Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

ACONTECIMENTO TOTALMENTE INESPERADO

Acontecimento totalmente inesperadornrnSempre gostei de contos er�ticos, desde os velhos tempos da revista Ele&Ela. Animam e apimentam minha rela��o. Sou um homem normal, coroa, branco, nada de gal�, mas tamb�m muito longe de ser desprez�vel. Tenho um pouco de charme, mas isso nunca me levou a grandes aventuras. Por isso, sempre matutei se tudo que lemos aqui ser� mesmo ver�dico, pois comigo, nunca tinha acontecido nada de t�o surpreendente como o que vou narrar. Moro na capital catarinense, tenho um relacionamento s�rio, mas n�o sou absolutamente fiel. Os nomes s�o fict�cios. Um belo dia, minha faxineira me deixa na m�o. Moro sozinho (eu e meu relacionamento, cada um na sua casa) e dependo demais desse servi�o. Mas precisava de algu�m de muita confian�a, pois n�o posso estar sempre em casa. Consultei minha lavadeira pra ver se ela conhecia algu�m. Ela ent�o me falou que tinha uma tia, casada, cujo marido aprontou no emprego e estavam em situa��o complicada e precisava qualquer trabalho e remunera��o. Minha lavadeira fez os contatos e ela me ligou. Eu estava feliz por ter arrumado e certamente seria uma senhora que me serviria. Combinado que eu iria busca-la em casa na primeira vez e depois ela iria por conta pr�pria j� que moramos relativamente perto. Dia combinado l� estava eu na frente da casa chamando ?dona Rosilda?. De longe me aparece a filha. Caramba, quase tive um tro�o. Uma garota espetacular. De cara fiquei pasmo com a beleza da menina. Chegou perto de mim, perguntei pela m�e e ela come�ou a rir meio sem gra�a e dizendo, a Rosilda sou eu. Gelei. N�o pode ser. Como uma menina assim podia ser tia da minha lavadeira que j� � uma senhora de certa idade. Meio sem gra�a, me apresentei: ?sou o Tony. Vim te pegar pra faxina?. Ela falou: ?certo, vou pegar minhas coisas e j� volto rapidinho?. Entrou em casa e voltou com uma pequena sacola e a bolsa. Entramos no carro e rumamos pra minha casa. Claro que perguntei como t�o nova podia ser tia. Ela me disse que � um tempor�o. E fomos nos apresentando. Ela falava muito bem, como se tivesse instru��o. Ao notar isso comentei e ela respondeu. Bem, eu estudei at� o segundo ano da faculdade de letras, mas acabei decidindo me casar e meu marido exigiu que ficasse em casa e tive de abandonar estudo e um emprego de secret�ria numa construtora. Nisso demonstrou uma profunda tristeza. Disse que se quisesse poderia desabafar, pois parecia que precisava. Um pouco chorosa comentou que o marido se meteu com drogas e perdeu um excelente emprego que os sustentava e tinha uma vida at� boa. E agora enquanto procurava emprego que estava dif�cil, faria qualquer coisa j� que o marido estava s� fazendo bico quando conseguia. Chegamos em casa, mostrei tudo e expliquei como eram as coisas e deixei-a no seu trabalho dizendo que qualquer coisa que precisasse me procurasse e fui cuidar das minhas coisas pra n�o pensar em besteira porque eu j� estava ficando alucinado pela menina de 26 anos, que mais parecia ter s� uns 20. Uma ninfeta espetacular. Tive de me esfor�ar e me afastar pra n�o pensar em cometer nenhuma besteira. �s 19 horas, como sempre fiz com antiga, perguntei se ela queria comer alguma coisa (estava na faxina desde as sete da manh�) e disse que poderia fazer uma vitamina. Ela disse que tudo bem. Como sempre, preparei, dispus na mesa e a chamei. Tratei-a muito bem como sempre fiz. Ela admirou-se e comentou: ?casada a 4 anos, desde o come�o nunca fui bem tratada muito pelo meu marido?. N�o fiquei muito com ela, pois queria evitar qualquer coisa. Ela tinha se trocado e colocado um shortinho curto, uma camiseta que amarrou na cintura. Era mesmo um peda�o de mau caminho. Pele bronzeada, cabelos loiros natural passando um pouco dos ombros, um corpo espetacular, cinturinha fina, toda certinha e com uma bundinha pra l� de gostosa. Ao meio dia fui comprar almo�o e igual à sempre, coloquei a mesa pra comermos juntos. Ela achou isso muito legal e comentou novamente, gostando muito de ser t�o bem tratada. Terminando de comer, estava triste e chorava um pouco, e me agradecia o tempo todo por tudo. Disse que tudo bem que sempre fui assim e ca� fora, pois j� estava a ponto de fazer uma besteira. L� pelas 4 da tarde me chamou que estava tudo pronto, paguei-a, ofereci carona, mas ela recusou e queria ir a p�. Voltaria em 19 dias. E quando voltou, abri a porta e ela estava aos prantos. Confus�o em casa com o marido. Dei-lhe um copo d?�gua e disse pra descansar e se recuperar e se n�o quisesse ficar tudo bem. Ela respondeu que queria mais era ficar pra n�o voltar t�o cedo pra casa. E come�ou a faxina. Depois do almo�o ela me abra�ou agradecida e sem nenhuma m� inten��o. Eu que desta vez n�o resisti e agarrado-a n�o pude evitar uma ere��o. Ela notou e afastou-se bruscamente n�o gostou. Me desculpei elogiando-a e falando que ela era um mulher espetacular e n�o haveria homem nenhum na face da terra que iria resisti-la. Com cara emburrada disse que iria continuar o trabalho dela. Fiquei desanimado, pois como todo homem vagabundo, apesar do respeito, n�o posso negar uma esperan�a de conseguir come-la um dia. Me desculpei novamente e disse que n�o aconteceria mais e que ela n�o estranhasse, mas pra n�o correr mais risco, ficaria o m�nimo tempo poss�vel com ela. Sa� de casa e ela, terminado o trabalho se foi. Deixei o dinheiro e s� voltei depois. 19 dias depois, ei-la novamente. Determinei alguma coisa e falei que estava de sa�da e traria o almo�o dela e j� tinha deixado o lanche dela pronto. Quando estava saindo ela me chamou e me abra�ou dizendo que se eu quisesse n�o precisa sair e estava tudo bem. N�o deu outra, excitei e endureceu e desta vez ela n�o saiu. Estranhei mas acariciei as costas e ela foi se aconchegando mais. Sentiu a dureza do meu pau, a essa altura, j� pulsando batendo naquelas coxas maravilhosas. Senti, � agora. Afaguei seus cabelos e comecei a beija-la na testa, rosto, at� escorregar pra boca e ali, perto da porta, nos beijamos louca e longamente. Me arrepiei todinho. Ela � muito gostosa, uma ninfeta�a espetacular e j� come�amos a sarrar. Ela estava muito cheirosa. Veio j� pronta e n�o deu outra, agarrei-a num beijo e passar de m�os e a carreguei pro meu quarto ainda n�o arrumado. De p� fui tirando lentamente sua roupa e aquele corp�o aparecendo e me deixando louco. Peitos m�dios durinhos e pontudos, corpinho bem cinturado, uma bunda deliciosa e s� de olhar o dedo dela de alian�a, mais louco eu ficava. Primeiro tratei-a com muito carinho ela peladinha, beijei-a ainda em p� todinha, lambendo seu corpo de cima a baixo. Ela arrepiava e vibrava gemendo. Mandei-a me despir de vagar e assim ela o fez. Quando tirou minha cueca meu pau saltou duro que nem pedra (tenho um pau normal, nada de bem dotado, acho que em torno de 19 a 19 cm) ela segurou forte com as m�os, acariciando e levei a cabe�a dela pra perto e mandei: ?chupa?. Ela n�o titubeou e caiu de boca no meu caralho duro mamando sedenta. Estava alucinado. ?Agora voc� vai ser minha putinha. Voc� quer ser minha vagabunda?? Ela: ?vou ser o que voc� quiser?. Ent�o joguei-a pelada na cama, apreciando aquela maravilha e cai de boca, na boca, naqueles peitinhos deliciosos onde percebi que ela sentia muito tes�o. Mamei a vontade e ela gemia. Desci a boca pela barriga, enfiando a l�ngua no umbigo, lambi de lado a lado e fui me aproximando daquela bucetinha cheirosa ? cheirava a perfume de rec�m lavada misturado com o cheiro do sexo que j� exalava. Ela estava doidinha, mas mantive minha boca longe da rachinha, lambendo, beijando e sugando a virilha, as laterais dos grandes l�bios, quase chegando l�, mas evitando. Estava deixando t�o louca que ela gritava dizendo e pedindo: ?me abocanha, n�o t� guentando de tes�o?. Demorei o quando resisti, beijei e lambi coxas, pernas e pezinhos e ela se contorcendo, adorando at� que cai de boca naquela buceta cheirosa, mamando o grelo e escorrendo com a l�ngua pela racha e voltando pro grelo. Chupei como uma crian�a enlouquecida fazendo-a gemer e gritar. Chupei pra valer aquele bucetinha sentindo ela estremecendo at� que come�ou a gozar na minha boca, escorrendo aquele mel delicioso, pegajoso meio doce, meio salgado de sabor maravilhoso. Enquanto gozava, urrava loucamente at� que quase desmaiou. Deitei ao seu lado e esperei que descansasse. Logo ela come�ou a me acariciar o pau com suas m�ozinha adorando. Correspondi com meus dedos na bucetinha. At� que ela me pediu louca de tes�o: ?me come, me fode, quero ser tua agora. N�o aguento mais aquele homem que me trata t�o mal, quero fazer dele um corno agora. Mete meu patr�ozinho gostoso mete na minha bucetinha?. Dei mais uma deliciosa chupada naquela buceta alucinando mais e dizendo ?vou te comer minha vagabundinha, vamos trair esse bosta do teu marido corno?. Pincelei meu caralho muito duro na racha, escorregando com ele desde o grelo at� o cuzinho pra cima e pra baixo e ela implorando: ?me fode patr�ozinho mete na tua vagabunda?. Comecei a penetra-la enterrando aos pouco, tomando posse daquele buraco e chamando-a de tudo, vagabunda, puta que corneia o marid�o e ela gostando e pedindo mais. Enquanto metia chupava os peitinhos e ela alucinava mais ainda. ?isso meu homem, me fode, come tua puta?. Mandei que ela me chamasse de seu amante e ela gemia gritando meu nome dizendo ?me fode S. Tony, meu amante, come tua puta, quero me entregar todinha pra voc�?. Enterrei fundo meu caralho e bombava ora com for�a ora mais suave deixando-a louca. ?Aquele corno nunca me comeu assim gostoso. Vai me fode toda quero ser sua puta?. Respondi, ?voc� j� � minha puta, sua vadia, vagabunda corneando o marid�o com o patr�o. Rebola vadia?. Estava comendo-a no papai-mam�e. Deitei de pau pra cima e mandei ela me cavalgar. Ela sentou na minha vara empinada e caiu com tudo, engolindo meu pau com sua buceta e rebolava alucinada verdadeiramente me comendo. ?Agora minha cadela fica de 4, vou te comer como cadelinha puta?. Ela ficou assim arrebitando a bunda e pediu, ?me pega, monta na tua cadelinha?. Montei e mandei ver, bombando caralho na buceta e batendo com minha p�lvis na bunda linda dela. Dava tapas nas n�degas e ela gostava mais ainda. Mandei ela me chupar o caralho com gosto de mistura da buceta dela e do meu tes�o. Ela caiu de boca mamando como uma terneira faminta. Enfiei meu pau at� o fundo na garganta engasgando-se. Depois deitei-a de lado e mandei ver agarrado nos peitinhos durinhos. Ela j� tinha gozado mais uma vez e de repente estremeceu novamente gozou a terceira vez, arriando um pouco. Perguntei como gozava tanto antes de mim que n�o sou de guentar muito. Ela disse que estava num atrazo de mais de um m�s. De ladinho com ela, meu pau no meio das coxas, fui mexendo com as m�os, j� maliciosamente ajeitando na inten��o de pegar o cuzinho dela. Enquanto s� alisava a cabe�orra no anelzinho tava tudo bem, mas quando tentei penetrar na bunda, ela recuou e disse a� n�o. Nunca fiz e sei que d�i. E j� foi amea�ando sair da cama. Segurei-a forte pelo bra�o. ?Calma putinha. Voc� � minha vagabunda pra me servir e n�o vou fazer nada pra te machucar. S� estava esfregando meu pau na portinha do teu cuzinho pra ver tua rea��o. Agora que j� sei do teu c� virgem, vai ser de outra forma?. E chamei-a prum banho. Nos lavamos e pedi pra ela me deixar lavar bem o cuzinho dela. Meu pau estava uma estaca. Milagrosamente eu ainda n�o havia gozado. At� sou de guentar um pouco mas n�o tanto assim. Ela permitiu e enquanto eu lavava, dizia ?al�m de minha faxineira voc� agora � minha escrava do sexo e vai me servir do jeito que eu quiser, mas jamais vou machuc�-la, portanto, fique calma e s� pense em me servir?. ?Combinado, disse ela?. Lavei bem o cuzinho dela por fora com bastante sabonete e com o mindinho, fui come�ando a limpar por dentro, bem de vagar. Aos poucos ela foi gostando. Troquei de dedo por um mais grosso ela gostando. E assim fui explicando como seria. Bem lavadinha nos secamos e voltamos pra cama. Peguei um �leo e comecei a brincar com o cuzinho dela e ela gostando e dizendo que sentia tes�o. Ficamos nisso um bom tempo, quando ela se deu conta, j� tinha 2 dedos no rabinho. ?J� t� sentindo tes�o no cuzinho putinha?? Ela: ?sim, t� gostoso, mais ainda tenho medo?. Continuei mais e mais ela se divertindo, rindo e gemendo, gostando. Metia ora um dedo, ora 2 at� que cheguei a tr�s. De vagar seu cuzinho foi se acostumando e ficando larguinho na entradinha. Meu pau bem untado com o �leo e o cuzinho dela tamb�m, fui trocando os dedos pelo cacete e brincando na entradinha alargadinha, enterrando aos poucos. A essa altura, estava a ponto de explodir, com certeza, n�o conseguiria conter o gozo at� meter tudo na bunda dela. Perguntei se tomava p�lula ela disse que sim. Ent�o falei: ?n�o to guentando, vou gozar na tua buceta, na buceta do teu marido, gozar no buraco que era do esposinho corno e agora era meu, do teu amante?. Ela ?disse goza seu vagabundo, goza na buceta da tua amante, me come to louca de tes�o?. Meti o caralho na buceta e 2 dedos no c� e mandei ver. N�o demorou muito eu estava gozando na vadia gostosinha da minha ninfeta e fiquei bombando mais um pouco at� amolecer todo, com os dedos no cuzinho e consegui faze-la gozar novamente. Arriamos os dois e ficamos agarradinhos descansando. Logo em seguida mandei ela limpar meu pau de boca. Ela aprovou e se deliciou mamando meu pau a meio pau. J� era quase meio dia. Fechei as cortinas da casa e mandei ela fazer a faxina pelada e eu junto ajudando pra ela dar conta. Claro que n�o deixei-a fazer tudo dessa vez e nem almo�amos, apenas um lanche. No meio da tarde, mais um bom banho e no banho olhei nos olhos dela e falei: ?vadia agora vamos descaba�ar esse c�.? Ela: ?vamos meu patr�ozinho, tenho que te obedecer?. Voltamos pra cama, untei-a todinha com �leo. Aquele corpa�o de ninfeta casadinha gostosa todo brilhando me deixou maluco e de pau muito duro. Comecei a massagem no cuzinho com os dedos, at� chegar a hora de trocar e enca�apei a cabe�orra na bundinha dela e de vagar, fui metendo, alargando aquele anel, sempre com muito carinho, parando quando ela pedia, at� que finalmente, de ladinho meu caralho estava todo entalado dentro da bunda daquela maravilha. Foi uma foda anal espetacular. Comi o c� da princesa de quatro, de frango assado (essa posi��o � um espet�culo, da pra ver a buceta se arreganhando nas bombadas e ver todo meu pau sendo engolido pelo rabo da puta), me cavalgou com o cacete atolado na bunda. Nessa putaria toda, ela gozou duas vezes. At� que exaustos, gozei comendo o cuzinho da minha putinha. Um bom banho e levei-a at� perto da sua casa. Perguntei se do�a na bunda. Ela disse que apenas um desconforto, mas tava muito bom se sentia realizada e um gostoso e sonoro ?quero mais?. A comi assim de faxineira servindo o patr�ozinho por mais seis meses. Depois arrumei um bom emprego pra ela mas ainda nos encontramos de vez enquando. Ela continua casadinha, fam�lia simples, prefere manter as apar�ncias, mas n�o quer me largar, pois a trato muito [email protected]

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



garotinha conto eroticocantos eróticos estrupada na frente da família econto erotico: a gaucha e o porteirocontos eróticos meninas de 25 anos transando com cachorro Calcinha Preta com lacinho vermelhocontos erotico comeram minha bunda na festacontos eróticos de violênciapapai me comeu enquanto mano fodia mamae contos picanteswww.xconto.com/encestocontos senti aquela boca quete n minha bunda era meu padrastodei o cu na mataGordão estrupou meu cuzinho adorei conto eroticoconto minha madrinha feis eu dar a buceta virgem pro padrinho/conto_265_meu-tio-foi-o-meu-1xaa-homem.htmlContos eroticos fudendo e chupando cona virgemcomi minha criada boazudacontos erótico com viuvascontos heroticos meu genro sádico arrombouFODA GRAVE arrombando ninfetinha/conto_9016_perdi-minha-virgindade-com-dupla-penetracao.htmlconto erotico mamãe sentando no meu colo no carro lotadoContos de Capachos e submissos de garotascontos eroticos minha esposa nao.resistiu e meu patrao passou a rolaFui Comida pelos colegas do colegios contosesposa casada arrobada por badido dotado contocontos eroticos sequestroporno éla dis méche que eu vou gozarcontos eroticos depessoas normais reaiscontos eroticos amigos da filha me comem.diretocontos eroticos sograO porteiro amigo do meu pai me fodeu contoeroticover contos eroticos de empresários comendo o cu de.funcionárioscontos bolinadas no parquecontos eroticos fui estrypada na fazenda fotos derabudas na academia roupa brancapaugrossocontoseroticoshistórias eróticas com tiacontos eróticos esposa trai maridoConto erotico forçou uma abobrinhaestou sendo chantageada mas não posso contar meu marido quantos eróticosconto erotico virei cadela barcontos eróticos tatuadoconto erotico soquei um pau de borracha na minha esposa sem ela percebercontoerotico.com/mudinhacontos minha esposa eu e mais 2 travestismeu amigo pediu pra eu comer sua namoradacontos eróticos peguei ela se masturbandocontos eróticos meu amigo casado bi me comeuconto erotico perdendo a virgidade com o porteiropau grande enfiadi. todo nicucontos eroticos bisexuais e incestominha esposa mostra a buceta para meu padeiroscontos eróticos minha buceta pegando fogo i.piscandocontos eróticos amamentaçãocontos casada nao resistiua buceta de Qierçiao assaltante e a vitima contos eroticosnoite com a cunhada casada contos/conto_15097_dando-pro-diretor-do-colegio.htmlcontos minha esposa que fude com outro conto sou. chupeteiracontos erticos travesti quando tomei hormonioTennis zelenogradcontos d cachorros mamandoso punhetinha contoscontos eroticos sou puto do meu padastrorelatos de meu tio rui come a minha esposacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casanovinha pede arrego da piroca do cunhado contos eróticoscontos mia gostosa mulhe teve sua buceta aregasada pro seus amates muitos roludosvesti as roupas da minha mulher por curiosidade fui flagrado pelo vizinho e virei sua putinha gayconto erotico minha esposa deixa calcinha aparecer na festa do sitio meu marido me deu um cachorro contoscontos eroticos minha pequena filhinhacontos tudo enfiado no cucontos eroticos eu minha esposa e Lu nossa melhor amiga/conto_5988_gozando-gostoso-com-meu-irmao-de-santo.htmlconto - bundinha durinha , cuzinhoapertadocontos eróticos meninas de 25 anos transando com cachorro sempre com ácidos vermelhomeu primo comeu meu cue gozoucontos eroticos, meu filho e os ormonios a flor da pele.conto+levei na bunda e gozeiContos eroticos d incesto vo e ne a menina