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LIMPANDO O LAVABO

Sempre gostei de ficar observando quando ela passava, usando cal�a jeans justa e bem modelada com aquela blusinha tamb�m justa, dava pra ter uma ideia de como seu corpo era perfeito. Ainda gosto de observar, mas agora usando o uniforme da empresa fico apreciando sua beleza.

Como sempre, acho que as mulheres sabem que as observamos e elas gostam, acho que por isso acabou acontecendo o que aconteceu, pois num dia destes tive o melhor dia de trabalho da minha vida.

Estava como sempre no meu setor, operando a m�quina que sempre opera quando ela passou, e me disse que hoje daria uma de faxineira, pois teria que dar uma limpada no lavabo da sala de reuni�es.

Esta sala fica no andar superior ao nosso e � muito pouco usado, somente quando a empresa recebe visitas de clientes ou fornecedores, e nestes dias n�o haveria visitas, pois a gerencia comercial estava toda viajando.

E l� foi ela, toda linda fazer sua faxina , ap�s alguns minutos me chamou para ajuda-la dizendo que n�o conseguia mudar a temperatura do chuveiro por ser muito alto.

L� fui eu ajuda-la, no momento que tentava mover a alavanca para mudar a temperatura, esbarrei na mangueira do chuveirinho que desprendeu, e a agua que saiu acabou molhando todo o cabelo dela e a parte de cima do uniforme, bem como minha cal�a.

Ela ficou irritada, soltou o coque do cabelo que sempre mantinha para deixa-lo preso e soltou-o todo, lindos cabelos loiros em carac�is de ouro.

Ela se inclinou para frente jogando os cabelos a frente de seu rosto e come�ou a alisa-los e a torc�-los para tirar o excesso de �gua e no mesmo instante eu pude vislumbrar seus lindos seios atrav�s do decote da blusinha molhada.

Foi t�o repentino que meu membro se enrijeceu na hora, nem dando tempo de eu fazer nada, e ela estava inclinada na minha dire��o e n�o tinha como n�o ver o que havia acontecido comigo.

Ela continuando inclinada, olhou para cima e me falou:

- Safadinho hein, tudo isso � por minha causa?

- � n�, fazer o que, com tudo isso....

Ela se levantou se encostou de vez em mim e me deu um beijo na boca, enquanto se esfregava toda em mim.

Eu n�o pude fazer nada, ent�o me entreguei à situa��o, abracei-a forte, apertei-a mais contra mim at� nossas l�nguas ficarem duelando-se em nossas bocas.

Ela n�o perdeu tempo, j� foi logo desabotoando meu jaleco e alisando meus bra�os e meu t�rax, dizendo que n�o sabia que eu era tudo aquilo, eu fiz o mesmo com ela, desabotoei a parte de cima de seu uniforme e tirei, para poder apreciar seus lindos seios ainda por baixo de seu soutien roxo, bordado com detalhes brancos, seios lindos, pareciam duas peras muito suculentas prontas para serem apalpadas e mordidas.

Voltamos a nos beijar, mas desta vez nossas m�os passeavam pelas costas, bra�os pesco�o, cabelos, at� que eu desabotoei seu soutien para libertar de vez aqueles seios deliciosos e senti seus bicos duros se esfregando em mim.

Eu me afastei um pouco, a virei de costas pra mim e a abracei por traz, enquanto ela esfregava seu bumbum em meu membro duro, ainda por dentro da cal�a, enquanto eu mordiscava seu pesco�o e sua orelha, fui alisando seus seios descendo por sua barriguinha lisinha, brincando um pouco em seu umbigo e fui desabotoando suas cal�as e j� puxando-as para baixo, para poder acariciar suas coxas com pele lisa e macia como nunca antes tinha sentido na vida.

Ela se esfregava em mim, respirava fundo arfava com os olhos fechados, gemia baixo e se contorcia, sentindo-me segurando-a por traz, bem firme com o membro entre seu bumbum macio e delicioso, continuei acariciando suas coxas, a parte interna das coxas, quando ela afastou um pouco as pernas e fui subindo ate sua calcinha de renda verde, fui subindo com as m�os pelos lados, apertando sua bundinha, esfregando mais ela em mim, apertando mais ela contra mim.

Ela continuava a rebolar, a gemer mordia os l�bios, enquanto eu mordia seu pesco�o, subi as m�os at� seus seios novamente, enquanto ela segurou meus quadris, apertando e puxando ainda mais em dire��o a ela, eu n�o conseguia mais me controlar, ela rebolava muito, subia com a bundinha e descia contra meu membro, sua calcinha j� estava toda atolada, fui uma vis�o linda, aquela bundinha linda rebolando em mim, enquanto eu brincava com seus mamilos durinhos, ela levantou uma de suas m�os e colocou cobre a minha que estava sobre seu seio, e puxou-a para baixo ate seu monte de v�nus, mesmo por sobre a calcinha, pude sentir como ela estava molhada.

Com sua m�o sobre a minha pude acaricia-la por cima da calcinha, enquanto ela ofegava mais forte, gemia mais alto at� que minha m�o escapou da dela e fugiu para dentro de sua calcinha, nossa, que pelinhos macios, bem aparadinhos, os l�bios inchados, sedentos pareciam querer morder meus dedos, sua humidade seu cheiro, seu bot�ozinho do prazer intumescido e esperando por um carinho,

Apertei seu seio, acariciei seus l�bios de baixo, brinquei com seu bot�ozinho at� que ela n�o resistiu e teve seu prazer em minhas m�os, gemendo e rebolando, arfando e se contorcendo, presa em meus bra�os.

Eu a virei de frente pra mim novamente, beijei seus l�bios deliciosos e doces como o mel, e a mantive perto de mim at� sentir sua respira��o se acalmar, enquanto acariciava seus cabelos.

Colocamos nossas roupas ainda molhadas, e fui saindo para voltar ao meu setor, pois j� devia ter algu�m me procurando, quando cheguei na porta ela me chamou e quando eu olhei pra traz e a encarei ela s� disse:

- Del�cia!

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