Encontro
Minha Rainha determinou que eu a pegasse as 23:00 horas em casa.
Minha expectativa durou o dia inteiro, logo no inicio da noite minha ansiedade j� estava nas alturas. Como uns amigos haviam me convidado para um chopp, sai de casa por volta das 21:00 a reuni�o era em um shopping. Chegando l� n�o encontrei niguem. Fui para uma livraria esperar o tempo passar.
Nestas situa��es de primeiro encontro minha regra � n�o ter expectativa nenhuma mas esta aberto a todas as possibilidades. Desta forma n�o acontecem frustra��es nem cobran�as. Mas como n�o ter expectativa neste caso. Ia me encontrar com uma Domme linda, com quem a conversa vinha fluindo maravilhosamente pelo MSN e com quem as fantasias e desejos pareciam combinar quase que exatamente.
Passei cerca de meia hora folheando livros tentando n�o olhar para o rel�gio a cada 30 segundos. Durante todo este tempo a calcinha sexy que tinha comprado por ordem dela estava em meu bolso.
Quando os auto-falantes anunciaram que a loja estava preste a fechar (22:00 h). Providenciei a surpresa que tinha imaginado para Minha Rainha. Tratei de vestir a calcinha.
Fui para um sanit�rio com muito medo, este era um momento cr�tico, em hip�tese nenhuma niguem poderia ver ou desconfiar de minha arte, sobre pena deu ter um enfarto. Para minha tranquilidade as divis�rias dos sanit�rios iam ate o piso, n�o tinha o risco de algu�m ver a nada discreta rendinha vermelha quando eu pasasse ela pelo meu p�. Tirei a roupa e ajeitei a minha nova pe�a intima. Na parte de tr�s eram apenas duas tirinhas formando um T. Mas o problema maior era na frente, muito pequena, imaginei que nunca iria caber meu pau e saco ali dentro. Bem, vesti. Para minha surpresa ajustou direitinho. O fio-dental encaixou inteiro em meu rego, coloquei o pau para baixo e vesti ela inteira. Na frente fez um monte esquisito, um volume grande envolto por rendinhas em forma de cora��o, tudo vermelho. Era bastante desconfort�vel, ainda mais para mim, acostumado com minhas folgadas cuecas samba-can��o. Mas a verdade � que consegui vestir numa boa. Achei que o ideial para agradar a Minha Rainha, seria n�o usar cueca, mas num rompante de timidez recuei e vesti minha samba-can��o por cima, respirei fundo, dei descarga para disfar�ar e sai.
Por que algumas coisas supostamente muito simples conseguem ser t�o complicadas? Andar pelo shopping foi uma tortura. Nem tanto pelo desconforto. � desconfort�vel a tirinha ro�ando completamente por dentro do rego, como � desconfort�vel o pau todo encolhido amassado junto com o saco. Mas o pior de tudo � achar que todo mundo esta sabendo e olhando para mim. Me esforcei para andar naturalmente e sem pressa at� o carro.
Entre o shopping e a casa de Minha Rainha eram cerca de 20 km, que eu teria que dirigir muito devagar para n�o chegar cedo demais. Aliviar no acelerador j� requeria um certo auto-controle, controlar a ansiedade eu j� nem tentava. Nem por um segundo pude esquecer o que estava vestindo, at� por que tinha um detalhe no ponto de encontro entre as tirinhas atr�s que ficava pinicando. Na verdade minha posi��o dirigindo apertava meu rego e c�, tudo pinicava um pouco. (como as mulheres conseguem usar renda no dia a dia?!). Pelo menos estava seguro no carro, niguem jamais poderia desconfiar de minha vestimenta.
E se eu me envolvesse em um acidente? Se fosse socorrido pelo SAMU? O que a equipe m�dica iria pensar? E SE PUBLICASSEM O FATO NA IMPRENSA?
Caraca! que medo. Melhor dirigir com mais cuidado ainda.
Finalmente cheguei a rua de Minha Senhora, cheguei cedo demais, e tive que esperar. A rua era muito deserta, e apesar de ser em uma �rea valorizada da cidade eu sabia de hist�rico de assaltos na regi�o. Se n�o bastasse a ansiedade agora vinha o medo. E se eu fosse roubado ali? E se tudo fosse uma armadilha? Se na verdade fosse uma gangue que me atraiu aqui apenas para me roubar? me chantagear? Parecer neurose, exagero, mas infelizmente para quem conhece algu�m pela internet esta � uma preocupa��o v�lida. Manda o bom senso que o primeiro encontro seja sempre em um local publico e movimentado.
N�o aguentei ficar esperando e liguei para ela antes do hor�rio marcado. Ela reclamou que eu n�o estava sendo pontual como havia prometido, mas foi muito tranquilizador ouvir a voz dela.
Com as orienta��es localizei a casa e parei na porta. Mas mesmo assim fiquei com o motor ligado a primeira engatada e de olho nos retrovisores.
Vi pelas janelas uma sucess�o de acender e apagar de luzes numa seguencia que indicava que algu�m caminhava em dire��o a sa�da. Ent�o Minha Rainha apareceu.
E eu fiquei deslumbrado. Ela tinha cabelos pretos longos (meu grande fetiche), um sorriso e um rostinho angelical, era como aquelas gatinhas lindas de 20 e poucos anos e corpos esculturas que se v� nos Shoppings s�bado a tarde.
Todos os meus receios foram embora na hora. Me levantei e me apressei em abrir a porta do carro para ela. Sentei novamente ao volante e nos olhamos nos olhos. Ela tem olhos escuros muito intensos. O tipo de olhar que cativa aos que se quer bem e assusta aos indesej�veis. No olhar dela n�o percebi o menor receio por estar encontrando com um estranho, ou ansiedade pelo novo, muito pelo contrario ela parecia estar muito segura de si e se divertindo muito. ficamos nos olhando nos olhos. Falei:
Minha Rainha. Que bom finalmente te ver. Quero te mostrar uma coisa. - Enfiei o dedo na lateral da bermuda, puxei a tirinha vermelha da calcinha e mostrei para ela. Pretendia fazer isso de forma que ela n�o percebesse que estava tamb�m de cueca, mas homem � sempre desengon�ado, me enrolei todo.
Ela sorriu, parecia mesmo se divertir. Elogiou a iniciativa.
Dei a partida dividido entre o desejo de olhar para aquela linda mulher e a necessidade de de dirigir o carro.
T�nhamos combinado ir para um bar. Claro que havia um esperan�a de ocorrer muito mais. Fui dirigindo bem devagar, sempre olhando elas nos olhos. N�o resisti, pedi a ela para colocar os p�s no meu colo. Ela sorriu, se virou, se encostou na porta do carro e colocou suavemente os dois p�s nas minhas coxas. Eram p�s pequenos, dedos perfeitamente alinhados, unhas bem feitas e pintadas de vermelho. Usava uma sandalha bonita, mas que escondia um pouco o p�. Mas me deixava ver o anelzinho no p� direito, que me fazia perder o f�lego.
Eu acariciei por um tempo, depois puxei em dire��o ao meu rosto enquanto olhava para ela. Ela elevou o p� em sinal de aprova��o. Encostei meu nariz e percorri todo que havia de pele n�o oculta pele sand�lia, cheirei profundamente. Exalava um perfume suave e delicioso.
Aqui cabe um par�ntese: a maioria dos podos que conhe�o gostam de p�s com chul�. Respeito eles, mas meus desejos s�o o oposto. Uma verdadeira Rainha merece ser cheirosa no corpo inteirinho. Adoro p�s cheirosos, e mais uma vez Minha Rainha n�o me decepcionou.
Depois de cheirar longamente comecei a dar pequenos beijos. A esta altura, meu pau dur�ssimo esticava a calcinha e o fio dental cada vez mais pressionava meu rego e meu c�. Com tanto tes�o estava muito dif�cil dirigir. Como surgiu um local deserto encostei o carro (outra atitude de risco, crian�as n�o fa�am isso em casa). Ela tinha dito que queria muito ver minha calcinha. eu abri a braguilha (estava de bermuda) me levantei um pouco e me virei, abaixei um pouco a bermuda para mostrar um pouco de minha bunda. Achei que fosse ficar nisso. Mas ela queria mais. Mandou que eu abaixasse tudo. Fiquei com bermuda e cueca na altura do joelho. Como era perigoso ficar ali parado continuei a dirigir. O rosto dela agora alem de divertido demostrava encantamento e tes�o. Os olhos dela me hipnotizavam. Ela colocou novamente os p�s em minhas coxas. Senti o salto agulha pressionar minha pele, senti o solado em minha coxa. O solado era �spero e tinha areia. Por uma destas loucuras de sub, a areia era uma humilha��o a mais que me dava prazer. Meu pau duro aprisionado na calcinha pequena, fazia um volume na frente, parecia uma bola de renda vermelha. Minha Rainha pisou o pau. Tes�o extremo. Ela brincava, os dois p�s me maltratando, e eu tentando dirigir. Ela colocou o salto por dentro da calcinha, foi direto no saco, as quinas espetavam a pele sensivel do saco, pela primeira vez aquela noite senti dor. Embora branda.
Olhei para ela com cara de pid�o e fiz men��o de tirar a sand�lia, ela concordou com um olhar (gostoso a forma como consegu�amos nos entender sem palavras), levei aquele lindo pezinho at� minha boca e beijei. N�o tinha como continuar, parei o carro novamente e me concentrei em beijar. Respirava fundo, enquanto percorria ele com meu nariz, queria sentir e memorizar o cheiro de cada partezinha. Tirei o outro sapato. Beijei dedo por dedo. passava demoradamente a lingua entre os dedos. depois colocava de um em um na boca e chupava.
Algumas rainhas j� elogiaram meu jeito de beijar um p�. Acho que o segredo � que me concentro bastante em dois aspectos: sentir e curtir cada detalho (cheiro, textura, sabor) de cada mil�metro do p�, e por que fico muito atento as rea��es dela, demoro muito no que me parece que da mais prazer a rainha. Pois bem, confiante em minhas habilidades, tentava ao m�ximo agradar e impressionar aquela Rainha fant�stica, mas estava t�o excitado e empolgado que tinha a sensa��o de que n�o estava fazendo um bom trabalho.
N�o podia ficar muito tempo, voltei a dirigir, agora com a deliciosa sensa��o dos p�s descal�os de minha deusa me pisando as pernas e o pau. Como seria poss�vel naquela situa��o parar em um barzinho? Aliais j� tinha passado por dois sem parar.Cheio de suspense perguntei:
Minha Rainha quer me ver desfilar de calcinha?
Ela n�o vacilou, disse que sim.
Feliz, toquei para um motel. Com os p�s, ela terminou de baixar minha bermuda. Agora dirigia com a roupa aos meus p�s. Em plena rua usando apenas uma camisa e uma calcinha vermelha. Fiquei com medo de embara�ar roupa e pedais e provocar um acidente e pensei em terminar de tirar tudo, mas caso tivesse que vestir r�pido seria mais f�cil se j� estivesse com os p�s enfiados na bermuda.
No caminho para o motel, passamos por uma rua movimentada, olhei para ela. Ela meio que adivinhou meus pensamentos e falou:
Continue assim. N�o tem problema se alguem ver.
Ficamos naquela sensa��o esquisita que acontece com qualquer tipo de casal no caminho para um. � um estado de tes�o suspenso em que as pessoas so conseguem pensar no que vai acontecer e tentam falar de outros assuntos e agir com naturalidade.
Paramos num sem�foro, e um carro parou ao lado, fiquei todo baratinado com medo de ser visto. Mistura total de receio,tes�o e expectativa. Ela se divertia com meu constrangimento.
Pensei em escolher um bom motel, mas a urg�ncia falou mais alto. entrei no mais pr�ximo.
Entrei na garagem do motel e finalmente desliguei aquele bendito motor!