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DANI ME DOMINOU - II

Depois de nosso primeiro encontro passei a ser completamente de Dani. Uma semana depois voltamos a nos ver e fomos juntos ao shopping. Almo�amos e conversamos bastante sobre diversos assuntos, ambos est�vamos bem à vontade para falar sobre qualquer coisa, desde os assuntos mais pol�micos at� os mais picantes. O tempo todo ela me olhava de um jeito carinhoso mas ao mesmo tempo controlador, um jeito que me ati�ava e me fazia a desejar ainda mais.
Demos umas voltas, sentamos num bar, tomamos uns chopes e nos despedimos no final da tarde. Minha Rainha tinha afazeres em casa para realizar, contudo marcamos de nos ver novamente no dia seguinte.
�s 15hs estava eu no ponto que combinamos de nos encontrar e ela chegou. Sorrindo, me pediu que entrasse em seu carro e assim que me sentei veio e me deu um beijo carinhoso na boca, seguido de um sorriso. Olhou para a frente e passou a dirigir. Fomos conversando durante o caminho e nem percebi quando chegamos, minha Rainha entrou em um pr�dio bonito e estacionou o carro na garagem.
Ao chegarmos em seu apartamento, Dani pediu que eu retirasse toda minha roupa pois ela queria me analisar mais uma vez. Mesmo n�o sendo uma ordem no tom de voz, depois de tudo que vivi com ela me sentia obrigado a atender todos os seus pedidos e ela sabia disso. Fiquei como ela ordenou e ela sorriu para mim, chegou perto e come�ou a passar a m�o pelo meu corpo. Foi delicioso, me senti completamente pertencente a ela, as m�os dela passando pelo meu corpo e apertando minhas pernas e bunda me davam calafrios. Ela parou de me analisar e pareceu estar satisfeita, mandando, ent�o, eu deitar no ch�o que ela queria passar os p�s por todo meu corpo.
Dani come�ou aproximando a ponta do p� esquerdo dos meus l�bios e me disse para n�o fazer nada. Tocou com seus dedos na minha boca e foi deslizando eles por todo meu rosto. Voltou à boca e abriu-a levemente com o pr�prio p�. Pediu que eu chupasse-o e em seguida retirou ele da minha boca, devolvendo-o ao ch�o e esfregando o outro pelo resto do meu corpo. Minha Rainha usava um vestido na altura dos joelhos e os cabelos soltos. V�-la de onde eu estava era uma maravilha. Ela parou de passar o p� em mim e come�ou a tirar a calcinha. Ver aquela pe�a �ntima da minha Rainha descendo por suas pernas e apenas o vestido cobrindo seu corpo foi inesquec�vel. Ela baixou a calcinha at� a ponta do p�, com o que a levou at� meu rosto e ficou me olhando e rindo. Em seguida, tirou ela dali e disse “� melhor vc sentir direto a fonte maravilhosa desse cheiro”, para ent�o agachar e encostar sua bucetinha linda de Domme na minha boca.
Ela estava muito molhada e eu fiquei louco ali. Enquanto eu lambia seu clit�ris, ouvia-a dizendo que adorava saber que eu sou dela e que ela podia me usar como quisesse. Eu apenas concordava, j� estava cego por essa mulher e me sujeitava a todos os seus caprichos. Eu chegava perto da entrada da buceta dela e ela afastava, me mandava esperar. Ela esfregava o clit�ris na minha l�ngua, me deixando louco de tes�o mas refor�ava a todo momento que eu era dela, que devia obedecer e me entregar a ela e que podia confiar nela. Eu concordava e continuava a chupando e ela n�o parava de falar comigo, percebi que queria chegar a algum lugar. Dani ent�o me disse que conhecia j� bastante de mim e que me fazia ter sensa��es que sabia que eu ia gostar e que iriam me controlar, mas ainda n�o tinha conhecimento de todos os meus limites e talvez nem eu mesmo soubesse deles. Eu achei perfeito da parte dela, uma Rainha experiente, me falar essas coisas e concordei na hora. Ela ent�o afastou ligeiramente suas partes �ntimas da minha boca e me pediu que prestasse aten��o. Disse que hoje conheceria mais um de meus limites, o quanto eu estava disposto a me entregar por ela. Ent�o Dani me contou que era casada e que antes de vir me ver tinha transado com o marido e ele tinha gozado dentro dela. Ela abriu levemente a buceta com as m�os e percebi um l�quido branco precipitando pelo buraco que tanto queria. Ela ent�o disse que tinha o desejo de me ver chupando ela assim, pois adorava me fazer cada vez mais submisso e disse que agora que tinha me avisado o que tinha ali, se eu quisesse poderia chup�-la. Olhei para a buceta dela e n�o sabia o que pensar. O cheiro me deixava inebriado mas eu via o restinho de porra que o marido dela tinha deixado por ali. Com o rosto entre as pernas da minha Dona, levantei os olhos e olhei diretamente para ela. Ela sorriu e me disse para ficar tranquilo, para escolher o que me fizesse me sentir bem, mas seus olhos me diziam o que ela queria e a tranquilidade que eles me passavam quase me for�ava a fazer aquilo. No final, obviamente n�o resisti, dei um beijo no clit�ris dela uma �ltima vez e meti a l�ngua dentro de sua buceta, sentindo o gosto e cheiro de seu gozo misturado com a porra deixada ali previamente. Minha Rainha abriu um pouco mais as pernas e abaixou a buceta, me fazendo entrar o mais fundo poss�vel nela. Eu a lambia e chupava com vontade, meu pau estava muito duro e eu completamente entregue. Minha Rainha sentia um prazer maior do aquele normalmente sentido quando se chupa uma mulher, ela ainda degustava a vis�o e sensa��o de ter um homem, seu escravo, seu submisso entre suas pernas se submetendo a ponto de beber o gozo de outro cara.
Satisfeita, saiu de cima de mim e olhou para meu rosto todo lambuzado de seu suco. Eu olhei para ela realizado, me sentindo humilhado pelo que ela fez a mim mas, sendo exatamente isso o que me dava prazer, ficou ainda mais claro para mim que Dani tinha controle sobre os meus desejos e, mais importante do que isso, me conhecia a ponto de quebrar limites que sabia que poderiam ser quebrados com ela.
Em seguida, Dani mandou que eu permanecesse deitado com o rosto para cima e falou que ir�amos brincar um pouco mais de me conhecer. Foi at� sua bolsa, abriu e tirou uma venda, que usou para tampar meus olhos. Depois a ouvi mexendo na bolsa novamente e andando em dire��o a mim. Dani come�ou a passar as m�os nas minhas pernas, acariciou minhas bolas e come�ou a beijar a cabe�a do meu pau. Dani colocou ele na boca, tirou, lambeu toda a extens�o e riu, o que eu n�o entendi mas n�o me incomodou porque estava completamente alucinado de tes�o. Ela me disse que eu deveria avis�-la se n�o gostasse ou n�o quisesse alguma coisa, em seguida ela voltou a chupar e eu estava 100% entregue a ela, n�o tinha mais controle nenhum sobre mim e apenas me deixava levar. Era exatamente isso que minha Rainha experiente queria, ela come�ou a lamber minhas bolas ao mesmo tempo que ia vagarosamente empurrando minhas pernas para cima, at� que meu cuzinho estivesse levemente exposto. Finalmente, desceu mais a l�ngua e come�ou a lamber o meu rabo, me dando uma sensa��o in�dita e muito prazerosa, apesar de contradit�ria. Eu j� tinha naquele dia bebido porra de homem mesmo, n�o seria problema ter o cu chupado por uma mulher ent�o (e n�o era qualquer mulher, era minha Rainha, que tinha total controle sobre mim).
Ap�s receber essas deliciosas lambidas, Dani parou e logo senti algo gelado encostar e se espalhar pelo meu cu. Nesse momento, eu sabia o que iria acontecer e fiquei pensando o que deveria fazer. Enquanto n�o falasse nada, Dani n�o iria parar e foi exatamente como ela procedeu. Senti um dedo invadindo meu cuzinho virgem vagarosamente, tendo entrado f�cil por causa do gel. Em seguida foram dois e depois tr�s dedos, quando ela parou para que eu me acostumasse. Se era isso que minha Rainha queria, eu iria proporcionar a ela, iria entregar meu corpo para que ela usasse à vontade.
E ela usou. Preparou meu cuzinho com as m�os, abrindo ele aos poucos e quando viu que estava pronto foi colocando com muito jeito um objeto no formato de um pau. Ele entrou devagar e me senti invadido, completamente preenchido por ela. Depois a senti se movimentar e minha Rainha colocou novamente a buceta no meu rosto, que s� n�o estava mais gozada porque eu havia limpado tudo antes. Dani continuou metendo o que depois descobri ser um consolo mesmo e rebolando na minha cara, al�m de vez em quando chupar o meu pau. Era muita coisa para sentir ao mesmo tempo e eu estava perdido na minha Dona.
Ap�s gozar mais uma vez na minha cara, Dani tirou o pinto de borracha de mim e levantou satisfeita. Eu permaneci deitado, completamente im�vel, arfando e com o pau ainda duro. Depois me levou para o banheiro, um marco nas nossas sess�es, o ato s�mbolo do t�rmino de uma transa BDSM de sucesso para mim. Dani me ordenou que deitasse no ch�o e agachou sobre mim... Comecei a me tocar, o tes�o estava a flor da pele e eu apenas esperava o momento certo para gozar. Dani, por�m, dessa vez agachou na altura do meu rosto e me mandou abrir a boca. Ela disse que hoje a entrega tinha sido maior, ent�o a sess�o seria coroada com uma maneira maior de devo��o e submiss�o, eu iria provar o gosto de ser submisso e foi isso que aconteceu. Dani despejou sua urina, seu l�quido de Rainha dentro da minha boca, at� que ela enchesse e depois desceu banhando o resto do meu corpo com ela at� chegar no meu pau, que nesse momento estava apenas esperando o banho para explodir num gozo alucinante...
Se quiser, mande um e-mail para [email protected] com a sua opini�o! Vou logo contar as outras sess�es que tivemos, em que Dani me fez passar por situa��es que nunca pensei que passaria mas que ao mesmo tempo foram sensacionais. � muito bom servir à minha Rainha!

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