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RO�ANDO COM A MANA

Bem, � uma hist�ria que dever� agradar bem poucos. Pelo menos eu acho que sim, porque n�o parece ser algo popular, aquele tipo de caso que cai na gra�a do povo. Mas para mim vale como um filme, como um acontecimento que mudou parte de minha vida. E que revelou um prazer que n�o considerava.

Tenho 28 anos e moro com minha irm� de 16. Na verdade, ela que mora comigo. Veio da casa de nossos pais no interior para estudar para o vestibular em Porto Alegre. Meu apartamento � de um quarto, mas com um colch�o no ch�o ajeitamos as coisas. E ela � bem disciplinada, n�o me perturba. At� porque eu sempre chego no final do dia do trabalho.

Num dia do m�s retrasado, quando cheguei por volta das 20h, meu trabalho � sem hor�rio fixo, plant�o, ela estava em casa com uma colega de cursinho. Mas antes de seguir, vou descrever-nos, pelo que li nos outros contos o pessoal curte. Eu tenho 1,67m, 55kg, castanha clara. Bom, n�o sou boa em falar de mim, mas j� ouvi elogios, etc. Tenho namorado, mas isso n�o interessa.

Minha irm�, a Manu, tem 1,64m, uns 48kg, castanha mais escura que eu. Essa sim, uma gatinha minha mana amada. E a amiiga dela, a Cris, tamb�m tem 19 anos, loirinha, acho nas mesmas propor��es da mana.

A� foi aqueles cumprimentos todos, conversamos, as gurias s�o novinhas mas com conte�do. At� umas 22h eu fiquei com elas na sala, mas depois fui dormir. A Cris ia posar l� em casa, mas as gurias ainda queria ver TV. Ok, me fui pro sono.

Umas duas horas depois eu acordei com uma sede tremenda. Fiquei um pouco deitada, ouvia a TV, via a luz dela por baixo da porta do meu quarto, mas n�o ouvia conversa delas. Isso me fez ficar curiosa, preocupada, ser� tinham esquecido a TV ligada? A luz da sala tinham apagado. Me levantei bem devagar, evitando qualquer ru�do, n�o sabia porqu�, algo me dizia para fazer assim.

Levantei, luz apagada, e abria porta do quarto bem devagar.

N�o entendi direito o que vi, vou descrever sem expressar conceitos. Como o sof� fica de costas para a porta do meu quarto, n�o pude ver o ch�o na frente dele. Eu conseguia apenas ver por cima do encosto do sof� dois pares de pernas levantados, e com os p�s se apoiando uns nos outros.

T�, vou contar melhor: elas estavam deitadas no ch�o, no carpete. De barriga pra cima, com as cabe�as para lados opostos. As pernas estavam flexionadas, pra cima, e as solas dos p�s de uma se apoiavam nas solas dos p�s da outra.

E da�? �, foi o que me perguntei. Os pezinhos delas estavam colados pelas solas, descal�os, claro. Pelo que vi, estavam s� de calcinha. De uma certa forma, elas estavam curtindo aquilo, e demorei uns segundos, talvez minutos, para perceber que o neg�cio era sexual.

As pernas n�o ficavam paradas no ar, elas balan�avam de vagarinho para um lado, para outro. Em uns momentos as solas estavam coladinhas, calcanhar com calcanhar, dedinhos com dedinhos, mas em outro elas deslizavam umas nas outras, dedinhos chegavam no calcanhar, calcanhar ia at� o peito da sola.

Apurei o ouvido e ouvi gemidinhos delas. Avancei um pouco e pude ver os corpinho delas, estavam com camisetas, mas s� de calcinhas. E as m�ozinhas numa siririca bem concentrada por dentro das calcinhas.

Recuei um pouco e segui cuidando aquela cena t�o estranha, ao mesmo tempo muito atraente pra mim. Ficaram assim mais uns minutos...eu me escorei na parece, confesso que minha m�o tb entrou na calcinha com aquilo, tive de resolver o meu problema sozinha.

Daqui um pouco, minha irm� senta no ch�o e segura o p� da amiga. Como num transe ela come�a a lamber sola da menina. � verdade!! lambe, beija...d� umas mordidinhas no calcanhar da mocinha. Ai, fico boba, quase caio pra tr�s e acabo com o lance das meninas. A�, eu ouvo claramente quando a amiga dela falou "vamos acabar logo". Bom, imaginem como elas acabaram.

Vi as duas tirando as calcinhas...e se ajeitando no ch�o, no in�cio n�o consegui ver direito o que era por causa do sof�. Estiquei o pesco�o e a� eu percebi. Elas se encaixaram numa tesourinha, ro�ando as vaginas uma na outra.

E a� come�aram... Um esfrega, esfrega, uma gemedeira silenciosa que n�o consegui suportar. Sinceramente, n�o fiquei at� o fim para ver. Entrei no meu quarto, deitei, me virei um pouco na cama e logo ouvi barulho no banheiro. Era uma delas se lavando, haviam terminado em uns 19 minutos o ro�a-ro�a.

Cerca de 24h depois, era s�bado, e eu n�o ia sair. E nem a mana, disse que tava cansada. Fiz umas pipocas pra n�s e ficamos vendo TV, mais tarde a gente ia colocar um DVD e nada de mais. Mas a cena da noite anterior n�o me largava. Que coisa maluca, horr�vel e gostosa. Nossa, com 28 anos pensava j� ter passado por tudo nesse assunto, mas tava de frente com algo estranho. Sentia que j� n�o me dominava.

A mana sentou na cama que a gente faz no ch�o pra ver TV e eu fiquei no sof�. Com a perninha dobrada, ficava com a solinha do p� virada pra mim. Bom, discretamente, desci meu p� e botei pertinho do dela. E numa bobeira, botei em cima da solinha dela. Disse "ai, que pezinho gelado". Ela riu, e seguiu vendo tv. Eu comecei a ro�ar a minha solinha na solinha dela...

Hummm...achei t�o gostoso. Ela n�o reagia. Ficava quieta. Mas eu me concentrei nessa toque. Esfregava toda a minha sola no pezinho dela. At� que ela disse "ai, t� at� gostando". A� n�o segurei. "Vamos encostar as duas solinhas."

Me arrepiei. Ela disse que sim, e foi de ajeitando pra ficar com as duas solinhas do ar, deitada de costas. Como eu estava no sof� me sentei melhor e coloquei as minhas solinhas nas dela, ambos n�mero 36.

Que coisa gostosa aquilo era. Os pesinhos grudados e come�os a ro�ar, a esfregar. Um sil�ncio..s� a tv. De cima pra baixo, pros lados..um toque macio....de vez em qd elas grudavam, estavam quentinhas...Estiquei a m�o e apaguei a luz da sala, deixando s� a luminosidade da TV. Qd vi ela se contorcendo...falei pra relaxar...deixar rola...."mana, vamos relaxar...deixa as solinhas se devorarem". Nossa.

Claro...nossas m�os desceram a come�amos uma sirica ao mesmo tempo. Nos contorcendo tocando uma siririca. eu molhada, olhava pra baixo e via a m�ozinha dela atoladinha da vagina tb. E os p�s se comendo, se ro�ando, suando. N�o fui al�m disso...tratei de me masturbar bem gostoso, e aquele toque de p�s me turbinou de um jeito nunca visto antes. rs

Gozei primeiro, me empapei toda. Tive de esperar pela mana, segui ro�ando legal os pes nos delas, solas se amando, at� ela tb desabar. ufa, ficamos ali, em sil�ncio, guardamos os p�s. Ela ficou toda sem jeito, mas quebrei o gelo. Falei "Mana, seguinte, nada a ver. Antes a gente ter alguma coisa assim em casa, e se divertir, do que te ver fazendo bobagem na rua. E o que rolou aqui n�o foi nada demais. Intimidade que se duas irm�s n�o tem, pelo amor de Deus.

N�o contei nada do que vi na noite anterior. Depois de cada uma tomar seu banho, fomos dormir. E eu fiquei imaginando o pr�ximo encontro de p�s que terei com ela. Ou com outra amiga, sei l�.

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