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EU, MINHA MULHER E UM CASAL DE M�DICOS.

EU, MINHA MULHER E UM CASAL DE M�DICOS.

Lendo os contos de voc�s, resolvi contar um fato que aconteceu comigo (Paulo) e com minha esposa Anita.

Temos vinte anos de casados e nos amamos muito. Anita vem de uma fam�lia religiosa e conservadora, n�o admitindo exageros no relacionamento sexual. O fato � que eu tenho fantasias prom�scuas (o que me excita muito) e me sentia limitado devido o seu comportamento reprimido.

Em algumas ocasi�es eu j� havia notado quando ela saia sem usar soutien que sentia alguma esp�cie de prazer quando notava que seus seios estavam sendo observados por algum homem, isso segundo os especialistas � natural.

Temos uma casa na praia aonde sempre vamos durante a semana devido nesse per�odo ficar bastante deserta.

Em maio de 2001 fomos para nossa casa na praia onde com muita insist�ncia e ap�s comprovar que n�o havia ningu�m num raio de 1000 metros, eu a convenci a retirar a parte superior do biqu�ni, isso me provocou um tes�o danado, j� que Anita aos 42 anos, � magra com um corpinho conservado e que chama aten��o dos homens e mulheres tamb�m. Seus seios s�o m�dios e lindos, parece que o tempo n�o passou para ela. Quando est�vamos tomando banho ela me chamou e quando olhei fiquei doido, pois ela havia retirado o biqu�ni e mais ainda, saiu da �gua e foi coloc�-lo junto à nossa roupa, n�o me controlando mais, fizemos amor ali mesmo dentro da �gua.

Aproximadamente às 19 horas vimos um carro (BMW) chegar e parar. Fiquei surpreso e um tanto apavorado, pois era quase imposs�vel naquele dia e temporada aparecer gente naquele local. Sai para pegar minha roupa e a de Anita para ela n�o se expor, quando cheguei no local, um casal j� havia sa�do do carro e se dirigia ao meu encontro dizendo que estavam justamente procurando uma praia de nudismo, procurando me cobrir, respondi que naquela regi�o n�o havia praia de nudismo. Quando vesti minha roupa, a mulher acabava de retirar a parte superior do biqu�ni revelando uns seios um pouco grande e maravilhosos. Perguntei se eram de fora e responderam serem de Recife e que estavam gozando f�rias. Surpreendi-me quando escutei a voz da minha mulher ao meu lado pedindo o seu biqu�ni que estava na minha m�o, isso me deu um pouco de ci�mes acompanhado de muito prazer. Naturalmente e sem pressa ela come�ou a se vestir e falando para o casal que ali naquela �poca era muito bom, falou que est�vamos numa casa ali perto e perguntou se eles gostariam de ir para l�, o que foi aceito prontamente. Quando chegamos em casa Anita foi logo retirando a parte superior do biqu�ni, me deixou bastante intrigado, me aproximei dela e discretamente perguntei o que estava havendo e ela respondeu: estou fazendo o que voc� quer e se prepare, pois voc� ainda n�o viu nada. Quando me virei, vi que a mulher tamb�m havia retirado o soutien do biqu�ni e observei que o cara estava de pau duro, pois mal dava para a sunga cobrir aquele pau descomunal.

Anita disse que n�o tinha cerveja, sa� para comprar, mas bastante preocupado, mesmo assim, com muito tes�o. Quando voltei encontrei o casal totalmente nus tomando banho num chuveiro que fica pr�ximo à churrasqueira, quando ele me viu falou que Anita havia autorizado e que ela j� tinha tomado banho, entrei perguntando a ela se havia tomado banho, nua, com eles, ela respondeu que n�o ficou nua, mas n�o por falta de vontade, pois estava com muito tes�o e que eu n�o me surpreendesse com o que poderia acontecer. Na hora desconheci Anita, pois nunca a tinha visto com aquele procedimento, mas levando em considera��o que ela j� havia tomado algumas caipiroscas, a bebida tinha feito com que ela perdesse um pouco a inibi��o. O casal terminou o banho e entrou para almo�armos, foi quando n�o acreditei no que via, o cara com o pau meio duro com o tamanho e di�metro que eu jamais havia visto, que dir� minha mulher que casou virgem e nunca passou por outro homem. Sentamos na sala e quando a bela mulher (ela tamb�m � m�dica) perguntou porque eu n�o tirava a sunga e disse: n�o se preocupe pelo fato de estar de pau duro, isso � normal. Eu com o tes�o que estava, prontamente retirei a sunga e ela falou: n�o � grande como a do Beto, mas � muito grosso e binito, nisso Anita entra na sala trazendo cervejas, isca de peixe frita e diz: puxa como o ambiente est� cheirando a promiscuidade! Foi quando a Susana perguntou: Anita por que voc� n�o tira o biqu�ni? Ela olhou para mim e perguntou, posso? Eu meio sem gra�a disse para ela decidir. Quando Anita tirou o biqu�ni, Beto descaradamente disse que minha mulher tinha a boceta muito bonita, ela ficou meio sem jeito e saiu, foi quando ele acrescentou que a bunda tamb�m era muito bonita. Eu disse para ele que a Susana n�o deixava a desejar. Eu acompanhei Anita e quando entramos no quarto ela falou que estava na hora de pararmos com tudo aquilo, pois estava com muito tes�o e n�o sabia at� onde podia se controlar. Voltamos para a sala e quando chegamos encontramos a Susana chupando o pau do marido, Anita fez men��o de voltar, foi quando eu a peguei pelos ombros e comecei a mamar seus seios, foi quando Susana falou: Anita venha aqui provar desse pau grande e gostoso, pois sei que voc� nunca viu um desse. Anita olhou para mim e acenei com a cabe�a que ela podia ir em frente. Susana abaixou a cabe�a de Anita e aproximou o pau do Beto à boca da minha mulher, o pau era t�o grande e grosso que mal entrou na boca da minha adorada mulher, Anita tremia muito e logo come�ou a gozar. Eu j� n�o aguentava mais quando Susana come�ou a chupar o meu pau dizendo que queria senti-lo dentro do seu cuzinho. Eu logo gozei na boca dela e ela com a boca cheia de gala, foi beijar a boca do marido que olhou para mim e disse que a porra era muito saborosa e que eu ia provar da dele logo que ele gozasse na boca da minha mulher que eu tanto adoro. Quando Beto gozou, Susana correu e come�ou tamb�m a tomar a gala do marido na boca de Anita. Beto come�ou a chupar a boceta de Anita que a essa altura estava gemendo e gritando palavras desconexas, ele aproveitou e come�ou a introduzir o pau na boceta da minha mulher. Eu n�o acreditava no que via, aquela tora entrando na boceta de Anita me deu tanto tes�o que agarrei Susana e quando tentei penetr�-la, ela falou que queria sentir primeiro o meu pau dentro do seu cuzinho, foi o que fiz. Anita gemia alto gozando descontroladamente, Beto gozou e ainda com o pau duro tentou enfiar no cuzinho da minha mulher. Ela se recusou e disse que ainda n�o tinha dado o cu para o Paulo (eu) e que n�o aguentaria aquela tora dentro do seu cuzinho. Anita ficou deitada desfalecida de tanto gozar. Beto decepcionado por n�o conseguir comer o cu da minha mulher, come�ou a chupar a boceta de Susana enquanto eu comia o cu, tomei um grande susto quando Susana se afastou deixando o meu pau sair do seu cu e o Beto agarrou e come�ou a chupar meu pau, tentei evitar, mas a Susana falou: � meu filho se voc� ainda n�o sabe, sexo em sua plenitude tem disso e mais algumas coisas. Entretido com o Beto chupando o meu pau, olhei de lado e vi a Susana chupando a boceta de Anita que a essa altura j� estava toda se torcendo com o prazer que estava sentindo. A Susana insistiu para que eu comesse o cu do seu marido, mas eu recusei prometendo que talvez em outra ocasi�o. A minha mulher falou que gostaria de me ver chupando a tora do Beto e eu respondi que ainda n�o estava preparado para esse ato, mas, quem sabe, talvez em outra ocasi�o. Fomos todos tomar banho no chuveiro ao lado da churrasqueira, o Beto fazia quest�o de passar o sabonete nas costas da minha mulher que se recusava a deix�-lo se aproximar da sua bunda sabendo quais eram as inten��es dele. Almo�amos e fomos dormir, est�vamos exaustos e com sono devido à bebida. Ás quatro horas da manh�, acordei com o Beto chupando o meu pau e me surpreendi quando vi as duas mulheres num tremendo 69, me afastei e penetrei a boceta de Susana sentindo a minha mulher lambendo meus ovos e meu cu, isso me levou às nuvens. O Beto tentou se aproveitar da situa��o procurando colocar sua tora na minha boca, eu me recusei e minha adorada mulher me incentivou dizendo que era muito gostoso, aleguei que ainda n�o estava preparado para aquilo. Quando o dia amanheceu, o Beto ainda comeu a boceta da minha mulher e eu comi a mulher dele. O casal nos convidou dizendo que estavam nos esperando no pr�ximo final de semana em sua casa. Ap�s alguns meses fomos, mas isso eu contarei no pr�ximo conto. Quando eles sa�ram, minha amada mulher me abra�ou beijando e em seguida falou que foram os melhores momentos de sua vida e que isso seria um segredo que dever�amos guardar para sempre. Espero que voc�s mandem mais contos para desfrutarmos e quem sabe, um dia nos encontraremos.

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