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SETENTA E SETE COISAS IMORAIS - PARTE 4

IVrnEstava cansado. Realmente cansado. Podia tentar mentir, falando que depois de dois dias praticamente ininterruptos de sexo com duas mulheres eu estava pronto para outras v�rias noites mas, devo dizer, isso seria uma mentira. E eu j� estou meio cansado de ficar mentindo.rnFiquei em casa. Praticamente n�o sai. Talvez para comprar alguma comida, devorei a que Vivian havia me deixado quase que praticamente, mas nada de sair de noite, para beber, comer algu�m, se dar bem. Simplesmente fiquei em casa, a grande parte do tempo deitado, ouvindo musica cl�ssica boa e outras coisas, lendo uns dois livros que eu queria reler e lembrando-se de v�rias coisas.rnEnt�o me lembrei da minha primeira namoradinha oficial, a primeira que tive realmente alguma queda emocional. Quem fica me ouvindo contar sobre minhas sa�das, sobre como � relativamente f�cil comer garotas e beber, como minha vida � meio tresloucada (para os padr�es sociais vigentes) pode muito bem imaginar que j� era assim aos 13, 19 anos, na �poca da escola, que era uma pessoa porra louca que aproveitava da ingenuidade que todo mundo tem quando se � novo para trepar o maximo poss�vel. Mas evidentemente isso � mentira, e como j� disse eu j� estou meio de saco cheio de mentir.rnrnO fato � que eu era um idiota na escola. Muito mais do que era agora. N�o que fosse introvertido, era mais soci�vel que atualmente, mas eu realmente n�o tinha desenvolvido habilmente habilidades que me permitissem se envolver com pessoas, seduzi-las e ser seduzido sem medo. Eu era s� mais um moleque idiota, cheio de vontade de trepar e sem nenhuma capacidade para isso, alem � claro de estar praticamente o tempo todo morrendo de medo.rnSe bem vendo agora, em perspectiva, todos n�s jovens est�vamos com medo.rn� claro, tinha algumas sa�das com algumas garotas, mas nada que pudesse chamar de relacionamento. Eram s� garotas que perdiam o interesse na minha chata pessoa no momento que percebiam que eu era um panaca. At� que no final dos meus 19 anos eu acabei conhecendo a Amanda.rnAmanda era uma garota loira de cabelos compridos, olhos verdes demais, extremamente branca, com uma bel�ssima bunda, coxas bonitas e uns seios que nasceram pra caber perfeitamente na minha boca de adolescente. Havia algo no rosto dela que me atraia, ela n�o era a mais bonita da escola, nem mesmo a garota mais bonita com que eu havia sa�do, mas ela tinha alguma coisa na express�o que me deixava totalmente excitado, era um jeito de olhar com os cabelos loiros caindo no rosto, um jeito que deixava a luz passar enquanto ela sorria que me deixava bem louco. Acho que era um rom�ntico naquela �poca. Ela era uns dois anos mais velha que eu, um pouco mais experiente e um bocado sem vergonharnEnt�o eu dei meus giros, havia sa�do h� alguns meses com uma garota que estava na sala dela e fiz minhas conex�es pra conversar com uma das amigas dela. Amanda possu�a um s�quito de amigas, um grupo de umas doze meninas que estavam praticamente o todo tempo juntas, e que trabalhavam juntas para conseguir seus ideais. Por minha sorte naquela �poca os �nicos ideais que Amanda tinha eram o de trepar. Ent�o eu entrei em contato com uma amiga e deixei meio claro que estava afim da Amanda. Ela ficou de acertar tudo e duas semanas mais tarde eu estava na sa�da da escola uma hora depois das aulas terem acabado para me encontrar com a Amanda. Era de tarde e ela apareceu com duas amigas, aparentemente ambas iam servir de �libi para ela, caso alguma coisa acontecesse elas cobririam a aus�ncia de Amanda com alguma mentira que elas planejaram e que eu nunca soube. Naquela �poca celular n�o era comuns como � agora, portanto este tipo de t�cnica era necess�rio.rnrnAmanda e eu sa�mos andando pelas ruas que torneavam a escola, consigo ver agora que ela estava t�o amedrontada quanto eu, sem saber realmente o que poderia acontecer daquilo, mas na �poca somente via uma menina mais experiente que eu me conduzindo para qualquer lugar. Acabamos parando numa ladeira que era bem desabitada e come�amos a nos beijar. Eu n�o era exatamente um ignorante no assunto, mas Amanda era bem melhor que eu, ela me beijava e passava suas m�os pelo meu corpo sem o pudor que, imaginava eu, haveria de se ter numa tarde, no meio da rua. E ent�o ela, enquanto me beijava, come�ou a me masturbar. Desde a �poca do puteiro, quando bem mais jovem, n�o tinha tido outra garota me tocando t�o agradavelmente assim, e Amanda sabia o que fazer e como fazer, e enquanto ela me masturbava eu lambia seu pesco�o, passava a m�o naqueles seios do tamanho perfeito e apertava sua bunda matematicamente sim�trica. Lembro-me de ter cacos de vidro no ch�o em que nos deitamos, e de ver nos cacos a imagem de Amanda enquanto ela me chupava ali mesmo, no meio da rua. Amanda n�o me chupou muito, por medo de eu acabar gozando em sua cara e ela ter que ir de volta pra casa com o rosto cheirando a porra, mas quando eu me coloquei em cima dela e comecei a me esfregar nela, percebi de imediato que ela n�o ligaria de voltar para casa com a buceta cheia da minha saliva. E ent�o eu a chupei e a fiz gozar do lado dos cacos de vidro, às 2 e meia da tarde dum dia de semana. Dias depois come�amos a namorar.rnrnMas n�o imagine voc� que com o namoro paramos de ser duas maquinas de bolina��o. Masturb�vamos-nos em qualquer hor�rio de aula que fosse poss�vel, marc�vamos de sair em hor�rios espec�ficos das nossas salas, indo para o banheiro para um sexo rapidinho. Quando t�nhamos aulas de educa��o f�sica juntos costum�vamos ficar distantes do resto da turma, nos tocando e esfregando. Era uma boa �poca.rnrnDurante uma certa �poca Amanda armou um esquema perfeito com o seu grupo de amigas. Ela, eu e tr�s amigas cheg�vamos antes do hor�rio que come�avam as aulas, de manh�, �amos n�s dois para uma sala de aula vazia e trep�vamos na mesa dos professores, isto enquanto as amigas ficavam tomando conta, avisando se alguma pessoa se aproximava. At� onde sei isto era um ato comum dessas meninas, o que me leva a supor que n�o fui o �nico a ter uma garota de 19 anos gozando na mesa de todos os professores, eu penetrando dentro daquela buceta novinha enquanto as amigas ouviam de fora, tomando extremo cuidado para que ningu�m viesse a perceber qual aluna estava se divertindo ali dentro. Amanda gozava como um animal quando trep�vamos nas mesas das professoras, era para ela um aditivo a mais saber que estava ali a sua ess�ncia, enquanto as professoras davam aulas, e ela me pedia sempre para que eu fosse mais fundo, mais fundo, mais fundo, como se n�o existisse final em sua bucetinha, n�o importando o qu�o forte eu a estocasse. E ela gozava se agarrando a mim, mordendo os l�bios rosa com os olhos fechados, para logo em seguida desfalecer completamente, mostrando para mim aquele rosto estranho que eu tanto gostava. Era realmente uma �tima �poca.rnrnEvidentemente tudo isso acabou em algum momento. Acabei trepando com outra menina, as amigas descobriram e terminamos tudo de forma dram�tica e chorosa. Amanda realmente estava apaixonada por mim, e eu estava por ela. Mas vendo agora percebo que minha natureza nunca foi nem nunca ser� a de ser um animal enjaulado, preso por uma �nica corrente feminina. Evidentemente que isto tem suas vantagens, mas tamb�m tem muitas e muitas desvantagens. No fim, � quem eu sou.rnrnE ent�o ouvi uma batida da porta de minha casinha. Era uma vizinha.

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