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CONFISS�ES DE UM CHUPADOR DE PICA 6

Faz algum tempo que n�o conto nenhuma novidade aqui no site. Para quem n�o sabe, publiquei uma s�rie de relatos denominados ?confiss�es de um chupador de pica?, basta procurar. Vai entender melhor a hist�ria, acompanhando passo a passo o desenrolar.rnFaz praticamente um ano que meu macho fixo � o Mauro (nome inventando), um cara casado, advogado, tem 36 anos e nos encontramos uma ou duas vezes por semana em seu escrit�rio. Em geral vou l� ter�a depois do expediente e no s�bado de manh�. Foi esse esquema que deu pra ele, uma vez que � casado e tem de manter as apar�ncias com sua mulher. Nas ter�as ele tem menos tempo e em geral s� rola mesmo uma chupeta; aos s�bados ele tem toda a manh� e � quando rolam coisas mais inusitadas.rnTudo que relatei anteriormente aconteceu nos primeiros 4 ou 5 meses, depois tive muitos compromissos e n�o deu mais pra continuar. Retomando daquele ponto, devo dizer que nossa rela��o come�ou mesmo a ficar firme nessa ocasi�o. Uma manh� que cheguei no escrit�rio ele j� estava l� de bermuda e camiseta me esperando. Imediatamente tirei toda minha roupa (ele sempre curte que eu fique totalmente pelado, mesmo nas ter�as, nem que seja s� pra fazer chupeta nele. Fiquei totalmente pelado, ele se aproximou de mim, pegou em meu rosto e me deu um beijasso na boca e se esfregando em mim: - T� sentindo como t� duro?... Vim no carro assim... s� de pensar em foder voc�.....puto escroto... me deixou totalmente viciado em voc�. Fiquei meio pasmo com aquilo, pelo que falou e pelo fato de sentir mesmo seu pau totalmente duro pressionando o meu.rnEnquanto eu esfregava seu pau por cima da bermuda, fui dizendo: -? T� gostando de mim?.... sente falta da minha boca.... gostosa... quentinha.... sempre aberta pra receber teu pau, �?.... Ele apenas sorriu e me deu um leve tapa no rosto. ? N�o abusa, n�o viado.... nem vai ficar convencido.... ajoelha e chupa logo meu caralho... puto tesudo. Imediatamente me abaixei, tirei seu pau pra fora e comecei meu trabalho. O cacete estava verdadeiramente delicioso: quente, com um cheiro inebriante, e foi s� eu colocar na boca ele come�ou a gemer. Eu tamb�m estava �vido e chupava tudo com empenho, fazendo a rola deslizar todinha goela abaixo. Ele puxou sua camiseta e eu o ajudei a tirar a bermuda, sem parar de mamar. Logo ele estava totalmente nu e pude lamber seu saco, as coxas, as laterais do pau e, ora mais fundo, ora mais de leve, ir mamando aquele pau de 21 cm. que me deixa totalmente embriagado de tes�o. Ele pediu pra eu recostar a cabe�a no sof� e, de p� e apoiado no encosto, ficar na posi��o que ele adora pra foder minha boca. Nessa posi��o ele praticamente faz da minha boca uma buceta, pois entra e sai comandando o ritmo e, entre uma enfiada e outra, d� uma mais funda, de modo que a cabe�a da pica passa pela minha glote e seus pentelhos chegam a se esfregar nos meus l�bios. rn� preciso ter certo cuidado pra eu n�o me engasgar (às vezes acontece, � claro), mas tanto ele quanto eu j� aprendemos o ritmo certo pra evitar. Geralmente assim na primeira, quando ele est� no auge do tes�o, ele d� essa foda na minha boca direto, sem parar e sem segurar o gozo. Ele vai bombando normal at� a excita��o m�xima e descarrega a porra dentro da minha boca. Geme muito e chega a gritar na hora da ejacula��o, tamanho tes�o ele sente nesse tipo de foda, s� parando de bombar depois que sente que n�o tem mais nada dentro do saco. Eu ainda fico com a pica na boca at� amolecer, sugando, limpando, fazendo carinhos com a l�ngua, engolindo aos poucos aquele n�ctar sagrado, a porra deliciosa do meu macho. rnNesse s�bado, ap�s essa primeira foda, deitamos pra descansar um pouco. Como o sof� � pequeno e ele � grand�o, quase n�o sobra lugar pra mim. Quando quero dormir tamb�m, deito no tapete ao lado. Ele deitou ao meu lado no tapete e ficamos namorando, fazendo carinhos um no outro e ele me contou mais um pouco como estava viciado nas minhas chupetas, como sentia um tes�o enorme com a minha boca e v�rias vezes por dia ele lembrava das fodas. ? Voc� � um viado manhoso... t� me deixando viciado.... quando eu fico com tes�o � da sua boca que eu lembro e n�o da buceta da minha mulher.... puto safado.... e ria dele mesmo. Ele s� me chama de puto, de viado, de escroto e de tes�ozinho, poucas vezes usa meu nome mesmo. rnDepois de uns vinte minutos descansando, comecei a lamber ele todinho. Primeiro num mamilo, depois no outro, fui descendo pela barriga, coxa e cheguei no p�. Mauro adora quando fa�o isso, sugar seus dedos dos p�s. Depois fui subindo de novo e, � l�gico, seu cacete j� tava dando pinote no ar de t�o duro. Aos poucos fui rolando ele no tapete e o deixei de bru�os, para come�ar a lamber suas n�degas, as polpas, at� chegar no cuzinho. Ele nunca falou nada sobre isso, mas descobri que adora quando eu sugo seu cuzinho, fico enfiando a ponta da minha l�ngua bem dura nele. � como se fosse uma fodinha, s� que com a l�ngua. Ele fica bem relaxado, curtindo todo o tes�o do momento. Nesse dia comecei a colocar a ponta de um dedo, alisando todo o �nus dele, j� muito molhado depois de tanta chupada. N�o sei o que me deu e resolvi colocar a pontinha dentro. Ele deu um berro: - Puta safada... t� fazendo o qu�? O viado aqui � voc�, seu merda....� voc� quem chupa e leva pau.rnFalando isso j� foi se virando, me deu uma gravata e me deitou no tapete de bru�os. Subiu em cima de mim me prendendo contra o ch�o: - Puta escrota... t� querendo me comer, �? Quem veio aqui pra levar pau � voc�... vamos, abre esse cu, que vou te arrombar inteiro, seu merda.... e se levantou, pegou uma camisinha, vestiu o pau, voltou a ficar por cima de mim. Me pediu pra abrir as bandas da bunda, deu uma cuspida e, imediatamente, come�ou a enfiar seu caralho em mim. Eu estava ainda meio surpreso com a rea��o dele, meio sem saber o que fazer, de modo que senti quando a cabe�ona for�ou meu cu. Pedi pra ele parar, pois estava doendo muito. ? T� legal... vou colocar gel. Pegou o gel na gaveta, melou meu cu e o pau dele e voltou a deitar sobre mim, mirando sua rola direto no meu buraco. Num tranco colocou toda a cabe�a. Urrei de dor, pois sou apertado e n�o estava amaciado ainda. ? Pode berrar, safado... hoje vou te arrega�ar.... minha mulher viajou e hoje vou te comer muito, seu porra.... meu pau vai ficar fino de tanto meter. E socou mais um peda�o. Eu gemia de dor, as l�grimas vieram aos meus olhos, tentava me soltar, mas em v�o, pois seu corpanzil estava todo sobre mim. Mauro, ao inv�s de se comover com a situa��o, parecia ainda mais selvagem e n�o teve complac�ncia. Seu pau foi entrando, lentamente mas firme, at� ele chegar no talo. rnTanto ele quanto eu respir�vamos fundo por causa do esfor�o, mas a enrabada estava decidida, n�o tinha volta. Eu, apesar da dor, sabia que ele era meu macho e tinha todo o direito de me comer, se satisfazer at� ficar saciado. De modo que fiquei quieto, aceitando o invasor, procurando relaxar o mais r�pido poss�vel. Aos poucos, ele foi se movimento pra direita e pra esquerda, sem tirar o pau de dentro. ? Isso cuzuda.... abre esse cu gostoso.... mostra pro teu macho que voc� curte levar meu caralho no cu.... Enquanto falava e se movimentava lentamente, me sugava a orelha, o pesco�o, mordia levemente meu ombro. - Quero te arrega�ar hoje.... quero socar na minha puta..... te esporrar todinha .... t� sentindo a rola? Aquilo tudo me deu um tes�o absurdo e, pouco a pouco, meu cu foi cedendo, come�ou a piscar pra ele, apertando seu pau. ? Isso.... assim que eu gosto... viado gostoso que sabe dar o cu.... bem put�o.... bem safado. E, lentamente, come�ou o vai e vem, indo e vindo mas tirando quase tudo pra fora e depois enterrando novamente. Quando seu pau j� entrava e saia f�cil, acelerou as metidas, come�ou a curtir todo o prazer que um cu pode dar pra uma pica. rnAp�s um tempo me virou no frango assado, e d�-lhe pau. Me beijava loucamente, mordia meus l�bios, suava, mas a rola estava incans�vel e nunc a parava de entrar e sair. Eu estava no c�u, pois poucas vezes senti tanto tes�o dando o cu como naquele momento. Piscava, rebolava, fazia de tudo para que ele se saciasse totalmente. N�o sei quanto tempo durou, mas foi uma trepada longa, que terminou com ele me pegando de ladinho, eu segurando uma perna meio no alto. Ele esporrou gostoso, numa investida funda, me apertando muito contra ele. ? Gostosa .... gostosa.... murmurava ele, enquanto desfalec�amos ap�s o gozo. rnrn(continua) rn

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