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SEXO COM A VIZINHA CASADA

Meu segundo encontro com minha vizinha, foi numa pra�a pr�ximo a uma esta��o do metr� de S�o Paulo.

Marcamos às 15hs na esta��o, ela chegou no hor�rio marcado.Ela estava trajando saia, uma blusa e salto alto, estava um tes�o. Peguei-a e fomos h� uma pra�a proxima.

Ficamos no carro por alguns minutos s� conversando. Come�amos a nos beijar, peguei seus seios sob sua blusa e comecei a bolin�-los enquanto a beijava; ela sugava minha lingua dava para perceber seu tes�o, o bico dos seus seios entumeciam , isto era uma delicia.

Ela pediu para sairmos do carro e sentarmos num banco da pra�a.Ficamos ali namorando por quase uma hora at� que ela me pediu , bem safadamente...

- N�o vai me levar a um lugar mais aconchegante?

- claro, respondi, estou louco para saborear voce inteirinha.



Fomos para o carro rumo ao motel. Durante o caminho ela foi me beijando e acariciando meu pau que estava estourando sob a cal�a. Em dado momento ela me falou:

- da ele a minha m�o, bem safada!

Eu disse: pegue mas cuidado estou dirigindo.

Nisto ela abriu o ziper da cal�a, tirou meu penis pra fora e foi acariciando-o, ela me punhetava bem devagar, era uma delicia sentir sua m�o suave acariciando meu pau e ela foi assim at� a entrada do motel.



Ap�s pegar a chave da suite e estacionar o carro na garagem , ao subir a estada eu acariciava sua bunda e ela bem safada me disse:

- Calma gostoso , ela vai ser sua a tarde inteira.

Entramos na suite, deixamos nossos pertencen na mesinha e nos agarramos, nos beijamos loucamente, nossos l�bios se sugavam avidamente , puro tes�o.

Come�amos a nos despir, eu tirava sua blusa e ela tirava minha camisa sem deixar de trocar beijos suculentos.Tirei seu sutien e aparei seus seios em minhas m�os, uma delicia. Beijei-a avidamente e em dado momento desci beijando seu pesco�o at� chegar aos seus seios. Chupeios deliciosamente, longamente ; via-a fechar os olhos de tes�o. Eu pegava na sua bunda durinha e enfiava meus dedos por entre suas coxas enquanto a chupava nos seios. abri o ziper de sua saia e a tirei...linda vis�o, segurei pela bunda e trouxe-a para proximo de mim...meu pau estourava sobre a cal�a.Ela entendeu aquilo como um convite e come�ou a abrir o ziper de minha cal�a...me despiu....e enquanto me beijava , segurava meu pau com avidez...apertava-o .

Estavamos quase totalmente nus. Eu a abra�ava, beijava e sentia meu pau for�ar sua calcinha e apertar sua bucetinha.

Eramos uma sintonia total,tirei minha cueca e ela sua calcinha...estavamos agora, somente pele com pele.

Nos abra�avamos com for�a, nossos beijos eram uma suga��o s�. Enquanto a beijava, ainda em p�, peguei sua coxa direita e levantei , deixando meu pau livre para for�ar sua bucetinha que estava molhadissima. Ele passeava por entre seus l�bios, ia e vinha com for�a, sem penetra-la....ela estava louca de tes�o e forcava seu corpo contra o meu.



Num momento durante este transe meu pau entrou inteiro na sua bucetinha lambuzada de prazer, foi at� o talo!

Ela arfou o corpo, enquanto a segurava e deu gritinho de prazer. Estoquei-a de novo e segurei inteiro dentro dela.

Ela tran�ou a perna direita em meu corpo para segurar a penetra��o. Ficamos assim por alguns minutos e nos beijando.



Levei-a para a cama, abri sua coxas com muitos beijos e desci ate sua gruta. Estava molhadissima e entumecida. Lambi-a, suguei-a com avidez . Ela segurava minha cabe�a entre suas pernas e se abria toda para eu poder chupa-la inteira. Chupei-a por um longo tempo, at� que senti que ela soltou as m�os de minha cabe�a e arfou o corpo e soltou um gemido de tes�o.Foi maravilhoso v�-la gozar enquanto a chupava.



Terminei a chupada e subi at� seus l�bios e dei-lhe um longo beijo, segurei suas m�os com for�a, abrindo seus bra�os e equilibrie meu corpo sobre o seu , mirando meu pau na sua xoxota e entrei bem lentamente at� o talo. Ai come�ei a bombar com vontade naquela bucetinha deliciosa que se abria e alargava para amparar meu pau inteiro at� bater meu saco nela. Eu bombava com for�a..ela gemia...se contorcia e se deliciava...falava palavras desconexas...pediu para enfiar tudo, com for�a. A cabe�a do meu pau lateja de tes�o, mas quando sentia o gozo pr�ximo controlava a situa��o. Segura o gozo por momentos, deixava a cabe�a bem na entrada e quando sentia que passava a vontade de gozar , penetrava-a novamente at� o fundo. Eu a fiz gozar duas vezes desta maneira, ate que n�o aguentei mais segurar e numa estocada bem forte ela percebeu que n�o conseguiria mais segurar , ela se abriu toda e enterrei bem fundo e gozei gostoso , num jato forte e ela gozou comigo...me abra�ou bem forte e roubou um beijo languido e molhado.



Desfalecido cai a seu lado sem for�as,ela ficou ao meu lado assim, quietinha me apreciando, apenas me olhando. Ficamos alguns minutos

deitados descansando. Ela come�ou a me acariciar o pau novamente,ele ficando duro em suas m�os . Ela deitou sua cabe�a em meu tor�x e segurava meu pau...punhetava-o gostosamente. Ela me beijava para me revigorar, e acariciava-o. Ap�s um longo beijo ela desceu at� meu penis e enquanto punhetava-o cobriu-o com seus l�bios carnudos. Ela chupava com tes�o, apreciava-o como a um sorvete do sabor que mais gostava.Meu pau estava duro como uma rocha e a cabe�a estava inchada. Uma delicia ve-lachupando com tamanha maestria. Um delicia.

Ela deixou de chupa-lo, subiu beijandominha virilha, meu umbigo, meu tor�x....e me beijou gostoso e disse no meu ouvido.

- Agora � minha vez de maltrata-lo!

Ela aconchegou suas ancas no meu pau, eu ajudei-a segurando-lhe pela cintura. Ela mirou sua bucetinha no meu pau. Nossa sintonia era tamnha que n�o precisavamos levar nossos sexos ao encontro. Era automatico. Ela se encaixou no meu pau e come�ou um delicioso sobe e desce . Ela repetiu oque havia lhe feito. Segurou minhas m�os com forca e subiu e descia sua bucetinha deliciosa no meu pau.Ela estava em transe.Loucamente se jogava contra meu pau. Nossos corpos estavam suados com tamanha fric��o.Ela sentava com for�a e num momento me abra�ou e apertou sua bucetinha com for�a segurando-a na minha virilha totalmente penetrada e gozou com gritinhos ao meu ouvido. N�o aguentei, o tes�o era enorme, e gozei junto com ela, num jato.



Ficamos ali naquela posi��o por algum tempo, abra�ados.



Ela deitou-se ao meu lado. Descansando com a bundinha pra cima. Eu comecei a bolina sua bunda, passava a m�o na sua bucetinha ensopada com nossos liquidos. Aqulo me deu um tes�o enorme. Meu pau novamente estava pronto para a guerra.



Eu acariciava sua bunda e dava-lhe beijinho na bundinha e mordiscava.Virei-mem sobre ela e encaixei-me naquele bund�o. Ela tentou se desvencilhar mas quando percebeu-se imobilizada pelomeu corpo, relaxou. Mirei meu pau na sua bucetinha por tr�s e forcei a entrada.



Ela deu uma empinadinha e se abriu para facilitar. Eu entrei e comecei um sobe e desce descontrolado. Enfiava ate o talo, segurava no fundo e voltava a penetrar. Ela se contorsia , mas era de tes�o. Eu bombava. Ela com suas m�os segurou suas nadegas e abriu para eu poder penetrar com facilidade. Um cena excitante. Elas se abria para mim enquanto eu bombava com for�a e ela pedia:

-Vai amor, p�e tudo...com for�a, me fode com for�a, seu pau � uma delicia!Gostoso!



E eu enfie com for�a e gozei ,a cabe�a do meu paulatejava tanto que doia, mas era uma dorzinha deliciosa.Fiquei ali enterrado na sua bucetinha por tr�s at� meu pau amolecer.Descansamos por um bom tempo, cansados de tanto prazer.



Levantamos, fomos ao banho. Eu fiz quest�o de lhe ensaboar e passar as m�os por todo seu corpo. Eu passava as m�os por sua bunda, entre as nadegas e enfiava o dedo m�dio na sua bucetinha enquanto chupava seus seios e a àgua caia sobre nossos corpos.

Meu pau for�ava seu umbigo, novamente duro como pedra. Comi-a novamente ali em p� no chuveiro, de frente , por tr�s , tentei enfiar no seu rabinho ,mas ela n�o deixou. Pediu para deixar isto para outro dia. Entào enfiei na sua xoxota enquanto a agua caia sobre n�s e gozamos assim no chuveiro.



Nos arrumamos e saimos do motel , levei-a at� pr�ximo de sua casa e combinamos para uma proxima vez, beijei e lhe disse: na pr�xima vez seu rabinho n�o vai escapar viu. Ela sorriu e safadamente balancou a cabe�a afirmativamente e saiu , foi andando rebolante como sempre e com carinha de safada satisfeita.

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