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O GAROTO DA MERCEARIA

Garoto da merceariarnrnEste conto um tanto bizarro e podemos at� falar infantil, meu nome � Anna, sou morena, cabelos compridos estilo afro, seios m�dios, bundinha grande,25 anos com 1,63 mts com 55 kgs, casei-me recentemente, meu marido um negro alto e forte, trabalha como funcion�rio publico no depto cobran�a de impostos na prefeitura de nossa cidade, aqui no estado do Rio, n�o falarei qual, pois por ser uma pequena cidade, logo poderiam saber quem ele � e assim me comprometendo. Fomos morar no andar superior em cima de uma mercearia do Sr. An�bal um senhorzinho muito prestativo que contratou Cleber um adolescente de 19 anos , espinhas na cara, bon� muito atento � tudo que se passava ao redor da mercearia.rnCasamos e nos mudamos numa segunda-feira chuvosa, j� t�nhamos arrumado tudo , a casa estava prontinha, retornamos de lua de mel neste dia, paramos o carro e como voltamos da praia, estava com um vestido de malha , que real�ava meu corpo e um certo decote � mostra, descemos as malas e l� veio o Cleber todo prestativo, se prontificando a nos ajudar, meu marido deu uma medida no garoto que n�o se intimidou e foi logo pegando uma das malas para levar para cima. Meu marido subiu na frente , eu em seguida e o Cleber logo atr�s, senti um arrepio nas costas, sabia que ele estava me observando, dei uma olhadinha por cima dos ombros e vi que ele mantinha uma distancia tentando ver minha calcinha, acelerei a subida e agradeci � ajuda e o dispensei, n�o gostei da atitude dele , mas como todo garoto nesta idade tudo � motivo para divertir-se . O fato � que isto come�ou a virar rotina, eu n�o trabalhava, apenas estava me preparando para um concurso que haveria em breve na prefeitura, sa�a para fazer pequenas compras, pois rec�m casados sempre h� coisas para se comprar e a cada subida percebia que Cleber olhava para cima tentando ver o proibido, cheguei a descer logo em seguida para dar uma bronca nele, mas como o via entrando no banheiro da mercearia , j� imaginava o que ele estava fazendo.rnO tempo foi passando e isto estava me incomodando a cada dia mais, quer eu ao sair do carro, ou subir a escada, estava prestes a reclamar para meu marido, mas como sabia que seu g�nio era um tanto agressivo poderia haver algo de ruim e tamb�m n�o queria causar problemas com a vizinhan�a.rnEntao resolvi mudar de t�tica, comecei a alimentar o tesao e as fantasias daquele garoto, ao sair do carro , abria mais as pernas e ao subir as escadas empinava minha bunda para que a saia ficasse mais alta e mostrasse mais, sabia onde encontra-lo ap�s estas cenas.Entrava na mercearia e me sentia comida por ele, me olhava como um lanche que poderia devorar-me em segundos, ria internamente e sempre que podia abaixava para pegar algo e assim mostrava um pouco mais.rnMeu marido decidiu fazer um curso de contabilidade para que assim pudesse ser promovido e com isto chegaria mais tarde durante 3 dias na semana eu n�o me importava , at� que vi que n�o era t�o procurada como antes, j� est�vamos com 7 meses de casados, hav�amos namorado 6 anos ,parecia que havia uma certa falta de interesse, mas preferi entender como que cansa�o devido a jornada de trabalho e estudo. Numa tarde j� havia limpado a casa e como ele n�o viria para jantar, resolvi fazer um lanche e desci do jeito que estava vestida para comprar frios e p�o de forma. Entrei e prontamente Cleber me atendeu e foi providenciando tudo o que pedia ao pagar ele me disse que levaria para mim por mais que eu dissesse que n�o haveria necessidade ele insistiu, eu pensei ah hoje eu dou um jeito neste moleque, aceitei e subimos para casa, ele entrou foi retirando as compras e colocando na mesa eu comentei para ele me aguardar que iria recompensa-lo. Estava suada de saia de malha e camiseta, entrei no meu quarto e tirei minha calcinha e voltei para a cozinha, peguei uma escadinha e fui pegar a lata de arroz que estava na parte superior do arm�rio. Ao subir na escada tinha certeza que ele olharia e n�o me fiz de dif�cil, fui subindo e a cada degrau percebia que sua respira��o ficava mais r�pida, vi o estrago que estava causando, pelo movimento em sua bermuda. No degrau mais alto falei para ele, pode me ajudar e assim ele posicionou se praticamente debaixo de minha saia e transpirava ao ver minha xaninha depiladinha � mostra, perguntei esta gostando do que est� vendo? Cleber nem respirava direito e gaguejando disse ssimm, fui descendo e ele manteve sua cabe�a at� que minha xaninha ficou em sua cara, falei para ele se j� havia ficado t�o perto de uma buceta, ele nem falava direito, falei vamos garoto o que est� esperando?rnCleber olhava como se fosse algo de outro planeta, sabia que j� havia visto fotos, pois diversas vezes o vi com revistas masculinas, mas sabia que era virgem e esfreguei lentamente minha xaninha em sua cara , suada subi e desci varias vezes , me excitando, vi que ele se masturbava, falei na n�o aqui n�o, fala sua parte que eu lhe darei um trato, me chupe , passe sua l�ngua nela vamos eu irei te ensinar, ele lambia ela inteira, passava as m�os em minhas coxas, um tesao come�ou a invadir meu corpo, n�o era esta minha inten��o, era de apenas deixar ele mais excitado poss�vel, mas a brincadeira estava t�o boa que n�o parei, ele me lambia e suas m�os percorriam minha coxa e bunda,comecei a molhar mais ainda , misturando meu suor e meu tesao , ele se divertia com a chupada, peguei sua cabe�a e forcei junto de minha bucetinha encharcada e gozei muito forte, ele n�o entendeu e continuo a chupar, tirei sua cabe�a e falei bem garoto agora irei lhe recompensar, desci da escada e abaixei sua bermudas e me surpreendi com seu pau, j� havia melado sua cueca, desci ela ate o ch�o, peguei seu pau e comecei a brincar com ele em minhas m�os, sabia que isto n�o duraria muito, nesta idade o controle n�o � o forte, nem cheguei a colocar na minha boca e ele gozou forte em meus peitos, disse calma meu homem, ainda n�o acabei e engoli seu pau, ele gemia se contorcia, pediu vamos deitar deixa eu colocar na sua buceta, eu disse n�o garoto ainda n�o � para seu bico, precisa de mais tempo e continuei a chupa-lo enquanto ele me via me masturbando, em pouco tempo perguntei se iria gozar, ele fez um sinal afirmativo e assim me intensifiquei em minha chupada , Cleber me avise quando for gozar,nem terminei a pergunta e encheu minha boca com sua porra, engoli tudo , olhei para ele com seu pau em minha boca ele estava zonzo, subi sua cueca e bermuda e disse foi bem recompensado? Sim dona Anna.rnAte hoje eu me lembro deste episodio, ainda brincamos outras duas vezes, ele jamais meteu em mim, hoje ele namora e as vezes vem se confidenciar comigo sobre como fazer a namorada feliz, somos bons amigos e ensino tudo para ele.rnLeiam outros contos meus aqui publicadosrnrnO Torpedo erradornA��o TrabalhistarnDescanso em Serra NegrarnBaile � fantasiarnO Corretor de im�veisrnT�cnico em inform�ticarnViagem ao Riornrn

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