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POR CAUSA DA ENCHENTE.

Sou a Mariana; 19 anos; morena clara; 1,60 mts; 50 kgs (magra). Na minha cidade (interior do sul fluminense) as chuvas de dezembro e janeiro fizeram grandes estragos; principalmente na periferia onde mor�vamos. Eu e minha m�e (J�lia) est�vamos no centro da cidade e ap�s um grande temporal ao retornarmos pra casa (de �nibus) descobrimos que nosso bairro estava totalmente isolado devido a cheia do rio e a queda da ponte (�nico acesso). Ligamos pro meu pai; que estava em casa, e ele nos informou do caos que estava em nossa casa. Tinha entrado �gua (1 metro e meio) e destru�do quase tudo que t�nhamos e que tinha ligado pro seu irm�o (tio Gilmar) pedindo pra nos ajudar no que fosse poss�vel e que ele ia ficar num col�gio... Retornamos pro centro tomando chuva e pisando em barros em dire��o ao bairro onde morava o tio Gilmar, onde a chuva n�o tinha castigado tanto. Tio Gilmar (46 anos); morava sozinho desde sua separa��o. Cansadas chegamos e logo tivemos que tomar um banho... E como s� t�nhamos nossas roupas no corpo, tornamos a vesti-las mesmo �midas e sujas. Tio Gilmar nos emprestou: Uma camisa de malha pra mim que ficou parecendo uma camisola (ele tinha +- 1,80) e uma camisa social de manga comprida pra minha m�e que com seus 1,70 mts deixava toda suas coxas aparecendo... Na situa��o tivemos que aceitar. Est�vamos a noite na sala, tentando nos comunicar com meu pai; quando ele ligou dizendo que estava tudo bem com ele e que a bateria de seu celular tinha descarregado e que ligaria sempre que pudesse de um orelh�o. Olhei pra minha m�e que estava recostada no sof� e percebi que ela estava dormindo (de cansa�o)... Mas sua posi��o (pernas meio abertas), percebi que ela estava sem calcinha e sua xoxota estava aparecendo. Levantei rapidamente e fui tentar puxar a camisa pra cobrir e acordar minha m�e. Tio Gilmar: Pode deixar Mariana! N�o se preocupe com isso, deixa sua m�e descansar um pouco!... Fiquei ao lado de minha m�e notando que tio Gilmar olhava como se aquilo fosse normal pra ele, at� ele falar: A sua m�e lavou todas as roupas dela, e voc�? Lavou suas roupas �ntimas tamb�m?... Eu disse que n�o e ele: Voc� devia lavar, n�o � bom usar uma calcinha suja!... Minha m�e come�ou a abrir os olhos: M�e!!! Cuidado que voc� est� deixando aparecer tudo!... Ela olhou pro meio de suas pernas e olhando pro meu tio que estava logo na sua frente: Iiiih! � mesmo, mas ainda bem que � s� o Gilmar e voc� quem viu!... Ela ajeitou a camisa e eu fui lavar a minha calcinha e o sulti�. Voltei pra sala uns vinte minutos depois; s� com a camiseta sobre meu corpo, e notei que minha m�e estava novamente deixando aparecer sua xoxota conversando normalmente com meu tio e rindo (os dois). Fomos dormir, minha m�e ia ficar no sof� e eu num pequeno quarto (o �nico que tinha uma pequena cama). De madrugada, deu vontade de fazer xixi; levantei tentando n�o fazer barulho e quando cheguei no final do corredor e olhei pra sala quase, cai pra tr�s... Minha m�e estava sentada de pernas abertas e tio Gilmar com a cara enfiada entre elas chupando a boceta de minha m�e que balan�ava a cabe�a pra l� e pra c�. Prendi a respira��o e fiquei ali vendo minha m�e ter um orgasmo silencioso (talvez com medo de me acordar). Ela rapidamente ficou de joelhos sobre o sof� e tio Gilmar tirando seu p�nis (enoooooorme) foi enfiando em sua xoxota... Escutava minha m�e gemendo baixinho enquanto meu tio bombava agarrado no seu traseiro. Retornei at� a porta do quarto e fiz barulho antes de chegar na sala (estava apertada)... Vi minha m�e se ajeitando e tio Gilmar sentando do lado dela e terminando de guardar seu instrumento. Ela toda sem gra�a: Oi filha? Estou sem sono e seu tio est� me fazendo companhia!... N�o respondi e fui fazer as minhas necessidades. S� consegui dormir novamente porque estava muito cansada; mas antes pensei muito no que tinha visto e cheguei a conclus�o que minha m�e era muito safada e que j� devia ter tra�do meu pai antes... S� que logo me dei conta que estava com minha m�o na xoxota com a imagem do pau do tio comendo minha m�e e resolvi tocar uma siririca at� gozar. No dia seguinte; meu tio tinha sa�do, tomando caf� resolvi falar pra minha m�e o que tinha visto. Ela ficou muito nervosa e acabou confessando e justificando que meu pai j� n�o fazia aquelas coisas com ela a muito tempo... Perguntei: Pelo que vi n�o foi a primeira vez, n� m�e?... Ela engoliu em seco: N�o! N�o foi a primeira vez; mas n�o vai pensar que sua m�e anda saindo com v�rios outros homens, s� com seu tio!... : Ent�o ele � seu amante?... : N�o � bem assim filha! Ele apenas me satisfaz quando sinto falta de sexo!... Passamos o dia quase sem nos falar. Meu pai ligou; conversou com minha m�e e comigo, nos tranquilizando. Meu tio chegou a tarde e constrangida fui pro quarto. S� sa� pra tomar meu banho e vestir novamente a camiseta pra dormir. Estava sem sono quando vi meu tio entrando no quarto e sentando na cama ao meu lado: Sua m�e me contou tudo; espero que voc� entenda e n�o fique chateada com ela!... : N�o precisa se preocupar tio, est� tudo bem!... Olhei pro colo dele imaginando que aquele pint�o estava escondido dentro de sua bermuda. Ele ia levantar: Tio! Se a m�e quiser dormir no seu quarto com voc�, tudo bem!... Ele sentou novamente: Mesmo sabendo que vou fazer sexo com sua m�e?... : Mas ela gosta de fazer sexo com voc�, n�o �?... : Gosta! Gosta sim! E voc� gosta de sexo?... Fiquei corada: Porque voc� est� me perguntando?... Ele botou sua m�o na minha coxa: � que voc� tem um corpinho t�o bonito que seu namorado j� deve ter feito alguma coisa com voc�!... Senti a m�o dele subindo e acabei abrindo um pouco as pernas: Voc� j� faz sexo com seu namorado?... : J� fiz tio! Mas estou sem namorado faz tempo!... A m�o dele chegou encostando na minha xoxota: Faz muito tempo que voc� n�o faz sexo?... : Muito tempo tio!... O dedo dele entrou na lateral da calcinha e ficou bolinando: Eu posso fazer com voc� o que fa�o com sua m�e quando ela sente desejo de fazer sexo!... Quando senti o dedo dele entrando na minha bocetinha; arriei minha calcinha: Tio! E se minha m�e aparecer aqui no quarto?... Ele terminando de tirar minha calcinha: Ela n�o vem; pedi pra ela deixar ter uma conversa s�ria com voc�!... Ele foi levando a boca na dire��o da minha xoxota: Adoro chupar uma bocetinha, a sua � muito linda!... Arqueei as pernas e arreganhando deixei ele me lamber. A l�ngua do tio era t�o macia e quente que em poucos minutos estava gozando. Ele levantou e saiu do quarto... Fiquei frustrada porque achava que ele ia querer comer a minha bocetinha. Minutos depois foi minha m�e que entrou vestindo uma outra camiseta do tio aparecendo toda sua calcinha: A cama do seu tio � bem grande, voc� quer dormir com a gente?... : Mas m�e! Voc�s devem querer transar!... : Tem problema se a gente transar perto de voc�?... Ela saiu e pegando meu travesseiro fui atr�s. No quarto, tio Gilmar estava deitado com um len�ol cobrindo sua cintura pra baixo e minha m�e deitando mandou deitar do seu lado (meu tio; minha m�e e eu). Minha m�e tirou a camiseta e vi seus peit�es balan�ando no vazio... Parecia combinado, tio Gilmar tirando o len�ol debru�ou sobre minha m�e e come�ou a mamar em seus peitos. O pinto dele estava repousado sobre a coxa de minha m�e e fiquei ali admirando aquela enorme vara que tinha uma ponta fina e a borda com um di�metro bem maior que o tronco... Vendo minha m�e gemendo; fiquei de joelhos, aquilo estava me deixando confusa: M�e!!! Vou voltar pro meu quarto!... Tio Gilmar parou e ficando de joelhos (minha m�e entre n�s): N�o Mariana, quero ver voc� peladinha!... E foi puxando a camiseta por cima de minha cabe�a. Fiquei igual minha m�e; s� de calcinha, ele pulando o corpo de minha m�e me fez deitar e foi tirando a minha calcinha: Sua m�e deixou comer sua bocetinha!... Olhei pra minha m�e, e ela sorrindo: Voc� vai gostar filha, seu tio sabe ser carinhoso!... Como minha xoxota j� estava louca pra levar pau, abri as pernas e ele entrando e segurando seu pau veio buscando a minha xoxota. Assim que dobrei meus joelhos senti sua pica come�ando a entrar: Devagar tio! N�o estou acostumada com um t�o grande como o seu!... Ele empurrou at� chegar a metade: Est� tudo bem pra voc� Mariana? Posso continuar?... Ajeitei meu corpo debaixo do dele sentindo aquele ferro alargando minha bocetinha: Vai tio! Continua! Ooooooooooh!... Ele empurrou todo o restante e logo j� come�ou o vai-e-vem. Com os olhos fechados e gemendo, at� esqueci que minha m�e estava ali do lado vendo meu tio me comendo: Ohhhh tio! Que gostoso! Vai! Vai! Hummmm, como � bommmmmm!... Ele sem parar de socar: Nunca comi uma bocetinha t�o nova e t�o apertadinha como a sua!... Meu prazer foi aumentando, aumentando: Mete tio! Mete! Mais! Mais! Ai meu Deus, Ai meu Deus! Vou gozar! Vou gozar!... Ele pra minha m�e: Fica preparada J�lia, que eu n�o vou poder gozar dentro dela!... Sentindo meu corpo perdendo as for�as num orgasmo t�o divino, vi minha m�e tirando sua calcinha e ficando de quatro. Tio Gilmar tirou sua mangueira de dentro de mim e foi rapidamente enfiando na boceta da minha m�e... Deu algumas socadas e ficou parado gozando e uivando como um cachorro que tinha acabado de dar uma trepada. Minha m�e foi pro banheiro e ele debru�ando sobre meu rosto: Voc� gostou?... : Gostei muito tio! Foi muito melhor do que quando eu fazia com meu namorado!... Ele antes de dar um beijo na minha boca: �timo que voc� gostou; assim podemos repetir outras vezes, o que acha?... : Vou achar bom tio!... Ele me beijou acariciando meus peitinhos. Minha m�e voltou (ainda pelada) e deitando sobre meu tio ficou beijando-o na boca como uma adolescente tarada... Como estava me sentindo t�o leve, acabei fechando os olhos e dormindo. Acordei (n�o sei quanto tempo depois) com a cama balan�ando e vi minha m�e sentada no pau do tio pulando como uma alucinada tendo suas duas m�os sobre seu peito... Nunca podia imaginar que minha m�e fosse capaz de dar pra outro homem que n�o fosse meu pai; mas j� tendo provado naquele cacete gostoso; jamais ia poder recrimin�-la. Ela percebendo que tinha acordado, foi se liberando; rebolando e gemendo feito uma puta que era at� parar sentada se mexendo como uma cobra: Goza Gilmar! Goza na minha boceta!... Em seguida reclinou o corpo buscando sua boca. Nos dez dias em que ficamos hospedadas na casa do tio, ele me comeu e comeu minha m�e v�rias vezes... J� estava at� acostumada e s� fiquei novamente de boca aberta quando um dia sai do meu banho e vi meu tio comendo a bunda de minha m�e na sala, e ela: Adoro quando voc� mete no meu c�!... Cheguei at� perto pra ver aquela imensa pica sendo socada violentamente no rabo de minha m�e. Eu e minha m�e (juntas) passamos a fazer visitas ao meu tio constantemente... S� quando fiquei noiva que parei; mas ela continuou (coitado do meu pai).

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