usar nomes fict�cios pra contar essa hist�ria: Pedro e Cassia (eu e minha esposa). Gostaria de deixar claro que n�o estou inventando nada do que vou falar aqui. S�o apenas fatos que por algum tempo guardei pra mim e espero que os outros envolvidos tamb�m tenham guardado com eles. Mas, se eles lerem esse relato com certeza v�o identific�-lo.

Pois bem, vamos come�ar...

Sou um homem casado 29 anos de idade, corpo definido(gosto muito de praticar esportes: nata��o, escalada, futebol, academia...), rosto bonito(pelo menos � o que dizem), e da mesma forma � minha mulher: malhada, rosto bonito(esse eu posso dizer) e tamb�m gosta de esportes. Sou engenheiro el�trico, e atualmente presto servi�os pra uma grande empresa multinacional. Minha mulher trabalha numa loja.

Sempre tive em meu intimo v�rios desejos, que por serem fora do senso comum nunca tive coragem de exp�-los. Primeiramente sonhava em ver minha mulher sendo possu�da de prazer por um outro homem, mas como a conhecia bem n�o achava que propor essa ideia seria uma boa ideia. Da mesma forma sempre sonhei em comer duas mulheres ao mesmo tempo, melhor seria se fosse uma daquelas amigas muito gostosas da minha mulher .

Comecei a namorar minha mulher quando ela tinha 19 anos e fui eu que ap�s 8 meses de namoro tirei o caba�o dela. Conclus�o, ela nunca tinha dado pra nenhum outro homem at� o fato que estou narrando.

Outro fato importante de relatar era que ela nunca tinha me dado o cuzinho, mesmo ap�s 3 anos de casamento!!! Sempre que est�vamos nos nossos momentos mais �ntimos eu pedia com jeitinho, acariciava, colocava um dedinho, ela morria de tes�o mas nunca sedia ao meu pau. Ou seja, esse era meu primeiro desejo: comer o cu da minha esposa. Mal podia imaginar o que me aguardava...

Moramos numa cidade litor�nea do Estado de S�o Paulo. Numa sexta-feira ap�s a academia a Cassia veio pra nossa casa acompanhada de uma de suas mais gostosas amigas da academia. A verdade � que ela ocasionalmente trazia alguma de suas amigas pra nossa casa. Como elas vinham ap�s a academia, j� d� pra imaginar as roupas, sempre justinhas, e mostrando todas as formas. Eu a muito tempo me inspirava nas amigas da Cassia, mas o tes�o tava ficando aparente quando elas vinham. Mas essa sexta-feira foi especial, pois no trabalho j� tinha visto v�rios v�deos de sacanagem, inclusive aqueles que mais me excitavam, os de troca de casal. Nesse dia percebi um olhar diferente da amiga da Cassia, que daqui por diante vou chamar de Renata. Ela estava com o tes�o estampado em seu rosto, l�bios �midos, mexendo nos cabelos de um lado pro outro, andando de um lado pro outro como se quisesse mostrar aquele rabo delicioso. Achei aquilo surreal, apesar de n�o conseguir deixar de olhar. Fiquei com muito medo de ser inconveniente, pois por situa��es bem mais discretas minha mulher j� tinha percebido meus olhares.

Papo vai e papo vem, chegou a hora da Renata ir embora. Ela se despediu e como de costume acompanhamos a at� a porta. Quando chegamos l�, ela comentou pra mim que havia convidado a Cassia pra passar o domingo na piscina dela com ela, e que eu seria muito bem vindo. Ap�s isso trocou um olhar muito sacana com minha esposa. Fiquei extremamente confuso e louco de tes�o, mas n�o tinha coragem de perguntar nada pra Cassia, pois n�o tinha certeza de nada que estava acontecendo.

S�bado passou extremamente lentamente, estava muito ansioso pra saber o que iria acontecer no Domingo.

Domingo de manh�, a Cassia ligou pra Renata de manh�, s� pra confirmar, e eu escutei uma pergunta que me deixou mais intrigado. Ela perguntou se a Renata estava mesmo disposta a fazer “aquilo”. Continuava muito intrigado, mesmo porque a Renata era casada, e aparentemente muito bem casada com Diego.

Chegamos na casa da Renata por volta das 19 horas da manh�, assim como combinado. Quando chegamos j� pude ver aquele monumento em forma de mulher estendido no ch�o com um biquini micro, enfiado em sua bunda deliciosa. Ela nem se levantou e apenas acenou, cumprimentando verbalmente. Seu marido que estava de sunga preparando um churrasco veio ao nosso encontro e nos recebeu. Cassia foi indo logo pro outro lado da piscina onde estava Renata, e foi logo tirando as roupas e ficando tamb�m com um biquini m�nimo. A prop�sito, achei ela uma del�cia, mas achava a Renata um pouco mais gostosa, pois al�m do rabo delicioso que minha mulher tamb�m tinha, ela tinha um peito enorme e durinho, enquanto minha mulher tinha peitos pequenos, apesar de tamb�m serem lindos.

Come�amos a fazer o churrasco e beber cerveja. Essa era a primeira vez que faz�amos algo na casa da Renata. J� t�nhamos sa�dos juntos pra balada, pra jantar e at� pra ir à praia juntos, mas nunca t�nhamos feito algo um na casa do outro. Ap�s algumas cervejas come�amos a tecer alguns coment�rios sobre nossas mulheres. � bem verdade que foi o Diego que come�ou, e logicamente come�ou falando da mulher dele. Nesse momento nem lembrava mais das minhas fantasias e como tudo tava como num churrasco normal, a ideia de que algo diferente iria acontecer saiu da minha cabe�a naturalmente.

Mas como citei, ele come�ou a fazer coment�rios sobre sua mulher. Ele olhou pra duas com as bundas viradas pra gente(na verdade pro sol), e falou: Cara, aquele traseiro faz uma bagun�a que voc� n�o tem ideia! Eu um pouco sem gra�a tamb�m disse que aquele outro traseiro tamb�m fazia. Nesse momento, minha cabe�a come�ou a trabalhar e comecei a imaginar que podia ter sido tramada uma grande aventura. Ele come�ou a falar mais e mais sobre suas experi�ncias sexuais com sua mulher, e aquilo estava me matando. Ele dizia que ningu�m podia chupar o pau dele melhor que a Renata, dizia que ela tinha a buceta mais linda do mundo e que ela a deixava sempre depilada. Eu fui pegando confian�a e bebendo mais cerveja tamb�m fui falando sobre minha vida sexual.

Ap�s alguns tempo conversando sobre isso meu pau ficou duro como concreto e fiquei um pouco sem jeito, foi ent�o que coloquei minha bermuda de volta pra dar uma disfar�ada. Ele percebeu, e a Renata tamb�m num momento que ela veio at� a churrasqueira pra pegar carne. Ela por sinal n�o foi nem um pouco discreta e olhou diretamente pro meu pau e depois pra mim. Por volta das quatro horas a Renata e a Cassia entraram na casa pra tomar banho, e ele me disse que eu tamb�m poderia tomar banho ap�s as meninas. Como nosso papo tinha caminhado pra um lado extremamente excitante ele disse que se eu quisesse ficar pra dormir n�o teria problema e que eu poderia fazer do quarto de visitas meu motel. Ao mesmo tempo ele tamb�m me olhava com uma cara estranha, como se quisesse contar algo mas n�o pudesse. Ap�s as duas tomarem seus banhos , fomos n�s, os homens tomar nossos banhos(em banheiros separados). Durante o banho n�o consegui fazer meu pau acalmar, estava quase estourando de tanto tes�o. Quando terminei coloquei as roupas que a Cassia tinha separado pra mim. Fomos todos pra sala e come�amos a assistir TV. Eu e a Cassia ficamos sentados no sof� enquanto os dois ficaram no ch�o. O papo estava bem descontra�do e sempre ca� em sacanagem(sem baixaria). Foi ent�o que no meio de uma dessas conversas a Renata comentou que achava extremamente nojento os filmes de sacanagem. Ele comentou que essas coisas todo mundo faz mas n�o tem coragem de contar e ao mesmo tempo mudou o canal pra um outro porno. J� estava cheio de tes�o, e por vezes j� trocava alguns beijos bem molhados com minha mulher, assim como os dois no ch�o. Quando ele colocou a putaria no ar, ele perguntou pra Cassia: N�o � verdade, todos n�s n�o fazemos isso? Ela olhou pra mim e respondeu cheia de tes�o e j� ofegante : � claro. Come�ou a me beijar com seu melhor beijo. Estava morrendo de tes�o e nesse momento n�o queria mais saber de moralidades e deixei acontecer. Senti um leve toque na minha perna. Era Renata me acariciando. N�o estava acreditando no que estava acontecendo, mas me deixei levar e continuei beijando a Cassia. Renata come�ou a massagear minha cochas e por vezes deslizava sua m�o sobre minha bermuda sentindo meu pau duro como pedra. Dei uma olhada pro Diego e pude ver que ele j� estava batendo um punheta. Diego tamb�m tinha um corpo malhado e um pau m�dio mas bem grosso. Cassia falou pra Renata ficar a vontade e me olhou com sua cara mais safada. Ela foi abrindo a bermuda e sacou meu pau pra fora. Ela tamb�m estava com tanto tes�o que foi logo caindo de boca com bastante viol�ncia. Diego incentivava sua mulher:” Vai minha piranha chupa esse cacete bem gostoso”. Em pouco tempo est�vamos todos pelados. Diego continuava distante batendo punheta. J� n�o estava aguentando mais quando Renata me empurrou pra me deitar no sof� e veio com sua buceta escorrendo e come�ou a esfregar na minha cara. Era a vis�o do para�so, a buceta mais linda que j� vi. Depilada, inchada, brilhando, escorrendo de prazer. Fui chupando e sugando todo aquele caldo delicioso. Cassia assumiu o boquete e chupava como nunca, passando a lingua em todas as partes e por vezes no meu cu. Achei isso estranho, pois ela nunca tinha feito aquilo, mas de qualquer maneira foi maravilhoso. Ela me dizia que todos meus desejos seriam satisfeitos, mas que eu teria que fazer os dela tamb�m. Concordava prontamente com tudo o que ela falava. Foi ent�o que a renata se virou e come�ou a acariciar a bunda da Cassia que estava bem arrebitada. Cassia foi a loucura e come�ou a gemer de tes�o. Ela parou de chupar me pau e come�ou a beijar a Renata de uma maneira deliciosa. Renata a afastou de mim e colocou meu pau em sua buceta e come�ou a cavalgar. Cassia se levantou e continuou beijando-a com muito prazer. A buceta da Renata era maravilhosa, t�o quente e molhada, apertada e com movimentos deliciosos que me fizeram gozar. Cassia enfiou um dedo em seu cu e Renata gozou tamb�m de um jeito que nem consegui se mexer. Logo ela saiu de cima de mim come�ou a me chupar de novo, dizendo que queria sentir o gosto da minha porra. Cassia continuava acariciando sua buceta, agora melada com muita porra. Diego veio se aproximando e abra�ou a Cassia pelas costas, ela foi ao c�u. Ele chegou beijando –a na nuca e arrastando seu pau na bunda dela. Ela n�o aguentou e segurou aquele cacete com for�a e come�ou a bombar com for�a. Ele a virou e a colocou pra chupar. Renata insaci�vel se levantou e pediu que eu a comesse novamente. Sua buceta ainda estava com minha porra escorrendo. Enfiei novamente dessa vez com ela de quatro em cima do sof� e eu em p�. Ela foi enfiando um dedo no seu rabo e rebolava gostoso. Cassia segui seus passos e se colocou de quatro e pediu pro Diego fode-la bem forte. O cara era um verdadeiro animal, fiquei completamente maluco ao ver um outro pau, maior que o meu arrombando minha mulher. Ela delirava pois era realmente a primeira vez que ela sentia uma outro cacete em sua buceta. As duas se beijavam enquanto n�s com�amos. Ele me dizia: Filho da puta, corno, gosta de ver sua mulher sendo arrombada? Estava maluco de tes�o e pra dizer a verdade comecei a admirar aquela pica. Cassia estava maluca com aquilo, e olhava com a cara mais sacana. Ela pediu pra Renata sentar e disse pra ela que agora ia come�ar. Percebi que eles se entre olharam e que aquilo era uma esp�cie de c�digo. Ela colocou a Renata sentada e come�ou a chup�-la. Ao mesmo tempo fui empurrado fortemente pelo Diego, que na verdade praticamente me jogou no sof� e me disse que era hora de avan�ar uma etapa. Ele sem pudor nenhum se ajoelhou à minha frente e come�ou a me chupar deliciosamente. Fiquei confuso novamente, mas quando olhei pra Cassia chupando a buceta cheia de porra da Renata, ela me deu um olhar de aprova��o. Ele me chupava e enfiava meu pau em sua garganta, depois descia e lambia meu cu com muita vontade. Estava louco de tes�o e ele percebeu que estava quase gozando, ent�o parou de me chupar e enfiou um dedo no meu cu. Depois dois, movimentos de vai e vem com viol�ncia, Tr�s e o tes�o s� aumentava. Foi a� que a Cassia disse pra mim: Quer comer meu cu vai ter que dar o seu! Ou voc� pensa que s� voc� tem fantasias. Ele cuspiu no meu cu e colocou a cabe�a bem na entrada do meu anus. Fez uma gra�a e come�ou a me arrombar. N�o foi f�cil aguentar aquilo e eu pensei que n�o entraria. Ele empurrava empurrava e nada. A dor era grande mas o tes�o tamb�m. Quando de repente seu pau entrou com velocidade e senti muita dor. Sua mulher providenciou KY e lambuzou seu pau, agora era s� me deliciar. Renata n�o parou de punhetar meu pau e Cassia continuava chupando-a com muito prazer. Ele me dizia palavras exitantes, a dor era grande, mas o tes�o compensava. Renato come�ou a dizer que queria comer o cu da minha mulher, e ela com um olhar provocante aprovava. Fiquei um perdido, n�o podia acreditar que um outro ia tirar o caba�o daquele cuzinho rosado. Ela virou pra mim e disse, “voc� me comeu virgem, e voc� n�o era, agora � a minha vez de ser a primeira. Vem Diego, me arromba gostoso!!” Fiquei maluco de tes�o e concordei, afinal ap�s isso aquele cuzinho estaria liberado pra mim. Diego foi com viol�ncia pra cima de Cassia. A colocou de quatro numa poltrona e deu uma ligeira lambida naquele cuzinho virgem e se virou pra mim e pediu desculpas. Pegou o pote de KY e espalhou pela sua bunda. Com muito carinho come�ou a enfiar um dedo em seu cuzinho depois dois e depois tr�s, assim como tinha feito comigo. Ela n�o parava de se masturbar e eu podia ver que a buceta dela estava escorrendo. Renata continuava me chupando deliciosamente. Renato chegou com aquele pau duro como pedra e come�ou a lambuza-lo com KY. O cu dela j� estava bem relaxado e pronto pra pica. Ele colocou a cabe�a na portinha e bem devagar come�ou a empurrar. Cassia segurava o grito, e gemia num misto de prazer e dor, quando mal percebeu o pau dele j� tava l� dentro arrombando-a. Ela gozou em pouco tempo e eu tamb�m estava pronto pra gozar de novo. Ele olhou pro mim e disse que era pra me preparar pra comer o cu da minha mulher cheio de porra. Mais uns trinta segundo e ele gozou dentro daquele rabo maravilhoso. Tirou seu pau e disse que era minha vez. Fui com toda vontade, Cassia n�o parava de gemer, acho que nesse momento s� de prazer. Meti meu pau naquele cu todo melado e com porra escorrendo pra fora com toda vontade. N�o durei nem um minuto de tanto tes�o que estava e enchi ainda mais aquele cu de porra. Diego falou que ia tomar um banho. Renata veio e me abra�ou pelas costas, segurando no meu pau e dizendo que tinha sido maravilhoso e se retirou pra tomar banho tamb�m. Cassia estava jogada na poltrona com uma almofada no rosto, escondendo a sua cara de vergonha pelo o que tinha acabado de acontecer. Afastei a almofada e dei um selinho nela e disse que a amava, ela correspondeu dizendo que tamb�m me amava. Fomos pro outro banheiro e tomamos um banho juntos.

Depois disso voltamos pra sala pra nos despedirmos, pois n�o queria ficar nem mais um segundo de tanta vergonha que eu estava sentindo. Renato me acalmou e disse pra ficarmos um pouco mais pois ele queria me explicar algo. Foi a� que descobri que Renata e Diego eram Swingers e que Cassia sabia disso. Cassia tinha descoberto meus passeios pelas putarias da internet e tinha falado pra Renata e desde ent�o Renata brincava com essa ideia como quem n�o queria nada at� que Cassia concordou. N�o me sinto Gay pelo que fiz. Apenas fiz o que eu queria fazer na hora que eu queria, e isso aprendi com Diego. Continuo gostando de mulheres, mas hoje sei que prazer pode vir de v�rias maneiras e isso n�o me torna menos homem. Minha rela��o com minha mulher melhorou muito e hoje frequentamos casa de swing e procuramos sempre por novas experi�ncias. Logicamente voltamos a nos aventurarmos com esse casal, e por vezes apenas trocamos os casais e cada um faz o que quer.

Logicamente muitos detalhes ficaram pra tr�s, mas garanto que essa hist�ria n�o foi aumentada em nada.

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