Desde que me lembro eu sempre tive um certo tes�o pelo meu amigo Jorge. O cara n�o era nada demais, eu at� poderia dizer que ele n�o era o meu tipo de cara mas ele sempre me deu um tes�o, n�o sei se era dos seus olhos azuis ou do seu geito mas cada vez que o cara falava eu me derretia.
Infelizmente o cara � hetero e sempre que o podia tentava faze-lo ser obvio. Ele n�o falava muito sobre garotas ou sobre sexo mas sempre que falava ele parecia ter um certo orgulho em poder falar que era hetero.
Certo dia decidimos sair e nos encontrar-mos num parquinho aqui da cidade para conversarmos porque desde que nos conseguimos um emprego quase n�o nos vemos. Quando nos encontramos nesse dia conversamos e quando come�ou a ficar tarde eu convidei ele pra vir na minha casa e conversavamos l�.
Assim que chegamos na minha casa ele veio para o meu quarto, eu me sentei na cama e ele num banco, uma conversa leva para a outra e quando nos apercebemos estavamos falando sobre sexo, come�amos a conversar mais e acabou que a conversa levou para fetishes e experiencias sexuais, e foi ai que ele me disse envergonhadamente que tem uma tara por p�s de garotas, o que me deixou louco uma vez que eu tambem tenho esse fetishe.
O cara me falou que sempre quis que uma garota o masturbasse com os p�s e eu logo sugeri algo:
- Cara, eu sei que talvez voc� n�o esteja muito afim, mas se voc� quiser eu posso fazer isso pra voc�.
- N�o cara, isso � muito estranho, eu gosto de mulher e...
- Mas se n�o � exatamente sexo ent�o n�o � gay.
- Mesmo assim, n�o sei se � boa ideia.
Mas mesmo dizendo isso minha sugest�o pareceu ficar rondando a cabe�a dele porque passado um pouco ele falou:
- Mano... Devolta do negocio que voc� estava falando a pouco. Tem a certeza que n�o vai ser estranho?
- O que? Eu masturbar voc� com os meus p�s?
- �
- N�o, porque? voc� quer experimentar?
Jorge acenou mas pediu para que eu n�o contasse para ninguem e mantivesse segredo e eu concordei.
Jorge come�ou a desapertar as cal�as e baixou elas, O pau dele estava flacido n�o era muito grande mas dava vontade de enterrar na garganta. Eu comecei a tirar meus sapatos e ele os dele. Quando dei por mim ele estava de pau duro (devia ter uns 16~17cm) encostado na cama, com uma m�o no peito e outra a frente dos olhos.
Gentilmente eu me sentei na cama, entre as suas pernas e comecei a acariciar aquele pau com meus p�s, movendo para cima e para baixo. Ele come�ou a gemer um pouco e a esfregar o seu corpo at� que gozou nos meus p�s e acabou sujando um pouco de sua roupa.
Eu falei para ele tirar a roupa e para deixar a secar e foi o que ele fez, ficamos conversando pelados denovo quando derrepente eu vi que o pau dele tava denovo ficando duro e falei.
- Parece que n�o foi suficiente. Seu pau est� pedindo mais.
Ele riu e falou
- �, vai querer me masturbar denovo?
- Na verdade estava pensando em algo.
- O que?
- Bem, eu sei que � estranho mas eu podia dar uma mamada em voc� se voc� quiser.
- N�o cara, isso j� � ir longe de mais, n�o?
- �, mas se voc� j� foi masturbado ent�o n�o fazia mal uma mamada tambem, eu tambem queria experimentar e se voc� quiser eu paro.
- Mas cara, eu gosto de mulher.
- Mas n�o vai ter de parar de gostar de mulher, � s� para experimentar, vai.
Jorge ficou calado por uns segundos e concordou novamente, sentou-se na cama de pernas abertas e olhou para o teto.
-Vai
Eu agarrei nas pernas e comecei a chupar, a respira��o de Jorge pareceu aumentar, ele colocou uma de suas m�os na sua perna e come�ou a esfregar, eu olhei para ele e me apercebi que que apesar de ainda estar a evitar olhar ele estava espreitando at� que senti um gemido e ele olhou para baixo de olhos fechados e agarrou na minha cabe�a, senti uma pequeno jato de porra vindo para a minha boca, e quando parei e ia tirar ele empurrou minha cabe�a contra o pau dele e come�ou a me foder pela boca, eu comecei a resistir um pouco at� que ele me deixou tirar a boca daquele pau que agora parecia imenso e estava agora coberto de porra que escorria entre minha boca e o pau dele e assim que eu consegui respirar ele vontou a me puxar e continuou me fudendo.
Depois de um bocado ele parou e tirou minha boca do pau, e finalmente pude respirar novamente, desta vez eu engoli a porra toda que estava na minha boca mas o pau dele ainda estava melequento e foi ai que ele pediu para eu me virar que ele queria experimentar me fuder. Eu perguntei se ele tinha a certeza e ele falou que sim. Ele puxou minhas cal�as para baixo e me meteu de quatro e de repente senti aquele pau penetrando em mim de uma s� vez. Eu gemi bem alto e foi ai que ele come�ou a me fuder durante uns minutos. Eu gemia e tremia enquanto sentinua aquele pau deslizando em mim. Ai ele tirou e pediu para eu me virar para ele, foi aqui que ele tirou minha camisola me deixando todo n� e ele fez o mesmo.
Jorge me deitou na cama, agarrou nas minhas pernas e as levantou e come�ou a enfiar ao mesmo tempo que chupava os meus p�s que ainda tinham porra at� que gozou em mim.