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MINHA M�E ME ENSINOU A TRANSAR II - COMENDO O C�

Ap�s ter sa�do do banho, minha m�e nem olhou para mim e foi logo dormir, eu tamb�m n�o procurei ela por estar receoso e com vergonha daquele acontecimento. Ent�o fui dormir, na verdade naquela noite n�o consegui dormir, aquele epis�dio que havia acontecido h� algumas horas atr�s n�o saia da minha cabe�a, eu sentia um mistura de culpa e prazer, mas como � de nossa natureza humana, o prazer gritava mais alto e eu n�o via a hora de foder minha m�e novamente. Na manh� seguinte eu havia acordado e ela j� tinha ido trabalhar, n�o tive a chance de vela, na hora do almo�o ela tamb�m n�o apareceu, cheguei a ficar preocupado, achei que ela tinha me abandonado, mas felizmente quando deu 19:00, ela chegou em casa e com um sorriso para mim e disse:

- Filho desculpe eu ter sa�do t�o cedo e n�o ter vindo almo�ar, eu tive que adiantar algumas coisas no trabalho.

Eu olhei para ela e disse:

- Mas hoje � domingo m�e ningu�m trabalha dia de domingo.

Ela ainda sorrindo disse:

-Sim, eu sei filho, mas trabalhei para ocupar minha cabe�a e refletir sobre alguns acontecimentos e aproveitei para adiantar meu trabalho.

-M�e eu n�o ia tocar no assunto, mas j� que a senhora se referiu a alguns acontecimentos, tudo que posso pensar e no acontecimento de nossa transa, que por sinal foi muito gostoso.

-� eu sei filho, eu refleti e decidi comigo mesma que isso n�o seria um relacionamento saud�vel para n�s dois, ent�o n�o quero fazer mais.

Quando ela disse isso me deu uma tristeza t�o grande que n�o me contive e comecei a ficar com os olhos cheios de l�grimas e logo comecei a chorar. No fundo eu fazia essa de triste porque sabia que ia funcionar, parece que de alguma maneira isso dava na minha m�e uma mistura de pena com tes�o, e disse:

-Eu sabia m�e, mas a verdade � que agora eu n�o consigo mais parar de pensar em sexo com a senhora, eu entendo que isso � errado e para mim � muito constrangedor dizer isso para a senhora, mas n�o consigo, n�o penso em pudor, nem em arrependimento nem nada s� no prazer que a senhora me deu e na sua bunda e no sexo anal e naquele boquete...

-Para! N�o diga isso filho.

Nesse momento me calei e me sentei no sof� com a cabe�a baixa.

-Filho eu sei que foi muito bom e tudo mas n�o podemos continuar com isso.

-Podemos sim m�e, deixa eu te comer agora.

Quando eu disse isso, ela viu que aquilo que fizemos era um caminho sem volta e tamb�m percebeu o quanto eu n�o ligava para o que ela falava, e que eu n�o a via mais como m�e e sim como uma amante, uma mulher, uma namorada ou at� mesmo uma prostituta.

-Filho n�o faz isso comigo. A gente n�o pode fazer isso.

Enquanto ela falava isso, eu tirei meu PAU para fora e disse:

-CAI DE BOCA NESSA ROLA VAGABUNDA.

Ela me olhou com uma cara de �dio, mas logo cedeu e falou.

-Ta bom, se � isso que voc� quer agora voc� vai ter. Agora Voc� vai aguentar as consequ�ncias.

Logo depois que ela disse isso, ela caiu de boca no meu CACETE, primeiro ela abaixou minha cal�a jeans junto com a cueca at� o joelho e n�o tirou minha camisa.Ela come�ou a cuspir no meu PAU e a encostar a glande do meu CACETE bem na garganta dela, ela engoliu meu pau inteiro e at� colocou minhas bolas na BOCA. Vendo aquela cena eu n�o aguentei e gozei um pouco, ela engoliu tudo. Minha porra misturado com a saliva dela, escorregava pelos seios delas que estavam descobertos, quando ela percebeu isso, tirou a blusa dela ficando apenas com o seu suti� branco, ela chupava com tanta vontade que eu estava segurando para n�o gozar tudo na boca dela.

-Assim ta bom Filho?? Ser� que voc� aguenta mais umas chupadas?? Agora n�o vou ter d� vou aproveitar muito esse CACETE.

-Chupa essa ROLA m�e, chupa e cala boca, daqui a pouco quero meter nessa BUCETA.

Depois que eu disse isso, sem pudor algum, deixando meu prazer tomar conta de toda minha racionalidade, ela olhou para mim e disse:

-Voc� vai ter uma surpresa filho, vou te dar uma coisa melhor que minha BUCETA, voc� vai gostar muito.

-� mesmo m�e??

-Sim filho mais � surpresa.

Depois que disse isso, minha m�e voltou a chupar meu PAU novamente. Ela chupava com tanta vontade que me deixava louco, eu estava segurando ao m�ximo para n�o gozar.

-Deixa eu comer essa BUCETA agora m�e?? N�o vou aguentar mais. Se voc� continuar chupando vou gozar.

-N����oo Goza n�o cachorro, quero pica, quero que voc� me mete sua PICA.

Depois que ela disse isso, ela tirou meu PAU da boca dela e deu uma cuspida violenta cheio de saliva no meu pau e logo me pediu:

-Senta no sof� cachorro.

-T� m�e. O que voc� vai me dar?? Sua Buceta?? Quero muito comer essa BUCETA.

Ela n�o disse nada. Apenas ficou de costa para mim arrebitando aquele C� GIGANTE na minha frente e depois disse:

-Tir� minha cal�a filho.

-NOSSA QUE BUT�O GRANDE, ESSE C� TÁ ENORME M�E.

Depois que eu disse isso logo tirei a cal�a dela e ela ficou apenas de calcinha e em seguida me pediu:

-Posso sentar nesse PAU filho??

-Fica a vontade m�e.

Ela ent�o sentou e come�ou a mexer de calcinha no meu PAU.

-Nossa que tes�o m�e. Que CUZ�O maravilhoso.

-Que bom que voc� gosta dele filho, vou ficar de RABO para cima para voc�.

Ela ent�o ficou com o RABO para cima encurvada apioada no sof�, eu ent�o perguntei para ela:

-Posso comer a BUCETA agora m�e??

-Pode filho, mas queria te pedir uma coisa.

-Sim qualquer coisa m�e.

-A surpresa que eu queria te dar era meu C�. Eu sei que voc� j� meteu nele, mas meu sonho � dar s� o C�. Meu C� � muito apertadinho, quero alargar ele, al�m disso adoro PICA no meu C�. Voc� faz esse favor para a mam�e filhinho?? Voc� come o CUZINHO da mam�e??

-Porra! Claro m�e, que surpresa maravilhosa essa, eu adorei comer seu C�, ele � apertadinho mesmo, vou te ajudar a abrir ele mais. M�e desculpa falar mas a senhora num tem um CUZINHO n�o e sim um CUZ�O, esse RABO da senhora � grande demais. Esse BUT�O gigante me d� um tes�o. Eu queria comer a BUCETA tamb�m mas vou ficar feliz de meter nesse C�. Posso tirar sua calcinha m�e??

-Fica a vontade filho, vou ficar te devendo a BUCETA, pode tirar minha calcinha sim.

Depois que ela disse isso eu tirei a calcinha dela e dei uma chupada naquele C�, abri o C� dela um pouquinho e cuspi l� dentro, o C� dela tava bem lubrificado com meu cuspi mas mesmo assim pedi para ela:

-M�e, cospe no meu CACETE, joga bastante saliva para mim penetrar nesse seu C�Z�O.

-Ah sim filho.

-Hum...Humm...Humm.. Ta bom filho? Ou quer mais??

Ela levou meu PAU na garganta dela engolindo meu CACETE o m�ximo que pode, quando ela foi sair eu segurei bem forte a cabe�a dela, ela quase vomitou e com os olhos vermelhos me deu um tapa e disse:

-CACHORRO! Assim voc� acaba comigo, vai querer mais uma chupada??

-Sim m�e, mas agora engole as BOLAS tamb�m, coloca meu PAU na sua garganta.

-T� bom filho vou tentar mas n�o for�a n�o.

Depois que ela disse isso, com muito custo ela colocou meu PAU na boca dela e levou at� a garganta e eu fui coloquei as m�os dela para tr�s e enfiei minhas bolas na BOCA dela, os olhos dela estavam lacrimejando, e eu sem d� cuspi na cara dela e dei um tapa na cara dela tamb�m. E disse:

-Engole PUTA, VAGABUNDA, voc� � uma VACA, chupa essa ROLA p�e na BOCA.

Logo que eu disse isso ela come�ou a chorar. Eu puxei ela pelo cabelo e a cara dela tava cheia de cuspe meu, meu PAU tava cheio de BABA dela, ela tava at� tussindo, e ela me disse:

-N�o faz isso filho, voc� ta me humilhando muito.

-Voc� � uma VAGABUNDA, agora vou enterrar meu CACETE nesse C�, fica de quatro VACA, vira esse C� para mim.

Ela ainda com os olhos com l�grimas empinou aquele C� e disse:

-Mete CACHORRO! Come meu C� agora, FODE, FODE ESSE C�.

Eu enfiei de vagar e ela come�ou a gemer:

-Ai... Assim filho, quero ROLA NO MEU C�.vai faz esse anal para a mam�e, come esse C� direitinho. [email protected]

Eu comecei a bombar naquele C� maravilhoso, eu comecei devagar e logo fui arreganhando aquele C� e metendo, ela gemia bem alto, assim:

-Ai... Que PAU DURO, QUE PAU GOSTOSO, METE NO MEU C� FILHO, N�O PARA N�O, HUM... QUE ROLA GROSSA... HUM... HUM... ... VAI ASSIM METE BEM GOSTOSO. AI MEU DEUS QUERO DAR MEU C�...METE NO MEU C� FILHO METE, METE PRA MAM�E, ARREGA�A MEU C� FILHO. ASSIM

- Abre mais esse C� m�e.

Eu estava comendo o C� de minha m�e, mas at� aquele momento n�o tinha colocado minha ROLA inteira em seu CÙ porque n�o cabia, ent�o ela me pediu:

-For�a mais FILHO Pode colocar esse CACETE inteiro no meu C�.

-T� for�ando mas n�o entra m�e.

-ENFIA MAIS, PODE ENFIAR SEM D�.

-T� bom m�e, toma no CÙ ent�o.

Depois disso eu enfiei t�o forte que ela deu um grito e mandou eu tirar, eu ent�o disse:

-Agora que enfiei voc� vai aguentar no C�, n�o quero nem saber.

-T� filho mas num judia muito n�o viu.

-T� m�e,vou judiar s� um poukinho.

Comecei a comer forte C� dela, tava bem dif�cil de meter, mas com o tempo, � medida que fui bombando no CÙ dela

ele foi ficando mais largo at� que dilatou bastante dando para comer razo�vel.

Fiquei uns 5 minutos metendo no C� da minha m�e direto, a saliva que ela tinha colocado no meu PAU j� estava acando, ai pede ela para

cuspir mais:

-M�e cospe no meu PAU p�e ele na boca e paga um boquete para lubrificar ele.

-T� filho p�e essa ROLA aqui na minha BOCA, enfia forte na minha boca.

Eu tirei meu PAU do C� dela e enfiei direto na boca dela. e ela disse:

-Ai que gostoso, adoro chupar PICA. HUM... HUM...

-Anda m�e, queroarrega�ar seu C�.

- Per� filho.

MInha m�e colocou meu PAU em sua boca e babou nele bastante, fez uma gargarejo

colocou minhas bolas em sua boca e come�ou a engolir, eu forcei o rosto dela e ela engasgou

depois disso meu pau ficou todo melado com a baba dela, eu aproveitei e pedi ela para abrir a

boca e dei uma cuspida dentro da boca dela, ela ent�o engoliu, depois dei outra cuspida dentro da

boca dela e ela cuspiu de volta no meu CARALHO e ent�o ela me pediu:

-Agora mete no meu C� filho, continua, mete pra mam�e mete.

-Agora m�e.

Comecei a meter bem forte, ela gemia bem alto:

-Ai Filho... Ai meu C�... mete vai. Ai Desgra�ado... Que tes�o... METE NO MEU C�

-No C� M�e?? Voc� quer o que no seu C�??

-Quero sua PICA,PICUDO da mam�e. Mete forte.

Fiquei uns 19 minutos comendo o C� da minha m�e at� que ela ent�o disse:

-N�o aguento mais filho, goza por favor arrega�a, GOZA no meu CÙ.

N�o aguentei de tes�o vendo ela falar aquilo e:

-Ai VAGABUNDA, TOMA...

GOZEI no C� DELA.

-Ai ... Ai ... Ai... MEU C�, MEU C�.. Meu C�

MInha m�e come�ou a dizer isso e depois:

-Me d� Porra filho.

Ela pegou meu PAU e come�ou a engolir o resto de porra que tinha, ela engolia

e dizia:

-Ai que del�cia, adoro PORRA, � muito gostoso.

Meu PAU foi ficando mole e ela ainda chupava o resto de porra.

E eu disse pra ela:

-T� bom m�e j� mamou demais por hoje.

-� que eu adoro porra filho.

-MAs acabou m�e.

-Acabou nada.

Depois que ela disse isso ela agachou e come�ou a tirar a minha porra

que estava no C� dela e chupou, ela tirava com o dedo e lambia tudo

enfiava o dedo bem profundamente e chupava e depois disse:

-PORRA � MUITO GOSTOSO, OBRIGADO FILHO

-De nada m�e.

Ela ent�o deu um beijo no meu PAU e engoliu ele e depois se levantou e foi pro

banheiro tomar banho.

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