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MINHA MULHER NA TELINHA

Minha Mulher na Telinha



Eu tenho 39 anos, e minha mulher 37, somos casados h� 19 anos, e sempre tivemos sexo de excelente qualidade, sem rotinas, j� transamos no carro, na praia, na piscina da casa dos meus pais, ate no banco de tr�s do carro voltando de Teres�polis enquanto meus pais conversavam no banco da frente. Ela � morena bronzeada de praia, tem 1,60 e 47 Kg, peitinhos no tamanho exato de encher a boca, e uma bundinha que deixa os homens malucos, n�o � grande, mas exata.

Ela casou virgem, e eu sempre disse que isso n�o era justo, e que ela deveria ter outras experi�ncias, e que inclusive gostaria de ver, a cada vez que eu tocava nesse assunto, parecia que uma tempestade tinha passado em casa, pois ela dizia que eu n�o a amava, que quem ama cuida, e eu respondia que em momento nenhum estava deixando de cuidar dela, muito pelo contrario, e que sexo n�o tinha nada a ver com amor. O tes�o � animal, instintivo.

H� mais ou menos tr�s anos come�amos a frequentar chats na internet, a principio entravamos sempre em salas de sexo, e nos divert�amos provocando as pessoas, e depois �amos para a cama fazer a festa, nessas conversas conhecemos (virtualmente), uma cara que ligava do Acre e ficava falando com ela enquanto nos trans�vamos, depois de uns seis meses ele desapareceu, ent�o ela comentou que sentia falta da provoca��o de flerte com outro cara, e que realmente sentiu tes�o, independente de amor.

O tempo foi passando e enjoamos dos chats de sexo, e passamos a frequentar salas de bate papo por idade, ent�o fizemos realmente um grande c�rculos de amigos com os quais nos encontramos frequentemente, acontece que nessas salas tamb�m rolam umas azara��es por baixo dos panos, e apareceu uma cara chamado Marcelo, com quem ela passou uma noite inteira conversando. Antes de sair do chat ela gravou a conversa para eu ler no dia seguinte. Marcelo tinha uma conversa legal, sem baixarias, e passaram a conversar quase que diariamente. Com sutileza conduziu a conversa para sexo, e finalmente fizeram sexo virtual, eu comentei com ela:



- Esse cara sabe fazer direitinho, voc� n�o tem vontade de se encontrar com ele?”



Ela respondeu



- N�o sei, e alem disso ele nunca tocou no assunto.



Naquela mesma noite, era uma sexta feira, eu fiquei do lado dela enquanto ela conversava com ele, e pela primeira vez, como se tiv�ssemos combinado, ele convidou-a para sair. Ela ficou p�lida e eu podia ver que estava realmente nervosa, eu disse pra ela, “porque n�o?”

Ent�o ela falou que s� iria responder no dia seguinte, pois ainda precisava conversar comigo, (ele sabia que ela � casada, e que eu sabia de todas as conversas deles), e saber se eu concordava, mas na verdade ela estava apavorada, queria adiar a decis�o.



Ela saiu com Marcelo, e foram pra um motel, ela me contou que foi muito estranho, e que estava nervosa demais e n�o tinha conseguido gozar, embora tenha sido uma delicia estar com ele, e ter um pau diferente na m�o e na boca, e sentir entrando, e que ele apesar de ser maior, n�o achou t�o grosso quanto eu. Falei pra ela que o fato de n�o ter gozado era apenas porque estava nervosa, e que tinha certeza que na pr�xima ela iria gozar. Ela olhou assustada para mim e perguntou se eu n�o me importaria de ela se encontrar com ele novamente, e eu disse que ate gostaria de ver, e ela disse que isso era demais pra cabe�a dela, e jamais aconteceria, mas....

Ent�o eu comprei uma Web Cam, e uma noite enquanto eles conversavam, eu sugeri que ele fizessem uma conex�o pelo netmeeting, ela vestiu uma camisola preta transparente, bem sexy com uma calcinha min�scula de lacinho e renda transparente, foi uma loucura, ela fazia strip tease na frente da c�mara e eu olhando tudo, sem aparecer, e na tela eu via Marcelo do outro lado se masturbando, e ele dizia que queria botar nela por tr�s, ent�o ela ficava de quatro com a bunda virada para a c�mara, enquanto ele de joelhos na cama simulava estar metendo nela por tr�s, nessa noite nos transamos quase que ate o sol nascer.



Eles sa�ram ainda uma segunda vez, e mais uma vez ela n�o gozou, embora estivesse mais a vontade, um dia Marcelo ligou a noitinha, e disse que estaria de folga no dia seguinte, ent�o ela disse que queria comer ele na nossa cama, (era uma oportunidade pra fazer um v�deo com a web cam). Ele chegou no meio da manha, e transaram ate meio dia e dessa vez ela gozou, durante o almo�o, o telefone dele tocou pois tinha tido problema no trabalho e ele precisaria ir resolver.

No dia seguinte quando eu cheguei do trabalho, encontrei um recado colado na porta mandando eu ir ate o escrit�rio, no escrit�rio encentrei o micro ligado e um bilhete colado na tela



- N�o desliga o micro, e me liga assim que chegar.



Eu j� podia imaginar o que ia rolar, o net metting estava aberto, mas s� aparecia um quarto escuro.

Eu liguei, e ela estava no carro do Marcelo, saindo de um restaurante, e foi me descrevendo o que estava acontecendo, ele estava passando a m�o nas coxas dela, ela estava molhadinha de tes�o, estava abrindo a cal�a dele e ia chupar o cacete dele, e ele estava passando a m�o pela bundinha dela, acariciando o cuzinho, e enfiando o dedo (ela deixava eu enfiar um dedo, mas so uma vez deixou enfiar meu pau, disse que eu era muito grosso e que do�a), eu fiquei ouvindo ela chupar e gemer, ate que ela me mandou ir para frente do micro, por que iria realizar uma fantasia minha, ia transar com outro cara enquanto eu olhava.

Eles tinham acabado de chegar na casa dele.

Quando a luz se acendeu eu pude v�-los entrando, Ela estava gostosa demais, com uma saia solta no corpo so de amarrar em volta da cintura, e uma camisa no mesmo estilo, e ele estava claramente com o pau duro, entraram e ela ainda estava no telefone me perguntou se eu estava vendo e ouvindo pelo micro, ent�o ela desligou o telefone e falou.



- Ent�o vamos brincar um pouquinho



Ele abra�ou por tr�s e come�ou a acariciar os seios, foi abrindo a blusa, enquanto ela rebolava e gemia com os olhos fechado, as m�o pra tr�s procurando pelo pau dele, abriu a cal�a de novo e puxou o cacete pra fora, mexendo vagarosamente, ele desamarrou a blusa... agarrando os peitinhos dela com for�a.. ela gemia de prazer... ele foi descendo as m�os e desamarrou a saia, e eu pude ver que a safadinha estava sem calcinha, tinha depilado a bocetinha, e deixado s� um tufinho por onde ele passa a m�o.. e foi descendo.. e espalmando com um dedo enfiado na boceta.. virou ela bem de frente pra c�mara... e aproximou, quase encostando..... eu vendo ela se abrindo toda,,, e ele com dois dedos enfiados nela... ela subia e descia o corpo ro�ando a bunda na perna dele.. ent�o se virou e ajoelhou na frente dele, puxou as cal�as pra baixo e segurou o pau com as duas m�os.. passando pelo rosto, lambendo o saco.. as bolas.. e subindo ate a cabecinha, engolindo devagarzinho... e colocando todo aquele pau na boca.. ia ate quase a base. Ele segurava pelos cabelos, e puxava a cabe�a for�ando, ela chegava a engasgar, ent�o Marcelo jogou ela de costas na cama puxou pelas pernas abriu e caiu de boca.. chupando, sugando, mordendo, a l�ngua chicoteando o clit�ris... ela se contorcia e gemia feito louca... ( sempre gostou de uma chupada forte ), ela passou a perna por cima dele e ficou de quatro, a bunda empinada, as pernas bem abertas, oferecendo o cuzinho, e ele continuava ali chupando.. e enfiando a l�ngua, agora correndo pelo rego ate o cuzinho, e ia enfiando a l�ngua, depois de algum tempo brincando ali foi subindo a l�ngua pelas costas e o corpo cobrindo o dela, encostando o pau na bocetinha e ela pedia pra ele enfiar, ele so ficava torturando, pincelando, enfiando so a cabecinha, ent�o ela virou e pulou em cima dele e montou virada para os pes dele, de forma que ele tivesse uma vis�o do cuzinho,e desceu sobre o pau dele de uma vez so, e ficou cavalgando aquele mastro, ate ter espasmos de gozo se jogou sobre suas pernas, ent�o ele levantou o corpo e puxou ela.. abra�ando por tr�s, e ainda dentro dela se levantou, colocou-a de pe na cama apoiada na parede com as m�os e continuou bombeando na bocetinha por tr�s, de vez em quando tirando e pincelando o cuzinho dela, melando com o gozo dela mesmo, ent�o enfiava de novo na bocetinha e ficava brincando com os dedos no cuzinho, pude ver que ele j� enfiava dois dedos de uma vez, e ela empurrava a bunda pra tr�s, for�ando o pau dele na bocetinha e os dedos no cuzinho, ent�o ele disse.



- Vou comer nesse cuzinho, voc� j� esta prontinha pro meu cacete, mas voc� � que vai meter ele.



Encostou o pau no cuzinho dela e falou



- “Vem nen�m, vem gostosinha, vem c� vem putinha, vem c� engolir meu cacete com esse cuzinho, vem vagabunda, vem ca que o seu maridinho ta olhando, ele quer ver voc� sendo enrabada”.



Como se aquela palavras fossem uma chave, ela abriu mais ainda as pernas, abaixou mais o corpo, olhando por entre as pernas e foi empurrando eu podia ver o pau dele entrando, ela deu uma parada chegou para frente, ent�o de repente empurrou o corpo com viol�ncia e enfiou tudo de uma vez so, ficou parada arfando e ele come�ou a se mexer, pra frente e pra tras, bombeando dentro dela... e com a m�o massageava o clit�ris, ent�o ele sentaram ela montada no cacete dele, pulando feito louca, e dizia.



- Esse cacete no meu cu e muito bom, e mais fino que do meu marido n�o d�i



- E ficava se masturbando, mexendo no grelinho,



eu estava louco meu pau estava mais duro que pedra, meu saco do�a de tanto tes�o, eu batia a maior bronha, meu cora��o estava a mil. Marcelo acelerando os movimentos e metendo forte no cu, ela balan�ava a cabe�a descontroladamente, gemia e gritava como nunca. Era uma verdadeira sinfonia de gritos, ate que Marcelo tirou o pau, ela se virou, caindo deitada, parecia desfalecida, ele meteu o pau na sua boca, ela enfiava o cacete inteiro, ate encostar na garganta. Ele gozou na cara dela, lambuzando os cabelos, e toda aquela porra espalhado sobre seu corpo, um verdadeiro banho de porra. Vi Marcelo se levantando e se aproximando do micro, a imagem desapareceu, a conex�o tinha sido desfeita, meu teclado estava completamente melado, porque eu tamb�m tinha gozado.

Muito mais tarde, ouvi um carro parando no port�o, as portas abrindo, e depois fechando, olhando por uma fresta da janela do segundo andar, vi que Marcelo vinha praticamente carregando minha mulher, ele abriu o port�o depois a porta, Ouvi ela pedindo para deixa-la no sof� da sala mesmo, ouvi sons de beijos, depois a porta fechando.

Quando cheguei na sala, ela ainda estava com um sorriso de �xtase no rosto, parecia embriagada, quando me viu falou.



- Que loucura, mal consigo andar, mas eu adorei.



Eu a levei para o banheiro, pois seu cabelo ainda estava lambuzado e a porra escorria por entre suas pernas, ela tinha sa�do sem calcinha, entrei com ela no chuveiro, dei um bom banho, e lambi sua boceta e seu cuzinho, como um animal lambendo as feridas da sua companheira, passei uma pomada no seu cuzinho que estava realmente machucado.

Ficamos uns 5 dias sem transar ela simplesmente n�o tinha condi��es, depois disso nunca mais transamos sem que eu comesse seu cuzinho, e ela tamb�m repetiu a dose outras vezes com Marcelo.

Embora ela tenha pedido para que eu tamb�m participasse, disse que gostava de v�-la, como minha atriz preferida de filmes porn�s, mas que n�o queria ter nenhum contato com eles, apenas olhar,e de longe, pra mim j� era suficiente, n�o sei realmente como reagiria ao vivo, cara a cara. Mas o tes�o que eu sinto vendo ela transar � indescrit�vel.



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