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P�ZINHOS DA MINHA ALUNINHA

Isso aconteceu comigo h� um tempo atr�s. Acreditem se quiserem, mas lhes afirmo que � tudo verdade.



Bem, como puderam notar pelo t�tulo, sou louco por p�s. Adoro mesmo e adoro os da minha namorada, entretanto, o que vou contar agora aconteceu h� um tempo atr�s quando eu estava solteiro.

Sou professor de ingl�s em uma grande escola da cidade. N�o sou muito bonito (acho), mas gosto de fazer muitas piadas e animar a turma e, modestia a parte, sou muito querido por meus alunos.

A vantagem de ser professor � que voc� pode brincar e pega amizade f�cil com qualquer aluninha vagabundinha que apare�a (e acreditem, s�o muitas).

Eu tinha uma aluninha linda que vou chamar de Eliane. Ela era muito lindinha, morava em uma cidade visinha, portanto quando vinha para a 'cidade grande' se produzia toda e estava sempre cheirosinha e (o melhor de tudo) solteirinha.

Ela tinha 19 anos na �poca. Branquinha, olho castanhos claros, aparelho nos dentes, carinha de anjo, loirinha de lindos cabelos longos. Seus peitinhos era lindos e eu quase n�o conseguia dar aula quando ela aparecia de decote. Mas o que realmente me chama a aten��o em uma garota realmente n�o s�o essas partes, mas as pernas e, principalmente, os p�s. Quando conhe�o uma garota bonitinha, a primeira coisa que fa�o, instintivamente � olhar seus p�s, se forem bonitos, �timo, garota perfeita, se forem feios, mesmo com uma garota bonita, estraga ...

Ainda bem que isso n�o era um problema para a Li, ela tinha lindos pesinhos, pequenos, lisinhos, os dedinhos perfeitos, ela nunca usava esmaltes, mas fazia pequenos desenhos nos dedos que me deixava de pau duro na aula.

Sempre que eu me masturbava pensava em como seria bom chupar aqueles lindos p�zinhos e gozar em cima deles. Eu chegava ao c�mulo de sair da aula (ap�s dar alguns exerc�cios) e correr para o banheiro, me trancar e me masturbar apenas para aliviar, pensando naqueles p�s que eu n�o conseguia tirar da cabe�a (s� assim para meu pau n�o ficar volumoso na calsa).

Por muito tempo dei aula para ela, o que me dava uma certa intimidade, mas eu sempre achei esse lan�e de relacionamento de professor-aluno, meio sujeira, afinal, poderia por meu emprego em risco. Entretanto, tudo mudou um belo s�bado.

Como ela fazia aulas de s�bado, a turma ficava 3 horas comigo (o normal eram 2 aulas de 1h30min na semana), e em um lindo dia estava chovendo. Voc�s sabem como s�o os dias de chuva na escola, n�o vem quase ningu�m, pois todos vem de moto ou bicicleta, ou mesmo a p�. Entretanto, Li vinha de outra cidade e veio de �nibus (que os deixa na frente da escola), ent�o, ela n�o tinha como escapar.

Houveram v�rios dias de chuva, mas ou ela n�o vinha, ou vinha uns 5 ou 6 alunos, mas naquele maravilhoso dia, somente ela veio para a aula.

Fiquei euf�rico, falei para ela entrar na sala e rezei para que nenhum outro aluno aparecesse, assim eu teria 3 horas sozinho com a Li, era como se um sonho se tornasse realidade. Fiquei na frente, na recep��o e esperei 20 min. (alguns alunos realmente atrasavam, principalmente em um dia de chuva). Quando estava para entrar na sala e me deliciar com minha ninfetinha somente para mim, chegou um aluno meu. Putz, n�o preciso dizer que quase soquei o muleque.

Eu tinha que dar um jeito nele, ent�o puxei ele de canto e falei: "cara, n�o veio ninguem at� agora, voc� � o �nico, vai querer ficar 3 horas comigo ou ir p casa? N�o darei falta j� que � falta coletiva". Oras, s�bado, de manh�, dia de chuva, l�gico, o cara pegou a chave do carro e sumiu.

Otimo, era tudo o que eu queria. Entre na sala com aquela minha cara de espanto e disse: "Poxa ... s� voc� ... aula particular ein?". E ela disse: "poxa, verdade ... mas vamos mesmo assim"

Abrimos os livros come�amos a revisar algumas licoes, mas sem nenhum aluno a aula fica um pouco chata e por muitas vezes desviavamos o assunto e coment�vamos de nossa vida. Ela me contava como estava sozinha e que em sua cidade n�o tinha meninos bonitos e nao tinha nada para fazer.

Bem, naquele dia, Li estava com uma sandalinha linda, bem simples, com tiras de plastico transparente que deixavam marquinhas em suas pequenos p�s lisinhos e branquinhos que ficavam ainda mais a mostra com uma calsa jean curta que deixava a mostra sua canelinha depiladinha. Ela usava um top branco que deixava parte de sua barriguinha a mostra. Por vezes eu me perdia nos quenenos pelinhos loiros de sua barriguinha. Ela tinha uma tatuagem no pesco�o de uma lagartixa, que eu adoraria lamber. Ela ainda (talvez sabendo que era gostosa), prendia o cabelo para o lado, deixando a mostra a tatuagem, que me deixava louco.

Eu estava ficando com o pau roxo. Dei alguns exercicios e fui para o banheiro bater uma bronha. Gozei gostoso e peguei um pouco de ch� para me acalmar (n�o tinha muita coragem de me aproximar dela).

A aula estava passando, j� tinha gastado 1h e eu nao tirava os olhos dakeles pezinhos lindos. Ela por vezes tirava as sandalinhas enquanto estava fazendo os exercicios, esfregava os p�zinhos lindos e os colocava novamente na sandalinha transparente. Eu ficava atras dela vendo o show e quando me dava coragem, me aproximava dela com a m�o no bolso pegando meu pau e acariciando ele enquanto via bem de perto seus pezinhos.

Uma hora, aconteceu. Percebi que essa seria a �nica oportunidade que eu teria durando o curso inteiro. Uma conjun��o astral que eu n�o poderia disperdi�ar. Foi ent�o que eu tomei coragem, fiquei na frente dela, me ajoelhei para ficar bem na frente dela e pertinho de seus pezinhos. Ela me pediu uma explica��o e, enquanto eu explicava, eu disfarcadamente derramei o meu ch� nos lindos pezinhos dela.

Ela soltou um gritinho e eu pedi mil desculpas. Peguei o pano que eu limpava a lousa e comecei parte do meu sonho. Peguei seus pezinhos com minhas m�o, meu cora��o batia a mil, com cuidado tirei uma das sandalinhas. Passei o pano nos pezinhos dela. Minha nossa, como era lisinhos e pequenos. os toquei como algo sagrada e meu pau estava latejando. Limpei sua sandalinha, sempre brincando que foi de proposito. Quando eu ia tirar a outra sandalinha percebi que ela estava deixando e gostando. N�o estava ligando que eu esfregava mais do que o necess�rio seus p�s. Ela ent�o me deu o outro p�. Novamente limpei-os aproveitando para curtir bem aquele momento. Quando acabei, fiz algo ousado. Com uma risadinha, dei um beijinho no seu pezinho.

Ela deu uma risadinha e fui colocar novamente sua sandalinha quando ela empurrou seu pezinho no meu peito e falou: "nao, continua".

No come�o fiquei desnorteado, porque nunca esperava por isso, mas na hora n�o pensei em nada, ia rolar, eu estava com aqueles pezinhos que estavam apenas nas minha punhetas. Fui at� a porta e a tranquei por dentro. Voltei para ela e ela j� tinha arrastado uma cadeira e colocado os 2 p�zinhos em cima. Estava lindos, peguei-os e come�ei a chupa-los. Ela ficava olhando ... sorrindo, se deliciando com o momento. Chupei seus dedinhos lindos por muito tempo, todos eles, por igual, nos dois p�s. Enquanto eu acariciava um p�zinho eu lambia a sola do outro. Subia pelo peito de p� e beijava a sua canela, a batata da perna, minha nossa, era um sonho.

Ficamos muito tempo assim, eu chupando, ela me olhando, curiosa e sorrindo, eu estava adorando. Por um momento, ajeitei meu pau na calsa porque estava muito duro e ela livrou um de seus p�s da minha m�o e comecou a passar na minha calsa.

Perguntei se eu poderia tirar, que eu n�o estava mais aguentando. Ela disse que sim, mas que n�o queria nada mais do que isso.

N�o preciso dizer que foi o m�ximo, abri o ziper e meu pau pulou para fora. Duro, pulsante, eu n�o aguentava mais, comecei a tocar uma punheta na hora, beijando seus pezinhos.

Me sentei na cadeira e coloquei seus p�s no meu colo, um deles eu chupava e ela me ajudava colocando perto da minha boca, o outro eu colocava perto do meu pau. Ele estava geladinho, por causa do ar condicionado, e a sensa��o � deliciosa, porque meu pau estava muito quente e voc� podia sentir o choque da sola lisinha do p�zinho dela com meu pau quente.

Eu n�o conseguia mais aguentar aquela sensa��o, queria tirar a roupa dela e tra�a-la ali mesmo, mas sabia que se eu fosse muito r�pido a magia ia se acabar, e eu tinha ido t�o longe e quiz aproveitar o m�ximo porque n�o sabia at� onde iria durar.

Ficamos muito tempo assim, eu chupando os p�s dela e batendo uma e ela acariciando meus pau com os pezinhos geladinho. Por muito tempo segurei na hora de gozar para prolongar ao m�ximo. Prometi a mim mesmo que s� gozaria quando ouvisse o sinal da saida, mas n�o aguentei. Falei: "Nossa, n�o estou mais aguentando ...". E ela sorriu e disse: "Ent�o n�o segura n�o, quero sentir nos meus p�s"

Ent�o coloquei os dois p�s dela apertando meu pau, como se fosse uma espanhola com os p�s e come�ei a bater mais r�pido. O tes�o aumentava e eu gozei gostoso. Gozei muito, espirrou longe, na minha cal�a, na cal�a dela no ch�o, mas principalmente, gozei nos pezinhos dela. Era um sonho que eu n�o queria acorda, mesmo gozando continuei batendo at� sair a ultima gotinha e meu pau estar mole. Ela disse: "nossa, � bem quentinho".

Ent�o peguei o mesmo pano que eu limpei o ch� e cuidadosamente (e demoradamente) limpei a porra dos p�s dela. Enquanto isso, ela fez algo estrango, pegou uma gota de porra da cal�a dela e lambeu: "� que eu nunca tinha provado isso, fiquei curiosa". Dei risada e fiquei fazendo uma massagem nos p�s dela. Conversamos mais um pouco, coloquei meu pau novamente para dentro e destranquei a porta, mas mesmo assim coloquei uma cadeira na frente. Converamos mais um pouco e ela me confessou que sempre me via olhando para seus p�s, e que ela sempre quiz fazer isso. Me falou tamb�m que sempre vinha com as sandalinhas que ela achava que eu mais gostaria e sempre testava novas para ver quais as que eu mais olhava. Fiz v�rios elogios a seus p�s e a ela, como ela era bonita, mas ela disse que era virgem ainda. Infelizmente nosso tempo acabou e tivemos que nos despedir pois eu teria outra aula. Perguntei se poderiamos repetir algum dia e ela disse que gostaria, mas n�o com hora marcada. Assim aconteceu somente mais uma fez at� o curso acabar, no banheiro, entramos os dois em um banheiro afastado do movimento da escola, nos trancamos e silenciosamente fizemos isso novamente. Enquanto o curso andava ela sempre vinha com sandalias, tamancos e at� sapatos de salto bem provocantes, eu sempre os olhava fixamente, e ela deixava, nem ligava.

At� um dia eu receber uma proposta melhor de outra escola e ter que me mudar em 1 semana. Quando fui me despedir dela ela faltou na aula e n�o pude pegar o e-mail ou telefone dela. Uma pena, mas tenho algumas alunas da sala dela no orkut e estou perguntando, mas ninguem tem os dados dela, vamso ver mais para frente. Hoje namoro, mas nunca esqueci aqueles pezinhos que est�o sempre na minha mente quando bato uma punheta.

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