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MINHA IRM�, VIROU MINHA MULHER

Minha irm�, virou minha mulher



Me chamo Fernando e tenho 25 anos, e o que vou contar � verdadeiro e aconteceu comigo e com minha irm� foi supreendente. A minha historia come�a a 5 anos atr�s quanto eu tinha 20 anos e minha irm� Larissa tinha 19 anos. Minha irm� sempre foi muito estudiosa e dedicada nos estudos, sempre foi a primeira aluna da turma e era orgulho para a fam�lia a sua dedica��o nos estudos. Larissa era muito t�mida, n�o tinha namorado e se preocupava mais sempre nos estudos do que em namorar, ao contrario de mim que sempre bagun�ei e namorei. Eu na �poca ia prestar vestibular pela 3o. vez e nunca conseguia passar por n�o ter se dedicado nos estudos como minha irm�. Larissa estava no terceir�o e concerteza iria passar no vestibular. Mas eu n�o podia reprovar mais, tinha que entrar na universidade de qualquer jeito. Por esse motivo resolvi recorri a minha irm� para que me desses umas dicas de algumas mat�rias. Ela como era muito inteligente e simp�tica resolveu me ajudar. No primeiro dia ela me ensinou algumas mat�rias e eu n�o havia demonstrado nenhum interesse por ela, at� quando passei em frente do seu quarto e vi a porta semi aberta e vi ela completamente nua erguendo a sua calcinha. Aquela vis�o para mim foi inesquec�vel, ela tinha o corpo lindo, os seios durinhos, a bunda durinha e rendodinha e seus cabelos longos e pretos estavam soltos. Depois daquelas dias meus nervos ficaram a flor da pele, nunca havia sentindo uma sensa��o de tes�o t�o grande por minha irm�. N�o conseguia dormi pensado no que eu havia visto. Nunca imaginei que ela fosse t�o bonita de corpo, pois ela nunca usava roupas que demonstrasse a sua beleza e a sua cara de angelical e seus �culos escondia toda uma beleza de uma mulher.

A partir daquele dia tentei esquecer o que o tes�o que estava sentido por ela, mas com quando ela se aproximava de mim para me ensinar algumas mat�rias, n�o conseguia me concetrar perto dela, o seu cheiro perto de mim e a sua cara de menina inocente me tiravam completamente do s�rio. Larissa percebeu que havia algo de estranho comigo e perguntou o que eu tinha. Eu falei que n�o tinha nada e estava apenas ancioso para fazer o vestibular novamente. Mas ela n�o era boba e logo percebeu que eu estava estigado nela, mas continou me ensinando com a sua simpatia. Eu n�o estava aprendendo nada com seus ensinamentos por falta de concetra��o perto dela e na v�spera do vestibular na tentativa desesperada de passar, entrei no meu quarto e estava disposto a estudar a madrugada toda. Larissa por volta da madrugada se levantou para ir at� o banheiro e percebeu que a luz do meu quarto estava acesa, e ela bateu na porta e perguntou se podia entrar e eu falei que sim.

Ela entrou no quarto e estava linda como uma blusinha que aparecia a ponta do seus peitinhos e um shorts bem curtinho que mostrava todas as suas coxas grossas e lindas. Eu estava na minha cama cheio de livros e fiquei desorneteado com a sua presen�a no meu quarto. Ela me disse que n�o era bom eu na v�spera do vestibular ficar acordado na tentativa de aprender mais e que eu ia s� me cansaria. Ela sentou na cabeceira da minha cama e come�amos a conversar sobre o vestibular e sobre a minha ida embora caso se eu passasse na universidade. Eu disse a ela que por lado estava ancioso para passar e ir estudar em outra cidade e por outro lado estava triste em ter que deixa-la para tr�s. Ela meu deu um abra�o e pela primeira vez eu senti os seus peitinhos duros no meu peito e seu cheiro delicioso perto de mim. Fique de pau duro na hora e a minha vontade era de agarrar ela ali na minha cama e tirar o cabacinho dela que ainda era virgem. Eu levantei eu fui at� a cozinha beber um pouco de �gua e ela disse que iria dormir, eu pedi que n�o fosse e como eu estava sem sono pedi que ficasse conversando comigo e ela topou em ficar ali no meu quarto. Quando voltei da cozinha ela estava deitada na minha cama d´brussus com a bundinha empinandinha para cima foleando algumas revistas. Quando vi aquela cena fiquei mais uma vez de pau duro e parecia que ela estava me provocando por saber que eu estava estigado nela. A minha vontade era de pular em cima dela e arrancar aquela shortinho e meter o pau naquela bundinha. Mas me segurei e fui ate a cama e me detei ao seu lado, e percebi que ela tinha algumas revistas minhas nas m�os e fiquei assustado, porque embaixo das revistas havia algumas revistas pornografias e ela ia acabar vendo. Mas n�o adiantou a minha preocupa��o Larissa acabou vendo as revistas e perguntou se podia ver, eu disse que sim, um pouco sem gra�a. Ela come�ou a folear a revista e ver aquelas cenas porn�s e me disse, “nossa que senas fortes”, eu perguntei se ela gostava do que via e se tinha vontade de fazer tamb�m. Ela me disse com palavras que eu nunca tinha ouvido a falar “s� quero dar quando for me casar”, falei para ela que n�o gostaria que se casasse, ela me perguntou o porque e eu disse que n�o suportaria vela com outro cara. Ela me perguntou se eu sentia ci�mes dela, e eu disse que sim. Eu estava deitado sobre a cama e, mas uma vez ela me deu um abra�o e deitou a sua cabe�a no meu peito. Fiquei louco de tes�o novamente por sentir o seu cheiro delicioso, os seus peitinhos durinhos e principalmente quando ela encostou o seu quadril sobre as minhas pernas, senti a sua boceta na minha coxa e fiquei excitado com o momento. Ela percebeu que fiquei de pau duro, mas continou abra�ada em mim. Aquilo para mim foi o sinal verde para poder avan�ar, comecei a passar a m�o nos seus cabelos e fui deslizando com a m�o at� a sua bundinha. Tirei a sua blusinha que estava usando e comecei a mamar no seus peitinhos durinhos e ela se arrepiou todinha de tes�o, enquanto chupava os seus peitinhos, enfiei meu dedo na boceta apertadinha que era. Larissa gemia de tes�o na cama, logo arranquei seu shortinho e presenciei uma bocetinha rosada e linda, com pelos ralinhos, cai de boca naturalmente naquele bocetinha. Quando parei de chupar a sua bocetinha, Larissa me disse “agora � minha vez” e come�ou a mamar no meu pau sem parar, parecia que ela tinha experi�ncia de anos da maneira que chupava, mas na verdade era fome de mamar, pois nunca havia chupado nenhum pau antes. N�o aguentei muito tempo em vela chupando meu pau, logo abri suas pernas e cravei meu pau naquela bocetinha quentinha e apertada. A safada abria a boquinha de tes�o sem parar, gemendo feito uma cadelinha e segurando meus bra�os. Eu estava estourando de tes�o naquela bocetinha apertada, mas queria fazer ainda a sua bundinha antes de gozar. Sentei na cama e pedi a ela que sentasse em cima do meu pau, abri a sua bundinha e enfiei meu pau naquela cuzinho apertadado. Pedi a ela que pulasse em cima dele, ela come�ou pulando de vagarinho, mas a sensa��o que eu tinha era de muito de tes�o, ela pulando em cima do meu pau, e eu segurando os seus peitinhos durinhos. A safadinha saiu de cima de mim e come�ou a chupar meu pau novamente, ali n�o resisti eu gozei na sua boquinha linda e minha maninha engoliu toda a minha porra, depois da gozada fui at� o banheiro tomar um banho e quando voltei ela n�o estava mais no meu quarto.

Fiquei pensando a noite inteira no que tinha acontecido, mal consegui dormir, e no outro dia levantei cedo e fui fazer as provas do vestibular. N�o encontrei com ela no dia do vestibular, pois ela fazia prova em outra sala. Fiquei a semana inteira na casa de um amigo meu, pois estava sem gra�a em v�-la. Quando peguei o resultado do vestibular, por incr�vel que pare�a eu havia passado e ela havia reprovado. Fiquei sem entender, e me senti culpado em sua reprova��o. Logo me mudei para cidade onde eu iria estudar e fiquei praticamente um ano sem v�-la. Eu sempre ligava para os meus pais e n�o tinha coragem de falar com ela por telefone, meus pais diziam que ela andava meio triste, mas n�o sabia dizer o motivo que era. Um dia eu estava de folga na minha kitinete que eu havia alugado e algu�m bateu a porta, quando abri dei de cara com a Larissa, fiquei assustado, pois vi que ela estava com duas malas nas m�os. E perguntei o motivo da visita inesperada, e ela me disse “n�o � visita, passei no vestibular da sua faculdade e vim morar aqui tamb�m, ou voc� pensou que ia fugir de mim”. Aquele tes�o que sentia por ela, veio logo a tona novamente e a agarrei-a, e logo aquela transa muito louca de um ano atr�s, est�vamos fazendo de novo. Depois da foda, perguntei a ela o que tinha acontecido que ela tinha reprovado naquele vestibular passado, ela me disse “reprovei de prop�sito, s� para fazer o vestibular da sua faculdade e vim morar aqui contigo”. A cadelinha pirou na primeira foda que eu dei nela e reprovou de prop�sito. Hoje, ela veio morar comigo na kitinete e virou a minha mulher. Como ela todas os dias e de todas as formas.

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