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AVENTURA NO DRIVE-IN

Ol�, meu nome � Rodrigo, tenho trinta e cinco anos, sou casado, moro em S�o Paulo e gostaria de narrar uma certa aventura sexual que vivi. A hist�ria se passou h� cerca de cinco anos entre eu e a minha esposa, Joana. At� ent�o, nossa vida sexual era bastante convencional, n�o hav�amos experimentado muita coisa, �ramos receosos neste campo e, posso dizer, Joana era uma mulher muito recatada e at� um pouco t�mida. Eu sempre fui mais ?ati�ado? a ponto de frequentemente propor-lhe coisas novas, mas nada que ultrapassasse uma ida espor�dica a um drive-in, onde trans�vamos no carro ? e sent�amo-nos mais ousados... rnE foi justamente numa dessas idas ao drive-in que nossa aventura come�ou: era uma sexta-feira à noite e volt�vamos de um jantar em casa de amigos quando eu propus que desvi�ssemos nosso caminho e fossemos ao referido lugar. Fazia tempo que n�o �amos a um lugar assim; Joana topou de pronto e l� fomos, fantasiando nossa transa no carro... Nesta noite ela estava especialmente excitante, usava um vestidinho preto com decote e tinha as pernas expostas... Joana sempre foi uma mulher linda e muito atraente... Mas, deixemos esses detalhes de lado, voltemos à hist�ria: no drive-in, estivemos, como sempre acontecia, muito à vontade; eu sempre deixava a cortina entreaberta porque nos excitava o risco de sermos vistos por algum curioso que por ali passasse. Transamos como h� tempos n�o trans�vamos. Joana sempre ficava mais excitada quando est�vamos em um lugar assim. Pela primeira vez, sa�mos do carro e Joana chupou meu pinto agachada diante de mim at� me fazer gozar em sua boca. Ah, isso foi delicioso... Ela parecia insaci�vel nessa noite... Transamos de tudo o que foi jeito... Como ela � que estava de frente para a cortina que protege os ?boxes?, era a �nica que podia ver o que se passava l� fora e foi ent�o que as coisas come�aram a esquentar. Eu sentia que ela n�o parava de olhar na dire��o da cortina e desconfiei que talvez houvesse algum curioso nos assistindo mas tampouco me virei para verificar. Passadas umas tr�s horas, fomos embora e, no caminho, n�o resisti e perguntei o que ela havia visto que chamara tanto a sua aten��o. Qual n�o foi a minha surpresa quando ela me respondeu com naturalidade ?havia um funcion�rio do drive-in que nos assistia...rnDe sa�da n�o dei muita aten��o ao ocorrido, mas, aos poucos, percebi que Joana andava mais excitada do que o comum e a verifica��o final se deu uma tarde, depois de v�rios dias desde aquela noite, quando, ao chegar em casa, a peguei se masturbando diante de um filme porn� no qual o protagonista era um homem muito parecido com aquele funcion�rio do drive-in. Joana, ao notar que eu a via, ficou encabulada e n�o sabia o que dizer, era a primeira vez que eu a apanhava vendo filmes porn�s. Nem preciso dizer que isso me excitou enormemente... Naquela tarde conversamos muito e, ao passo que ela me confessava que desde a noite no drive-in andava com aquele sujeito na cabe�a, eu sentia que a minha curiosidade se ati�ava e meu pau endurecia. Deixei ela falar e, afinal, veio o surpreendente: o funcion�rio n�o apenas nos assistia como, ao nos ver, se masturbava. At� aqui, nada demais, o que mais me surpreendeu foi ouvi-la dizer que viu o pinto dele e ficou impressionada com o tamanho, ?parecia ainda maior que o seu, mais ou menos como o deste ator do filme...?, ela dizia. At� ent�o ela jamais havia visto outro pau que n�o o meu, nem sequer em filmes porn�s porque ela n�o os assistia... rnO fato � que aquilo a excitou muito e naquela noite, mais do que realizar a fantasia de ser vista transando comigo, realizou outra, que n�o pensava ter: ver o pau de um estranho duro de tes�o por ela! Enquanto ela me dizia isso o meu pinto parecia que ia explodir de tanto tes�o. Ela reparou nisso e se aproveitou da situa��o para me chupar, ela adorava me provocar com isso. Naquela tarde ela me fez gozar mais de uma vez com essa hist�ria. rnPassados mais alguns dias, fomos novamente jantar na casa dos mesmos amigos e, na volta, n�o hesitei em desviar nosso caminho. Quando Joana percebeu que �amos ao mesmo drive-in e ficou superexcitada. Ao chegarmos, fiz quest�o de escolher o mesmo ?boxe? mas, desta vez, ao inv�s de deixar a cortina entreaberta, propus que convid�ssemos o funcion�rio a nos assistir. Ela relutou, como era esperado, mas, afinal, cedeu, ainda receosa: ?amor, mas ele vai me ver nua, eu, a sua queridinha...?. Meu pau nunca esteve t�o duro... Fui em busca do funcion�rio e o expliquei a situa��o, dizendo que, se ele quisesse, podia nos assistir e podia se masturbar porque minha esposa gostaria de ver o instrumento dele. A �nica condi��o era ele n�o se aproximar dela. O homem topou na mesma hora e ent�o entrou em nosso ?boxe?. Desta vez fechei bem a cortina, deixei as luzes acesas e me encostei, com Joana, no cap� do carro ? o funcion�rio sentou-se em uma cadeira que havia ao lado. Aos poucos eu e Joana fomos nos soltando; no princ�pio ela ficou travada, depois, conforme eu a beijava e a acariciava, ela foi ficando à vontade. N�o demorou para que o nosso espectador abrisse sua cal�a e pusesse para fora o pinto. Joana, ao ver aquilo, arregalou os olhos e me disse, ?olha amor, estou vendo pinto dele... � enorme mesmo?. Eu deixei ela olhar e passei a acarici�-la na boceta. Nossa, como estava molhada... Eu nunca havia sentido minha esposa t�o excitada... Comecei a tirar a blusa dela e ela n�o ofereceu resist�ncia... Saber que havia um homem vendo me excitava muito tamb�m. Quando soltei o suti� dela, ela colocou as m�os na frente dos seios e me disse: ?mas, amor, ele vai ver os meus peitinhos...?, ao que respondi: ?deixa ele ver ent�o...?, e ela deixou. Depois foi a vez de tirar a cal�a e a calcinha dela. Quando est�vamos ambos completamente n�s, eu me projetei atr�s dela, coloquei meu pinto entre as suas pernas e permanecemos um tempo assim, eu acariciando sua boceta, ela entregue ao prazer, de olhos fixos no pau do funcion�rio... Depois de alguma hesita��o, finalmente perguntei: ?voc� gosta??, ?sim, muito?, ela respondeu, ?voc� sabe que eu nunca vi outro pinto al�m do seu?; ?voc� quer toc�-lo??, ?posso? Voc� n�o vai ficar enciumado??, ela respondeu. Nossa, isso me fez enlouquecer de tes�o. A minha esposinha toda santinha queria, afinal, pegar naquele pau enorme de um desconhecido... ?pode sim, claro, pode fazer o que quiser?, ?mesmo? Mas voc� n�o vai ter ci�mes??, ?n�o?, respondi. rnO homem n�o hesitou em despir-se completamente e se aproximar de n�s. Fomos para o carro, eu e Joana sentamo-nos no banco de tr�s, mantivemos a porta traseira aberta de modo que ela ficasse mais exposta. O homem aproximou-se mais, ela estava excitad�ssima, ele parou, com o pinto na dire��o do rosto dela e ela, timidamente, pegou naquela coisa enorme e dura; aos poucos foi movimentado suas m�os naquele pau, masturbando o homem, depois, olhou para mim e disse, ?amor, posso chupar??, eu consenti. Ela chupou deliciosamente aquele pinto que mal cabia em sua boca e eu, atr�s dela, me masturbava como um louco. Aquilo tudo era t�o excitante que tinha vontade de gozar antes mesmo de chegarmos à metade da brincadeira. N�o demorou para que ela me pedisse para me afastar porque queria ser penetrada pelo homem... Me afastei, ela se deitou no banco traseiro do carro, abriu as pernas e ofereceu-se ao cara que, cheio de tes�o, foi metendo lentamente aquele pinto enorme na boceta dela. Ela estava adorando. Aos poucos ele foi intensificando os movimentos e seu entrava e sa�a lentamente enquanto Joana se remexia de tes�o e gemia como eu nunca havia visto. O sujeito, afinal, comeu a minha esposa diante de mim! Depois ela se virou, ficou ?de quatro? e come�ou a chupar o eu pinto enquanto ele a comia. Eu j� n�o aguentava mais e gozei na boca dela. Despejei tanto l�quido dela que chegou a escorrer pelo queixo, eu adorava quando isso acontecia. Ela me beijou como sempre fazia nestas ocasi�es e o homem seguia metendo seu pau na bocetinha dela, agora mais r�pido e com mais for�a. Logo foi a vez dele gozar, despejou seu l�quido na bunda e nas pernas dela... Joana levou seu segundo ?banho de esperma? naquela noite e eu j� come�ava a me excitar novamente com aquilo tudo. rnMinutos depois o homem partiu e ficamos ambos abra�ados no interior do carro. Ao toc�-la eu podia sentir o l�quido que lhe escorria pelas pernas... Meu pau tornou a endurecer e eu a comi ali mesmo, sem demora, gozando em sua boceta. Ela me dizia que jamais, em toda a sua vida, tinha tido tanto prazer. Sorria como uma boba, me beijava, dizia que me amava, que eu era tudo para ela. Passamos o resto da noite ali naquele banco traseiro de carro, juntos.rnNunca mais voltamos ao mesmo drive-in e tampouco repetimos a experi�ncia mas at� hoje, em nossas transas, relembramos com prazer este epis�dio. Eis nossa aventura.

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