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DOMANDO A RICA�A - PARTE I

Algumas pessoas que me escrevem j� me conhece DOMADOR...quero relatar uma situa��o interessante que vivi...a 2 DIAS (21032012) recebi um e-mail de uma leitora que dizia, estar curiosa com os contos e n�o acreditava em uma s� palavra escrita, bom tudo bem ? cada um acredita no que quiser. Mas continue lendo e ela teve PROVAS REAIS DO QUE ACONTECE COM QUEM DESOBECE UMA ORDEM.rnrnRespondi o e-mail dela e o medo dela era que se preocupava muito com a imagem n�o se sentia segura sem isso, mas apesar disso disse a ela que se concentrar apenas isto, ate porque eu tembem tenho uma imagem a zelar, ou melhor, todos nos temos.rnrnDisse a ela dia 2103 as 13h no Carrefour da Giovanni Gronchi, pr�ximo ao Terminal Jo�o Dias te pego l�, ela me disse como estaria e eu cheguei e aguardei ela ? vi esperei ela ficar procurando quando ela estava distra�da cheguei por tr�s e disse n�o olhe para tr�s apenas ante ate o carro, quando chegamos la eu coloquei uma venda, ela ficou quieta e aceitou a minha ordem.rnrnDurante o trajeto fui conversando com ela e me apresentei ? ela queria ver o meu rosto j� que tinha gostado da voz, disse que tiraria no momento certo disse para ela ficar tranquila que tudo correria bem, perguntei o que estava sentindo e pedi pra ela descrever todo o ambiente e sensa��es, estou com medo, curiosa, agora com um po�o de calor ela disse eu sinto seu cheiro ent�o ela pediu, posso te tocar? passou a m�o pelo meu rosto, cabelos, ombros, peito, foi descendo e ao tocar na cal�a e sentir o volume retirou a m�o e em seguida recolocou e apertou e ficou acariciando, mandei ela abrir o z�per, quando pulou nas m�os dela..comecei a ordenar, estamos na entrada do Motel segura e coloca na boca, chupa ela come�ou t�mida, ent�o disse como deveria fazer devagar e agora mais r�pido, entramos no Motel e estacionei engole mais um pouco, mandei que ela parasse, ela estava nervosa e super tesuda mas tentava manter o controle, abri alguns bot�es da sua blusa e coloquei seus seios pra fora e fiquei fazendo car�cias as suas coxas e a saia dela levantando cada vez mais cada movimento meu ela tinha um sobre-salto tentava falar alguma coisa mas n�o conseguia mas dava pra notar que ela estava muito excitada.rnrnLevei ela pra su�te ainda vendada e mandei que tirasse a roupa ela atendeu e perguntou onde est�vamos BAIRRO eu disse n�o vai acreditar, uma MADAME RICA�A por aqui nem imagina, e se j� podia retirar a venda ainda n�o. Tire a roupa ela come�ou a tirar rapidamente, eu dei a ordem devagar, isso, quando ela ficou totalmente nua fui at� ela e comecei a acariciar seu corpo levemente beijando sua boca, pesco�o, alternando envolvendo ela nos bra�os as vezes forte, as vezes devagar sem permiss�o ela abriu minha camisa e me mordeu levemente, tirei ela com um firme pux�o pelo cabelo ainda conduzida pelos cabelos levei ela at� a cama, coloquei ela de quatro, retire as minhas roupas e fique apreciando se corpo, ela esperava apreensiva cheguei at� ela novamente envolvendo com beijos e pequenas mordidas e quando ela pensou que ia ser penetrada,fiquei brincando na entrada da sua buceta, depois de um tempo j� estava pingando, disse a ela que s� a penetraria se ela me pedisse ela disse: ME PENETRA - o que? n�o ouvi NADA - dei-lhe uma palmada na bunda ela deu um salto, fala alto! quer que eu te foda,� isso?-isso! ME FODE, ME FODE LOGO CARALHO! continuei brincando mais algum tempo, esfregando nela e ela quase implorando.rnrnFui penetrando lentamente e depois alternava o momento em que toquei o fundo da sua xota ela gozou, tirei o cacete coloquei ela de bru�os no colo e comecei a aplicar uma sess�o de ?palmadas na bunda? no come�o ela gemia de dor mas em pouco tempo gritava- mais! mais, me bate, me doma! deixei a bunda dela vermelhinha, deixei ela descansar um pouco e depois foi a vez de preparar seu cuzinho pra penetra��o, mas como ela � uma RICA�A eu n�o iria ter d�, tinha que procurar a humilha��o para ela.rnrnPeguei ela pelos cabelos e levei ate o banheiro ? mandei ela ficar de 4 tirei o chuveirinho e instalei no cuzinho dela a mangueira de �gua e liguei o chuveiro, ela come�ou a dizer que n�o queria mais e era muita humilha��o para ela e n�o era mulher de ser dominada assim e que n�o queria continuar, A TÃ� ? recebeu mais uma na cara e continuou venda, esperei mais uma pouco e ela precisou usar o banheiro, perfeito (parte do plano esta certo) ? ai fui ate minha maleta e peguei uma cacinha fio-dental que mal cobria minha xota ela e um micro bikini nos seios, que deixavam parte deles à mostra, a humilha��o era tanta, amordacei e a algemei na cama...rnrnDisse a ela n�o me conhece, n�o sabe quem sou e estou usando voc� como eu quero e como eu desejar, ainda esta com medo ? vai ser obediente ou ainda vai ficar de frescuras? Vou tirar a amorda�a e voc� vai chupar uma rola como eu mandar e me mandei ela chupar meu cacete, ela nunca havia feito isso e recusou porque estava amarrada, tomou um tapa na cara e sem ter op��o come�ou a chupar, o cacete foi engrossando e ficando cada vez maior, e ela n�o queria apanhar, eu disse "vadia gosta � de rola ", ela deu uma pequena mordida no cacete que estava na boca, eu disse porra vadia, n�o sabe chupar uma rola, vou meter na sua xota, mas ainda n�o estava bom porque ela j� tinha gozado e eu estava apenas come�ando.rnrnOlhei e ela estava em silencio perguntei se estava com fome, disse que sim pedi pelo interfone um almo�o para dois, tamb�m pedi morangos e calda enquanto esper�vamos bati uma siririca fren�tica para ela ainda algemada e com meu cacete na boca ? gozou demais e come�ou a chorar neta hora tocou a campanhia a copeira eu abrir a porta (n�o utilizei o passa objetos) e mandei deixar na mesa, porque queria que ela vise como ela estava, ficou surpresa ao v�-la vendada, notei que ela se constrangiu mas nada podia fazer quando ela eu soltei as algemas e deixei ela almo�ar depois de um tempo,disse que era a hora da sobremesa mandei ela abrir a boca e comecei a lhe dar os morangos na boca com calda com o cacete e ela aproveitava pra lamber, chupar, degustar, ent�o comecei alterar colocando o cacete da boca dela, ficamos nessa brincadeira durante algum tempo at� que gozei no rosto dela e na tigela de morangos, continuei dando os morangos na boca dela, agora com uma cobertura diferente, o inicio ela estranhou, chegou a hesitar porque imaginou o que viria, mas logo se habituou ao gosto e pedia mais no final ainda lambeu a tigela, resolvi que era hora de irmos embora, mas eu n�o estava satisfeito, perguntei a ela se seu marido costumava foder sua bunda, e ela respondeu que s� em ?ocasi�es especiais? peguei um gel que tinha levado e mandei ela mesma lubrificar o cu para mim, mandei ela ficar de c�coras no ch�o e passar o gel no rabo, mas enquanto isso eu fazia perguntas sobre o seu marido, deixando-a mais constrangida fiz ela gritar que o marido era um corno e ela agora tinha um macho de verdade dei tapas no rosto dela at� ela gritar em alto e bom som, para todo mundo que estava no Motel escutar, abrir o cuzinho e implorar para tomar no cu quase gozei quando ela disse: ?quero tomar no cu?, novamente mandei ela dizer em voz alta e ela gritou: ?fode o cu da sua puta, por favor?; neste momento enfiei meu cacete na bunda dela, coloquei devagar para poder sentir as preguinhas se abrindo para mim, fodi o cu dela com estocadas constantes, chamando-a de puta, vagabunda e dizendo que a partir daquele dia o marido dela teria somente as sobras, que ela daria para o marido somente quando eu autorizasse e que o rabo seria s� meu; ela dizia somente seu MEU SENHOR e gemia baixinho rebolando a bunda no meu cacete duro tirei o pau, mandei ela ajoelhar e soltei toda minha porra no rosto da minha putinha ainda com o rosto cheio de porra, fiz ela pegar o celular e ligar para o coro...ela a princ�pio n�o queria, mas acabou fazendo; mandei ligar para ele e dizer que estava ligando s� para dizer que o amava muito foi gostoso ver aquela mulher casada E MILIONARIA (HUMILHADA POR COMPLETO), que at� aquele dia tinha sido totalmente fiel e tinha se dedicado exclusivamente a seu marido e filhos, com a cara cheia de porra falando que amava o marido MANDEI ELA limpar apenas o excesso de porra do rosto ? nos trocamos e eu disse ainda esta de venda e ira voltar com ela ? voc� nunca me viu e eu nunca te vi n�o se esque�a | tudo isto foi o mais absoluto desejo que j� teve e posso sentir, dirigir de volta ate o Carrefour e no caminho dei instru��es; por�m antes de deixar ela ir embora, dei instru��es de que deveria lavar o rosto somente quando chegasse em sua casa, ela implorou para tirar a venda N�O, deve me obedecer e estar aminha disposi��o sempre que eu te chamar, a partir de agora voc� vai me encontrar no SP no flat na Consola��o.rnrnMe ligue quando chegar em casa !!! SUA PUTA, SIM MEU SENHOR, QUERO VOCE SEMPRE LINDA, n�o esque�a isto, e sempre que eu disser a voc� EU SOU DONO ? voc� vai me obedecer, fique em silencio.rnrnSegredo no mesmo dia teve uma evento no Jockey e eu estava La com a minha esposa, e ela com o marido, a cumprimentei como se n�o acontecesse ela me olhou como querendo dizer eu reconhe�o a sua voz e o seu perfume rsrsrsrs...e a cada momento que ela abria a boca para dizer alguma coisa eu dizia ? eu sou dono da ......l�gico que minha esposa na volta para casa me perguntei se eu estava com tique ? porque toda hora eu dizia a mesma coisa...mal sabe ela que eu tinha feito naquela tarde...COM A HOMENAGIADA DA NOITE !!!rnrnContinua...rnrnPessoas interessadas estejam a vontade para me escrever [email protected] .rnrn

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