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PRIMEIRA EXPERI�NCIA GAY NO CINEMA CINE REP�BLICA

Este conto � real, inclusive os lugares, vc pode ir pra conferir. Sempre tive vontade de ter uma experi�ncia homossexual, mas nunca tinha tido oportunidade e nem coragem na vida adulta (j� havia feito troca-troca quando era pequeno, veja meus outros contos).rn Por�m h� cerca de um m�s tive que ir a S�o Paulo por conta de compromissos profissionais e decidi ir a um sex shop para comprar um consolo para enfiar no meu cuzinho, pra aplacar um pouco essa vontade. Pesquisei na internet e encontrei um sex shop chamado Darme na regi�o do metr� Rep�blica que tinha exatamente o que eu queria, que era um consolo mais fino que os normais, pra o meu c� ir se acostumando e n�o ficar muito machucado. rnCheguei ao sex shop e comprei o consolo e um pacote de camisinhas pra usar nele, pois facilita a penetra��o. Saindo de l� vi que logo ao lado havia um cinema porn�, chamado Cine Rep�blica. Lembrei que tinha lido sobre esses cinemas e que tinha muitos caras que iam at� l� para bater punheta e eventualmente pegar outros caras. Tomei coragem e resolvi entrar. Paguei a entrada (custa R$12,00) e entrei, o cara da portaria me disse ?Sala hetero em baixo e sala gay em cima?. Tentando controlar meus impulsos eu entrei na sala h�tero, l� tinha pouca gente a maioria batendo punheta discretamente e um filme porn� h�tero passando no tel�o. Sa� de l� em menos de cinco minutos e subi a escada para a sala gay. rnCheguei na sala gay e sentei numa das fileiras do meio at� os meus olhos se acostumarem com a escurid�o, um filme de dois caras se comendo passava no tel�o, mas o que mais chamava aten��o n�o era o filme e sim os caras que estavam l� assistindo. Vi que a coisa era mais quente nas fileiras da parte do fundo e fui para l�. Logo nas primeiras fileiras do setor do fundo j� vi que os caras sentavam perto uns dos outros e batiam punheta ou chupavam os paus uns dos outros. Vi dois caras fazendo sexo anal forte num canto bem exposto na primeira fileira do setor do fundo, outro cara sem roupa se exibindo para o parceiro enquanto este se masturbava, muitos caras sentados nas cadeiras chupando os outros, e poucos se masturbando sozinhos. Meu pau estava quase rasgando a cal�a, mas eu estava ainda resistindo em coloca-lo para fora, e fiquei vendo isso tudo e massageando meu pau por cima da cal�a. At� que olhei pro lado e vi um senhor negro, de uns 45 anos em p� no corredor ao meu lado com o pau pra fora se masturbando. Parecia ser um pau m�dio. Senti uma vontade louca de ter algum contato sexual, e cheguei ao lado dele e disse ?Vamos sentar aqui comigo?" Ele respondeu que precisava ir ao banheiro e saiu em dire��o a este. rnEnt�o vi sentar um rapaz moreno e bem magro sozinho em uma fileira e fui conversar com ele ?Posso sentar aqui do seu lado?? Ele respondeu que sim. Perguntei do que ele gostava e ele me disse que era passivo. Ele disse que se chamava J�lio. Perguntei ent�o se ele gostaria de pegar no meu pau e ele disse que sim. Tirei meu pau pra fora (tem 17cm) e ele come�ou a punhetar gostoso pra mim. Ap�s alguns segundos falei pra ele ?Pode chupar se vc quiser...?. Ele caiu de boca no meu pau, chupou como se quisesse fazer derreter. Enfiava ele na boca inteiro, at� na garganta e ficava for�ando a cabe�a na garganta. rnN�o aguentei e disse ?Deixa eu comer seu cuzinho?? Ele perguntou ?Aqui?? e eu disse que sim. Ele falou ?S� se for ali.? Apontando para o canto na primeira fileira do setor do fundo, onde eu tinha visto dois caras fazendo sexo anal quando eu cheguei. Eu disse ?Pode ser ent�o, deixa eu achar uma camisinha aqui.? E peguei uma das camisinhas que eu tinha comprado no sex shop e fomos para o tal canto. L� ele se ajoelhou, abaixou minha cal�a at� os meus calcanhares e voltou a me chupar. Foi uma sensa��o estranha e muito excitante, n�o s� por ser meu primeiro contato homossexual na vida adulta, mas por ser algo exibicionista tb, afinal ali em p� com ele me chupando todos estavam vendo, e os que n�o estavam entretidos com um parceiro paravam pra assistir. rnTirei o pau da boca dele e coloquei a camisinha. Ele cuspiu na m�o e passou no cu e virou de costas pra mim, pegou meu pau e foi guiando at� o seu cuzinho, eu fui enfiando sem saber muito bem o que estava fazendo, por causa do escuro, at� que ficamos colados um no outro. Perguntei pra ele ?Entrou?? e ele disse que sim. Ent�o comecei a bombar loucamente meu pau naquele cuzinho, que pareceia j� ser bem arrombado, pois minha pica entrava e sa�a sem dificuldade. Metia nele por traz e batia punheta no pau dele na frente, que era um pauzinho bem pequeno e fino, devia ter uns 10cm duro. Eu metia como louco, nunca tinha feito sexo anal, nem com mulher. Ele gemia e falava ?Ai que del�cia! Mete gostoso no meu rabinho vai...?. Alguns caras paravam ao redor da gente pra assistir se masturbando, e eu me sentindo muito macho, metendo forte e sem d� naquele cu. At� que n�o aguentei mais e intensifiquei as bombadas at� gozar. rnDepois de gozar tirei a camisinha e ele virou de frente pra mim e ficou acariciando meu peito. Falei pra ele ?Agora que eu j� gozei quero satisfazer vc, posso chupar seu pau?? e ele respondeu ?Deve!?. Agaixei lentamente e dei de cara com aquele pauzinho na minha cara. A �nica vez que eu tinha chupado um pau na vida eu devia ter uns 9 anos (veja meus outros contos) e foi por poucos minutos. Abri a boca e abocanhei o pipizinho dele, cabia inteiro na minha boca por ser pequeno. Chupei meio timidamente no come�o, at� me acostumar com o gosto, mas depois fui me soltando mais. Falei pra ele ?quando vc for gozar me avisa t�? pois estava ainda avaliando se deixaria ele gozar na minha boca, a princ�pio eu pensava que n�o, mas com o pau dele ali na minha boca o tes�o estava falando mais alto. Ele puxava a pele do pau pra traz pra deixar a cabe�a exposta e enfiava o pau na minha boca fazendo movimentos de vai e vem, fodendo mesmo a minha boca. At� que ele n�o aguentou e tirou o pau da minha boca, virou de lado e gozou. Ainda bem que ele tirou o pau, pq se ele tivesse s� falado que ia gozar eu tinha continuado chupando e deixado ele gozar na minha boca, mas acho que ia ser estranho. rnQuando terminamos o senhor negro que eu tinha visto antes estava olhando pra gente e se masturbando novamente. Sentei e o Julio sentou ao meu lado e come�ou a lamber meus mamilos. Depois de alguns minutos meu pau j� estava duro denovo e ele voltou a chupar. Eu gemia alto com o boquete dele, que era muito bom. Falei que eu queria come-lo denovo e ent�o voltamos para mesmo canto. Coloquei outra camisinha e comecei a mandar bala no rabo dele denovo. Eu metia com for�a, com raiva, at� o talo, pra machucar mesmo, e ele adorava, e rebolava na minha pica e gemia e falava ?ai que del�cia! Mete mais vai, mete tudo!?. Eu nunca tinha metido com tanto vigor assim numa mulher, acho que porque geralmente mulher � mais delicada, envolve carinho e tal, e ali era s� sexo, eu estava que nem um animal querendo se satisfazer, nada mais que isso, e ele estava adorando. E o senhor negro ali perto de n�s olhando e se masturbando. Tirei um pouco o pau do rabo dele e me punhetei por alguns intantes, senti que ia gozar. Falei ?Vira denovo que eu quero gozar dentro de vc.? Ele virou e eu meti de uma vez e com for�a, ele gritou ?Aaaaaahhhhhhh...? e eu fiquei enfiando e tirando o pau daquele c�. Quando senti que ia gozar mesmo enfiei e bombei forte at� gozar. Foi uma das melhores gozadas da minha vida. rnQuando tirei o pau do rabo dele o senhor negro veio falar ?Tem rola pra mim tb?? Ent�o eu disse ?Acabei de gozar, e to indo embora j�, fica pra pr�xima?. Ele ent�o olhou pro meu pau e falou ?Nossa, � grande heim!? e pegou nele de leve. Nessa hora meu pau j� ficou duro denovo, s� com a pegada que ele deu, mas eu precisava ir embora pois j� estava no meu hor�rio. Sa� de l� para o metr� muuuuuuito suado, nem tinha me tocado de que ficar bombando com o pau no cu de algu�m era um puta esfor�o f�sico e que ia suar tanto. N�o tive coragem de ser passivo dessa vez, como nunca dei o cu fico com medo de doer, ou de a camisinha estourar, enfim, de algo n�o dar certo. Depois fiquei com medo de pegar alguma doen�a e tal, mas acho que com camisinha o risco � pequeno, o que � mais perigoso mesmo s�o os boquetes, que a gente faz e recebe sem camisinha, mas � dif�cil resistir. Quando voltar a S�o Paulo quero ir novamente l�, quem sabe crio coragem pra dar o meu cuzinho dessa vez n�. Se vc tem vontade de ter uma experi�ncia com homens, seja de bater ou receber uma punheta, boquete, ou mesmo foda, o Cine Rep�blica � o lugar, l� as coisas acontecem sem a menor dificuldade! Se quiser que eu responda a alguma d�vida, interagir comigo ou marcar algo pra quando eu estiver em S�o Paulo me mande um email ( [email protected] ). At� o pr�ximo conto!

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