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ENTRE ESPOSAS EVANG�LICAS..(3� PARTE�ENFIM A TATI)

Aos que leram meus contos, sabem das minhas prefer�ncias...este � a 3� parte do conto “Eu entre esposas evang�licas...”.

Bom, depois da Carol Ter vindo pra Curitiba, eu tive a felicidade de t�-la comigo mais duas vezes, o que deixou a Mara com um pouco de inveja. Ent�o combinamos que quando eu fosse a cidade delas, prefiro n�o citar qual cidade, a Carol daria um jeito de sair com o cunhadinho, esposo da Tati, e a Mara estaria junto comigo. Logo na primeira semana de janeiro, eu tive que ir ao Paraguai, e passaria pela cidade delas. Me programei de chegar no final da tarde e iria direto pra casa do Meu amigo, tamb�m Maestro, pai dos corninhos. Como a Carol e a Mara j� sabiam, no hor�rio marcado a Mara chegou, se fez de surpresa e me comprimentou. Como era dia de semana, Quarta-feira, o pessoal estava meio deslocado pela minha visita, quando a Mara se ofereceu pra me levar na casa da Tati, pois tinham combinado que da pr�xima vez que eu aparecesse, seria l� que eu ficaria. Como era visita, simplesmente aceitei. O meu amigo, sogro delas, perguntou se ela me levava at� a Tati e seu filho, j� que era num bairro meio longe, e ela concordou. N�o resisti e no caminho paramos pra mim curtir um beijo da Mara antes. Ela � deliciosa...minha vontade era lev�-la a um motel, mas o que a Mara queria era ver eu foder a Tati. Chegamos na Tati, ela estava com um short azul claro cavadinho, e dava pra ver que a tanguinha era preta e min�scula, e uma camiseta sem nada p�r baixo. Cheguei com a Mara, a Tati ficou surpresa... ficou sem falar nada e eu fui e no abra�o levantei ela do ch�o, e ela confusa de como agir e parecendo estar com medo, falei no ouvido dela, mas deu pra Mara ouvir: “Que saudade que eu estava, minha princesa...” e soltei ela e segurando apenas numa m�o, fiz ela dar uma voltinha e falei que ela estava deliciosa. A Mara brincou e disse: Tati, acho que vc vai Ter o que precisa, desta vez...e riram...



Como j� eram quase 18:00hrs, a Mara foi logo dizendo que era pra mim ficar ali nesta noite, que seu sogro mandou, e tal... nisso o corninho , esposo da Tati chegou. Conversamos e nisso chega a Carol, nos cumprimentamos, igual fez a Mara, e foi logo dizendo que seu esposo a trouxe mas precisava de uma carona pra voltar e que o esposo da Tati teria que lev�-la pra casa depois. Disse isso e piscou pra mim... Logo entendi ... ela iria tirar o corninho de casa pra mim ficar com a Tati. Mas pensei, e a Mara? Lanchamos e logo a Mara falou que estava de sa�da, e no meu ouvido falou que quando a Carol sa�sse com o corninho, eu deveria ir e abria a porta sem que a Tati visse...e levasse a Tati longe da sal pra ela entrar sem ser vista... A� entendi... a Mara queria assistir... Nossa, meu pau do�a de tes�o... uma hora depois , mais ou menos, eram 19:30... a Carol falou que tinha que ir e se o fulaninho, n�o se importava de parar no mercado antes, no que ele concordou, e na sa�da, a Carol disse pra Tati sem o corninho ouvir: “Obedece ele em tudo, ta?” a Tati apenas concordou com a cabe�a.... A Tati falou pra mim ficar a vontade que ela iria lavar a lou�a e saiu. Dava ra ver que ela estava com medo, tes�o...ela parece que tremia... Fui at� a porta e abri, e fui at� a cozinha. Me encostei num arm�rio e comecei a admirar ela lavando a lou�a. Ela olhou pra tr�s e viu eu admirando aquela bundinha...Pra quem n�o leu meu primeiro conto, vou descrever a Tati quando a vi pela primeira vez: a esposinha mais nova, era a princesa em pessoa; uns 20 aninhos, morena clara, cabelos pretos lisos e compridos, bem aparados, tudo pequenininho. Seios pequenos, 1,55m de altura no m�ximo, mas a bundinha era maravilhosa... bem das irm�zinhas com aquele rabinho empinado .... continuando... Perguntei se eu podia abaixar o short dela. Ela ficou im�vel e nem olhou pra tr�s. Fui at� ela, e coloquei minha m�o na frente e desabotoei. Era n�tido que ela estava adorando me obedecer, estava entregue. Olhei na porta e vi a Mara sondando, com uma m�o dentro da calcinha, e pisquei pra ela. Ficou aquela tanguinha preta enfiada na bundinha...e que bundinha. Levantei a camiseta e tirei deixando ela s� de tanguinha e chinelo. Voltei, tirei minha roupa e sentado numa cadeira esperei ela terminar. Ela terminou e eu com meu pau duro e massageando ela, perguntei se ela sabia chupar, ela falou que nunca tinha chupado, mas tinha vontade. Mandei ela vir me beijar, ela veio me beijou gostoso e eu toquei na buceta dela p�r cima da calcinha. Estava molhad�ssima. Mandei ela se ajoelhar e chupar. No come�o ela estava sem jeito mas logo ela se deliciava. Meu pau n�o � nenhum p� de mesa, mas tem um bom porte. Mantenho ele sempre depilado, a cabe�a sempre exposta pois costurei a pele p�r tr�s dela, isso o torna muito higi�nico. Sempre sou elogiado p�r minhas irmazinhas... Mandei ela levantar e virar a bundinha pra mim, mandei abrir com as m�os, depois mandei tirar a calcinha e pedir pra mim chupar. Ela tirou levantando uma perna depois outra, muito sensual e disse: P�r favor, chupa minha buceta,venha aqui na nossa cama e faz de mim a tua putinha como vc fez com a Carol e com a Mara. A� descobri que elas haviam contado. J� no quarto, na sua cama eu coloquei as pernas dela nos ombros e chupei deliciosamente, aquela bucetinha peludinha, cheirosa...que del�cia. Meu bigode ficou todo lambuzado. Quando posicionei meu pau pra comer, n�o resisti e falei: Mara, segura esta putinha pra mim... tanto a Mara como a Tati se assustaram, mas a Mara veio e segurou ela na posi��o de franguinho assado, e eu fui colocando. Como era apertadinha e ao mesmo tempo envolvente. Parecia um veludo, maravilhosa. Perguntei se ela estava gostando? Ela respondeu s� com a cabe�a e gemendo muito.... comecei a for�ar e a judiar dela; tirava tudo e colocava com for�a...a Mara tremia ao lado, quando mandei a Mara subir na cama e de quatro colocar a buceta na boca da Tati e segurar as pernas da Tati. A tati n�o pensou duas vezes e come�ou a chupar e a Mara estremecia e me beijou deliciosamente. Imagine a cena: eu em p� fora da cama, comendo a buceta da Tati de franguinho assado, e a Mara praticamente sentada na boca da Tati segurando suas duas pernas pelo tornozelo. Era um trio perfeito. Quando eu estava quase gozando, sem pedir, tirei da buceta e coloquei na portinha do cuzinho da Tati. Ele piscava, eu com as m�os livres, segurei o pau e esfreguei ele na rabinho pra lubrificar e notava que ao mesmo tempo que ela fechava a bundinha, tamb�m abria e piscava... estava claro que ela queria. A Mara me falou: Fode o rabo dela Marcos, fode.... Eu coloquei a cabe�a e forcei, entro e ela apertou e gemeu alto. Esperei e comecei a entrar pouco a pouco e fui at� o final...ela relaxou e eu comecei a socar como um tarado...a Mara ficou doida e come�ou a gozar e come�ou a dar uns tapas na bunda da Tati e gozando e vi que a tati come�ou a estremecer e forcei mais e gozamos os tr�s...Praticamente urrando. Que del�cia. Sem sombra de d�vida, foi a melhor foda que eu dei. P�r tudo o que aconteceu e pela beleza delas...faltou s� a Carol...



Fomos tomar banho e como j� era tarde a Mara tranquilizou a Tati, que s� quando ela ligasse pra Carol, era que a Carol liberava o corninho pra voltar. Depois do banho e Mara ligou e foi embora. Logo o corno chegou. Mas antes eu falei que ficaria esperando ela na madrugada vir me chupar. Fomos dormir e em altas horas, acordei com uma boca me chupando. N�o resisti e colocando ela de quatro na cama gozei dentro dela deliciosamente e mandei ela dormir. Foi com a buceta cheia de gozo, tendo apenas a calcinha escondendo ensopada pra n�o deixar escorrer nas pernas...



Acordei cedo me despedi do corno, e deixei a Tati dormindo, pois segundo ele, ela disse estar muito cansada. Coitado....

Fui convidado pra voltar...at� um dia... mas quero as tr�s em Curitiba antes...quando rolar eu conto.

Tenho 39 anos, casado, castanho, 1.80m, 89kg, evang�lico. Se voc� � uma esposa ou noiva evang�lica, recatada, todos a v�em como “santinha e boa esposa”, mas voc� se v� cheia de desejos mesmo com todas as restri��es que nossa religi�o tem e deseja quebrar as regras, mas tem medo e n�o sabe como, fale comigo, me escreva. Tem total sigilo e discri��o. Mas somente para as casadas ou noivas, sem v�cios nenhum. [email protected] e meu MSN: [email protected] .Aguardo voc�s.







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