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APOSTA INFELIZ V - O DIRETOR DA EMPRESA



Logo na ter�a seguinte ao ocorrido, estava eu no banheiro mijando quando ele entra, vi que ele trancou a porta, achei estranho mas continuei minha mijada, ele encostou do meu lado me cumprimentou e algumas palavras depois falou:

- Cara preciso comer sua esposa de novo. - Foi abusado e surpreendente mas deixei claro que n�o rolava, ele amea�ou contar e eu ameacei ele tamb�m afinal agora conhecia bem a esposa dele. Destrancamos a porta e sa�mos.

Passou uns 19 dias e um dos diretores me chamou na sala dele, ele muito autorit�rio, conhecido como o rei do esporro, e sempre que ia acabar com algu�m, deixava a porta aberta pra todos ouvirem, quando entrei ele falou:

- Encosta e passa a chave. - Ele ali sentado em sua cadeira, imponente e importante, come�ou me falando que viu meu rendimento e que estava pensando em me promover, fiquei surpreso e feliz, e agradeci, ele perguntou se na quarta poderia passar na minha casa, pois queria ver se eu merecia mesmo, falei que eu estaria l� esperando ele, ai veio minha surpresa, ele balan�ou a cabe�a e disse:

- Mas quem disse que � pra vc estar l�? A performance da sua esposa quem vai definir isso. Afinal se ela deu pra um funcionariozinho sem raz�o alguma como n�o vai dar pra mim pra eu te promover? - fiquei at�nico e ele complementou - Ou ser� que tem algum motivo pra ele ter comido sua esposa? - Meu silencio denunciou e ele sorriu e complementou - Ouvi ele falando com vc no banheiro e n�o entendi se vc me fizer entender o que houve e qual o motivo, eu ainda transfiro ele pra filial na capital, afinal estou indo pra l� e levo ele comigo. E ai vai me contar a historia?

Pensei comigo, ele vai embora e vai levar o �nico que sobrou e sabe. E ainda vou ganhar uma promo��o pra isso. - Eu vou contar o que houve. - Ele sorriu e disse pra depois do almo�o eu ir direto a sala dele, levar uma foto de minha esposa, trancar a porta e lembrar cada detalhe. Logo ap�s o almo�o, fui direto a sala dele, enviei por e-mail as fotos que tiramos na praia antes de sair, e foi esse e-mail que estava aberto quando entrei. Fechei a porta na chave, me sentei.

E comecei a contar, desde de o inicio, o futebol e ai foi, ele pedia detalhes, e eu contava com detalhes cada peda�o, dava pra perceber um grande volume na sua cal�a e ele num dado momento come�ou a me humilhar, falando, como vc � corno, e pior ainda manso, por que assiste a conta pra mim com tes�o nos olhos, se levantou e ficou falando isso num tom de ironia que me irritava e ao mesmo tempo exitava. Ele ficou andando em volta da minha cadeira, chamando minha mulher de puta e dizendo que fazia tempo que ele naquela idade n�o comia uma mulher jovem e melhor ainda de um corno, que assim nem dinheiro ela poderia querer. Ele sentou na mesa e mandou eu continuar com a historia, continuei, ele p�es a rola pra fora e come�ou a punhetar na minha frente. E derrepente ele falou com uma voz e um ar de autorit�rio:

- Olha bem pra isso, isso aqui vai acabar com tua esposa, ta olhando - e puxava bem a pele deixando a cabe�a pra fora. - Ta sentindo o cheiro? - e colocou a rola quase que na minha cara. - Vendo que eu n�o reagi ele mandou: - Cheira? - Fiquei parado e ele falou de novo. - Cheira a rola que vai fuder a tua mulher - Cheirei e ele complementou - Quinta assim que vc chegar vc vai entrar na minha sala e cheirar ele de novo pra ver se est� ou n�o com o cheiro da puta da sua mulher. E agora sai da minha sala e s� volte aqui na quinta assim que vc chegar.

Isso ocorreu na segunda ter�a e quarta durante o dia normal e chegou a quarta. Sai do trabalho e fui at� a quadra fingi que algu�m havia me ligado, e falei que se algu�m perguntasse, que era pra confirmar que fui jogar. Todos riram achando que eu ia trair minha esposa, quando na verdade ia ver minha mulher me traindo.

Quando cheguei em casa o carro dele estava bem na porta. E fui pra janela, l� estava ele sentado num sof� e ela no outro, como ele fala alto dava pra ouvir claramente ele dizer que eu n�o estar ali era um absurdo j� que havia combinado com ele e minha mulher tentando explicar. Ai ele falou que visava a mim uma promo��o, e ela dizendo para ele n�o colocar a minha aus�ncia como um fator pra isso. Vendo as suplicas dela e sabendo a forma como ela gosta de ser tratada ele tomou conta da situa��o. olhou pra ela e mandou:

- Cala a boca e vem at� aqui. - ela se levantou e foi. - Vc vai suprir a aus�ncia do seu marido. J� que ele me deixou aqui com vc, vc vai me fazer sala. - Ela parou na frente dele, e ele olhou com cara de mal, se levantou e come�ou a rodiar. Ela ficou parada im�vel. Ele depois de dar umas duas voltas medindo ela mandou:

- Apoia as m�o no sof� e fica de quatro pra eu ver se vale a promo��o do seu marido. - Ela abaixou o corpo e apoiou as m�os no sof�. Ele ergueu a saia dela p�s a calcinha de lado, e atolou o dedo de uma vez na buceta dela. como ele ficou com o corpo do lado dela eu conseguia ver perfeitamente. Arrancou o dedo e enfiou dois dedos. Ficou mexendo como se estivesse comendo ela com os dedos e depois tirou. Depois pegou o dedo que devia estar molhado pela buceta dela, e come�ou a enfiar no cuzinho dela, enfiou at� o talo, depois tentou enfiar outro dedo mas desistiu. Ele se sentou no sof� e falou:

- Vai l� pra cima, coloca uma roupa de mulher, se maquie, quero vc linda pra me servir aqui em baixo, vc tem 19 min. E quando voltar, fa�a valer a promo��o do seu marido. E me tr�s um drink pra eu esperar vc se arrumar, puta. - Ela pegou um whisky pra ele e depois subiu. Quando ela chegou no meio da escada ele gritou. - 19 min. hein puta, n�o se atrase que nem o corno viado do teu marido.

em dez minutos descia ela com um vestido de noite preto, colado ao corpo, ele que enquanto esperava abriu as cal�as e liberou a rola, s� ficou olhando. ela desceu e parou na frente dele. Ele mandou:

- Dan�a vagabunda! - Ela come�ou a dan�ar e rebolar como nunca vi na minha vida, e o pau dele foi ficando duro, ele puxou ela pra sentar em seu colo, ela ficou sentada e ele come�ou a beijar o pesco�o dela, os ombros, soltou as al�as do seu vestido, e come�ou a mamar em seus seios. Ficou um bom tempo assim, com ela sentada em seu colo. Depois parou. jogou ela de seu colo no ch�o e falou:

- Vem que um corno se faz em sua pr�pria cama. - foi andando na frente. Ela se levantou e foi atr�s. Eu esperei uns dois minutos e entrei em casa. Quando entrei senti o cheiro do perfume que ela s� usava em ocasi�es especiais. Subi bem devagar. E a porta escancarada, esperei um momento certo pra entrar no banheiro que fica de frente e ver o m�ximo que podia.

Quando olhei ele estava deitado na cama e ela dan�ando sobre ele com o vestido levantado at� a cintura e aquela micro calcinha que nunca vi ela usar. ela rebolava e descia at� seu pau esfregava a bunda e buceta ainda de calcinha nele e subia e voltava a rebolar. Ela se virou de costas fazendo a mesma coisa. mas agora quando ela descia ele dava tapas em sua bunda. E xingava ela de vagabunda. Ainda de costas ela desceu e quando encostou no pau dele ele a segurou pela cintura daquele jeito colocou a calcinha dela de lado, e come�ou a esfregar a rola na sua buceta. Ele n�o metia quando via que ia entrar ele for�ava s� pra raspar. ela come�ou a for�ar o corpo pra baixo na esperan�a, eu acho, de entrar logo. Mas � l�gico que ele queria humilha-la e mandou:

- Pede! - e continuou esfregando a rola na buceta dela. Ela falou baixinho. - Enfia. - Ele deu um tapa estalado em sua bunda e falou: - Pede, implora e me fala que vc � uma puta que precisa disso e que seu marido � um corno. - Enquanto ele falava ela abaixou a cabe�a e quando ele terminou ela come�ou a pedir, mas com uma voz de coitada que nem eu reconheci.

- Por favor, come a buceta dessa puta aqui, eu preciso de pau todo em mim, me fode como uma vagabunda, faz seu funcionariozinho de corno. - Ela ainda terminava de falar quando ele enfiou sem d� at� o talo de uma vez. Ela deu uma respirada forte e ele mandou:

- Rebola! Vamos puta. Rebola que quero ver essa bunda mexer. - E dava tapinhas. ela subia e descia com vontade e a cada xingo ela rebolava mais. Ele segurou as m�os por atr�s dela e acho que enfiou o dedo no cu dela, por que ela parou um instante e depois voltou a subir e descer s� que agora mais cadenciado rebolando menos. Mas assim durou pouco ele apontou pra penteadeira e mandou ela ficar de quatro apoiada l�. Ela ficou, ele tentou por duas vezes meter no cu dela mas n�o conseguiu, ai pegou um creme dela de cabelo e passou no pau, com os dedos lambuzados j� foi direto com dois pra abrir passagem, ela deu um gritinho, mas ele foi t�o r�pido que ela nem conseguiu protestar. Ele j� tirou os dedos e colocou a rola. Primeiro at� o fundo segurando ela cintura, e depois ficou metendo bem devagar sem tirar muito, como se estivesse com metade do pau enfiado, brincando de encaixar a cabe�a. Em seguida puxou o corpo dela contra o dele pelo cabelo e come�ou a estocar forte, uma atr�s da outra, uma mais forte que a outra. Girou ela em dire��o a cama e jogou ela na cama, colocou ela em posi��o de frango assado e ficou metendo e tirando do seu cu. Ela gemia feito louca. E ele ficava enca�apando o pau. Em dado momento ele falou:

- Acho que vc vai ter que ficar um tempo sem dar pro seu corninho por que se ele bater o olho nessa bunda, vai perceber logo que aconteceu algo aqui. - E come�ou a rir.

Quando ele tirou o pau e se ajoelhou na cama ao lado da cabe�a, pude ver o estrago e escorria um liquido marrom meio avermelhado no len�ol, acho que a mistura com o creme fez ficar mais nojento, mas quando ele come�ou a bater a rola na cara dela, com aquela mesma nojeira, ela n�o demorou a abocanhar. e chupou com gosto quando ele foi gozar puxou a rola da boca dela e deixou espirar na cara, no cabelo e no pesco�o. Ele ficou em p� e ela acaba com as pernas abertas ele pegou o pau e passou naquela nojeira e vestiu a cueca.

Se vestiram e ele foi embora.

No dia seguinte cheguei ma empresa e fui direto a sala dele, quando entrei ele mandou eu fechar a porta, depois que passei a chave me virei e ele tava em p� abrindo a cal�a e disse:

- Ajoelha corno safado. - Ajoelhei e quando ele tirou pra fora o cheiro era horr�vel, n�o que meu quarto n�o estivesse com cheiro mas minha esposa passou bom ar na casa toda, trocou os len��is e aliviou muito. E ele falou: - Era esse o bafo da sua esposa ontem? Deu beijo de boa noite nela? - e ficou passando aquela rola nojenta na minha cara. Fiquei quieto e ele completou - vc cumpriu sua parte foi um corno manso ent�o cumprirei a minha, e segunda feira, ou "seu amigo" vai comigo ou ta fora da empresa. Agora pode voltar pra sua mesa que amanh� sai sua promo��o e a transferencia dele.

Fui e no dia seguinte aconteceu da forma que ele falou. O cara foi com ele pra capital e minha vida � quase normal, por que, nunca mais vai ser.

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