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DEPOIS DO PRIMO, O DESCONHECIDO.

Como disse no conto anterior, sou h�tero, ou pelo menos me julgava assim, at� que aconteceu a primeira vez com um primo que morou aqui em casa durante uns tempos, depois disso, nunca mais havia acontecido nada real com homens, s� vez ou outra cam e muitos videos gays assistidos na internet.



Por�m, um dia acordei com um tes�o daqueles que n�o d� pra controlar. Como n�o tenho circulo de amigos gays por ser extremamente discreto, e estar com vontade de fuder com um macho, nesse dia dispensei minha namorada e entrei no batepapo da uol com o seguinte login: "Boy-Realengo".

N�o demorou muito e logo veio um monte de gente falar comigo, at� que um me chamou a aten��o, seu login era "puto29querboy". Perguntei como ele era e ele disse ser branco, 1,81m, 87kg, sarado, olhos verdes, cabelo castanho e boa pinta. Logo pensei: Perfeito!. Ele perguntou como eu era e eu n�o menti, disse que sou branco, 1,78m, 74kg, corpo normal, oc castanhos e boa pinta tb.

Come�amos a falar umas putarias logo de cara e ele perguntou onde eu estava, e era perto da casa dele. Nessa hora fiquei receoso, pois tenho namorada e etc., mas ele disse ser noivo e discreto tamb�m, ent�o me acalmei.

Marcamos um encontro, trocamos telefone e eu disse que ligaria às 19 horas do dia seguinte.

Fui dormir com um tes�o enorme na situa��o.

No dia seguinte, acordei, fiz o que tinha que fazer mas fiquei com medo de ligar, sabe como �, n�o conhe�o o cara e ia at� a casa dele, sou inexperiente com homens. Desisti da ideia, e como j� eram quase 19 horas achei que ele tinha esquecido tamb�m. Fui pra faculdade e quando estava chegando l� ele me liga, atendo e ele diz "fiquei esperando me ligar, aconteceu algo?", eu inventei uma desculpa qualquer e disse que era melhor n�o rolar e bl� bl� bl�, mas ele disse que n�o precisava rolar, que a gente podia conversar, tomar uma cerveja, ou seja, ele me convenceu, e eu disse que daria uma passada l� dentro de duas horas, ele me deu as coordenadas e disse para n�o chamar no port�o para n�o chamar aten��o, que eu poderia entrar que o port�o estaria encostado e ele estaria sozinho em casa.

No hor�rio combinado eu cheguei no port�o, pensei em voltar mas a essa altura meu tes�o j� estava nas alturas de novo, entrei bem devagar, e ele me esperava na sala. Estava sem camisa, com uma bermuda verde e chinelos branco, fiquei com mais tes�o ainda, ele com um sorriso largo me falou pra entrar e me tratou como se me conhecesse à anos. Eu ainda muito travado tentei parecer normal, meu cora��o estava acelerado e acho que ele percebeu. Perguntou se eu queria beber algo, eu disse que uma cerveja estava bom.

Come�amos a conversa sobre um monte de coisas, conversa normal, depois de quase uma hora de conversa, eu estava quase que conformado que n�o ia rolar nada, disse que tinha que vir embora porque teria uma prova no dia seguinte, me levantei e virei de costas pra ele pra pegar minha mochila que estava no ch�o perto do sof�, ent�o nessa hora ele me abra�a por tr�s, puxa meu corpo contra o dele e diz no meu ouvido "voc� acha mesmo que eu deixaria voc� ir embora sem nem ao menos tirar uma provinha de voc�?", nessa hora eu desfaleci, comecei a respirar ofegante enquanto ele me sarrava com o pau j� duro e ro�ando aquela barba por fazer no meu pesco�o.

A partir de ent�o estava totalmente entregue, comecei a for�ar minha bunda contra a rola dele que eu sentia pulsar de t�o dura que estava, ele come�ou a falar coisas no meu ouvido que me deixavam mais safado ainda, como "� isso mesmo que tu gosta n� seu safado?", "esfrega esse rabo gostoso na rola do teu macho porra", "� rola que tu quer n�? ent�o eu vou te dar..."

Nessa hora ele me vira bruscamente de frente pra ele, me d� um beijo muito quente, depois puxa minha cabe�a pra tr�s, d� um tapinha na minha cara e diz: "agora tu vai fazer tudo o que eu mandar", eu s� gemia e concordava com a cabe�a. Ele me puxou pra baixo e me colocou de joelhos na frente dele, come�ou a esfregar minha cara no seu short e falava coisas do tipo "tu quer essa rola safado?" e como n�o respondi ele deu mais um tapa na minha cara e falou "responde porra, � isso que quer? fala pro teu macho!" e eu disse "�, quero sim, quero essa rola!!", ent�o ele deu um risinho safado, tirou o short e a cueca, e ficou batendo com a rola na minha cara, mandando eu chupar as bolas dele, e que bolas! E quando eu fui tentar abocanhar a rola dele que j� estava toda babada, ele me segurou pelo cabelo e disse: "tu quer rola? tem que implorar!", eu j� estava entregue e entrei na brincadeira, e comecei a dizer "eu quero essa rola meu macho, quero mamar nela bem gostoso, te fazer gemer bastante, deixar voc� socar ela na minha boca, deixar voc� fazer o que quiser com ela", ele visivelmente satisfeito com minhas palavras, deixou eu mamar na rola dele, e eu o fiz muito bem. Chupava a cabe�a, babava bastante na rola dele, enfiava tudo na boca at� engasgar, e ele gemia alto. Depois de um tempo mamando o caralho dele, ele me puxa e me d� outro beijo, depois ele senta no sof� e manda eu tirar minha roupa toda, obede�o prontamente, ent�o ele manda eu deitar no sof� e continuar mamando a rola dele, e ele come�a a brincar com o meu cuzinho, hora ficava brincando na entradinha, hora dava uns tapas na minha bunda e afundava minha cabe�a na sua rola. N�o demorou muito, ele levantou e disse que ia pegar camisinha e lubrificantes, nessa hora eu gelei, o tes�o passou por alguns segundos e fiquei com medo de sentir dor, mas logo ele voltou, me p�s de 4 no sof� e come�ou a lamber meu c�, e que sensa��o maravilhosa! Quanto mais ele lambia mais eu rebolava e ele achava o m�ximo, dando tapas na minha bunda e dizendo toda hora "� disso que tu gosta n� seu safado? prepara o c� que logo vai levar rola!", ele ent�o come�ou a meter um dedo, depois dois, comecei a sentir inc�modo, mas com o tempo foi passando... Ele come�ou a ro�ar o pau na minha bunda e eu todo empinado pra ele, ele disse que tava na hora de eu levar rola, ent�o colocou a camisinha, tascou lubrificante no meu cu e na rola dele e posicionou bem na entrada do meu cu, for�ou um pouco, for�ou mais e come�ou a entrar, e eu gemendo, gemendo cada vez mais alto, senti quando a cabe�a entro e doeu muito, tentei sair mas ele deu uma estocadinha e me segurou pelas ancas, disse "j� t� um bom peda�o dentro, agora relaxa, n�o vou te empurrar mais n�o, vai rebolando devagarzinho...", eu n�o falei nada, enfiei minha cabe�a na almofada e logo ele come�ou com uns movimentos bem devagar, aumentando gradativamente, do�a muito no come�o, depois parou de doer mais incomodava muito ainda. Ele come�ou a bombar forte, me dando uns tapas vez ou outra ele me beijava a nuca e falava coisas como "que rabo gostoso voc� tem", "esse seu c� � uma del�cia igual a voc�" e eu mesmo incomodado com aquela tora no meu rego comecei a me soltar e me sentir uma verdadeira cadela. ele cansou de bombar e mandou eu cavalgar na rola dele, sentei de frente pra ele e mesmo sentado era ele quem controlava os movimentos, depois ele me p�s de frango assado no ch�o com alguma almofadas na cintura, come�ou a bombar forte e mandou eu bater uma punheta enquanto ele me socava porque ele j� queria gozar, assim o fiz, depois de uns 4 minutos vendo aquele macho suado com cara de safado me comendo eu gozei muito na minha barriga, ele bombou mais um pouco e disse "esse teu cu piscando na minha rola t� me deixando louco" ent�o num golpe r�pido ele tirou a rola do meu cu, arrancou a camisinha e disse "tu vai levar porra nessa tua cara de safado!", e come�ou a gozar na minha cara, gozou muito, e depois disso com o pau ainda duro come�ou a espalhar minha porra pela barriga.

Deitou do meu lado, perguntou se eu queria tomar uma ducha, eu disse que sim, quando levantei meu cu estava doido, reclamei um pouco ent�o ele me abra�ou por tras e foi me levando pro banheiro, disse que foi muito gostoso e que a partir de ent�o eu seria o boyzinho dele e ele seria meu macho.

Tomamos um banho, ele me trouxe de carro at� pr�x. da minha casa e nos despedimos.

Meu cu ficou doendo uns 3 dias, e desde ent�o n�o nos vemos mais, mas no falamos por telefone e assim que tivermos oportunidade repetiremos a dose.



Se gostou do conto e � um cara legal, discreto, entre 20 e 35 anos, inteir�o e que curta boys de 19 anos entre em contato pelo email: [email protected].



At� a pr�xima

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