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A PRIMEIRA VEZ QUE FUI AMARRADA...

Eu tinha 19 anos e nada sabia de sexo ou qualquer outra coisa do g�nero, muito menos tinha feito sexo. Sou ruivinha, pela sardentinha, tenho 1,55m, pernas grossas, bunda grande, cintura estreitinha e seios grandes para o meu tamanho. Meus olhos verdes sempre foram muito elogiados pelas pessoas e meus pezinhos brancos e pequenos sempre foram motivos de orgulho pra mim.

Uma tarde, naquela �poca, eu estava sozinha em casa, s� de camisetinha branca sem suti� e um shortinho cor de rosa de tecido muito leve, al�m de minha calcinha cor de rosa bem fofa. Minha casa fica num local na �poca muito afastado de qualquer coisa, tanto que pra comprar p�o eu tinha que andar tr�s quadras para isso. Naquele dia, todos tinham sa�do para seus afazeres e eu fiquei sozinha, limpando a casa e depois fiquei assistindo tv, deitada em minha cama, chupando um sorvete que eu tinha achado na geladeira. Era sorvete de creme e um pouco escorria pela minha boca indo at� o pesco�o, e eu achava aquela sensa��o muito gostosa.

Tudo estava muito tranquilo quando, de repente, escutei um barulho no port�o de casa. Achei que minha m�e estava chegando, e nem dei muita bola. Come�ou uma barulheira na cozinha e fui ver o que estava acontecendo. Foi ent�o que levei o maior susto da minha vida! Dois homens estavam vasculhando a casa e quando me viram, vi somente seus olhos brilharem olhando pra mim. Senti um medo horr�vel e sa� correndo, mas segundos depois, eles estavam me agarrando pelos cabelos e pela cintura. Eu gritei:

- SOCOR... e levei um bofet�o de um deles que me fez cair no ch�o. O mais suado deles caiu por cima de mim, me pressionando contra o ch�o, e enquanto ele lambia meu pesco�o com seu bafo de cebola o outro pegava uma corda e amarrava minhas m�os.

- N�����OOO!!! POR FAVOR, N���O!! - eu gritava, mas eles n�o paravam. Minhas m�os estavam amarradas uma à outra e o Bafo-de-Cebola (chamarei-o assim agora) saiu de cima de mim e disse:

- Putinha, voc� � muito gostosa... agora voc� vai saber o que � sexo gostoso... vamos gozar em voc� todinha...

Eu fiquei apavorada com aquilo, porque ainda era virgem. O Barbudo (era o outro), levantou o sof� e prendeu minhas m�os no p� do sof�, que era muito pesado e eu n�o podia levantar. Eu gritava muito e Bafo-de-Cebola decidiu ent�o pegar uma bola de meia que estava numa cadeira para ser guardada mais tarde e enfiou na minha boca, amorda�ando-me com a mesma corda que eles tinham me amarrado as m�os.O Barbudo enquanto isso pasava a m�o nos meus seios e dizia:

- Porra, que peit�o gostoso, vadia!! Vou chupar eles at� sair sangue! Voc� vai ver!

O Barbudo rasgou minha camisetinha e fiquei s� com meus seios brancos e grandes pra fora, e ele caiu com a boca neles, sugando e mordendo como um lun�tico. Eu chorava muito e n�o estava aguentando mais o peso dele em cima de mim, mas p que me assustou foi ver o tamanho do penis do Bafo-de-Cebola. Era enorme. Eu fiquei realmente muito apavorada, porque n�o ia aguentar tudo aquilo... mas o que eu sofri foi pior. Enquanto Barbudo sugava meus seios e passava a m�o na minha bucetinha, ele come�ou a bater na minha cara e a esfregar o penis j� pra fora da cal�a nas minhas pernas. BafodeCebola sumiuda minha vista (toda emba�ada por causa do choro) e voltou com um salame que tinha la geladeira, do tipo Blumenau. Mandou o barbudo sair e disse:

- Puta vagabunda, agora vou te arrega�ar toda, pra depois enfiar meu caralho bem gostoso em voc�. - e j� foi tirando meu shortinho e minha calcinha... fiquei peladinha pra eles dois. Minha bucetinha nunca foi depilada, mas mesmo assim sempre foi lisinha, sem um pelinho sequer. Ao v�-la, os dois ficaram loucos... e o barbudo segurou meus pezinhos bem no alto enquanto bafo de cebola tentava empurrar o salame grosso e duro na minha buceta. Eu berrava de dor, mas nada se escutava, pois estava amorda�ada. A dor era insuport�vel, e o salame n�o entrava. bafo de cebola desistiu de por o salame e cuspiu na minha buceta e pos o dedo parar lubrifica-la. Aquele dedo enorme e cheio de n�s foi entrando com dificuldade, e ele fazia com cada vez mais for�a, at� que ele entrou todo e disse:

- Agora vou enfiar minha pica em voc�.

Ele viu certamente meu olhar de desespero, mas mesmo assim sorriu e for�ou aquele membro enorme na entrada da minha bucetinha, que ardeu em fogo. Ele deu mais uma estocada e a cabe�a gigante dele entrou, e eu senti como se tivesse sido rasgada ao meio. Meus gritos eram altos dentro da bola de meia, a dor que eu sentia era inimaginavel.... aquele tronco foi entrando devagar, rasgando tudo por dentro, enquanto ele dizia coisas no meu ouvido:

- MMM... buceta gostosa... vou vir todo dia te comer, vadiazinha, voc� � um tes�o... - e socando seu penis em mim o mais forte que ele podia, at� que ele entrou de todo. Eu estava quase desmaiada, mas o pior foi quando o barbudo colocou o pau dele na minha boca. N�o era grande, era m�dio, mas estava todo melado e sujo, um verdadeiro nojo. eu gritava e chorava dentro da meia e pedia para eles pararem, mas amorda�ada n�o me ouviam. Fiquei assim pelo menos uns dez minutos, sendo rasgada e estuprada, amarrada e sem poder reagir. De repente, quando estava sentindo minha buceta inchada e sangrando, o bafo de bode gozou bem forte. Senti o jato quente que parecia me rasgar mais ainda. Logo depois, o barbudo gozou na minha cara toda, lavando ela com sua porra quente e viscosa. Assim eles sairam de cima de mim e disseram:

- Vamos te soltar, gostosinha, mas se voc� falar alguma coisa pra algu�m, n�s voltamos pra te matar. Ouviu, puta?

E deram um soco t�o forte na minha cara que eu desmaiei. S� acordei quando eu estava solta e sozinha.... Tomei um banho e tentei arrumar as coisas, pra ningu�m perceber....

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