Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

MINHA RAINHA - PART II - ENCONTRO

Encontro



Minha Rainha determinou que eu a pegasse as 23:00 horas em casa.

Minha expectativa durou o dia inteiro, logo no inicio da noite minha ansiedade j� estava nas alturas. Como uns amigos haviam me convidado para um chopp, sai de casa por volta das 21:00 a reuni�o era em um shopping. Chegando l� n�o encontrei niguem. Fui para uma livraria esperar o tempo passar.

Nestas situa��es de “primeiro encontro” minha regra � n�o ter expectativa nenhuma mas esta aberto a todas as possibilidades. Desta forma n�o acontecem frustra��es nem cobran�as. Mas como n�o ter expectativa neste caso. Ia me encontrar com uma Domme linda, com quem a conversa vinha fluindo maravilhosamente pelo MSN e com quem as fantasias e desejos pareciam combinar quase que exatamente.

Passei cerca de meia hora folheando livros tentando n�o olhar para o rel�gio a cada 30 segundos. Durante todo este tempo a calcinha sexy que tinha comprado por ordem dela estava em meu bolso.



Quando os auto-falantes anunciaram que a loja estava preste a fechar (22:00 h). Providenciei a surpresa que tinha imaginado para Minha Rainha. Tratei de vestir a calcinha.

Fui para um sanit�rio com muito medo, este era um momento cr�tico, em hip�tese nenhuma niguem poderia ver ou desconfiar de minha arte, sobre pena d’eu ter um enfarto. Para minha tranquilidade as divis�rias dos sanit�rios iam ate o piso, n�o tinha o risco de algu�m ver a nada discreta rendinha vermelha quando eu pasasse ela pelo meu p�. Tirei a roupa e ajeitei a minha nova pe�a intima. Na parte de tr�s eram apenas duas tirinhas formando um T. Mas o problema maior era na frente, muito pequena, imaginei que nunca iria caber meu pau e saco ali dentro. Bem, vesti. Para minha surpresa ajustou direitinho. O “fio-dental” encaixou inteiro em meu rego, coloquei o pau para baixo e vesti ela inteira. Na frente fez um monte esquisito, um volume grande envolto por rendinhas em forma de cora��o, tudo vermelho. Era bastante desconfort�vel, ainda mais para mim, acostumado com minhas folgadas cuecas samba-can��o. Mas a verdade � que consegui vestir numa boa. Achei que o ideial para agradar a Minha Rainha, seria n�o usar cueca, mas num rompante de timidez recuei e vesti minha samba-can��o por cima, respirei fundo, dei descarga para disfar�ar e sai.



Por que algumas coisas supostamente muito simples conseguem ser t�o complicadas? Andar pelo shopping foi uma tortura. Nem tanto pelo desconforto. � desconfort�vel a tirinha ro�ando completamente por dentro do rego, como � desconfort�vel o pau todo encolhido amassado junto com o saco. Mas o pior de tudo � achar que todo mundo esta sabendo e olhando para mim. Me esforcei para andar naturalmente e sem pressa at� o carro.



Entre o shopping e a casa de Minha Rainha eram cerca de 20 km, que eu teria que dirigir muito devagar para n�o chegar cedo demais. Aliviar no acelerador j� requeria um certo auto-controle, controlar a ansiedade eu j� nem tentava. Nem por um segundo pude esquecer o que estava vestindo, at� por que tinha um detalhe no ponto de encontro entre as tirinhas atr�s que ficava pinicando. Na verdade minha posi��o dirigindo apertava meu rego e c�, tudo pinicava um pouco. (como as mulheres conseguem usar renda no dia a dia?!). Pelo menos estava seguro no carro, niguem jamais poderia desconfiar de minha vestimenta.

E se eu me envolvesse em um acidente? Se fosse socorrido pelo SAMU? O que a equipe m�dica iria pensar? E SE PUBLICASSEM O FATO NA IMPRENSA?

Caraca! que medo. Melhor dirigir com mais cuidado ainda.



Finalmente cheguei a rua de Minha Senhora, cheguei cedo demais, e tive que esperar. A rua era muito deserta, e apesar de ser em uma �rea valorizada da cidade eu sabia de hist�rico de assaltos na regi�o. Se n�o bastasse a ansiedade agora vinha o medo. E se eu fosse roubado ali? E se tudo fosse uma armadilha? Se na verdade fosse uma gangue que me atraiu aqui apenas para me roubar? me chantagear? Parecer neurose, exagero, mas infelizmente para quem conhece algu�m pela internet esta � uma preocupa��o v�lida. Manda o bom senso que o primeiro encontro seja sempre em um local publico e movimentado.

N�o aguentei ficar esperando e liguei para ela antes do hor�rio marcado. Ela reclamou que eu n�o estava sendo pontual como havia prometido, mas foi muito tranquilizador ouvir a voz dela.

Com as orienta��es localizei a casa e parei na porta. Mas mesmo assim fiquei com o motor ligado a primeira engatada e de olho nos retrovisores.



Vi pelas janelas uma sucess�o de acender e apagar de luzes numa seguencia que indicava que algu�m caminhava em dire��o a sa�da. Ent�o Minha Rainha apareceu.



E eu fiquei deslumbrado. Ela tinha cabelos pretos longos (meu grande fetiche), um sorriso e um rostinho angelical, era como aquelas gatinhas lindas de 20 e poucos anos e corpos esculturas que se v� nos Shoppings s�bado a tarde.



Todos os meus receios foram embora na hora. Me levantei e me apressei em abrir a porta do carro para ela. Sentei novamente ao volante e nos olhamos nos olhos. Ela tem olhos escuros muito intensos. O tipo de olhar que cativa aos que se quer bem e assusta aos indesej�veis. No olhar dela n�o percebi o menor receio por estar encontrando com um estranho, ou ansiedade pelo novo, muito pelo contrario ela parecia estar muito segura de si e se divertindo muito. ficamos nos olhando nos olhos. Falei:



Minha Rainha. Que bom finalmente te ver. Quero te mostrar uma coisa. - Enfiei o dedo na lateral da bermuda, puxei a tirinha vermelha da calcinha e mostrei para ela. Pretendia fazer isso de forma que ela n�o percebesse que estava tamb�m de cueca, mas homem � sempre desengon�ado, me enrolei todo.



Ela sorriu, parecia mesmo se divertir. Elogiou a iniciativa.



Dei a partida dividido entre o desejo de olhar para aquela linda mulher e a necessidade de de dirigir o carro.



T�nhamos combinado ir para um bar. Claro que havia um esperan�a de ocorrer muito mais. Fui dirigindo bem devagar, sempre olhando elas nos olhos. N�o resisti, pedi a ela para colocar os p�s no meu colo. Ela sorriu, se virou, se encostou na porta do carro e colocou suavemente os dois p�s nas minhas coxas. Eram p�s pequenos, dedos perfeitamente alinhados, unhas bem feitas e pintadas de vermelho. Usava uma sandalha bonita, mas que escondia um pouco o p�. Mas me deixava ver o anelzinho no p� direito, que me fazia perder o f�lego.



Eu acariciei por um tempo, depois puxei em dire��o ao meu rosto enquanto olhava para ela. Ela elevou o p� em sinal de aprova��o. Encostei meu nariz e percorri todo que havia de pele n�o oculta pele sand�lia, cheirei profundamente. Exalava um perfume suave e delicioso.



Aqui cabe um par�ntese: a maioria dos podos que conhe�o gostam de p�s com chul�. Respeito eles, mas meus desejos s�o o oposto. Uma verdadeira Rainha merece ser cheirosa no corpo inteirinho. Adoro p�s cheirosos, e mais uma vez Minha Rainha n�o me decepcionou.



Depois de cheirar longamente comecei a dar pequenos beijos. A esta altura, meu pau dur�ssimo esticava a calcinha e o fio dental cada vez mais pressionava meu rego e meu c�. Com tanto tes�o estava muito dif�cil dirigir. Como surgiu um local deserto encostei o carro (outra atitude de risco, crian�as n�o fa�am isso em casa). Ela tinha dito que queria muito ver minha calcinha. eu abri a braguilha (estava de bermuda) me levantei um pouco e me virei, abaixei um pouco a bermuda para mostrar um pouco de minha bunda. Achei que fosse ficar nisso. Mas ela queria mais. Mandou que eu abaixasse tudo. Fiquei com bermuda e cueca na altura do joelho. Como era perigoso ficar ali parado continuei a dirigir. O rosto dela agora alem de divertido demostrava encantamento e tes�o. Os olhos dela me hipnotizavam. Ela colocou novamente os p�s em minhas coxas. Senti o salto agulha pressionar minha pele, senti o solado em minha coxa. O solado era �spero e tinha areia. Por uma destas loucuras de sub, a areia era uma humilha��o a mais que me dava prazer. Meu pau duro aprisionado na calcinha pequena, fazia um volume na frente, parecia uma bola de renda vermelha. Minha Rainha pisou o pau. Tes�o extremo. Ela brincava, os dois p�s me maltratando, e eu tentando dirigir. Ela colocou o salto por dentro da calcinha, foi direto no saco, as quinas espetavam a pele sensivel do saco, pela primeira vez aquela noite senti dor. Embora branda.

Olhei para ela com cara de pid�o e fiz men��o de tirar a sand�lia, ela concordou com um olhar (gostoso a forma como consegu�amos nos entender sem palavras), levei aquele lindo pezinho at� minha boca e beijei. N�o tinha como continuar, parei o carro novamente e me concentrei em beijar. Respirava fundo, enquanto percorria ele com meu nariz, queria sentir e memorizar o cheiro de cada partezinha. Tirei o outro sapato. Beijei dedo por dedo. passava demoradamente a lingua entre os dedos. depois colocava de um em um na boca e chupava.



Algumas rainhas j� elogiaram meu jeito de beijar um p�. Acho que o segredo � que me concentro bastante em dois aspectos: sentir e curtir cada detalho (cheiro, textura, sabor) de cada mil�metro do p�, e por que fico muito atento as rea��es dela, demoro muito no que me parece que da mais prazer a rainha. Pois bem, confiante em minhas habilidades, tentava ao m�ximo agradar e impressionar aquela Rainha fant�stica, mas estava t�o excitado e empolgado que tinha a sensa��o de que n�o estava fazendo um bom trabalho.



N�o podia ficar muito tempo, voltei a dirigir, agora com a deliciosa sensa��o dos p�s descal�os de minha deusa me pisando as pernas e o pau. Como seria poss�vel naquela situa��o parar em um barzinho? Aliais j� tinha passado por dois sem parar.Cheio de suspense perguntei:



Minha Rainha quer me ver desfilar de calcinha?



Ela n�o vacilou, disse que sim.



Feliz, toquei para um motel. Com os p�s, ela terminou de baixar minha bermuda. Agora dirigia com a roupa aos meus p�s. Em plena rua usando apenas uma camisa e uma calcinha vermelha. Fiquei com medo de embara�ar roupa e pedais e provocar um acidente e pensei em terminar de tirar tudo, mas caso tivesse que vestir r�pido seria mais f�cil se j� estivesse com os p�s enfiados na bermuda.



No caminho para o motel, passamos por uma rua movimentada, olhei para ela. Ela meio que adivinhou meus pensamentos e falou:



Continue assim. N�o tem problema se alguem ver.



Ficamos naquela sensa��o esquisita que acontece com qualquer tipo de casal no caminho para um. � um estado de “tes�o suspenso” em que as pessoas so conseguem pensar no que vai acontecer e tentam falar de outros assuntos e agir com naturalidade.



Paramos num sem�foro, e um carro parou ao lado, fiquei todo baratinado com medo de ser visto. Mistura total de receio,tes�o e expectativa. Ela se divertia com meu constrangimento.



Pensei em escolher um bom motel, mas a urg�ncia falou mais alto. entrei no mais pr�ximo.



Entrei na garagem do motel e finalmente desliguei aquele “bendito” motor!

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



conto de cunhada depilando o cu para levar varameu sogro luto não engravidou meus contos eróticosChupei Contossento desde cedo gay contovirando escrava submissa do traficante contocasa do conto erotico velhasContos eroticos gay vacilei fui fudido o cabaçoRelatos de incesto irma com irmao de 14 com 24cm de rolavídeos de porno mulher gazando espirrando no caralho grande tremorcomtos de sexocontos eroticos chantagiei e gozei na boca da menininhaconto erotico minha irma ajudo eu vira mulhercontos eróticos minha madrinha safadaMinha sobrinha sentou no meu pau peludo contoeroticoContos eroticos caoMinha sobrinha pediu para eu dar um shortinho de lycra pa ela usa sem calsinha para mim contosFui estuprada pelo meu irmao mais novo contocontos de homem dando o cu no presídioSexoincestocontostravesti pau duro contosMae nao aquenta todo pau do filho no cu apertado/m/conto_6562_engolindo-porra.htmlcontos-pego teu pau e coloco no meu cuzinhocontos eroticos fui abusada por um homen do pau grandecontos gay coloalisando um pirocao e cornominha mãe da pro filho da empregada contossexo no busãocoroas de sainha curtinha mostrando obusetaocontos eroticos o pinto do meu irmaorelato fui trocar o gaz e arrombei o cu da crenteTio fudeu mae eu fudei tia historiaconto aquela mulher mexeu na minha buceta cu teencontos erotico filho pirocudo macho da mae tia irma madrinhaContos eróticos: menininha da a buceta pro camioneiro bem dotadoconto vesti as roupas da minha madrasta e ela me fagrouContos dormi na casa do amigootravest tem um pau de 27cm e ama comer cu deulher/conto_17305_peguei-meu-cunhado-dando-pra-meu-irmao.htmlcontos eroticos amigo do meu paicontos de portuguesas que gostam de lamber conas porcasContos er�ticos- fazendo amor selvagenurso tiozao roludo conto gaycontos eroticos na fazenda com a mamaeContos rasga o cu filhinhacontos erotico negão comendo filhinha novinhacontos gays minha mae me viu dando o cu e participouSou gay e tranzei com um travest contos eroticocontos comi minhas filhasestava carente contos eróticoscomendo a tia dormindo contos eroticosconto o meu marido convidou os dois caras para a mesaconto erotico meu compadrer e minha esposacontos eróticos minha mulher vai à igreja e no confessionárioconto erótico sequestradorescontos bolinadas no parquecontos caralho grande baixinhacomi a aninhacontos eroticos afilhado fudendo a madrinha no canvalConto de sexoEnfiando a cabeça da pica na buceta virgem filhaporno relatos veridicos atuaisCanto erotico do travesti com menino10titio caralhudo noivo corninho esposa putinha contoscondos erodicos sogra e jeroestrupei minha tia-contoseroticoscontos eróticos caronaVirada de ano com meu filho em familia conto eróticocontos de corno viado manso/conto_4435_minha-noivinha-timida--bh-mg.html/conto_1627_presenciei-o-estupro-de-minha-irma-de-19-anos.htmlconto erotico de uma evangelica novinha