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A MASSAGEM QUE VIROU SACANAGEM

Assim que me mudei para a Fran�a, h� mais ou menos 7 anos atr�s, indo direto do Brasil, fui morar com um casal de amigos que j� moravam por l� algum tempo. Desde que cheguei, minha vida foi movida por uma tranquilidade quase m�rbida, por�m, como n�o poderia deixar de ser, aos poucos fui me sentindo solit�rio e veio tamb�m a vontade estar com algu�m na intimidade.



A cada dia que passava, eu ficava muito mais sens�vel, no tocante a sexo e libido a mil. Come�a a criar fantasias em minha cabe�a, mesmo por que eu gosto muito de sexo em sua plenitude, sem tabus.



A esposa do meu amigo que chamarei de L�lian (e meu amigo de Jamil), era uma linda moreninha no �pice de seus 19 anos e meio, ainda era uma menina, vamos dizer muito imatura em certos pontos, mas era tamb�m uma mulher muito atraente e cheia de encantos. Ela tinha um corpo maravilhoso, com seus cabelos longos e pretos. Fazia teatro, que na maioria das vezes envolvia dan�a e por isso ela estava sempre muito bem malhada e em boa forma f�sica. Tinha coxas roli�as e grossas, cintura fina e seios m�dios. O desenho de seu rosto era quase perfeito, mas o que ela quase n�o tinha, era mal�cia das coisas (pelo menos deixa transparecer isto), e por vezes à mesa de caf� da manh�, ela vinha somente de hobby e com uma calcinha min�scula por baixo, como a mesa era exatamente a divis�ria de uma “cozinha americana” e ficava de frente para um sof�, eu deliberadamente sempre me sentava nele, para desfrutar da bela vis�o matutina, pois ela se esquecia, ou fazia que de esquecida, que sua vestimenta se abria ao sentar, o que dava uma maravilhosa vis�o de seu corpo lindo e de suas calcinhas, que n�o cobriam quase nada. Por duas vezes, eu vi que ela n�o usava absolutamente nada por baixo e eu pude ver sua xaninha linda, o que me deixou mais tarado ainda.



O tempo foi passando, e eu comecei a desenvolver uma tara especial por ela, mas devido a minha amizade com eles, continha-me de todas as formas que podia, para n�o deixar sequer transparecer a minha vontade e meu tes�o. At� que um dia, est�vamos sentados à sala e ela me perguntou se eu sabia fazer massagem, eu respondi que sim, at� mesmo por que eu j� havia feito muito em minha esposa que, por sua vez, sempre achava maravilhoso. Ent�o veio o inusitado pedido:



- Voc� poderia me fazer uma massagem dessas, pois estou toda tensa. - Este pedido foi feito diante de seu marido e de mais dois amigos belgas, que n�o entendiam nada de portugu�s, e que nos visitavam neste dia, por�m j� eram muito �ntimos da casa. Era de se estranhar de ela n�o pedir ao marido, mas ele j� havia dito que n�o sabia mesmo fazer isso. Ent�o, como s� eu sabia o que se passava em minha cabe�a, falei que faria sim e ainda falei que se mais algu�m quisesse, eu estaria ao dispor, pra n�o chamar a aten��o para aquele fato, principalmente à do meu amigo. Pensei que aquele pedido seria para dali a alguns dias ou pelo menos para mais tarde, mas ela se levantou e se dirigiu ao quarto, e quando voltou, veio vestindo uma camiseta branca sem mangas e uma toalha cobrindo a parte de baixo.



- Vamos ent�o?



Procurei n�o parecer assustado com aquilo e me levantei, perguntando onde seria a massagem, j� que n�o havia ali, lugar adequado para tal. Ela sugeriu o meu quarto, pois tinha uma cama de solteiro que era relativamente alta, e daria pra substituir uma maca. O pessoal permaneceu na sala conversando animadamente sem qualquer constrangimento. Fomos ao meu quarto e quando ela tirou a toalha, cheguei a engolir a seco, pois n�o esperava aquela vis�o. N�o que j� n�o havia visto bem mais que aquilo, mas ela vestia um mini short e notava-se que n�o existia calcinha por baixo, al�m do mais, agora eu poderia tocar e olhar bem de pertinho.



Pedi que ela se deitasse, depois fui ao meu arm�rio e busquei um �leo e um creme hidratante que eu mesmo usava. Pedi que ficasse de bru�os e que procurasse relaxar. Coloquei uma m�sica bem suave e comecei. Dei um longo trato nos p�s dela. Fui subindo e fazendo realmente uma bela massagem por toda a extens�o de suas pernas, tirando proveito daquela vis�o maravilhosa que era sua avolumada bunda. Quando cheguei bem à altura da bunda, ela deliberadamente tratou de enfiar o short no rego, e como ele j� era bem pequeno, passou a n�o cobrir quase nada, formando uma esp�cie de asa delta, deixando mais vis�vel ainda sua bela anatomia. Como ela assim o fez, foi o mesmo que me pedir uma aten��o maior naquela regi�o. N�o me fiz de rogado, espalhei bastante �leo e mais um pouco de hidratante pelas m�os e comecei meu mart�rio. Alisei bastante cada n�dega dela, com firmeza e com sensibilidade. Meu pau j� estava quase para estourar minha bermuda. Como eu vivia sonhando em tocar e mesmo, comer aquela linda morena e deixei meus instintos me levar mais adiante. Enquanto massageava aquela beldade, deixei meus dedos escorregarem para o lado interno das n�degas, quase tocando seu cuzinho, mas n�o houve rea��o alguma de sua parte, ent�o fui mais adiante, levei minha m�o para o lado interno de suas coxas e cheguei a tocar em seu short na dire��o de sua xaninha, sem alguma rea��o ainda, s� que quando eu voltei a passar meus dedos pelo rego de sua bunda, notei que ela arqueou o corpo um pouco e arrepiou-se. Acabei aquela parte e subi para os ombros e nuca. Nem eu e nem ela, creio eu, est�vamos mais interessados que eu demorasse tanto tempo ali, por isso pedi que virasse de barriga para cima, nisso o seu marido entrou e perguntou se o profissional (em tom de deboche), era bom no neg�cio, sorrimos e ela afirmou que estava melhor do que ela esperava. Senti que realmente estava gostando do que estava acontecendo. Ele virou-se e saiu, ent�o senti que n�o voltaria t�o cedo e eu poderia dar aten��o maior a minha “cliente”.



Ela deitou-se finalmente de frente para mim, e pude ver seu montinho de Venus, que era bem protuberante, parecendo o famoso, “capo de fusca”. Voltei aos p�s e fui subindo, j� imaginando o que viria a seguir, quando cheguei bem ao alto das coxas, ela entreabriu um pouco as pernas, e como eu queria um espa�o maior para agir com as m�os, peguei uma das pernas e abri um pouco mais. Ela manteve-se com os olhos fechados. Passei v�rias vezes minhas m�os seguidamente perto de sua xaninha e n�o me aguentei e deixei que meus dedos tocassem em cheio o meu objeto de desejo, ela suspirou fundo e se contorceu em cima da cama. Coloquei mais �leo nas m�os, e passei a dar investidas maiores em dire��o à sua linda bucetinha, chegando a enfiar os dedos pela borda do shortinho, tocando escancaradamente a ponta dos dedos em sua rachinha que j� estava ficando molhadinha.



N�o diz�amos nenhuma palavra, somente o ato em si, dizia o que est�vamos querendo. Ela levantou mais, as pernas e como o seu short era de algod�o, cheguei-o para o lado, revelando uma coisinha linda e lisa, quase sem p�lo algum, perdi totalmente o medo e a no��o do perigo e fui com minha boca de encontro àquela “boquinha”, e passei a dar lambidas vigorosas, fazendo ela se contorcer toda. Ela levou sua m�o à frente e tocou meu pau por cima da bermuda, mas tratou de enfiar sua m�o por dentro e pegar em cheio, meu pau que estava para estourar ainda preso, cheguei meu corpo à frente em sua dire��o, e n�o sei como, mas ela conseguiu libertar o meu pau e come�ou, meio sem espa�o, a tentar fazer o mesmo que eu fazia com ela. Como n�o pod�amos fazer muito barulho, fiquei com mais tes�o ainda, devido o perigo que est�vamos correndo. Ela deitou-se a beira da cama de lado, acotovelando a cabe�a, de forma que ficava bem a altura de poder abocanhar meu pau. Pegou meu mastro, passou a chupar maravilhosamente, me levando quase ao gozo, pedi ent�o que ela se levantasse e colocasse as pernas estendidas e apoiei seus p�s em meus ombros e fui enfiando lentamente meu pau em sua xaninha, ela tapava a boca com uma das m�os para n�o gritar, e fui metendo cada vez mais r�pido, at� que senti que seu corpo, em v�rias convuls�es, deixou-se cair na cama. Ela havia gozado linda e fartamente, mas eu ainda n�o. Pedi que se virasse, ela entendeu a mensagem e ficou de quatro, fui metendo novamente. Ela lan�ava seu corpo para traz num movimento ritmado que, devido à �nsia, fez sair meu pau, e como estava tudo muito molhadinho pelo seu gozo, quando voltei a fazer press�o, meu pau foi em dire��o errada e for�ou seu lindo cuzinho, ela soltou um gemido e arrebitou o traseiro, senti que estava aberto o caminho e foi dada a carta branca. Posicionei melhor e fui empurrando em seu cuzinho e ela tamb�m fazia for�a para traz, e come�amos um violento e silencioso ritmo, o que n�o demorou e gozei muito em sua bundinha, mas ela sentindo meu l�quido quente em sua bunda, gozou mais uma vez, com a ajuda de meus dedos em seu grelinho, s� ent�o me apercebi do grande risco que est�vamos correndo e tratei de sair r�pido daquela posi��o, no que ela o fez tamb�m.



Nem preciso dizer que n�o foi necess�rio terminar a massagem, pois ela j� havia relaxado mais do que esperava e eu por meu lado, me dei bem tamb�m. Passado talvez uns dois minutos, que hav�amos acabado e ela j� estava se preparando para retirar, seu marido entra mais uma vez e viu que havia terminado tudo bem para ambos, sem imaginar o que realmente havia acontecido. N�o sei por que, ela evitava-me de todas as formas, talvez para n�o cair na tenta��o de mais uma se��o de massagem, at� que eu sa� de sua casa e nunca mais a vi at� hoje.



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