Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

O DIA EM QUE COMI DUAS EX-NAMORADAS E UMA AMIGA

Namorei seis anos com a Lu�sa e o namoro terminou a mais de um ano. Depois dela namorei dois meses com a Rafaela, terminamos a cerca de sete meses. Depois que terminei com a Lu�sa nunca mais rolou nada entre a gente, logo que terminamos ela come�ou outro namoro e at� o dia que descrevo aqui nos vimos apenas uma vez. Com a Rafaela j� havia me encontrado uma vez com ela, um m�s ap�s o fim do namoro, quando ficamos e transamos na casa dela. Desde que terminei o segundo namoro voltei a vida de solteiro e fiquei com v�rias mulheres, uma delas, a Ana, j� tem uns tr�s meses que ficamos quase que continuamente. Relato aqui o dia que comi as tr�s.
A Lu�sa � morena, tem 27 anos, um corpo legal com os peitos deliciosos e uma bundinha (pequena mesmo) que eu adoro. A Rafaela tem 24 anos, � branquinha, magrinha, corpo de modelo, mas n�o tem peitos e esta sempre com a buceta raspadinha. A Ana tem 19 anos, tem um corpo delicioso, peitos grandes, bunda deliciosa, coxas grosas e uma buceta carnuda e deliciosa. � o tipo de mulher que qualquer homem quer pegar. Eu tenho 26 anos, pele clara, corpo normal e uma barriguinha.
Vamos aos fatos. Estou prestes a me mudar de cidade e resolvi que antes da mudan�a iria atr�s de algumas mulheres para fazer uma despedida. Quase um m�s se passou e n�o fiz nada, n�o fui atr�s de ningu�m, mas ficava sempre com a Ana. Certo dia, em um s�bado de manh�, fui resolver algumas coisas perto da casa da Lu�sa e lembrei que ela estava com um celular meu que havia emprestado pra ela e precisava pegar de volta. Liguei pra ela e perguntei se poderia passar na casa dela para buscar o celular, ela disse que sim e fui ate l�. Ela mora com o irm�o, mas ele estava viajando. Subi no apartamento dela e come�amos a conversar sobre a vida. Ela estava com uma cal�a de academia, que sempre me deixava louco, principalmente com a sua bunda, e uma camisa folgada, daquelas que uma al�a cai pro lado mostrado o suti� e perfumada. N�o sabia se ela havia se vestido pra mim, mas estava louco para pegar ela. Com o decorrer da conversa comecei a achar que ela estava se mostrado pra mim, mas n�o sabia se era s� para provocar e mostrar o que eu tinha perdido ou se ela queria o mesmo que eu. Quando ela foi buscar o celular em seu quarto eu fui at� a cozinha beber uma �gua, ela voltou, me entregou o celular e abriu o arm�rio de cima para pegar alguma coisa. Ela ali, na ponta dos p�s com a bunda empinada me deixou louco, mas me segurei. Depois disso ela come�ou a tirar algumas roupas da maquina de lavar e pendurar no varal, fui ajuda-la, com isso nossas m�os se tocavam quase todas as vezes que ela me entregava a roupa molhada para que eu colocasse no varal. A �rea � bem pequena e por vezes nossos corpos se tocavam. Quando terminamos de pendurar as roupas ela fechou a maquina, se virou de frente pra mim, enconstada na maquina e me olhou de cima a baixo. Fiz o mesmo, a olhei de cima a baixo admirando cada peda�o do seu corpo. Olhei em seus olhos e n�o tive d�vidas, a agarrei ali mesmo. Nos beijamos como loucos, lambi sua orelha e a coloquei sentada na maquina. Tirei sua camisa e fui beijando cada cent�metro da sua barriga at� chegar na parte de baixo de seus seios, ela ainda de suti�, fiquei passando a l�ngua ali e ela foi ficando cada vez mais excitada, tirei seu suti� e passei a mamar em seus seios, ela apartava minha cabe�a contra seu corpo de tanto tes�o. Enquanto isso ela tirou minha camiseta e fui beijando sua barriga em dire��o a sua boceta, quando comecei a puxar sua cal�a para tira-la ela me empurrou e me levou para sua cama no seu quarto. Ela deitou de frente pra mim e eu tirei sua cal�a, deixei ela de calcinha preta, linda, que encaixava perfeitamente em seu corpo. Dei alguns beijos ali na virilha, em volta da calcinha, passei a l�ngua e fui descendo por suas coxas. Subi novamente e parei em seus seios. Ela juntava eles com seus bra�os e eu lambia entre eles, uma delicia. Beijei mais a sua boca enquanto acariciava sua nuca. Ela come�ou a tirar minha bermuda e me virou, subiu em cima de mim e beijou todo meu corpo. Apertava e beijava a cabe�a do meu pau sobre a cueca. At� que tirou ele pra fora e deu uma lambidas, colocou ele na boca e por alguns minutos fez um boquete maravilhoso onde lambia meu saco enquanto batia uma punheta, depois colocava todo o pau na boca e brincava com a l�ngua. Pedi para ela parar se n�o iria gozar ali. Botei ela deitada na cama, mas agora de costas pra mim. Comecei beijando sua nuca e fui descendo passando a l�ngua na sua espinha at� chegar na sua buceta, ainda com a calcinha. Fiquei ali, admirando aquela bundinha maravilhosa, com os cabelinhos arrepiados. Pressionava minha cabe�a contra a sua bunda e sentia aquela maciez deliciosa. Voltei a dar beijos na bunda e passei a l�ngua na dobra da bunda e fui at� sua boceta. Ela quase gozou ali. A coloquei de quatro enquanto tirei sua calcinha. Sua boceta e cuzinho estavam depilados, com alguns cabelos apenas em cima. Dei algumas lambidas por ali mas ela se virou e me puxou (ela nunca gostou muito de receber sexo oral naquela posi��o) pra cima dela. Nos beijamos e ela pegou meu pau e foi direcionando at� sua boceta. Penetrei devagar, sentindo cada centimetro daquela boceta molhada que eu n�o experimentava a mais de um ano. Ficamos ali no papai-mam�e por poucos minutos. Ela se virou de costas e meti em sua boceta por tr�s, com ela deitada. Depois ficamos de lado e meti em sua boceta, ela se virou ficando com as costas na cama e eu ainda de lado penetrando na buceta, posi��o que ela adora. Ela gemia e pedia mais forte at� que em alguns minutos percebi que ela ia gozar, aumentei o ritmo e gozamos juntos. Ficamos abra�ados e com pau enterrado nela ainda mais alguns minutos, ela apartava ele e eu retribu�a. At� meu pau amoleceu de vez e saiu. Ficamos ainda deitados abra�ados sem falar nada. Ela se levantou e foi at� o banheiro. Aproveitei para colocar minhas roupa. Ao sair do banheiro, j� com uma camisola, ela falou que eu deveria ir embora, que ela n�o deveria ter feito isso pois estava namorando. N�o questionei. Peguei minha camiseta na �rea de servi�o, meu celular e sai.
Sa� da casa dela e fui at� a casa de uma amiga, Juliana, de l� iriamos para um churrasco de anivers�rio de um amigo. Entreguei a ela o celular, pois o dela estava quebrado e contei como havia pegado ele de volta. Lembrei que a Rafaela, a outra ex, morava no pr�dio ao lado. Brinquei que iria atr�s dela tamb�m. Ela duvidou. Liguei pra Rafaela e pedi para ela descer - pois seu irm�o estava em casa. Me despedi da Juliana e fui at� o pr�dio da Rafaela. Encontrei com ela, sentamos em um banco da quadra e ficamos conversando. Vi que ela estava afim e me aproximei enquanto a conversa rolava, primeiro mexendo em seus cabelos e acariciando seu rosto. O assunto terminou e nos beijamos. Ficamos algum tempo namorando ali no banco, n�o poder�amos subir pois seu irm�o estava em casa (n�o nos damos bem). A chamei para o churrasco, mas ela n�o poderia ir. Nos despedimos e fui para casa almo�ar.
Depois do almo�o fui para o churrasco. Um tempo depois recebo uma SMS, � a Rafaela perguntando se eu queria dormir na casa dela aquela noite. N�o respondi. Mostrei pra Juliana a prova de que tinha pegado a Rafaela. Mais tarde a Ana aparece no churrasco. Fiquei surpreso sem saber como ela tinha sido convidada. Ela j� chegou me beijando e ficamos juntos. Depois de um tempo ela teve que sair para buscar uma amiga. Aproveitei para comentar com a Juliana como a Ana havia aparecido l�, ao que ela me responde que elas haviam se encontrado no bar um dia antes e ela fez o convite. E nem me avisou. Sorte que a Rafaela n�o poderia ir.
A Ana voltou para o churrasco e ficamos l� at� que anoiteceu. Fui com Ana at� um local mais afastado da galera para ficar mais a vontade. Chegamos em uma dessas academias de rua, onde tem v�rios equipamentos de gin�stica. Sentei em um deles e ela sentou no meu colo de frente pra mim. Naquele hor�rio o parque j� estava bem vazio e praticamente n�o passava ningu�m. Ficamos ali nos beijando e passando a m�o por todo o corpo um do outro. Pegava e apertava seus peit�es e lambia-os por cima da blusa de alcinha que ela usava junto de uma saia que ia at� seus p�s - estilo de hippie. Colocava a m�o por baixo da saia e apertava suas coxas e sua bunda. Ela sempre foi bem safada e sempre que est�vamos sozinhos a pega��o rolava solta. Mas n�o acreditei quando ela puxou sua saia pra cima, abriu minha bermuda e tirou meu pau j� duro pra fora. Jogou a saia por cima e ficou esfregando sua buceta nele, ainda de calcinha. At� que ela colocou a calcinha pro lado e a encaixou no meu pau. Ficamos ali, em pleno Parque da Cidade, em um equipamento de gin�stica e a poucos metros de onde estava rolando o churrasco, trepando. Abaixei a al�a de sua blusa e passei a apertar e chupar seu seio esquerdo. Ela cavalgava lentamente. Vez ou outra eu olhava em dire��o ao churrasco e ningu�m parecia saber o que estava acontecendo ali, nem olhavam pra gente. Ficamos assim por algum tempo at� que ela girou, ficando de costas pra mim, mas ficou muito aparente que est�vamos trepando. Ela virou de volta e passou a cavalgar com mais vigor, j� sem se importar muito com o pessoal do churrasco. At� que ela soltou um gemido, um tanto quanto alto, e gozou. Olhei pro churrasco e eles nem perceberam. Aproveitei para segurar as bandas da sua bunda e erguer ela um pouco, me dando espa�o para agir. Com for�a e r�pido meti algumas vezes na sua buceta e tamb�m gozei. Ficamos ali ainda algum tempo at� que senti a porra descendo pra minhas pernas. Ela se levantou um pouco, tirou meu pau, guardou na cueca e fechou minha bermuda. Arrumou sua calcinha e me abra�ou. Quando ela se levantou vi que minha bermuda estava toda molhada na parte da frente. Peguei uma latinha de cerveja que havia levado pra l� e joguei sobre a camiseta e a bermuda, de forma a parecer que havia deixado derramar. Voltamos pro churrasco e pareceu que ningu�m havia percebido nada. Foi a� que decidi que iria comer a Rafaela, o convite j� estava feito e seria a terceira do dia. Por volta das 22h o churrasco terminou e fui pra casa. No caminho liguei para a Rafaela e perguntei se o convite ainda estava de p�. Ela disse que sim. Fui em casa, tomei um banho e fui pra casa dela.
Cheguei em sua casa e seu irm�o n�o estava, ela o mandou dormir fora. A primeira coisa que me perguntou foi se eu havia levado camisinha (pois ela n�o usa anticoncepcional - ao contr�rio das outras duas), disse que sim e sentamos no sof�. Ela estava com um vestido de tric� em tons de verde. Deitou no sof� e colocou suas pernas sobre o meu colo. Conversamos por pouco tempo enquanto eu alisava suas pernas, at� que deitei sobre ela e senti todo o tes�o que ela sentia. Pois ela me puxava, me apertava contra seu corpo, me beijava de uma forma que poucas mulheres j� fizeram, de tanta vontade. At� gemia quando eu mordiscava seu pesco�o e puxava seu cabelo (coisa que ela n�o gostava quando namor�vamos). Ela tirou minha camiseta e beijou minha barriga e meu peito. Tirei seu vestido e beijei sua barriga e fui descendo at� sua boceta. Ela estava com uma calcinha cinza de algod�o que j� estava molhadinha. Tirei sua calcinha e fiquei com a l�ngua brincando com seu clit�ris. Enfiei um dedo na sua boceta e fiquei acariciando seu ponto G. Em pouqu�ssimo tempo ela intensificou os gemidos e gozou. Beijei seus seios e sua boca. Ela me abra�ou enquanto ganhava tempo para se recuperar. Tirei minha cueca e fiquei brincando com meu pau na entrada da boceta. Quando ameacei colocar ele se levantou e foi em seu quarto olhar quando foi sua menstrua��o para saber do risco. Tirei minha roupa por completo e fui atr�s dela. Chegando l� ela disse que seria muito arriscado. Voltei na sala e peguei as camisinhas. Voltei no quarto, ela estava deitada na cama, dei mais uns beijos na sua buceta e nas suas coxas. Ela se levantou, me deitou e chupou meu pau. Ela chupa muito bem, aperta ele com a l�ngua dentro da boca e suga. Pegou a camisinha e colocou. Sentou em cima e deitou sobre meu corpo. Enquanto apertava sua bunda e cintura ela rebolava deliciosamente. Pedi para ela ficar de quatro e meti na sua boceta. Deitei sobre ela e continuei metendo com ela de costas. At� que ela gozou novamente e eu tamb�m. Tirei a camisinha e ela foi ao banheiro. Lutei para n�o dormir ali, apesar do cansa�o e de toda a cerveja que tinha tomado no churrasco. Mas ela voltou do banheiro, deitou agarrada em mim e adormeceu. Ela sempre acorda bem cedo. Aproveitei e dormi tamb�m.
Pela manh� ainda transamos mais duas vezes at� que fui embora de sua casa. No mesmo dia ainda fiquei novamente com a Ana, transamos e dormimos juntos, mas isso � outra hist�ria.
Este conto � meio verdade. A situa��o toda aconteceu, mas a Lu�sa n�o estava em casa quando liguei para ela no s�bado de manh�. E n�o comi a Rafaela durante o churrasco. Mas o relato da foda com a Lu�sa � real, por�m aconteceu em outro momento, assim como com a Rafaela. No outro dia � verdade, acordei, trepei com a Ana mais duas vezes e no mesmo dia dormi com a Ana.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



conto sexo com ponei  contos eroticos encoxada na linha azul de calça branca  contos de i****** f****** minha sobrinha  contos eroticos pegador de esposas  Eu fui amamentado pela minha tia contos eróticos  contos eroticos meninas  mamae fudeu muito com amigo.relatos eroticos  conto erótico dando banho irmã  contos eróticos de dança  Conto erotico novinha.pediu pra passar bromseador  contos como presenciei um cachorro fudendo uma cadela até engatar  esposametenocomoutro  conto erotico a calcnha fedida da minha tia  contos eroticos vi mamae fuder  conto de esposa gordinha na praia  conto crente corno  contos eroticos 8 aninhos  contos ainda menina dei pro meu irmaozinho  grelao 3cm comendo contos  contos eroticos gays no escurinho do cine porno  foto de travestis arreganhadas de frente  comeu a sobrinha escondido  Já botei ela para transar eu não vai botar o vídeo dela transando gemendo tá  contos eroticos de ninfetas amazonense  Contos dormindo com juninho  Forçando a barra com cunhadinha  cachoro da familia gozando detro da buseta da mulhe  Contos eroticos comadre  homem sendo estrupado en oficina  conto erotico cuidando das amiguinhas da minha irma vii  conto erótico grávida estuprada  www.contos heroticos de sobrinhas peladinhas no banho  esfregando na irma caçula contos  Contos crossdresser  contos fui comer o cu da minha esposa dormindo tava alagado  Contos mamae e titia e irma bacanal incesto  pornosogrowww.  Contos Eroticos a velha  contos eroticos incesto pai e filha fisting  contos erotico madrinha me masturbando  contos eroticos velha viuva  Conto erotico frentista tarado  contos eróticos o jegao amigo de meu marido  contos eróticos fudendo uma buceta gostosa  contos eroticos perdendo avirgindade encesto compadre  contos/esposa na rola do meu amigo  contos comendo a bucetinha da titia  contos heroticos meu amigo pazudo arrombou minha mãe  contos-gays sou gay e fui arrombado pelo pauzao grosso e grande do meu patrao  contos eróticos gay marombas  contos gays cheirando pau  conto erotico  esposa santinha liberando o cuzinho para o sogro  conto gay meu amigo me vendeu p o coroa  Fudeer minha avo  Comto pego em fragante  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  /conto_30475_acabei-com-a-minha-puta.html  contos eróticos eu comi minha irmã  contos eroticos fui comida no cinema  conto a rainha dos biquinis  contos de cú de irmà da igreja  contos.eroticos.meu pai se apaixonou pela minha esposa  contoseroticos.com.br  minha irmã fica possuída nua XVídeos  conto sou casadinha e adoro que negros metam no meu cu  conto erótico meu pai fude minha esposa rindo da minha cara  conto erotico menina de rua  contos eroticos de padrinhos iperdotados comendo casais e comadres  gelo na buceta  Contos.eroticos.me.dava.banho  Dei o Cuzinho Na Cadeia e Depois pro Pastor Contos Eroticos  mae abre as pernas cabeluda pra fude  www.contoseroticos eu e a minha vovócom.br/conto_4323_tudo-em-casa-real-mae-e-filho.html  como brexar a cunhada no banheiro  contos eroticos comi minhas filhinhas pequenas  contos eroticos na sauna mista  conto porno de amigas casadas fudendo com machos picudos nas ferias  contos eróticos meu neto p*******  contos eroticos comadre angela trepando com dois  contoseroticossandy  home subimisso bebi xixi da rainha  contos eroticos de incesto: manha mae me ensino a Transar 2  mão amiga trêm metrô onibus show contos eróticos  contos eroticos gay - minha irma me preparou  minha filha e bela contos eróticos  contos eroticos peguei minha traindo meu no depósito